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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Satisfação com pequenas coisas traz bem-estar profundo, segundo cientistas
Procure alegria nas pequenas coisas. Este conselho popular existe há muito tempo. Mas existe realmente algum benefício nesta prática?
Segundo a ciência, há, sim, algum benefício em
saborear momentos rápidos de alegria − também
conhecidos como "microalegrias".
Seja saboreando uma xícara de café, realizando um ato
de gentileza ou assistindo a um vídeo engraçado,
encontrar alegria nas pequenas coisas, além de trazer
benefícios temporários, segundo pesquisas, é um
investimento no bem-estar a longo prazo.
No nível fisiológico, microalegrias melhoram nosso nervo
vago. Isto é importante, pois o nervo vago é responsável
pelo sistema de piloto automático do nosso corpo, que
regula processos sobre os quais não temos que pensar −
como a frequência cardíaca, a digestão e a respiração. O
nervo vago também está ligado a transtornos de humor e
ansiedade e à regulação do estresse, portanto, quanto
mais estimulado, melhor.
A nível social, emoções positivas aprimoram os
relacionamentos e levam a uma conexão momentânea
entre pessoas que auxilia a saúde e aumenta a
esperança de vida.
Experimentar emoções positivas não só ajuda na
felicidade momentânea, como nos ajuda a desenvolver
qualidades como otimismo, protegendo-nos contra
sofrimento e problemas de saúde mental no futuro.
Mesmo o envolvimento em apenas algumas
microalegrias diárias contribui para a felicidade
momentânea e ajuda a desenvolver a nossa
autorregulação. Esta é a nossa capacidade de
administrar impulsos para atingir um objetivo ou
estabelecer um hábito.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czqqne9dg12o.adaptado.
Na expressão destacada, tem-se um exemplo sobre o estudo de:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Satisfação com pequenas coisas traz bem-estar profundo, segundo cientistas
Procure alegria nas pequenas coisas. Este conselho popular existe há muito tempo. Mas existe realmente algum benefício nesta prática?
Segundo a ciência, há, sim, algum benefício em
saborear momentos rápidos de alegria − também
conhecidos como "microalegrias".
Seja saboreando uma xícara de café, realizando um ato
de gentileza ou assistindo a um vídeo engraçado,
encontrar alegria nas pequenas coisas, além de trazer
benefícios temporários, segundo pesquisas, é um
investimento no bem-estar a longo prazo.
No nível fisiológico, microalegrias melhoram nosso nervo
vago. Isto é importante, pois o nervo vago é responsável
pelo sistema de piloto automático do nosso corpo, que
regula processos sobre os quais não temos que pensar −
como a frequência cardíaca, a digestão e a respiração. O
nervo vago também está ligado a transtornos de humor e
ansiedade e à regulação do estresse, portanto, quanto
mais estimulado, melhor.
A nível social, emoções positivas aprimoram os
relacionamentos e levam a uma conexão momentânea
entre pessoas que auxilia a saúde e aumenta a
esperança de vida.
Experimentar emoções positivas não só ajuda na
felicidade momentânea, como nos ajuda a desenvolver
qualidades como otimismo, protegendo-nos contra
sofrimento e problemas de saúde mental no futuro.
Mesmo o envolvimento em apenas algumas
microalegrias diárias contribui para a felicidade
momentânea e ajuda a desenvolver a nossa
autorregulação. Esta é a nossa capacidade de
administrar impulsos para atingir um objetivo ou
estabelecer um hábito.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czqqne9dg12o.adaptado.
Assinale a alternativa correta de acordo com as regras de acentuação gráfica.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Satisfação com pequenas coisas traz bem-estar profundo, segundo cientistas
Procure alegria nas pequenas coisas. Este conselho popular existe há muito tempo. Mas existe realmente algum benefício nesta prática?
Segundo a ciência, há, sim, algum benefício em
saborear momentos rápidos de alegria − também
conhecidos como "microalegrias".
Seja saboreando uma xícara de café, realizando um ato
de gentileza ou assistindo a um vídeo engraçado,
encontrar alegria nas pequenas coisas, além de trazer
benefícios temporários, segundo pesquisas, é um
investimento no bem-estar a longo prazo.
No nível fisiológico, microalegrias melhoram nosso nervo
vago. Isto é importante, pois o nervo vago é responsável
pelo sistema de piloto automático do nosso corpo, que
regula processos sobre os quais não temos que pensar −
como a frequência cardíaca, a digestão e a respiração. O
nervo vago também está ligado a transtornos de humor e
ansiedade e à regulação do estresse, portanto, quanto
mais estimulado, melhor.
A nível social, emoções positivas aprimoram os
relacionamentos e levam a uma conexão momentânea
entre pessoas que auxilia a saúde e aumenta a
esperança de vida.
Experimentar emoções positivas não só ajuda na
felicidade momentânea, como nos ajuda a desenvolver
qualidades como otimismo, protegendo-nos contra
sofrimento e problemas de saúde mental no futuro.
Mesmo o envolvimento em apenas algumas
microalegrias diárias contribui para a felicidade
momentânea e ajuda a desenvolver a nossa
autorregulação. Esta é a nossa capacidade de
administrar impulsos para atingir um objetivo ou
estabelecer um hábito.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czqqne9dg12o.adaptado.
Considerando o conteúdo do texto, analise as alternativas a seguir e identifique a única correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Satisfação com pequenas coisas traz bem-estar profundo, segundo cientistas
Procure alegria nas pequenas coisas. Este conselho popular existe há muito tempo. Mas existe realmente algum benefício nesta prática?
Segundo a ciência, há, sim, algum benefício em
saborear momentos rápidos de alegria − também
conhecidos como "microalegrias".
Seja saboreando uma xícara de café, realizando um ato
de gentileza ou assistindo a um vídeo engraçado,
encontrar alegria nas pequenas coisas, além de trazer
benefícios temporários, segundo pesquisas, é um
investimento no bem-estar a longo prazo.
No nível fisiológico, microalegrias melhoram nosso nervo
vago. Isto é importante, pois o nervo vago é responsável
pelo sistema de piloto automático do nosso corpo, que
regula processos sobre os quais não temos que pensar −
como a frequência cardíaca, a digestão e a respiração. O
nervo vago também está ligado a transtornos de humor e
ansiedade e à regulação do estresse, portanto, quanto
mais estimulado, melhor.
A nível social, emoções positivas aprimoram os
relacionamentos e levam a uma conexão momentânea
entre pessoas que auxilia a saúde e aumenta a
esperança de vida.
Experimentar emoções positivas não só ajuda na
felicidade momentânea, como nos ajuda a desenvolver
qualidades como otimismo, protegendo-nos contra
sofrimento e problemas de saúde mental no futuro.
Mesmo o envolvimento em apenas algumas
microalegrias diárias contribui para a felicidade
momentânea e ajuda a desenvolver a nossa
autorregulação. Esta é a nossa capacidade de
administrar impulsos para atingir um objetivo ou
estabelecer um hábito.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czqqne9dg12o.adaptado.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Satisfação com pequenas coisas traz bem-estar profundo, segundo cientistas
Procure alegria nas pequenas coisas. Este conselho popular existe há muito tempo. Mas existe realmente algum benefício nesta prática?
Segundo a ciência, há, sim, algum benefício em
saborear momentos rápidos de alegria − também
conhecidos como "microalegrias".
Seja saboreando uma xícara de café, realizando um ato
de gentileza ou assistindo a um vídeo engraçado,
encontrar alegria nas pequenas coisas, além de trazer
benefícios temporários, segundo pesquisas, é um
investimento no bem-estar a longo prazo.
No nível fisiológico, microalegrias melhoram nosso nervo
vago. Isto é importante, pois o nervo vago é responsável
pelo sistema de piloto automático do nosso corpo, que
regula processos sobre os quais não temos que pensar −
como a frequência cardíaca, a digestão e a respiração. O
nervo vago também está ligado a transtornos de humor e
ansiedade e à regulação do estresse, portanto, quanto
mais estimulado, melhor.
A nível social, emoções positivas aprimoram os
relacionamentos e levam a uma conexão momentânea
entre pessoas que auxilia a saúde e aumenta a
esperança de vida.
Experimentar emoções positivas não só ajuda na
felicidade momentânea, como nos ajuda a desenvolver
qualidades como otimismo, protegendo-nos contra
sofrimento e problemas de saúde mental no futuro.
Mesmo o envolvimento em apenas algumas
microalegrias diárias contribui para a felicidade
momentânea e ajuda a desenvolver a nossa
autorregulação. Esta é a nossa capacidade de
administrar impulsos para atingir um objetivo ou
estabelecer um hábito.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czqqne9dg12o.adaptado.
De acordo com as regras de colocação pronominal, a forma correta do pronome oblíquo para substituir o termo destacado é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Satisfação com pequenas coisas traz bem-estar profundo, segundo cientistas
Procure alegria nas pequenas coisas. Este conselho popular existe há muito tempo. Mas existe realmente algum benefício nesta prática?
Segundo a ciência, há, sim, algum benefício em
saborear momentos rápidos de alegria − também
conhecidos como "microalegrias".
Seja saboreando uma xícara de café, realizando um ato
de gentileza ou assistindo a um vídeo engraçado,
encontrar alegria nas pequenas coisas, além de trazer
benefícios temporários, segundo pesquisas, é um
investimento no bem-estar a longo prazo.
No nível fisiológico, microalegrias melhoram nosso nervo
vago. Isto é importante, pois o nervo vago é responsável
pelo sistema de piloto automático do nosso corpo, que
regula processos sobre os quais não temos que pensar −
como a frequência cardíaca, a digestão e a respiração. O
nervo vago também está ligado a transtornos de humor e
ansiedade e à regulação do estresse, portanto, quanto
mais estimulado, melhor.
A nível social, emoções positivas aprimoram os
relacionamentos e levam a uma conexão momentânea
entre pessoas que auxilia a saúde e aumenta a
esperança de vida.
Experimentar emoções positivas não só ajuda na
felicidade momentânea, como nos ajuda a desenvolver
qualidades como otimismo, protegendo-nos contra
sofrimento e problemas de saúde mental no futuro.
Mesmo o envolvimento em apenas algumas
microalegrias diárias contribui para a felicidade
momentânea e ajuda a desenvolver a nossa
autorregulação. Esta é a nossa capacidade de
administrar impulsos para atingir um objetivo ou
estabelecer um hábito.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czqqne9dg12o.adaptado.
Em relação à concordância nominal, é correto afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Satisfação com pequenas coisas traz bem-estar profundo, segundo cientistas
Procure alegria nas pequenas coisas. Este conselho popular existe há muito tempo. Mas existe realmente algum benefício nesta prática?
Segundo a ciência, há, sim, algum benefício em
saborear momentos rápidos de alegria − também
conhecidos como "microalegrias".
Seja saboreando uma xícara de café, realizando um ato
de gentileza ou assistindo a um vídeo engraçado,
encontrar alegria nas pequenas coisas, além de trazer
benefícios temporários, segundo pesquisas, é um
investimento no bem-estar a longo prazo.
No nível fisiológico, microalegrias melhoram nosso nervo
vago. Isto é importante, pois o nervo vago é responsável
pelo sistema de piloto automático do nosso corpo, que
regula processos sobre os quais não temos que pensar −
como a frequência cardíaca, a digestão e a respiração. O
nervo vago também está ligado a transtornos de humor e
ansiedade e à regulação do estresse, portanto, quanto
mais estimulado, melhor.
A nível social, emoções positivas aprimoram os
relacionamentos e levam a uma conexão momentânea
entre pessoas que auxilia a saúde e aumenta a
esperança de vida.
Experimentar emoções positivas não só ajuda na
felicidade momentânea, como nos ajuda a desenvolver
qualidades como otimismo, protegendo-nos contra
sofrimento e problemas de saúde mental no futuro.
Mesmo o envolvimento em apenas algumas
microalegrias diárias contribui para a felicidade
momentânea e ajuda a desenvolver a nossa
autorregulação. Esta é a nossa capacidade de
administrar impulsos para atingir um objetivo ou
estabelecer um hábito.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czqqne9dg12o.adaptado.
O verbo destacado, nesta frase, concorda com o vocábulo:
Um montador de estruturas de eventos está prestes a iniciar a montagem de um palco com 5 metros de altura para um de show inauguração. Ele já está equipado com capacete, bota com biqueira de aço, luvas e óculos de segurança. Qual EPI adicional é essencial para que o montador execute a tarefa de forma segura, considerando a altura do trabalho?
Um jardineiro observou que suas orquídeas estão com as folhas amareladas e caindo. Ao analisar as plantas mais de perto, encontrou pequenos insetos brancos e uma substância pegajosa nas folhas e hastes. É CORRETO afirmar que a praga mais provável que está causando esses danos é:
Considere as seguintes etapas:
• A. Retire o saquinho que envolve a muda utilizando um canivete e coloque na cova.
• B. Com um sacho, abra a cova.
• C. Faça o nivelamento do terreno ao redor da muda com o rastelo.
• D. Irrigue logo em seguida.
• E. Recubra o terreno com palhada.
• F. Coloque terra ao redor, fazendo uma leve pressão com as mãos para fixar a planta.
A sequência CORRETA para o plantio de mudas de forração é:
De acordo com a norma de segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos – NR-12, o freio manual ou automático de corrente de uma motosserra consiste CORRETAMENTE em um(a):
A Análise de Risco – AR, prevista na norma NR 35, deve considerar para o Sistema de Proteção Individual contra Quedas (SPIQ) diversos aspectos. Um deles é a utilização de um elemento de ligação. Marque a alternativa que defina CORRETAMENTE esse elemento.
A NR 35 é a norma que determina os procedimentos de segurança para atividades executadas em altura . Ela com risco de queda abrange desde o planejamento inicial até a finalização do trabalho, visando a prevenir acidentes e a garantir a integridade física dos profissionais envolvidos. Sabendo disso, qual é o valor da diferença do nível inferior, em metros, para que a atividade seja considerada trabalho em altura?
A proteção, quando constituída de anteparos rígidos em sistema de guarda-corpo e rodapé, deve atender aos requisitos descritos na NR 18. Nesse contexto, os valores referentes à altura mínima e resistência à carga do rodapé descritos na norma são, respectivamente:
Para o reparo de uma fachada que está a 15 m de altura a contar do nível térreo, o profissional encarregado da tarefa deverá, antes de executar o serviço, dentre outras coisas, constatar se o prédio dispõe dos dispositivos que garantam a ancoragem segura de equipamentos e de cabos de segurança para o uso de Sistema de Proteção Individual contra Quedas (SPIQ).
Considerando o disposto na NR18, qual das alternativas corresponde às especificações contidas na norma referente aos dispositivos de ancoragem?
Considere as seguintes afirmações acerca de engenharia social:
I- A engenharia social só pode ser realizada por hackers altamente qualificados e técnicos, excluindo assim qualquer possibilidade de ser empregada por indivíduos comuns.
II- A engenharia social é uma técnica utilizada para manipular pessoas a fim de obter informações confidenciais ou acesso não autorizado a sistemas.
III- A engenharia social é um método exclusivo de ataque cibernético que não envolve interação humana.
IV- Os ataques de engenharia social podem ocorrer por meio de diversos canais, como e-mails, telefonemas, mensagens de texto e redes sociais.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia a reportagem a seguir para responder à questão.
TDAH: O QUE O TIKTOK NÃO CONTA
Por Rafael Battaglia
Atualizado em 19 ago 2024, 09h38 - Publicado em 16 ago 2024, 10h00
O TDAH atinge 5,3% das crianças e adolescentes em todo o mundo, e 2,5% da população adulta. A condição está presente há décadas nos principais manuais de transtornos mentais – mas nunca se falou tanto sobre ela como nos últimos anos.
Nos EUA, vídeos com a hashtag “#adhd” (sigla em inglês do transtorno) somaram 35 bilhões de visualizações nos últimos três anos no TikTok. A plataforma virou palco para milhares de pessoas com TDAH, que compartilharam ali suas experiências de vida e as técnicas que desenvolveram para vencer as dificuldades impostas pelo transtorno na escola, no trabalho e dentro de casa.
O lado positivo, é claro, é o aumento da conscientização – o que tem levado a mais diagnósticos.
Mas a ascensão do TDHA no TikTok e em outras redes tem um lado indigesto: não faltam vídeos que prometem um diagnóstico em poucos minutos, supostas curas ou que apresentam testes sem validade científica. Em 2022, uma pesquisa canadense analisou os 100 vídeos mais populares sobre o transtorno na plataforma e concluiu que metade continha informações falsas.
Por que esses conteúdos viralizam? Porque é fácil se identificar com as situações e os sintomas descritos. Afinal, quem nunca esqueceu a carteira em casa, perdeu o foco graças ao Instagram ou procrastinou até o último dia para entregar um relatório no trabalho?
Episódios pontuais, porém, não bastam. O TDAH é uma condição séria que se não tratada da maneira adequada pode trazer uma série de problemas. Indivíduos com o transtorno sofrem mais acidentes, demissões no trabalho e reprovações na escola. Também se divorciam mais e são mais propensos a desenvolver ansiedade e depressão. Dentre as pessoas com TDAH, há maior incidência de abuso de álcool e drogas, obesidade e suicídio.
No final dos anos 1980, o DDA [déficit de atenção] foi rebatizado para o nome que usamos hoje, “Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade”. E, em 2000, o manual [DSM – Manual de Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais] definiu que o TDAH poderia se manifestar de três formas possíveis: predominantemente desatenta, predominantemente hiperativa e impulsiva ou de maneira combinada. Essa é a classificação usada pelos profissionais da saúde atuais.
Não faltam ferramentas para controlar o TDAH, e o esforço para que elas cheguem a mais pessoas precisa ser constante. De preferência, sem informações falsas. Viver com o transtorno é um quebra-cabeça complexo. Mas as peças não precisam ficar ainda mais misturadas.
BATTAGLIA, Rafael. TDAH: o que o TikTok não conta. Revista Superinteressante [on-line], 19 ago. 2024. Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/tdah-o- que-o-tiktok-nao-conta/. Acesso em: 31 ago. 2024. Adaptado.
Levando em conta o funcionamento linguístico do texto, considere as seguintes assertivas.
I- Devido à sua natureza informativa, a reportagem apresenta uma grande incidência de substantivos e adjetivos ao tratar sobre o TDAH.
II- O adjetivo supostas em “supostas curas” questiona a própria denominação de curas.
III- Em “uma pesquisa canadense analisou os 100 vídeos mais populares sobre o transtorno na plataforma e concluiu que metade continha informações falsas”, a concordância verbal está comprometida.
IV- Em “Afinal, quem nunca esqueceu a carteira em casa, perdeu o foco graças ao Instagram ou procrastinou até o último dia para entregar um relatório no trabalho?”, os verbos esquecer, perder e procrastinar apresentam a mesma regência.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia a reportagem a seguir para responder à questão.
TDAH: O QUE O TIKTOK NÃO CONTA
Por Rafael Battaglia
Atualizado em 19 ago 2024, 09h38 - Publicado em 16 ago 2024, 10h00
O TDAH atinge 5,3% das crianças e adolescentes em todo o mundo, e 2,5% da população adulta. A condição está presente há décadas nos principais manuais de transtornos mentais – mas nunca se falou tanto sobre ela como nos últimos anos.
Nos EUA, vídeos com a hashtag “#adhd” (sigla em inglês do transtorno) somaram 35 bilhões de visualizações nos últimos três anos no TikTok. A plataforma virou palco para milhares de pessoas com TDAH, que compartilharam ali suas experiências de vida e as técnicas que desenvolveram para vencer as dificuldades impostas pelo transtorno na escola, no trabalho e dentro de casa.
O lado positivo, é claro, é o aumento da conscientização – o que tem levado a mais diagnósticos.
Mas a ascensão do TDHA no TikTok e em outras redes tem um lado indigesto: não faltam vídeos que prometem um diagnóstico em poucos minutos, supostas curas ou que apresentam testes sem validade científica. Em 2022, uma pesquisa canadense analisou os 100 vídeos mais populares sobre o transtorno na plataforma e concluiu que metade continha informações falsas.
Por que esses conteúdos viralizam? Porque é fácil se identificar com as situações e os sintomas descritos. Afinal, quem nunca esqueceu a carteira em casa, perdeu o foco graças ao Instagram ou procrastinou até o último dia para entregar um relatório no trabalho?
Episódios pontuais, porém, não bastam. O TDAH é uma condição séria que se não tratada da maneira adequada pode trazer uma série de problemas. Indivíduos com o transtorno sofrem mais acidentes, demissões no trabalho e reprovações na escola. Também se divorciam mais e são mais propensos a desenvolver ansiedade e depressão. Dentre as pessoas com TDAH, há maior incidência de abuso de álcool e drogas, obesidade e suicídio.
No final dos anos 1980, o DDA [déficit de atenção] foi rebatizado para o nome que usamos hoje, “Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade”. E, em 2000, o manual [DSM – Manual de Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais] definiu que o TDAH poderia se manifestar de três formas possíveis: predominantemente desatenta, predominantemente hiperativa e impulsiva ou de maneira combinada. Essa é a classificação usada pelos profissionais da saúde atuais.
Não faltam ferramentas para controlar o TDAH, e o esforço para que elas cheguem a mais pessoas precisa ser constante. De preferência, sem informações falsas. Viver com o transtorno é um quebra-cabeça complexo. Mas as peças não precisam ficar ainda mais misturadas.
BATTAGLIA, Rafael. TDAH: o que o TikTok não conta. Revista Superinteressante [on-line], 19 ago. 2024. Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/tdah-o- que-o-tiktok-nao-conta/. Acesso em: 31 ago. 2024. Adaptado.