Questões de Concurso Comentadas para agente (superior)

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Q2321997 Inglês
Is It Live, or Is It Deepfake?


It’s been four decades since society was in awe of the quality of recordings available from a cassette recorder tape. Today we have something new to be in awe of: deepfakes. Deepfakes include hyperrealistic videos that use artificial intelligence (AI) to create fake digital content that looks and sounds real. The word is a portmanteau of “deep learning” and “fake.” Deepfakes are everywhere: from TV news to advertising, from national election campaigns to wars between states, and from cybercriminals’ phishing campaigns to insurance claims that fraudsters file. And deepfakes come in all shapes and sizes — videos, pictures, audio, text, and any other digital material that can be manipulated with AI. One estimate suggests that deepfake content online is growing at the rate of 400% annually.


There appear to be legitimate uses of deepfakes, such as in the medical industry to improve the diagnostic accuracy of AI algorithms in identifying periodontal disease or to help medical professionals create artificial patients (from real patient data) to safely test new diagnoses and treatments or help physicians make medical decisions. Deepfakes are also used to entertain, as seen recently on America’s Got Talent, and there may be future uses where deepfake could help teachers address the personal needs and preferences of specific students.


Unfortunately, there is also the obvious downside, where the most visible examples represent malicious and illegitimate uses. Examples already exist.


Deepfakes also involve voice phishing, also known as vishing, which has been among the most common techniques for cybercriminals. This technique involves using cloned voices over the phone to exploit the victim’s professional or personal relationships by impersonating trusted individuals. In March 2019, cybercriminals were able to use a deepfake to fool the CEO of a U.K.-based energy firm into making a US$234,000 wire transfer. The British CEO who was victimized thought that the person speaking on the phone was the chief executive of the firm’s German parent company. The deepfake caller asked him to transfer the funds to a Hungarian supplier within an hour, emphasizing that the matter was extremely urgent. The fraudsters used AI-based software to successfully imitate the German executive’s voice. […]


What can be done to combat deepfakes? Could we create deepfake detectors? Or create laws or a code of conduct that probably would be ignored?


There are tools that can analyze the blood flow in a subject’s face and then compare it to human blood flow activity to detect a fake. Also, the European Union is working on addressing manipulative behaviors.


There are downsides to both categories of solutions, but clearly something needs to be done to build trust in this emerging and disruptive technology. The problem isn’t going away. It is only increasing.


Authors


Nit Kshetri, Bryan School of Business and Economics, University of North Carolina at Greensboro, Greensboro, NC, USA


Joanna F. DeFranco, Software Engineering, The Pennsylvania State University, Malvern, PA, USA Jeffrey Voas, NIST, USA


Adapted from: https://www.computer.org/csdl/magazine/co/2023/07/10154234/ 1O1wTOn6ynC
Based on the text, mark the statements below as true (T) or false (F).

( ) Deepfakes are circumscribed to certain areas of action.
( ) The sole aim of deepfake technology is to spread misinformation.
( ) Evidence shows that even high-ranking executives can be easy targets to vishing techniques.

The statements are, respectively:
Alternativas
Q2321990 Português
Todas as frases abaixo mostram uma função da linguagem predominante; a frase em que predomina a função referencial, é:
Alternativas
Q2321989 Português
O radical grego logia tanto pode significar “linguagem” como “estudo”; a opção em que esse radical mostra o significado de “linguagem”, é:
Alternativas
Q2321988 Português
A pontuação é um elemento importante na organização sintática das frases; a opção abaixo em que todos os sinais de pontuação são vistos como de uso adequado, é:
Alternativas
Q2321987 Português
Observe o pequeno texto a seguir, copiado de uma antiga reportagem do jornal O Globo (13/03/1977):

“A cada ano, 600 mil novos casos de câncer são registrados nos Estados Unidos, e mais de 350 mil pessoas morrem em consequência da doença, em suas várias formas. O câncer, como moléstia fatal, só é superado pelas enfermidades do coração, a maior causa de mortalidade entre os norte-americanos. As autoridades e entidades médicas responsáveis pelo combate ao câncer afirmam que algum progresso tem sido conseguido quanto ao controle da doença. Revelam, por exemplo, que apenas um em cada cinco doentes com câncer se curava na década de 30, enquanto hoje essa taxa é de um para cada três. Contudo, muitas das estatísticas baseiam-se em dados retirados de um pequeno número de hospitais, que não seriam representativos da situação em toda a nação”.

Sobre a composição e a estruturação desse texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2321986 Português
À frase “O candidato a chef saboreava o manjar que lhe fora servido” foi acrescentado o termo “lenta e delicadamente”.

A opção em que esse acréscimo foi feito de forma inadequada, é:
Alternativas
Q2321981 Português
A frase em que o emprego ou ausência da preposição mostra adequação e correção, é:
Alternativas
Q2321979 Português
Uma das marcas da estruturação dos textos é a chamada ordem direta; a frase abaixo que a exemplifica, é:
Alternativas
Q2321978 Português
Em todas as frases abaixo há vocábulos classificados como numerais; a frase em que todos os termos estão adequadamente empregados e gramaticalmente corretos, é: 
Alternativas
Q2276716 Pedagogia
A Conferência Mundial de Educação para Todos, realizada em Jomtien, na Tailândia, em 1990, e as Estruturas de Ação em Educação Especial, adotadas pela Conferência Mundial em Educação Especial, organizadas pelo governo da Espanha e Unesco, possibilitaram a criação de um documento que traçam linhas de ação sobre necessidades educativas especiais no ano de 1994 (ZEPPONE, 2011).   O texto acima faz referência ao documento:   
Alternativas
Q2276715 Pedagogia
Ainda sobre Mantoan (2003), a inclusão é uma provocação, cuja intenção é melhorar a qualidade do ensino das escolas, atingindo todos os alunos que fracassam em suas salas de aula. Posto isso, assinale a alternativa correta para o novo movimento de inclusão proposto e referenciado por essa autora:
Alternativas
Q2276714 Pedagogia
De acordo com Mantoan (2003), é preciso pontuar uma diferença entre os conceitos de integração e inclusão. Dessa forma, assinale a alternativa que se refere ao conceito de inclusão: 
Alternativas
Q2276713 Pedagogia
Com relação à organização e oferta dos profissionais de apoio, analise as afirmativas a seguir.
I - Os profissionais de apoio executam as atividades de locomoção, higiene, alimentação, prestam auxílio individualizado aos estudantes que não realizam essas atividades com independência. Esse apoio ocorre conforme as especificidades apresentadas pelo estudante, relacionadas à sua condição de funcionalidade e não à condição de deficiência. II - A demanda de um profissional de apoio se justifica quando a necessidade específica do estudante público-alvo da Educação Especial for atendida no contexto geral dos cuidados disponibilizados aos demais estudantes. III - O profissional de apoio deve atuar de forma articulada com os professores do aluno público-alvo da Educação Especial da sala de aula comum e da sala de recursos multifuncionais, entre outros profissionais no contexto da escola.
Assinale:
Alternativas
Q2276712 Pedagogia

Caso Félix  

Felix tinha paralisia cerebral e, desde o nascimento, frequentou um serviço de estimulação precoce no qual recebeu atendimento de fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudióloga e psicóloga. Eram profissionais que o assistiam na clínica e na escola. Quando tinha 2 anos, sua família recebeu orientações da equipe sobre as vantagens e desvantagens de escolarizá-lo em escola comum ou em instituições especializadas. A família ponderou as opções e decidiu pela colocação em escola comum e assim ele ingressou numa creche, onde foi muito bem recebido. Felix foi avançando em seu processo de escolarização, apoiado por profissionais de um serviço de reabilitação (fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e fonoaudióloga) que o assistiam na clínica e na escola. Na classe comum, Felix, ao longo de todo seu percurso de escolarização, recebeu ainda suporte de um profissional que o auxiliava nas atividades de vida diária, porque ele não tinha independência, em razão de seus impedimentos motores. Na pré-escola, Felix aprendeu a usar recursos de tecnologia computadorizada, de modo que, por meio do computador e com recursos de acesso (mouse adaptado, tela sensível ao toque e software com sintetizador de voz), ele conseguia conversar, fazer tarefas pedagógicas, estudar, ler, escrever e brincar nas horas vagas. Ele aprendeu também a usar uma cadeira de rodas motorizada e com ela fazia sucesso locomovendo-se pela escola. E, assim, Felix foi avançando e acompanhando sua turma, suas dificuldades eram corriqueiras, ou seja, as mesmas da maioria de seus colegas sem deficiência. Ele fez amigos, foi muito bem aceito, avançou academicamente em seu percurso e adorou ir à escola. Aos 18 anos, Felix teve pela frente a perspectiva de prestar vestibular, passou e ingressou num curso de análise de sistemas, pois amava computadores. Felix estava triste por deixar a escola e os amigos, mas excitado e apreensivo pela possibilidade de ingressar na universidade. Felix frequentou quatro anos de universidade, fez amigos, participou de festas e conseguiu concluir seu curso sem dificuldades. Depois de formado, Felix conseguiu um emprego bem remunerado numa empresa de informática, beneficiando-se da lei de cotas, e hoje contribui para desenvolver softwares industriais e educacionais. Atualmente ele continua em contato com seus amigos da escola e da universidade através das redes sociais e ocasionalmente se encontram para colocar as novidades em dia. 

Fonte: MENDES, ENICEIA GONÇALVES. Sobre alunos "incluídos" ou da "inclusão", reflexões sobre o conceito de inclusão escolar. In: Sonia Lopes Victor; Alexandro Braga Vieria; Ivone Martins de Oliveira. (Org.). Educação Especial Inclusiva: conceituações, medicalização e politicas. 1ed.Campos de Goytacazes (RJ): Brasil Multicultural, 2017, v. 1, p. 60-83.  

Contextualizando o caso de Félix com a Declaração de Salamanca (1994), em consonância com os recursos para escolas inclusivas, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q2276711 Pedagogia

Caso Félix  

Felix tinha paralisia cerebral e, desde o nascimento, frequentou um serviço de estimulação precoce no qual recebeu atendimento de fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudióloga e psicóloga. Eram profissionais que o assistiam na clínica e na escola. Quando tinha 2 anos, sua família recebeu orientações da equipe sobre as vantagens e desvantagens de escolarizá-lo em escola comum ou em instituições especializadas. A família ponderou as opções e decidiu pela colocação em escola comum e assim ele ingressou numa creche, onde foi muito bem recebido. Felix foi avançando em seu processo de escolarização, apoiado por profissionais de um serviço de reabilitação (fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e fonoaudióloga) que o assistiam na clínica e na escola. Na classe comum, Felix, ao longo de todo seu percurso de escolarização, recebeu ainda suporte de um profissional que o auxiliava nas atividades de vida diária, porque ele não tinha independência, em razão de seus impedimentos motores. Na pré-escola, Felix aprendeu a usar recursos de tecnologia computadorizada, de modo que, por meio do computador e com recursos de acesso (mouse adaptado, tela sensível ao toque e software com sintetizador de voz), ele conseguia conversar, fazer tarefas pedagógicas, estudar, ler, escrever e brincar nas horas vagas. Ele aprendeu também a usar uma cadeira de rodas motorizada e com ela fazia sucesso locomovendo-se pela escola. E, assim, Felix foi avançando e acompanhando sua turma, suas dificuldades eram corriqueiras, ou seja, as mesmas da maioria de seus colegas sem deficiência. Ele fez amigos, foi muito bem aceito, avançou academicamente em seu percurso e adorou ir à escola. Aos 18 anos, Felix teve pela frente a perspectiva de prestar vestibular, passou e ingressou num curso de análise de sistemas, pois amava computadores. Felix estava triste por deixar a escola e os amigos, mas excitado e apreensivo pela possibilidade de ingressar na universidade. Felix frequentou quatro anos de universidade, fez amigos, participou de festas e conseguiu concluir seu curso sem dificuldades. Depois de formado, Felix conseguiu um emprego bem remunerado numa empresa de informática, beneficiando-se da lei de cotas, e hoje contribui para desenvolver softwares industriais e educacionais. Atualmente ele continua em contato com seus amigos da escola e da universidade através das redes sociais e ocasionalmente se encontram para colocar as novidades em dia. 

Fonte: MENDES, ENICEIA GONÇALVES. Sobre alunos "incluídos" ou da "inclusão", reflexões sobre o conceito de inclusão escolar. In: Sonia Lopes Victor; Alexandro Braga Vieria; Ivone Martins de Oliveira. (Org.). Educação Especial Inclusiva: conceituações, medicalização e politicas. 1ed.Campos de Goytacazes (RJ): Brasil Multicultural, 2017, v. 1, p. 60-83.  

Conforme o enxerto do caso de Félix: “Na classe comum, Félix, ao longo de todo seu percurso de escolarização, recebeu ainda suporte de um profissional que o auxiliava nas atividades de vida diária, porque ele não tinha independência, em razão de seus impedimentos motores”, assinale a alternativa que faz referência ao profissional em específico:
Alternativas
Q2276710 Pedagogia

Caso Félix  

Felix tinha paralisia cerebral e, desde o nascimento, frequentou um serviço de estimulação precoce no qual recebeu atendimento de fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudióloga e psicóloga. Eram profissionais que o assistiam na clínica e na escola. Quando tinha 2 anos, sua família recebeu orientações da equipe sobre as vantagens e desvantagens de escolarizá-lo em escola comum ou em instituições especializadas. A família ponderou as opções e decidiu pela colocação em escola comum e assim ele ingressou numa creche, onde foi muito bem recebido. Felix foi avançando em seu processo de escolarização, apoiado por profissionais de um serviço de reabilitação (fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e fonoaudióloga) que o assistiam na clínica e na escola. Na classe comum, Felix, ao longo de todo seu percurso de escolarização, recebeu ainda suporte de um profissional que o auxiliava nas atividades de vida diária, porque ele não tinha independência, em razão de seus impedimentos motores. Na pré-escola, Felix aprendeu a usar recursos de tecnologia computadorizada, de modo que, por meio do computador e com recursos de acesso (mouse adaptado, tela sensível ao toque e software com sintetizador de voz), ele conseguia conversar, fazer tarefas pedagógicas, estudar, ler, escrever e brincar nas horas vagas. Ele aprendeu também a usar uma cadeira de rodas motorizada e com ela fazia sucesso locomovendo-se pela escola. E, assim, Felix foi avançando e acompanhando sua turma, suas dificuldades eram corriqueiras, ou seja, as mesmas da maioria de seus colegas sem deficiência. Ele fez amigos, foi muito bem aceito, avançou academicamente em seu percurso e adorou ir à escola. Aos 18 anos, Felix teve pela frente a perspectiva de prestar vestibular, passou e ingressou num curso de análise de sistemas, pois amava computadores. Felix estava triste por deixar a escola e os amigos, mas excitado e apreensivo pela possibilidade de ingressar na universidade. Felix frequentou quatro anos de universidade, fez amigos, participou de festas e conseguiu concluir seu curso sem dificuldades. Depois de formado, Felix conseguiu um emprego bem remunerado numa empresa de informática, beneficiando-se da lei de cotas, e hoje contribui para desenvolver softwares industriais e educacionais. Atualmente ele continua em contato com seus amigos da escola e da universidade através das redes sociais e ocasionalmente se encontram para colocar as novidades em dia. 

Fonte: MENDES, ENICEIA GONÇALVES. Sobre alunos "incluídos" ou da "inclusão", reflexões sobre o conceito de inclusão escolar. In: Sonia Lopes Victor; Alexandro Braga Vieria; Ivone Martins de Oliveira. (Org.). Educação Especial Inclusiva: conceituações, medicalização e politicas. 1ed.Campos de Goytacazes (RJ): Brasil Multicultural, 2017, v. 1, p. 60-83.  

Tendo como base o caso de Felix e com relação à Resolução CNE/CEB nº 2/2001, analise as afirmativas a seguir.
I - As escolas não podem criar, extraordinariamente, classes especiais, cuja organização fundamente-se no Capítulo II da LDBEN, nas diretrizes curriculares nacionais para a Educação Básica, bem como tendo como referência os referenciais e os parâmetros curriculares nacionais, para atendimento, em caráter permanente, a alunos que apresentem dificuldades acentuadas de aprendizagem ou condições de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos e demandem ajudas e apoios intensos e contínuos. II - Para a identificação das necessidades educacionais especiais dos alunos e a tomada de decisões quanto ao atendimento necessário, a escola deve realizar, com assessoramento técnico, avaliação do aluno no processo de ensino e aprendizagem. III - Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando às condições necessárias para uma educação de qualidade para todos.
Assinale:
Alternativas
Q2276707 Pedagogia
Segundo a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) n° 13.146, de julho de 2015, a educação compõe um dos direitos da pessoa com deficiência, direito este que é assegurado em todos os níveis e aprendizados ao logo da vida. Nesse sentido, uma educação de qualidade que resguarde as pessoas com deficiência de sofrerem discriminação, de toda forma de violência e de serem negligenciadas é dever: 
Alternativas
Q2276706 Pedagogia
Leia o fragmento a seguir:
“Educação _______________ para o trabalho, visando a sua efetiva ______________ na vida em sociedade, inclusive condições adequadas para os que não revelarem ______________ de inserção no trabalho competitivo, mediante articulação com os órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que apresentam uma _______________ superior nas áreas artística, intelectual ou psicomotora” (LDBEN nº 9.394/96).
Assinale a opção que completa corretamente as lacunas do fragmento acima:
Alternativas
Q2276705 Pedagogia
Em relação à oferta da Educação Bilíngue de Surdos, em consonância com Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) nº 9394/96, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q2276704 Pedagogia
Em relação às terminologias de Libras e a rotulação correta para referenciar os alunos com surdez, assinale a alternativa correta que corresponde a tais terminologias:
Alternativas
Respostas
621: E
622: A
623: D
624: B
625: C
626: D
627: D
628: B
629: D
630: D
631: C
632: B
633: C
634: A
635: D
636: C
637: B
638: D
639: C
640: B