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Texto CG1A1
A relação entre sustentabilidade e saúde não é nova. Desde questões ocupacionais, passando pela qualidade do ar, da água, do solo, do uso de pesticidas, resíduos perigosos e radioativos, os impactos do modo de produção e consumo sobre o meio ambiente têm sempre retornado ao ser humano na forma de danos à saúde. As mudanças climáticas são um divisor de águas nesse processo. Eventos extremos como ondas de calor, secas e inundações modificam os habitats naturais, forçando animais a migrarem para novas áreas. Essa movimentação aumenta as chances de contato entre espécies, inclusive a humana, e facilita a transmissão de patógenos. Além disso, as alterações climáticas influenciam a distribuição de vetores, como mosquitos e carrapatos, expandindo a área geográfica de doenças como a malária e a dengue. Doenças crônicas, cardiovasculares e respiratórias também são acentuadas por altas temperaturas e poluição do ar.
Na linha das notícias aterradoras sobre o futuro, o relatório Qualificando o impacto das mudanças climáticas na saúde humana, lançado pelo Fórum Econômico Mundial em janeiro de 2024, aponta que a mudança do clima pode causar até 14,5 milhões de mortes adicionais e perdas econômicas da ordem de 12,5 trilhões de dólares ao redor do mundo até 2050. A pressão sobre os sistemas de saúde será imensa, somando 1,1 trilhão de dólares em custos extras. Entre os impactos projetados, 79% relacionam-se a condições de saúde que se desenvolvem após os eventos climáticos e afetam o bem-estar de indivíduos e comunidades. Ainda, desastres climáticos e o sofrimento gerado por eventos como ondas de calor extremas e o processo de degradação dos ecossistemas exacerbam os riscos para aqueles com transtornos mentais preexistentes, o que aumenta as taxas de suicídio e internações hospitalares.
Assim, as novas gerações, que herdarão as consequências mais duras das mudanças climáticas, estão experimentando um aumento significativo de ansiedade, estresse e outros problemas de saúde mental, conhecidos como ansiedade climática ou ecoansiedade. O conceito é definido pela Associação Americana de Psicologia (APA) como um medo crônico da destruição ambiental, que varia de estresse leve a transtornos clínicos como depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, e pode envolver efeitos intergeracionais, em especial quando os danos ambientais implicam a perda de um modo de vida ou cultura. O sofrimento de crianças e adolescentes associa-se tanto às experiências da emergência climática atual quanto à impossibilidade de imaginar futuros alternativos a distopias socioambientais.
Internet:
Texto CG1A1
A relação entre sustentabilidade e saúde não é nova. Desde questões ocupacionais, passando pela qualidade do ar, da água, do solo, do uso de pesticidas, resíduos perigosos e radioativos, os impactos do modo de produção e consumo sobre o meio ambiente têm sempre retornado ao ser humano na forma de danos à saúde. As mudanças climáticas são um divisor de águas nesse processo. Eventos extremos como ondas de calor, secas e inundações modificam os habitats naturais, forçando animais a migrarem para novas áreas. Essa movimentação aumenta as chances de contato entre espécies, inclusive a humana, e facilita a transmissão de patógenos. Além disso, as alterações climáticas influenciam a distribuição de vetores, como mosquitos e carrapatos, expandindo a área geográfica de doenças como a malária e a dengue. Doenças crônicas, cardiovasculares e respiratórias também são acentuadas por altas temperaturas e poluição do ar.
Na linha das notícias aterradoras sobre o futuro, o relatório Qualificando o impacto das mudanças climáticas na saúde humana, lançado pelo Fórum Econômico Mundial em janeiro de 2024, aponta que a mudança do clima pode causar até 14,5 milhões de mortes adicionais e perdas econômicas da ordem de 12,5 trilhões de dólares ao redor do mundo até 2050. A pressão sobre os sistemas de saúde será imensa, somando 1,1 trilhão de dólares em custos extras. Entre os impactos projetados, 79% relacionam-se a condições de saúde que se desenvolvem após os eventos climáticos e afetam o bem-estar de indivíduos e comunidades. Ainda, desastres climáticos e o sofrimento gerado por eventos como ondas de calor extremas e o processo de degradação dos ecossistemas exacerbam os riscos para aqueles com transtornos mentais preexistentes, o que aumenta as taxas de suicídio e internações hospitalares.
Assim, as novas gerações, que herdarão as consequências mais duras das mudanças climáticas, estão experimentando um aumento significativo de ansiedade, estresse e outros problemas de saúde mental, conhecidos como ansiedade climática ou ecoansiedade. O conceito é definido pela Associação Americana de Psicologia (APA) como um medo crônico da destruição ambiental, que varia de estresse leve a transtornos clínicos como depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, e pode envolver efeitos intergeracionais, em especial quando os danos ambientais implicam a perda de um modo de vida ou cultura. O sofrimento de crianças e adolescentes associa-se tanto às experiências da emergência climática atual quanto à impossibilidade de imaginar futuros alternativos a distopias socioambientais.
Internet:
I. O Líquen plano, o Pênfigo vulgar e o Penfigoide das membranas mucosas são doenças autoimunes que acometem a cavidade bucal, nas quais o cirurgião dentista desempenha papel importante no diagnóstico.
PORQUE
II. A manifestação intrabucal do Líquen plano, do Pênfigo vulgar e do Penfigoide das membranas mucosas é frequente, podendo simular um quadro de gengivite crônica quando acomete a gengiva, e uma biópsia incisional é necessária para a confirmação do diagnóstico.
A respeito dessas asserções, assinale a afirmativa CORRETA:
Com base nesses achados, qual é a principal hipótese diagnóstica das lesões bucais da paciente e qual a melhor conduta do cirurgião dentista para o caso?
(Fonte: http://www.scielo.br/pdf/eins/v11n1/a26v11n1.pdf).
Em relação ao herpes-zoster, leia as afirmativas que se seguem:
I. Para seu diagnóstico, é necessária a realização de uma biópsia incisional.
II. A doença é conhecida como cobreiro.
III. Quando presentes, as manifestações clínicas bucais são pápulas e nódulos que se rompem, dando origem a ulcerações.
IV. A melhor forma de prevenção é a vacinação, principalmente em idosos.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
(Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/0/artigo11215-1.asp/)
Diversas doenças infecciosas apresentam manifestações bucais. Avalie as afirmativas que se seguem:
I. Para o diagnóstico de sífilis secundária, além dos achados clínicos, deve-se solicitar testes sorológicos inespecíficos e específicos, sendo eles o VDRL e o FTA-abs, respectivamente.
II. A bactéria Actinomyces israelii é o agente etiológico da actinomicose, doença cujo tratamento é realizado por meio de drenagem do abscesso, associado a altas doses de antibiótico por tempo prolongado.
III. A candidíase é uma doença fúngica oportunista comum na cavidade bucal, comumente associada a quadros de imunossupressão e ao uso de próteses mal higienizadas.
IV. Quando a hipótese diagnóstica de uma lesão bucal é de paracoccidioidomicose, uma biópsia incisional deve ser realizada e o principal diagnóstico clínico diferencial é o carcinoma epidermoide (carcinoma espinocelular).
Está CORRETO o que se afirma em:
De acordo com o critério de classificação para a Síndrome de Sjögren proposto pelo Colégio Americano de Reumatologia, são condições que o paciente precisa apresentar, simultaneamente, para confirmação do diagnóstico de Síndrome de Sjögren:
Avalie as afirmativas a seguir:
I. A exposição crônica à radiação ultravioleta é um fator de risco relevante para o desenvolvimento da queilite actínica e do carcinoma epidermoide (carcinoma espinocelular) do vermelhão do lábio inferior.
II. Subtipos oncogênicos do papilomavírus humano (HPV) constituem um fator de risco muito relevante para o desenvolvimento do carcinoma epidermoide (carcinoma espinocelular) de boca e pouco relevante para o desenvolvimento de carcinoma epidermoide (carcinoma espinocelular) de orofaringe.
III. O risco relativo para o desenvolvimento de carcinoma epidermoide (carcinoma espinocelular) em pacientes fumantes é dose-dependente, sendo de, pelo menos, 5 (cinco) em pacientes que fumam 40 cigarros por dia.
IV. Alterações genéticas (tais como mutações) ou alterações epigenéticas em proto-oncogenes e genes supressores de tumor são bases moleculares relevantes para o desenvolvimento do carcinoma epidermoide (carcinoma espinocelular) de boca.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
Avalie as afirmativas a seguir:
I. A principal característica histológica do carcinoma epidermoide (carcinoma espinocelular) de boca é a invasão da lâmina própria da mucosa por células epiteliais semelhantes ao epitélio de revestimento, podendo apresentar graus variáveis de atipia.
II. O carcinoma verrucoso é uma variante do carcinoma epidermoide (carcinoma espinocelular) de boca, com melhor prognóstico, caracterizando-se histologicamente pela presença de cristas epiteliais bulbosas sem atipia celular significativa e com formação de tampões de queratina.
III. Os sítios anatômicos intraorais mais comuns para o surgimento do carcinoma epidermoide são língua e assoalho bucal.
IV. O tratamento de escolha para o carcinoma epidermoide (carcinoma espinocelular) intraoral em fase inicial é a radioterapia.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
Avalie as afirmativas a seguir:
I. O carcinoma epidermoide (carcinoma espinocelular) representa a maioria das neoplasias malignas da cavidade oral.
II. O carcinoma epidermoide (carcinoma espinocelular) de boca possui apresentação clínica variável, incluindo lesões endofíticas (ulceradas), exofíticas (vegetantes), leucoplásicas (manchas ou placas brancas), eritroplásicas (manchas ou placas vermelhas) e eritroleucoplásicas (manchas ou placas vermelhas e brancas).
III. As metástases do carcinoma epidermoide (carcinoma espinocelular) de boca ocorrem, principalmente, através dos vasos sanguíneos, para órgãos à distância.
IV. O estadiamento clínico do tumor, por meio do sistema TNM (tumor – linfonodos – metástase) está relacionado ao prognóstico do carcinoma epidermoide (carcinoma espinocelular) de boca: quanto maior é o estágio, melhor é o prognóstico.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
Avalie as afirmativas a seguir:
I. Leucoplasia é uma mancha ou placa branca que não pode ser caracterizada clinicamente ou patologicamente como outra doença.
II. Nas leucoplasias, a realização de biópsia é necessária para o diagnóstico. III. Histopatologicamente, as leucoplasias podem apresentar displasia epitelial em graus variados, a saber: displasia epitelial leve, displasia epitelial moderada, displasia epitelial intensa e carcinoma in situ.
IV. Apesar de a taxa de transformação maligna das leucoplasias variar entre os estudos, as melhores estimativas apontam uma taxa de transformação superior a 30% ao ano.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
I. Melanomas iniciais da mucosa bucal podem se apresentar clinicamente como lesões únicas semelhantes a nevos melanocíticos ou máculas melanóticas orais e, portanto, a realização de biópsia é indicada para determinação do diagnóstico em lesões sem causa aparente.
II. O nevo melanocítico intramucoso é uma lesão incomum na cavidade bucal e, embora seja constituído por proliferação benigna de células névicas que apresentam melanina no citoplasma, parte das lesões bucais apresentase despigmentada.
III. A melanose do fumante é caracterizada pela pigmentação das gengivas ou de outras áreas da mucosa bucal de pacientes fumantes e decorre da deposição nos tecidos bucais de substâncias pigmentadas constituintes da fumaça do cigarro.
IV. Para uma mácula de coloração enegrecida na mucosa do rebordo alveolar mandibular de um paciente que apresenta restaurações em amálgama em vários dentes, a realização de radiografia periapical da região é indicada, pois, caso não sejam observados pontos radiopacos correspondentes a fragmentos metálicos, o diagnóstico de tatuagem por amálgama é descartado.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
Em relação às lesões fibro-ósseas, avalie as afirmativas a seguir:
I. O fibroma ossificante e a displasia óssea focal podem apresentar características clínicas e radiográficas semelhantes, sendo que, nesses casos, pelo fato de as lesões apresentarem características histopatológicas bastante distintas, o exame histopatológico de material obtido de biópsia incisional é o que permite a determinação do diagnóstico.
II. Lesões iniciais da displasia óssea periapical podem apresentar características radiográficas similares às de lesões de granuloma periapical e, nesses casos, a realização de teste de sensibilidade pulpar nos dentes associados pode ser útil para a diferenciação diagnóstica.
III. As principais características radiográficas das lesões de displasia fibrosa são um aumento da radiopacidade (opacificação tipo vidro despolido) com margens pouco definidas, expansão das corticais dos ossos maxilares e estreitamento do espaço do ligamento periodontal dos dentes envolvidos.
IV. Lesões de displasia óssea na fase esclerótica tendem a ser hipovascularizadas e propensas a necrose e infecções secundárias, com exposição de massas escleróticas na cavidade bucal favorecida pela atrofia do rebordo alveolar em áreas edêntulas.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
Em relação às proliferações reacionais não neoplásicas da mucosa bucal, avalie as afirmativas a seguir:
I. A realização de radiografia periapical pode contribuir para a estruturação das hipóteses diagnósticas de uma lesão nodular de consistência firme na gengiva, uma vez que estruturas radiopacas podem ser observadas no interior do fibroma ossificante periférico.
II. Considerando as proliferações reacionais não neoplásicas da mucosa bucal, para uma lesão nodular séssil, de consistência firme, medindo aproximadamente 1 cm de diâmetro, localizada na linha de mordida da mucosa jugal, podem ser consideradas como hipóteses diagnósticas a hiperplasia fibrosa, a lesão periférica de células gigantes e o granuloma piogênico.
III. A realização de radiografia periapical pode contribuir para a estruturação das hipóteses diagnósticas de uma lesão nodular de consistência firme na gengiva, uma vez que a lesão periférica de células gigantes pode mostrar reabsorção do osso alveolar subjacente, geralmente em forma de taça.
IV. Mulheres grávidas podem apresentar granuloma piogênico, principalmente na gengiva, e essas lesões devem ser, preferencialmente, removidas no terceiro trimestre de gravidez, pois, após o parto, as lesões tendem a crescer mais rapidamente e a apresentar maiores taxas de recidiva.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
A descrição trata da:
Sobre a necessidade e periodicidade de notificar a ocorrência de agravos, assinale a afirmativa FALSA:
As prioridades e os objetivos do Pacto pela Vida, 2006, expressos na Portaria nº 399/2006, estão corretamente identificados e relacionados, EXCETO em: