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Q1622634 Português

Leia o texto para responder à questão.


Meu endereço: a calçada


    Onde vou dormir hoje à noite? Essa tem sido a minha preocupação diária no último ano. Sou formada em letras – falo inglês e francês –, tenho duas filhas e fui casada com o pai delas por vinte anos. Uma série de acontecimentos, porém, me fez virar moradora de rua. E foi essa situação que me levou a trabalhar numa área da prefeitura paulistana que atende pessoas na Cracolândia.

    Acabei na rua principalmente por causa dos problemas que eu tinha com meu ex-marido. Vivi um relacionamento abusivo. As agressões não eram físicas, mas verbais, psicológicas e, digamos assim, patrimoniais. Em qualquer discussão, ele me xingava e me ameaçava, dizendo que iria tirar minhas filhas. Eu me sentia presa ao casamento não só pelas meninas – que hoje têm 18 e 13 anos de idade –, mas também pelo fato de meu marido ser o provedor da casa.

    Foi em dezembro que eu soube que havia uma vaga na Secretaria Municipal de Direitos Humanos para um cargo comissionado responsável pela intermediação entre os serviços públicos e os moradores de rua. Imaginava que não teria chance alguma, no entanto, me candidatei. Para minha surpresa, fui selecionada – e deparei com outra dificuldade. Não conseguiria abrir conta-salário em um banco, nem sequer começar no emprego se não comprovasse endereço. E eu não tinha. Inventei, então, um para mim: Avenida Duque de Caxias, 367. No complemento, inseri: “Calçada”. Depois de explicar a situação, acabei aceita.

    Quando dei início ao meu trabalho, ganhei reconhecimento de estranhos. Minha família, porém, tem dificuldade de me aceitar e, em especial, ao meu novo companheiro. Mas estou em processo de transição e atualmente durmo em um centro de acolhida. Eu e o Fábio agora batalhamos para ter o nosso teto.


(Depoimento de Eliana Toscano dado a Jennifer Ann Thomas. 

Veja, 19.06.2019. Adaptado)

Há termo empregado em sentido figurado na passagem:
Alternativas
Q1622633 Português

Leia o texto para responder à questão.


Meu endereço: a calçada


    Onde vou dormir hoje à noite? Essa tem sido a minha preocupação diária no último ano. Sou formada em letras – falo inglês e francês –, tenho duas filhas e fui casada com o pai delas por vinte anos. Uma série de acontecimentos, porém, me fez virar moradora de rua. E foi essa situação que me levou a trabalhar numa área da prefeitura paulistana que atende pessoas na Cracolândia.

    Acabei na rua principalmente por causa dos problemas que eu tinha com meu ex-marido. Vivi um relacionamento abusivo. As agressões não eram físicas, mas verbais, psicológicas e, digamos assim, patrimoniais. Em qualquer discussão, ele me xingava e me ameaçava, dizendo que iria tirar minhas filhas. Eu me sentia presa ao casamento não só pelas meninas – que hoje têm 18 e 13 anos de idade –, mas também pelo fato de meu marido ser o provedor da casa.

    Foi em dezembro que eu soube que havia uma vaga na Secretaria Municipal de Direitos Humanos para um cargo comissionado responsável pela intermediação entre os serviços públicos e os moradores de rua. Imaginava que não teria chance alguma, no entanto, me candidatei. Para minha surpresa, fui selecionada – e deparei com outra dificuldade. Não conseguiria abrir conta-salário em um banco, nem sequer começar no emprego se não comprovasse endereço. E eu não tinha. Inventei, então, um para mim: Avenida Duque de Caxias, 367. No complemento, inseri: “Calçada”. Depois de explicar a situação, acabei aceita.

    Quando dei início ao meu trabalho, ganhei reconhecimento de estranhos. Minha família, porém, tem dificuldade de me aceitar e, em especial, ao meu novo companheiro. Mas estou em processo de transição e atualmente durmo em um centro de acolhida. Eu e o Fábio agora batalhamos para ter o nosso teto.


(Depoimento de Eliana Toscano dado a Jennifer Ann Thomas. 

Veja, 19.06.2019. Adaptado)

Considere as passagens:


•  Acabei na rua principalmente por causa dos problemas que eu tinha com meu ex-marido. (2° parágrafo)

•  Quando dei início ao meu trabalho, ganhei reconhecimento de estranhos. (4° parágrafo)

•  Mas estou em processo de transição e atualmente durmo em um centro de acolhida. (4°parágrafo)


Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

Alternativas
Q1622632 Português

Leia o texto para responder à questão.


Meu endereço: a calçada


    Onde vou dormir hoje à noite? Essa tem sido a minha preocupação diária no último ano. Sou formada em letras – falo inglês e francês –, tenho duas filhas e fui casada com o pai delas por vinte anos. Uma série de acontecimentos, porém, me fez virar moradora de rua. E foi essa situação que me levou a trabalhar numa área da prefeitura paulistana que atende pessoas na Cracolândia.

    Acabei na rua principalmente por causa dos problemas que eu tinha com meu ex-marido. Vivi um relacionamento abusivo. As agressões não eram físicas, mas verbais, psicológicas e, digamos assim, patrimoniais. Em qualquer discussão, ele me xingava e me ameaçava, dizendo que iria tirar minhas filhas. Eu me sentia presa ao casamento não só pelas meninas – que hoje têm 18 e 13 anos de idade –, mas também pelo fato de meu marido ser o provedor da casa.

    Foi em dezembro que eu soube que havia uma vaga na Secretaria Municipal de Direitos Humanos para um cargo comissionado responsável pela intermediação entre os serviços públicos e os moradores de rua. Imaginava que não teria chance alguma, no entanto, me candidatei. Para minha surpresa, fui selecionada – e deparei com outra dificuldade. Não conseguiria abrir conta-salário em um banco, nem sequer começar no emprego se não comprovasse endereço. E eu não tinha. Inventei, então, um para mim: Avenida Duque de Caxias, 367. No complemento, inseri: “Calçada”. Depois de explicar a situação, acabei aceita.

    Quando dei início ao meu trabalho, ganhei reconhecimento de estranhos. Minha família, porém, tem dificuldade de me aceitar e, em especial, ao meu novo companheiro. Mas estou em processo de transição e atualmente durmo em um centro de acolhida. Eu e o Fábio agora batalhamos para ter o nosso teto.


(Depoimento de Eliana Toscano dado a Jennifer Ann Thomas. 

Veja, 19.06.2019. Adaptado)

De acordo com o texto, no casamento de Eliana, os momentos de discussão davam espaço para
Alternativas
Q1622631 Português

Leia o texto para responder à questão.


Meu endereço: a calçada


    Onde vou dormir hoje à noite? Essa tem sido a minha preocupação diária no último ano. Sou formada em letras – falo inglês e francês –, tenho duas filhas e fui casada com o pai delas por vinte anos. Uma série de acontecimentos, porém, me fez virar moradora de rua. E foi essa situação que me levou a trabalhar numa área da prefeitura paulistana que atende pessoas na Cracolândia.

    Acabei na rua principalmente por causa dos problemas que eu tinha com meu ex-marido. Vivi um relacionamento abusivo. As agressões não eram físicas, mas verbais, psicológicas e, digamos assim, patrimoniais. Em qualquer discussão, ele me xingava e me ameaçava, dizendo que iria tirar minhas filhas. Eu me sentia presa ao casamento não só pelas meninas – que hoje têm 18 e 13 anos de idade –, mas também pelo fato de meu marido ser o provedor da casa.

    Foi em dezembro que eu soube que havia uma vaga na Secretaria Municipal de Direitos Humanos para um cargo comissionado responsável pela intermediação entre os serviços públicos e os moradores de rua. Imaginava que não teria chance alguma, no entanto, me candidatei. Para minha surpresa, fui selecionada – e deparei com outra dificuldade. Não conseguiria abrir conta-salário em um banco, nem sequer começar no emprego se não comprovasse endereço. E eu não tinha. Inventei, então, um para mim: Avenida Duque de Caxias, 367. No complemento, inseri: “Calçada”. Depois de explicar a situação, acabei aceita.

    Quando dei início ao meu trabalho, ganhei reconhecimento de estranhos. Minha família, porém, tem dificuldade de me aceitar e, em especial, ao meu novo companheiro. Mas estou em processo de transição e atualmente durmo em um centro de acolhida. Eu e o Fábio agora batalhamos para ter o nosso teto.


(Depoimento de Eliana Toscano dado a Jennifer Ann Thomas. 

Veja, 19.06.2019. Adaptado)

O relato traz informações que permitem concluir que
Alternativas
Q1622630 Português

Leia a tira.


Imagem associada para resolução da questão

(Chargista Duke. Em: www.otempo.com.br)

* coach: treinador.


Com sua fala, a personagem



Alternativas
Q1622509 Fonoaudiologia
Alterações organofuncionais como os nódulos, os pólipos e o edema de Reinke, cuja disfonia decorrente por afecções benignas, tendo como causalidade principalmente comportamento vocal alterado e inadequado. Assinale a alternativa que corresponde à alteração organofuncional que tem como característica acúmulo de fluido que ocupa toda a mucosa da prega vocal, causando deformação na face superior e na borda livre da prega vocal.
Alternativas
Q1622508 Fonoaudiologia
Fonoaudiólogo é o profissional, com graduação plena em Fonoaudiologia, que atua em pesquisa, prevenção, avaliação e terapia fonoaudiológicas na área da comunicação oral e escrita, voz e audição, bem como em aperfeiçoamento dos padrões da fala e da voz.
De acordo com a competência do Fonoaudiólogo assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1622507 Fonoaudiologia
Define-se como cliente a pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza serviços de Fonoaudiologia, a quem o fonoaudiólogo presta serviços profissionais e, em benefício da qual, deverá agir com o máximo zelo e o melhor de sua capacidade profissional.
Assinale a alternativa que corresponde ao dever do fonoaudiólogo quanto ao serviço prestado.
Alternativas
Q1622506 Fonoaudiologia
A articulação dos sons da fala está ligada ao desenvolvimento e maturação do sistema sensório-motor-oral e às funções estomatognáticas. Dentre as funções estomatognáticas assinale a alternativa que não integra tais funções. 
Alternativas
Q1622505 Fonoaudiologia
Devem ser submetidos a exames audiométricos de referência e sequenciais, no mínimo, todos os trabalhadores que exerçam ou exercerão suas atividades em ambientes cujos níveis de pressão sonora ultrapassem os limites de tolerância estabelecidos nos anexos 1 e 2 da NR 15 da Portaria 3.214 do Ministério do Trabalho, independentemente do uso de protetor auditivo.
Assinale em qual tipo de exame o trabalhador deve realizar a audiometria.
Alternativas
Q1622504 Fonoaudiologia
A frequência fundamental corresponde ao número de ciclos que as pregas vocais vibram por segundo. Assinale a alternativa que corresponde à oscilação na voz falada feminina.
Alternativas
Q1622503 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa que corresponde ao desenvolvimento auditivo esperado para 9 meses aos 13 meses.
Alternativas
Q1622502 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa que corresponde às frequências testadas na avaliação audiólogica ocupacional em via aérea.
Alternativas
Q1622501 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa que corresponde ao tipo de perda auditiva encontrada em níveis de pressão sonora elevados.
Alternativas
Q1622499 Fonoaudiologia
Sobre a Classificação do grau da perda auditiva, de acordo com Lloyd e Kaplan, assinale a alternativa com informações INCORRETAS:
Alternativas
Q1622498 Fonoaudiologia

Com relação à pesquisa de limiar de audibilidade por via aérea (fones), o símbolo ☐ indica:

Alternativas
Q1622497 Fonoaudiologia
Com relação à pesquisa de limiar de audibilidade por via óssea (fronte), o símbolo Г indica:
Alternativas
Q1622496 Fonoaudiologia
Qual dos símbolos audiométricos abaixo indica resposta por via aérea (fronte):
Alternativas
Q1622495 Fonoaudiologia
Qual dos exames indicados a seguir tem como dimensionamento proposto pelo CFFa 10 minutos por exame?
Alternativas
Q1622494 Fonoaudiologia
Com relação aos exames vocais, o CFFA propõe 3 exames para análise vocal completa. Para realizar essa bateria de exames o fonoaudiólogo necessita de:
Alternativas
Respostas
19741: E
19742: A
19743: D
19744: D
19745: C
19746: D
19747: B
19748: D
19749: C
19750: A
19751: C
19752: B
19753: D
19754: B
19755: B
19756: C
19757: B
19758: A
19759: A
19760: D