Questões de Concurso
Comentadas para analista - biblioteconomia
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Quando o livro puder ser classificado em várias classes, a classificação deverá ser feita pela forma ou local.
A CDU é baseada na classificação decimal de Dewey e foi concebida, exclusivamente, como um sistema de classificação para livros.
Bibliotecas polimídia são instituições que armazenam informação utilizando uma extensa e variada gama de mídias, sendo o processo de gerenciamento totalmente automatizado.
O termo “Pedro II (Estação de metrô)” não pode ser dessa forma apresentado em um índice, pois, em lugar dos parênteses, deve-se utilizar vírgula após Pedro II.
Nas citações, podem-se utilizar aspas simples e aspas duplas. Aspas simples devem ser utilizadas para destacar um termo ou expressão.
Para fazer referência de matéria de revista, é necessário descrever os elementos: autor(es), título da parte, artigo ou matéria, título da publicação, local de publicação, numeração correspondente ao volume e(ou) ano, fascículo ou número, paginação inicial e final, data ou intervalo de publicação.
Todos os elementos de um documento devem fazer parte do sumário, coincidindo a tipologia da fonte utilizada para seções primárias com a da palavra sumário.
A norma sobre referência destina-se a orientar a preparação e compilação de referências de material utilizado para a produção de documentos e para inclusão em bibliografias, resumos, resenhas, recensões e outros. Não se aplica às descrições usadas em bibliotecas, nem as substitui.
Na numeração de seções secundárias e subseqüentes, é necessária a identificação da seção primária a que pertence, conforme o exemplo abaixo.
Seção primária: 1- Seção secundária: 1.1- Seção terciária: 1.1.1- Seção quaternária: 1.1.1.1- Seção quinária: 1.1.1.1.1-
Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos. Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido. Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo. Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar!” (...) Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida. Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar. Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo. Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos. (...) Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança. Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade. Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for. E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.
(Lya Luft , texto adaptado, http://www.pensador.info/p/artigo_de_opiniao_lya_luft/1/)
Em “para que ela valha a pena”, na expressão sublinhada não ocorre o uso do sinal indicativo de crase. Indique a opção em que este sinal foi usado INCORRETAMENTE:
Os metadados dos objetos digitais estruturados segundo formatos precisos de gravação devem ser usados tanto pelas pessoas quanto pelo sistema informatizado.
O princípio da especificidade é aquele segundo o qual um tópico deve ser indexado sob o termo mais abrangente.
As regras catalográficas devem considerar principalmente a forma como o usuário busca a informação.
A função “integração funcional de fases” é, atualmente, caracterizada como: identificação, localização e acesso a determinado recurso digital.
Para facilitar o processo de indexação de um documento, a seleção de temas do título é suficiente para a indexação.
No conceito de marketing da informação, o foco se encontra no usuário.
O vocabulário controlado destina-se a: controlar sinônimos, optando por uma única forma padronizada, sem a necessidade de fazer remissivas de todas as outras; diferenciar homógrafos; reunir ou ligar termos cujos significados apresentem uma relação estreita entre si.
Os termos atribuídos pelo indexador servem como pontos de acesso mediante os quais um item bibliográfico é localizado e recuperado, durante uma busca por assunto em um índice publicado ou em uma base de dados legível por computador.