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I- O emprego do sinal indicativo de crase nas expressões “combate à violência doméstica” e “deem crédito às experiências das vítimas” segue a mesma regra.
II- No período “Relações em que há agressões físicas, verbais ou psicológicas são, infelizmente, algo muito comum”, há um desvio na concordância verbal.
III- Nas expressões “O medo da descrença de outras pessoas” e “necessidades de segurança e sanidade” os termos em destaque são exemplos da mesma função sintática.
IV- No período composto por subordinação “Se ela tiver filhos, a situação fica ainda mais complicada”, a oração em destaque se classifica como uma oração subordinada adverbial condicional.
V- No período composto por coordenação “O parceiro não é violento o tempo todo, mas também se mostra gentil e sensível”, a oração em destaque se classifica como uma oração coordenada sindética adversativa.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- A mulher se submete à violência doméstica, porque tem pena do parceiro.
II- Ainda é muito comum que se culpe a vítima por estar envolvida em um relacionamento abusivo.
III- A falta de recursos é comumente um dos fatores para que a mulher não vá embora.
IV- A existência de filhos é um fator complicador para que a mulher deixe o parceiro abusivo.
V- Muitas vezes, as autoridades que deveriam proteger as mulheres vítimas de violência doméstica não o fazem.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Observe o post abaixo:

Disponível em: <http://www.instahram.com>. Acesso em: 21 nov. 2023
Do ponto de vista da regência do verbo precisar no período “Todo maluco precisa de uma doida”, o complemento em destaque recebe
o nome de:
Analise o post a seguir:

Disponível em: <http://www.instahram.com>. Acesso em: 21 nov. 2023.
Do ponto de vista da estrutura do período “Na vida é preciso oferecer o que você quer receber”, é CORRETO afirmar que:
Leia o poema a seguir, de Manuel Bandeira.
A Onda
a onda anda
aonde anda?
a onda?
a onda ainda
ainda onda
ainda anda
aonde?
aonde?
a onda a onda
A partir do contexto, analise as afirmações abaixo:
I- A função da linguagem predominante no texto é a poética.
II- A repetição do substantivo “onda”, seguido dos advérbios “ainda” e “aonde”, geram um efeito de sentido que alude ao som das vagas na areia.
III- A ausência da vírgula no último verso permite que o leitor atente para a continuidade das ondas.
IV- A leitura do poema procura reproduzir o som do mar através do funcionamento discursivo das classes de palavras substantivo e advérbio, protagonistas na matéria linguística do poema.
V- A repetição de palavras no poema não é redundante. Ela tem a função de ênfase.
É CORRETO o que se afirma em:
No post a seguir:

Considerando a estrutura do período composto da figura, analise as afirmações abaixo.
I- Como falar das coisas exerce a função sintática de oração principal.
II- Que, no período composto em análise, exerce a função de conjunção integrante.
III- Que, no período composto em análise, exerce a função de pronome relativo.
IV- A oração introduzida pelo que se classifica como oração subordinada adverbial causal.
V- A oração introduzida pelo que se classifica como oração subordinada adjetiva restritiva.
É CORRETO o que se afirma em:
Observe a placa a seguir:

Disponível em: <http://www.instagram.com/>. Acesso em: 20 nov. 2023.
Assinale a alternativa INCORRETA:
Na noite desta segunda (20), Taylor fará seu terceiro e último show no Rio. No fim de semana que vem Ø estará em São Paulo, para mais três shows. Isto quer dizer, entre outras coisas, que o descaso tanto dela quanto da T4F continuará na mídia. Torçamos para que a organização esteja menos caótica e que o público não sofra tanto. Tampouco é preciso ser um gênio de marketing para perceber que demonstrar um mínimo de compaixão e fornecer alguma ajuda financeira à família Benevides faria maravilhas para as imagens de ambos.
A partir deste contexto é CORRETO afirmar que:
I- As duas ocorrências do advérbio talvez possuem o mesmo valor semântico no trecho em análise.
II- A segunda ocorrência do advérbio talvez poderia ser substituída pelo sinônimo provavelmente, sem que houvesse prejuízo do sentido e evitando repetições redundantes.
III- O sintagma nominal O tributo é um exemplo de catáfora.
IV- O referente do sintagma nominal O tributo é recuperado pragmaticamente, no contexto: trata-se de uma homenagem que Ana Benevides receberia num show de Taylor Swift, que talvez teria até fotos projetadas em um telão.
V- O referente do sintagma verbal o fã assassinado na praia de Copacabana é Gabriel Mongenot, cuja retomada é anafórica.
É CORRETO o que se afirma em:
O que há em um nome?
Não vou dizer o meu nome de batismo. Aos 15 anos quis adotar o nome de Goldie. Mas desisti quando vi que havia uma porção de mulheres esquisitas chamadas Goldie. Então tive uma ideia brilhante: adotei o nome de Alma. Alma é um termo derivado do hebraico nephesh, que significa vida ou criatura, e também do latim animu, que significa “o que anima”. É um nome bonito, duvido que alguém o ache feio. Feio era o meu nome antigo. Não vou dizer qual era, de jeito nenhum.
Quando adotei o nome Alma, pintei os cabelos de louro. O dourado anima, simboliza vibração elevada, vigor, inteligência superior e nobreza. É a cor da opulência, da luz e da prosperidade. Traz charme e constrói confiança, dá poder, persuasão, energia e inteligência. Senti isso tudo olhando o meu rosto no espelho.
Mas os clientes não gostavam.
“Alma?”, disse um deles. “Posso chamar você de Mimi?”
“Mimi, Mimi?!”, gritei. “Ponha-se daqui para fora.”
Dona Erotildes me chamou.
“Genoveva”, ela disse.
“Pelo amor de Deus, dona Erotildes, não me chame por esse nome”, pedi.
“Mas é o seu nome.”
“Não, não, não, eu já o abandonei há muito tempo.”
“Quero saber por que você brigou com o cliente.”
“Ele me chamou de Mimi.”
“Mas Alma não dá, você não pode trabalhar aqui com esse nome. Alma? Isso não é nome de gente. Outra coisa, você é uma mulher bonita, a mais bonita de todas, mas é a que tem menos clientes. Quando ouvem o nome Alma eles desistem. Olha, Genoveva, temos que mudar o seu nome.”
“Pelo amor de Deus, não me chame de Genoveva.”
“Está bem. Anda, vamos escolher um nome para você.”
Ficaram meia hora vendo nomes. Nenhum foi aceito por nenhuma das duas.
Finalmente dona Erotildes deu um soco na mesa.
“Já decidi. O seu nome vai ser Mimi. É um nome bonito, agradável, sensual, fácil de memorizar. Mimi, seu nome vai ser Mimi.”
“Mimi não, por favor.”
“Será Mimi, ou então vou mandar você embora.”
Mimi chorou muito. Seus olhos chegaram a inchar. Mas acabou se conformando.
E então, no lupanar de dona Erotildes, a Mimi passou a ser a mais solicitada.
Nome? O que há em um nome?
FONSECA, Rubem. O que há em um nome? In: ______. Histórias curtas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.
Glossário:
lupanar: substantivo masculino Casa de prostituição. = ALCOUCE, BORDEL, PROSTÍBULO ("lupanar", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2023, https://dicionario.priberam.org/lupanar.)
De acordo com o texto,

LEITE, Will. O mais feio. 23 de novembro de 2023.
O humor dessa tirinha tem relação com o emprego de um dos graus do adjetivo. Assinale a alternativa que identifica corretamente esse grau.
“No começo do século XI, quando se _____ [REVELAR] a organização feudal da sociedade, está claro que os detentores do poder de origem pública _____ [PRETENDER] assimilar o território de seu distrito a um grande domínio, extorquir de todos os residentes e de todos os passantes que não são cavaleiros o que extorquem dos não-livres que lhes pertencem, e _____ [VER-SE] os instrumentos do poder público, quando se _____ [APLICAR] à parte desarmada do povo, dominializar-se. [...]”
DUBY. Georges (org.). História da vida privada, 2: da
Europa feudal à Renascença (tradução de Maria Lúcia
Machado). São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
Adaptado.
A alternativa que preenche corretamente as lacunas desse texto é
“A tristeza é uma emoção que experimentamos quando somos expostos a uma situação adversa, frustrante, que contraria nossas expectativas e desejos. Vários acontecimentos podem provocar tristeza, como, por exemplo, quando um brinquedo de que gostamos se quebra, quando planejamos um fim de semana de sol e piscina e acaba chovendo, quando um amigo de quem gostamos muito se muda de cidade, quando ficamos doentes, quando brigamos e rompemos a relação com alguém importante na nossa vida, quando alguém querido morre, etc. [...]”
NASCIMENTO, Mara Regina do; DILLMANN,
Mauro (Org.). Guia Didático e Histórico de verbetes
sobre a morte e o morrer. Porto Alegre: Casaletras, 2022.
Adaptado.