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Q784986 Português

Medo e preconceito

      O tema é espinhoso. Todos somos por ele atingidos de uma forma ou de outra, como autores ou como objetos dele. O preconceito nasce do medo, sua raiz cultural, psíquica, antropológica está nos tempos mais primitivos – por isso é uma postura primitiva –, em que todo diferente era um provável inimigo. Precisávamos atacar antes que ele nos destruísse. Assim, se de um lado aniquilava, de outro esse medo nos protegia – a perpetuação da espécie era o impulso primeiro. Hoje, quando de trogloditas passamos a ditos civilizados, o medo se revela no preconceito e continua atacando, mas não para nossa sobrevivência natural; para expressar nossa inferioridade assustada, vestida de arrogância. Que mata sob muitas formas, em guerras frequentes, por questões de raça, crença e outras, e na agressão a pessoas vitimadas pela calúnia, injustiça, isolamento e desonra. Às vezes, por um gesto fatal.

      Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que “ele é diferente, pode me ameaçar”, estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim).

     Nossa agressividade de animais predadores se oculta sob uma camada de civilização, mas está à espreita – e explode num insulto, na perseguição a um adversário que enxovalhamos porque não podemos vencê-lo com honra, ou numa bala nada perdida. Nessa guerra ou guerrilha usamos muitas armas: uma delas, poderosa e sutil, é a palavra. Paradoxais são as palavras, que podem ser carícias ou punhais. Minha profissão lida com elas, que desde sempre me encantam e me assombram: houve um tempo, recente, em que não podíamos usar a palavra “negro”. Tinha de ser “afrodescendente”, ou cometíamos um crime. Ora, ao mesmo tempo havia uma banda Raça Negra, congressos de Negritude... e afinal descobrimos que, em lugar de evitar a palavra, podíamos honrá-la. Lembremos que termos usados para agredir também podem ser expressões de afeto. “Meu nego”, “minha neguinha”, podem chamar uma pessoa amada, ainda que loura. “Gordo”, tanto usado para bullying, frequentemente é o apelido carinhoso de um amigo, que assim vai assinar bilhetes a pessoas queridas. Ao mesmo tempo, palavras como “judeu, turco, alemão” carregam, mais do que ignorância, um odioso preconceito.

      De momento está em evidência a agressão racial em campos esportivos: “negro”, “macaco” e outros termos, usados como chibata para massacrar alguém, revelam nosso lado pior, que em outras circunstâncias gostaríamos de disfarçar – a grosseria, e a nossa própria inferioridade. Nesses casos, como em agressões devidas à orientação sexual, a atitude é crime, e precisamos da lei. No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical. Me perdoem os seguidores da ideia de que até na escola devemos eliminar punições do “sem limites”. Não vale a desculpa habitual de “não foi com má intenção, foi no calor da hora, não deem importância”. Temos de nos importar, sim, e de cuidar da nossa turma, grupo, comunidade, equipe ou país. Algumas doenças precisam de remédios fortes: preconceito é uma delas.

      “Isso não tem jeito mesmo”, me dizem também. Acho que tem. É possível conviver de forma honrada com o diferente: minha família, de imigrantes alemães aqui chegados há quase 200 anos, hoje inclui italianos, negros, libaneses, portugueses. Não nos ocorreria amar ou respeitar a uns menos do que a outros: somos todos da velha raça humana. Isso ocorre em incontáveis famílias, grupos, povos. Porque são especiais? Não. Simplesmente entenderam que as diferenças podem enriquecer.

      Num país que sofre de tamanhas carências em coisas essenciais, não devíamos ter energia e tempo para perseguir o outro, causando-lhe sofrimento e vexame, por suas ideias, pela cor de sua pele, formato dos olhos, deuses que venera ou pessoa que ama. Nossa energia precisa se devotar a mudanças importantes que o povo reclama. Nestes tempos de perseguição, calúnia, impunidade e desculpas tolas, só o rigor da lei pode nos impedir de recair rapidamente na velha selvageria. Mudar é preciso.

                                             (LUFT, Lya. 10 de setembro, 2014 – Revista Veja.)

Segundo o texto, as atitudes preconceituosas
Alternativas
Q784985 Português

Medo e preconceito

      O tema é espinhoso. Todos somos por ele atingidos de uma forma ou de outra, como autores ou como objetos dele. O preconceito nasce do medo, sua raiz cultural, psíquica, antropológica está nos tempos mais primitivos – por isso é uma postura primitiva –, em que todo diferente era um provável inimigo. Precisávamos atacar antes que ele nos destruísse. Assim, se de um lado aniquilava, de outro esse medo nos protegia – a perpetuação da espécie era o impulso primeiro. Hoje, quando de trogloditas passamos a ditos civilizados, o medo se revela no preconceito e continua atacando, mas não para nossa sobrevivência natural; para expressar nossa inferioridade assustada, vestida de arrogância. Que mata sob muitas formas, em guerras frequentes, por questões de raça, crença e outras, e na agressão a pessoas vitimadas pela calúnia, injustiça, isolamento e desonra. Às vezes, por um gesto fatal.

      Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que “ele é diferente, pode me ameaçar”, estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim).

     Nossa agressividade de animais predadores se oculta sob uma camada de civilização, mas está à espreita – e explode num insulto, na perseguição a um adversário que enxovalhamos porque não podemos vencê-lo com honra, ou numa bala nada perdida. Nessa guerra ou guerrilha usamos muitas armas: uma delas, poderosa e sutil, é a palavra. Paradoxais são as palavras, que podem ser carícias ou punhais. Minha profissão lida com elas, que desde sempre me encantam e me assombram: houve um tempo, recente, em que não podíamos usar a palavra “negro”. Tinha de ser “afrodescendente”, ou cometíamos um crime. Ora, ao mesmo tempo havia uma banda Raça Negra, congressos de Negritude... e afinal descobrimos que, em lugar de evitar a palavra, podíamos honrá-la. Lembremos que termos usados para agredir também podem ser expressões de afeto. “Meu nego”, “minha neguinha”, podem chamar uma pessoa amada, ainda que loura. “Gordo”, tanto usado para bullying, frequentemente é o apelido carinhoso de um amigo, que assim vai assinar bilhetes a pessoas queridas. Ao mesmo tempo, palavras como “judeu, turco, alemão” carregam, mais do que ignorância, um odioso preconceito.

      De momento está em evidência a agressão racial em campos esportivos: “negro”, “macaco” e outros termos, usados como chibata para massacrar alguém, revelam nosso lado pior, que em outras circunstâncias gostaríamos de disfarçar – a grosseria, e a nossa própria inferioridade. Nesses casos, como em agressões devidas à orientação sexual, a atitude é crime, e precisamos da lei. No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical. Me perdoem os seguidores da ideia de que até na escola devemos eliminar punições do “sem limites”. Não vale a desculpa habitual de “não foi com má intenção, foi no calor da hora, não deem importância”. Temos de nos importar, sim, e de cuidar da nossa turma, grupo, comunidade, equipe ou país. Algumas doenças precisam de remédios fortes: preconceito é uma delas.

      “Isso não tem jeito mesmo”, me dizem também. Acho que tem. É possível conviver de forma honrada com o diferente: minha família, de imigrantes alemães aqui chegados há quase 200 anos, hoje inclui italianos, negros, libaneses, portugueses. Não nos ocorreria amar ou respeitar a uns menos do que a outros: somos todos da velha raça humana. Isso ocorre em incontáveis famílias, grupos, povos. Porque são especiais? Não. Simplesmente entenderam que as diferenças podem enriquecer.

      Num país que sofre de tamanhas carências em coisas essenciais, não devíamos ter energia e tempo para perseguir o outro, causando-lhe sofrimento e vexame, por suas ideias, pela cor de sua pele, formato dos olhos, deuses que venera ou pessoa que ama. Nossa energia precisa se devotar a mudanças importantes que o povo reclama. Nestes tempos de perseguição, calúnia, impunidade e desculpas tolas, só o rigor da lei pode nos impedir de recair rapidamente na velha selvageria. Mudar é preciso.

                                             (LUFT, Lya. 10 de setembro, 2014 – Revista Veja.)

Leia as frases seguintes. Em uma delas há INCORREÇÃO quanto à ortografia das palavras. Assinale-a.
Alternativas
Q784984 Português

Medo e preconceito

      O tema é espinhoso. Todos somos por ele atingidos de uma forma ou de outra, como autores ou como objetos dele. O preconceito nasce do medo, sua raiz cultural, psíquica, antropológica está nos tempos mais primitivos – por isso é uma postura primitiva –, em que todo diferente era um provável inimigo. Precisávamos atacar antes que ele nos destruísse. Assim, se de um lado aniquilava, de outro esse medo nos protegia – a perpetuação da espécie era o impulso primeiro. Hoje, quando de trogloditas passamos a ditos civilizados, o medo se revela no preconceito e continua atacando, mas não para nossa sobrevivência natural; para expressar nossa inferioridade assustada, vestida de arrogância. Que mata sob muitas formas, em guerras frequentes, por questões de raça, crença e outras, e na agressão a pessoas vitimadas pela calúnia, injustiça, isolamento e desonra. Às vezes, por um gesto fatal.

      Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que “ele é diferente, pode me ameaçar”, estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim).

     Nossa agressividade de animais predadores se oculta sob uma camada de civilização, mas está à espreita – e explode num insulto, na perseguição a um adversário que enxovalhamos porque não podemos vencê-lo com honra, ou numa bala nada perdida. Nessa guerra ou guerrilha usamos muitas armas: uma delas, poderosa e sutil, é a palavra. Paradoxais são as palavras, que podem ser carícias ou punhais. Minha profissão lida com elas, que desde sempre me encantam e me assombram: houve um tempo, recente, em que não podíamos usar a palavra “negro”. Tinha de ser “afrodescendente”, ou cometíamos um crime. Ora, ao mesmo tempo havia uma banda Raça Negra, congressos de Negritude... e afinal descobrimos que, em lugar de evitar a palavra, podíamos honrá-la. Lembremos que termos usados para agredir também podem ser expressões de afeto. “Meu nego”, “minha neguinha”, podem chamar uma pessoa amada, ainda que loura. “Gordo”, tanto usado para bullying, frequentemente é o apelido carinhoso de um amigo, que assim vai assinar bilhetes a pessoas queridas. Ao mesmo tempo, palavras como “judeu, turco, alemão” carregam, mais do que ignorância, um odioso preconceito.

      De momento está em evidência a agressão racial em campos esportivos: “negro”, “macaco” e outros termos, usados como chibata para massacrar alguém, revelam nosso lado pior, que em outras circunstâncias gostaríamos de disfarçar – a grosseria, e a nossa própria inferioridade. Nesses casos, como em agressões devidas à orientação sexual, a atitude é crime, e precisamos da lei. No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical. Me perdoem os seguidores da ideia de que até na escola devemos eliminar punições do “sem limites”. Não vale a desculpa habitual de “não foi com má intenção, foi no calor da hora, não deem importância”. Temos de nos importar, sim, e de cuidar da nossa turma, grupo, comunidade, equipe ou país. Algumas doenças precisam de remédios fortes: preconceito é uma delas.

      “Isso não tem jeito mesmo”, me dizem também. Acho que tem. É possível conviver de forma honrada com o diferente: minha família, de imigrantes alemães aqui chegados há quase 200 anos, hoje inclui italianos, negros, libaneses, portugueses. Não nos ocorreria amar ou respeitar a uns menos do que a outros: somos todos da velha raça humana. Isso ocorre em incontáveis famílias, grupos, povos. Porque são especiais? Não. Simplesmente entenderam que as diferenças podem enriquecer.

      Num país que sofre de tamanhas carências em coisas essenciais, não devíamos ter energia e tempo para perseguir o outro, causando-lhe sofrimento e vexame, por suas ideias, pela cor de sua pele, formato dos olhos, deuses que venera ou pessoa que ama. Nossa energia precisa se devotar a mudanças importantes que o povo reclama. Nestes tempos de perseguição, calúnia, impunidade e desculpas tolas, só o rigor da lei pode nos impedir de recair rapidamente na velha selvageria. Mudar é preciso.

                                             (LUFT, Lya. 10 de setembro, 2014 – Revista Veja.)

Segundo pode-se apreender do texto, a agressividade humana
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: TRF - 2ª REGIÃO
Q1226780 Biblioteconomia
Analise as seguintes estratégias de preservação digital e identifique as estratégias estruturais (E) e as estratégias operacionais (O).
( ) Adoção de padrões. ( ) Conversão de formatos. ( ) Elaboração de normas. ( ) Migração de suporte.
A sequência está correta em
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: TRF - 2ª REGIÃO
Q1226742 Biblioteconomia
Pela legislação brasileira, o criador de toda obra intelectual deve ser recompensado pelo uso dessa produção. De acordo com o art. 22, da Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, os direitos do autor sobre a obra que criou classificam-se em
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: TRF - 2ª REGIÃO
Q1226546 Biblioteconomia
Sobre o Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER), marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Contempla ações essenciais à automação das atividades de editoração de periódicos científicos, fazendo o gerenciamento on-line de cada etapa da publicação.  ( ) É um software desenvolvido para a padronização dos periódicos científicos brasileiros que é fornecido pelo IBCT por meio de licença de uso.  ( ) Faz indexação completa dos artigos publicados e disponibiliza ferramentas de apoio para a pesquisa em cada artigo.
A sequência está correta em
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: TRF - 2ª REGIÃO
Q1226521 Biblioteconomia
Considerando os fenômenos e processos analisados, é INCORRETO afirmar que a Ciência da Informação busca
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: TRF - 2ª REGIÃO
Q1226451 Biblioteconomia
Sobre o International Standard Serial Number – ISSN, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) É um código aceito internacionalmente para individualizar o título de uma publicação seriada que confere vantagens ao editor uma vez que possibilita rapidez, produtividade, qualidade e precisão na identificação e controle da publicação seriada nas etapas da cadeia produtiva editorial.  ( ) Por ser um código único e exclusivo do título da publicação ao qual foi atribuído, identifica uma publicação seriada durante todo o seu ciclo de existência (lançamento, circulação e encerramento da revista), seja qual for o idioma ou suporte físico utilizado.  ( ) Seu uso é obrigatório de acordo com a Lei nº 10.994, de 14 de dezembro de 2004, que determina que um exemplar de todas as publicações periódicas brasileiras deverá ser encaminhado ao Depósito Legal no IBICT, visando à preservação e formação da Memória Científica Nacional.
A sequência está correta em
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: TRT - 24ª REGIÃO (MS)
Q1207134 Noções de Informática
Considere os dois agrupamentos abaixo. I. Memória RAM II. Memória ROM  a. Meio rápido e temporário para a contenção de dados e programas durante sua execução em um determinado momento. b. É não-volátil, portanto, mantém os dados gravados após o desligamento do computador.  c. Seu acesso se dá de maneira mais rápida que o acesso à dispositivos como HDs, CDs ou DVDs.  d. A retenção das informações nesse tipo de memória é feita de modo volátil, utilizando-se   de energia para reter os dados. Assim, ao desligar o computador, as informações ali contidas são apagadas. e. Em relação ao outro tipo, não alcança taxas tão altas de velocidade de transferência de dados.  f. Também é chamada de memória principal.  g. Trata-se de uma memória somente de leitura.  A correta correlação entre os agrupamentos é
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Q629922 Biblioteconomia
Utilizando o AACR2 para catalogar um recurso eletrônico disponível apenas por acesso remoto, uma bibliotecária registrou o modo de acesso na área da descrição física. Neste caso, o procedimento está
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Q629921 Biblioteconomia

Considere a página de rosto abaixo. 

                                         

                                           Direito à Imagem:

                         a decisão do Superior Tribunal de Justiça

                                 no caso de João do Rio versus

                                   Rede de Televisão Excelsior


                                           A. Boccanera,

                                              compilador


Ao catalogar o item seguindo o AACR2, um bibliotecário determinou corretamente como entrada principal: 

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Q629920 Biblioteconomia
Uma bibliotecária está encarregada de catalogar uma série de ações cíveis de primeira instância, todas movidas contra o Governo do Estado de São Paulo no Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Seguindo as normas do AACR2, a profissional corretamente escolheu como entrada principal
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Q629919 Biblioteconomia

Na Classificação Decimal Universal, as subdivisões auxiliares especiais

I. são listadas em um único lugar e, por definição, não têm aplicabilidade abrangente.

II. expressam conceitos recorrentes a uma faixa limitada de assuntos.

III. incluem, entre outras, as notações com -03, que indicam os materiais ou elementos que constituem os objetos ou produtos, -05, que especificam características relativas a pessoas, e o asterisco, usado para anteceder classificações extrínsecas à CDU.

IV. devem ser aplicadas onde indicadas, sendo que a mesma notação pode ser usada com significado diferente.

V. devem ser usadas como sufixos de outros números e não podem ser usadas independentemente.

As afirmações que constam em

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Q629918 Biblioteconomia
Ao classificar uma obra que trata dos direitos humanos na forma de peça teatral, usando a Classificação Decimal Universal, um bibliotecário compôs a seguinte notação: 342.7(0:82-2). Conclui-se corretamente que
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Q629917 Biblioteconomia

Seguindo a Classificação Decimal Universal, uma bibliotecária guardou alguns livros nas estantes na seguinte ordem:

342.511

342.511:323

342.511:371.214(091)

342.511+504.06

342.511/20

342.511=111

342.511(036)

342.511“20”

Nesse caso, a ordem de arquivamento está

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Q629916 Biblioteconomia

Empregando a Classificação Decimal Universal, a equipe de bibliotecários do Tribunal Regional Federal da 3ª Região planeja separar os periódicos de direito do restante do acervo, porém mantendo juntas as coleções de cada país. O bibliotecário I propõe agrupá-los por assunto, assim: 34(05)(73), 34(05)(81) e assim por diante. O bibliotecário II acha melhor reuni-los sob a sua forma, assim: (05)34(73), (05)34(81) etc. Por fim, o bibliotecário III pensa em organizá-los segundo a forma e o lugar, assim: (05)(73)34, (05)(81)34 etc.

Ocorre que

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Q629915 Biblioteconomia

O tesauro se distingue do esquema de classificação porque

I. o arranjo é explicitamente alfabético e implicitamente classificado.

II. os elementos alfabético e classificado são apresentados separadamente.

III. em qualquer ponto de entrada somente é oferecido um nível hierárquico para cima e outro para baixo.

Observa-se que

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Q629914 Biblioteconomia

Considere a estrutura de termos abaixo.

DIREITOS DO CIDADÃO

TG DIREITOS HUMANOS

TE DIREITO À EDUCAÇÃO

DIREITO À INFORMAÇÃO

DIREITO DE GREVE

GARANTIA CONSTITUCIONAL

ISONOMIA CONSTITUCIONAL

TR DIREITO ADQUIRIDO

A relação entre os termos DIREITOS DO CIDADÃO, DIREITOS HUMANOS e DIREITO DE GREVE é denominada

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Q629913 Biblioteconomia

No catálogo de assuntos da biblioteca do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, encontra-se a seguinte entrada:

CONFLITO AGRÁRIO − MIGRANTES − AÇÃO JUDICIAL − SÃO PAULO

Essa entrada

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Q629912 Biblioteconomia

A direção da biblioteca do Tribunal Regional Federal da 3ª Região pretende avaliar o desempenho de seus indexadores. Para tanto, resolve realizar uma simulação de uma avaliação real, aplicando o seguinte método:

I. Selecionar um conjunto de documentos recém adquiridos pela biblioteca.

II. Elaborar três questões para as quais cada documento seja considerado uma resposta relevante. Uma questão deve abordar o assunto principal do documento, enquanto as outras devem abordar os assuntos secundários.

III. Solicitar a especialistas a formulação de estratégias de busca para cada questão.

IV. Encaminhar os documentos ao setor de processamento para que sejam indexados normalmente.

V. Comparar a indexação com as estratégias de busca para determinar se os documentos seriam recuperados com os termos que lhes foram atribuídos.

Nesse caso, observa-se que

Alternativas
Respostas
1501: C
1502: A
1503: B
1504: B
1505: B
1506: C
1507: B
1508: D
1509: A
1510: D
1511: C
1512: C
1513: B
1514: A
1515: E
1516: A
1517: D
1518: E
1519: E
1520: D