Foram encontradas 187 questões

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Q1139607 Raciocínio Lógico
Dez jogadores vestem camisas numeradas de 1 a 10, cada jogador com um número de camisa diferente e identificado pelo número de sua camisa. Para formar dois times, eles fizeram um círculo, de maneira que ao lado esquerdo do jogador 10 estava o jogador 1, e ao lado esquerdo de cada outro jogador estava o jogador cujo número da camisa era 1 a mais do que seu próprio número. Feito o círculo, cada jogador, do 1 ao 10, um por vez e nessa ordem, andou pelo círculo, no sentido horário, até ultrapassar um número de jogadores igual ao número de sua camisa. Assim, o jogador 1 passou por um jogador (o jogador 2) e ficou posicionado entre os jogadores 2 e 3; o jogador 2 passou por dois jogadores (os jogadores 1 e 3) e ficou posicionado entre os jogadores 3 e 4, e assim por diante. Esse processo se repetiu até o jogador 10, que acabou passando duas vezes por um mesmo jogador. Ao final, o time do jogador 1 será formado por ele e pelos quatro jogadores imediatamente à sua esquerda, ou seja, os jogadores
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Q1139606 Raciocínio Lógico
Seja a afirmação: “Se um time tem muito dinheiro e bons jogadores, então esse time não tem problemas”. Uma negação lógica dessa afirmação é
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Q1139604 Matemática
Na figura, sem escala, o ponto E pertence a um lado do retângulo ABCD. O triângulo ABE tem área 18 cm2.

Imagem associada para resolução da questão
Sabendo que a área do triângulo AED excede a área do triângulo BCE em 14 cm2, a medida, em cm, do segmento Imagem associada para resolução da questão é
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Q1139603 Matemática
Cada um dos divisores positivos de 72 foi escrito em um cartão, de forma que em cada cartão foi escrito um único divisor e nenhum divisor foi escrito em mais de um cartão. Em seguida, esses cartões foram colocados em uma caixa. Sorteando-se um desses cartões, a probabilidade de ele conter um número múltiplo de 6 é
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Q1139602 Matemática
Uma loja vende uma camisa individual por R$ 40,00, um par de camisas por R$ 65,00 ou um trio de camisas por R$ 90,00. Certo dia essa loja vendeu 100 camisas, tendo recebido um total de R$ 3.385,00. Se foram vendidas 28 camisas individuais, então o valor arrecadado com a venda de pares de camisas, em reais, foi
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Q1139601 Matemática
Em uma festa junina de uma escola, cada aluno trouxe para outro aluno 1 pacote de estalinhos, mas nenhum aluno trouxe estalinhos para si mesmo. Os oito professores da escola trouxeram, cada um, 2 pacotes de estalinho para cada aluno e a diretora da escola trouxe, para cada aluno, 3 pacotes de estalinho. Se, no total, foram trazidos 2 419 pacotes de estalinho, então o número de alunos dessa escola está compreendido entre
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Q1139599 Matemática
Em um laboratório, os frascos marcados com P ou Q são misturas de água e álcool. Os frascos marcados com P possuem 25% de álcool e os marcados com Q possuem 80% de álcool. Uma mistura de 110 litros de água e álcool, contendo 60% de álcool, foi preparada misturando p litros dos frascos P com q litros dos frascos Q. A diferença, em litros, entre as quantidades usadas dos frascos Q e P é igual a
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Q1139598 Matemática
Com a mão de obra de 3 pessoas, uma fábrica consegue produzir 25 peças decorativas por dia. Para produzir parte de um lote de 400 dessas peças, 5 pessoas trabalharam por 8 dias. Observando que uma peça pode ser produzida em mais de um dia, para finalizar as peças desse lote em 2 dias, o número mínimo de pessoas trabalhando deverá ser
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Q1139596 Matemática

Durante 15 dias, Giovana treinou montagem de cubo mágico, com o objetivo de montá-lo o mais rápido possível. Ela registrou em um gráfico o menor tempo de montagem que ela conseguiu no respectivo dia.


Imagem associada para resolução da questão


Considerando o objetivo de Giovana e apenas os tempos registrados no gráfico, é correto afirmar que

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Q1139595 Matemática
Na Rua da Soma Setenta e Quatro, em frente a cada casa existe apenas uma outra casa e a soma dos números de duas casas que estão frente a frente é sempre igual a 74. No lado direito dessa rua existem 37 casas e a soma dos números das casas desse lado é 1.536. A soma dos números das casas do lado esquerdo dessa rua é
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Q1139594 Português

Depois que as legiões romanas conquistavam um território, ele recebia o nome de “província”. Para essa província eram enviados muitos cidadãos romanos: pequenos funcionários públicos, soldados, agricultores, comerciantes, artesãos... enfim, gente do povo que ia colonizar as novas terras conquistadas para o Império. Ora, essa gente do povo não falava o latim clássico, o latim dos grandes oradores, dos poetas e dos filósofos. Falava, sim, um latim simplificado, com regras mais flexíveis, mais práticas que as do latim clássico. Esse latim do povo recebeu o nome de “latim vulgar”. Foi esse latim vulgar que os habitantes originais das províncias conquistadas aprenderam, pois seu contato era muito maior com os romanos simples do que com as camadas sociais mais altas do Império. E foi desse latim vulgar que surgiram, com o passar do tempo, todas as línguas “românicas”, entre as quais o português.

(Adaptado de: BAGNO, Marcos. A língua de Eulália: novela sociolinguística. 12a ed. São Paulo, Contexto, 2003, p. 41) 

Está clara e correta a redação deste livre comentário:
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Q1139593 Português

Depois que as legiões romanas conquistavam um território, ele recebia o nome de “província”. Para essa província eram enviados muitos cidadãos romanos: pequenos funcionários públicos, soldados, agricultores, comerciantes, artesãos... enfim, gente do povo que ia colonizar as novas terras conquistadas para o Império. Ora, essa gente do povo não falava o latim clássico, o latim dos grandes oradores, dos poetas e dos filósofos. Falava, sim, um latim simplificado, com regras mais flexíveis, mais práticas que as do latim clássico. Esse latim do povo recebeu o nome de “latim vulgar”. Foi esse latim vulgar que os habitantes originais das províncias conquistadas aprenderam, pois seu contato era muito maior com os romanos simples do que com as camadas sociais mais altas do Império. E foi desse latim vulgar que surgiram, com o passar do tempo, todas as línguas “românicas”, entre as quais o português.

(Adaptado de: BAGNO, Marcos. A língua de Eulália: novela sociolinguística. 12a ed. São Paulo, Contexto, 2003, p. 41) 

... enfim, gente do povo que ia colonizar as novas terras conquistadas para o Império.


Mantendo-se a correção e o sentido, o segmento sublinhado acima pode ser substituído por:

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Q1139592 Português

Depois que as legiões romanas conquistavam um território, ele recebia o nome de “província”. Para essa província eram enviados muitos cidadãos romanos: pequenos funcionários públicos, soldados, agricultores, comerciantes, artesãos... enfim, gente do povo que ia colonizar as novas terras conquistadas para o Império. Ora, essa gente do povo não falava o latim clássico, o latim dos grandes oradores, dos poetas e dos filósofos. Falava, sim, um latim simplificado, com regras mais flexíveis, mais práticas que as do latim clássico. Esse latim do povo recebeu o nome de “latim vulgar”. Foi esse latim vulgar que os habitantes originais das províncias conquistadas aprenderam, pois seu contato era muito maior com os romanos simples do que com as camadas sociais mais altas do Império. E foi desse latim vulgar que surgiram, com o passar do tempo, todas as línguas “românicas”, entre as quais o português.

(Adaptado de: BAGNO, Marcos. A língua de Eulália: novela sociolinguística. 12a ed. São Paulo, Contexto, 2003, p. 41) 

... pois seu contato era muito maior com os romanos simples do que com as camadas sociais mais altas do Império.


Mantém-se o sentido do trecho acima substituindo-se o termo sublinhado por:

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Q1139591 Português

Depois que as legiões romanas conquistavam um território, ele recebia o nome de “província”. Para essa província eram enviados muitos cidadãos romanos: pequenos funcionários públicos, soldados, agricultores, comerciantes, artesãos... enfim, gente do povo que ia colonizar as novas terras conquistadas para o Império. Ora, essa gente do povo não falava o latim clássico, o latim dos grandes oradores, dos poetas e dos filósofos. Falava, sim, um latim simplificado, com regras mais flexíveis, mais práticas que as do latim clássico. Esse latim do povo recebeu o nome de “latim vulgar”. Foi esse latim vulgar que os habitantes originais das províncias conquistadas aprenderam, pois seu contato era muito maior com os romanos simples do que com as camadas sociais mais altas do Império. E foi desse latim vulgar que surgiram, com o passar do tempo, todas as línguas “românicas”, entre as quais o português.

(Adaptado de: BAGNO, Marcos. A língua de Eulália: novela sociolinguística. 12a ed. São Paulo, Contexto, 2003, p. 41) 

Deduz-se corretamente do texto:
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Q1139590 Português

Depois que as legiões romanas conquistavam um território, ele recebia o nome de “província”. Para essa província eram enviados muitos cidadãos romanos: pequenos funcionários públicos, soldados, agricultores, comerciantes, artesãos... enfim, gente do povo que ia colonizar as novas terras conquistadas para o Império. Ora, essa gente do povo não falava o latim clássico, o latim dos grandes oradores, dos poetas e dos filósofos. Falava, sim, um latim simplificado, com regras mais flexíveis, mais práticas que as do latim clássico. Esse latim do povo recebeu o nome de “latim vulgar”. Foi esse latim vulgar que os habitantes originais das províncias conquistadas aprenderam, pois seu contato era muito maior com os romanos simples do que com as camadas sociais mais altas do Império. E foi desse latim vulgar que surgiram, com o passar do tempo, todas as línguas “românicas”, entre as quais o português.

(Adaptado de: BAGNO, Marcos. A língua de Eulália: novela sociolinguística. 12a ed. São Paulo, Contexto, 2003, p. 41) 

De acordo com o texto,
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Q1139589 Português

Quando se discutiam suas ideias com entusiasmo.


A frase acima está construída na voz passiva sintética. Transposta para a voz passiva analítica, a frase assume a seguinte redação: Quando suas ideias

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Q1139588 Português

Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,

Depois da Luz se segue a noite escura,

Em tristes sombras morre a formosura,

Em contínuas tristezas, a alegria.


Porém, se acaba o Sol, por que nascia?

Se é tão formosa a Luz, por que não dura?

Como a beleza assim se transfigura?

Como o gosto da pena assim se fia?


Mas no Sol, e na Luz falte a firmeza,

Na formosura não se dê constância,

E na alegria sinta-se tristeza.


Começa o mundo enfim pela ignorância,

E tem qualquer dos bens por natureza

A firmeza somente na inconstância.

(MATOS, Gregório de. Poemas escolhidos. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 336) 

Verifica-se emprego de vírgula para indicar a elipse do verbo no seguinte verso:
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Q1139587 Português

Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,

Depois da Luz se segue a noite escura,

Em tristes sombras morre a formosura,

Em contínuas tristezas, a alegria.


Porém, se acaba o Sol, por que nascia?

Se é tão formosa a Luz, por que não dura?

Como a beleza assim se transfigura?

Como o gosto da pena assim se fia?


Mas no Sol, e na Luz falte a firmeza,

Na formosura não se dê constância,

E na alegria sinta-se tristeza.


Começa o mundo enfim pela ignorância,

E tem qualquer dos bens por natureza

A firmeza somente na inconstância.

(MATOS, Gregório de. Poemas escolhidos. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 336) 

Nasce o Sol, e não dura mais que um dia, (1ª estrofe)


A conjunção em negrito apresenta valor

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Q1139586 Português

Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,

Depois da Luz se segue a noite escura,

Em tristes sombras morre a formosura,

Em contínuas tristezas, a alegria.


Porém, se acaba o Sol, por que nascia?

Se é tão formosa a Luz, por que não dura?

Como a beleza assim se transfigura?

Como o gosto da pena assim se fia?


Mas no Sol, e na Luz falte a firmeza,

Na formosura não se dê constância,

E na alegria sinta-se tristeza.


Começa o mundo enfim pela ignorância,

E tem qualquer dos bens por natureza

A firmeza somente na inconstância.

(MATOS, Gregório de. Poemas escolhidos. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 336) 

O Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa define “paradoxo” como “aparente falta de nexo ou de lógica; contradição”. Verifica- -se um paradoxo no seguinte verso:
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Q1139585 Português

      A reputação do filósofo Tales de Mileto era legendária. Usando seu conhecimento astronômico e meteorológico, ele previu uma excelente colheita de azeitonas com um ano de antecedência. Sendo um homem prático, conseguiu dinheiro para alugar todas as prensas de azeite de oliva da região e, quando chegou o verão, os produtores de azeite de oliva tiveram que pagar a Tales pelo uso das prensas, que acabou fazendo uma fortuna. Tales também teria previsto um eclipse solar que ocorreu no dia 28 de maio de 585 a.C., que efetivamente causou o fim da guerra entre os lídios e os persas. Quando lhe perguntaram o que era difícil, Tales respondeu: “Conhecer a si próprio”. Quando lhe perguntaram o que era fácil, respondeu: “Dar conselhos”. Não é à toa que era considerado um dos Sete Homens Sábios da Grécia Antiga.

      A questão de central importância para os filósofos iônicos era a composição do cosmo. Qual é a substância que compõe o Universo? A resposta de Tales é que tudo é água. É provável que, à parte a possível influência das culturas do Oriente Médio, ao escolher a água como substância fundamental da Natureza, Tales tinha se inspirado em suas qualidades únicas de mutação; a água é continuamente reciclada dos céus para a terra e oceanos, transformando-se de líquida para vapor, representando, assim, a dinâmica intrínseca dos processos naturais. Mais ainda, assim como nós e a maioria das formas de vida dependemos da água para existir, o próprio Universo exibia a mesma dependência, já que também era considerado por Tales como um organismo vivo.

(Adaptado de: GLEISER, Marcelo. A dança do universo: dos mitos de criação ao Bing Bang. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 40-42)

É invariável quanto a gênero e a número o termo destacado em:

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Respostas
21: D
22: A
23: D
24: E
25: B
26: A
27: E
28: B
29: D
30: D
31: E
32: C
33: A
34: E
35: D
36: C
37: A
38: B
39: B
40: D