Questões de Concurso Comentadas para fonoaudiólogo

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Q1956741 Noções de Informática
A guia do MS Powerpoint do Microsoft 365 em português responsável por imprimir um dinamismo às trocas entre slides, aplicando efeitos de troca de slide como Transformar, Apagar, Revelar, dentre outros, é a:
Alternativas
Q1956740 Português
Observe a tirinha.

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Sobre a tirinha e sobre concordância verbal e nominal, analise as afirmativas abaixo:

1. A concordância a que se refere o personagem da primeira fala é a concordância nominal.
2. Uma das respostas dada às perguntas feitas também apresenta erro de concordância, só que verbal.
3. As frases: “Precisa-se de profissionais qualificados” e “Contrata-se profissionais qualificados” estão certas quanto à concordância verbal.
4. Está certa a concordância verbal em: “A maioria dos candidatos vai se sair bem”.
5. Está certa a concordância verbal e nominal em: “Nós, os coordenadores e vocês iremos manter a discrição, isso ela mesma, Josefina, garante.”

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1956738 Português
Texto 2.

Inimigos

O apelido de Maria Tereza, para Norberto, era ‘Quequinha’. Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto pegava na sua mão, carinhosamente, e começava:

— Pois a Quequinha…

E a Quequinha, dengosa, protestava:

— Ora, Beto!

Com o passar do tempo o Norberto deixou de chamar a Maria Tereza de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:

— A mulher aqui…

Ou, às vezes:

— Esta mulherzinha…

Mas nunca mais Quequinha.

(O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca o silêncio. O tempo usa armas químicas.)

Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por Ela.

— Ela odeia o Charles Bronson.

— Ah, não gosto mesmo.

Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava um vago gesto de mão para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer ‘essa aí’ e a apontava com o queixo.

— Essa aí…

E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.

(O tempo, o tempo. Tempo captura o amor e não o mata na hora. Vai tirando uma asa, depois cura.)

Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:

— Aquilo…

Luis Fernando Veríssimo
Sobre regência verbal, assinale a alternativa correta, analisando a frase retirada do texto 2 e a afirmação posta depois dela entre parênteses.
Alternativas
Q1956737 Português
Texto 2.

Inimigos

O apelido de Maria Tereza, para Norberto, era ‘Quequinha’. Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto pegava na sua mão, carinhosamente, e começava:

— Pois a Quequinha…

E a Quequinha, dengosa, protestava:

— Ora, Beto!

Com o passar do tempo o Norberto deixou de chamar a Maria Tereza de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:

— A mulher aqui…

Ou, às vezes:

— Esta mulherzinha…

Mas nunca mais Quequinha.

(O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca o silêncio. O tempo usa armas químicas.)

Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por Ela.

— Ela odeia o Charles Bronson.

— Ah, não gosto mesmo.

Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava um vago gesto de mão para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer ‘essa aí’ e a apontava com o queixo.

— Essa aí…

E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.

(O tempo, o tempo. Tempo captura o amor e não o mata na hora. Vai tirando uma asa, depois cura.)

Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:

— Aquilo…

Luis Fernando Veríssimo
Assinale a alternativa que traz uma afirmação correta sobre o texto 2.
Alternativas
Q1956736 Português
Texto 2.

Inimigos

O apelido de Maria Tereza, para Norberto, era ‘Quequinha’. Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto pegava na sua mão, carinhosamente, e começava:

— Pois a Quequinha…

E a Quequinha, dengosa, protestava:

— Ora, Beto!

Com o passar do tempo o Norberto deixou de chamar a Maria Tereza de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:

— A mulher aqui…

Ou, às vezes:

— Esta mulherzinha…

Mas nunca mais Quequinha.

(O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca o silêncio. O tempo usa armas químicas.)

Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por Ela.

— Ela odeia o Charles Bronson.

— Ah, não gosto mesmo.

Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava um vago gesto de mão para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer ‘essa aí’ e a apontava com o queixo.

— Essa aí…

E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.

(O tempo, o tempo. Tempo captura o amor e não o mata na hora. Vai tirando uma asa, depois cura.)

Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:

— Aquilo…

Luis Fernando Veríssimo
Observe as frases retiradas do texto 2.

• Frase 1: … o Norberto pegava na sua mão, carinhosamente, e começava…
• Frase 2: Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por Ela.

Analise as afirmativas abaixo feitas sobre elas.
1. Na frase 1, na primeira oração, o adjunto adverbial pode ser deslocado, sem prejuízo de sentido.

2. Na frase 1, seu sentido seria alterado se fosse assim redigida: “… carinhosamente, o Norberto pegava na sua mão e começava…
3. Em 1, o sentido da frase não seria alterado se fosse assim redigida: “… o Norberto, na sua mão pegava, carinhosamente, e começava…
4. Na frase 2 há dois sujeitos simples, já que há dois nomes próprios: “Norberto e Ela”; o último referindo-se à Maria Teresa.
5. Na frase 2, a vírgula usada não é obrigatória. Foi usada para enfatizar a expressão “Com o tempo” que é adjunto adverbial deslocado.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1956735 Português
Texto 1.

Notícia de jornal

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

Fernando Sabino
Avalie se os sinônimos usados para a(s) palavra(s) entre parênteses estão corretos e coloque ( V ) para verdadeiro e ( F ) para falso.

( ) Um homem de cor branca, trinta anos plausíveis. (presumíveis)
( ) Depois de setenta e duas horas de diligência em plena rua, morreu. (inanição)
( ) Um marginalizado, um preterido morreu na rua. (pária, proscrito)
( ) Para reprimenda dos outros homens. (escarmento)
( ) Com um olhar de nojo e deferência. (desdém)

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1956734 Redação Oficial
Texto 1.

Notícia de jornal

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

Fernando Sabino
Na Redação Oficial, o pronome de tratamento confere ao texto a formalidade necessária a esse tipo de correspondência e possui aspectos peculiares de concordância.
Assinale a alternativa correta de acordo com a afirmação acima.
Alternativas
Q1956733 Português
Texto 1.

Notícia de jornal

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

Fernando Sabino
Analise as afirmativas sobre o texto 1.

1. O autor mostra sua indignação diante da morte por inanição.
2. O autor critica a insensibilidade de pessoas da sociedade diante da miséria dos desabrigados.
3. O autor mostra a naturalização da morte no cotidiano das pessoas.
4. O autor, no terceiro parágrafo, prestando um serviço de utilidade pública, informa o fato de que os mendigos são da competência de autoridades especializadas, como a Delegacia de Mendicância.
5. O autor critica o fato de um homem estar morto na calçada, durante setenta e duas horas, e ser ignorado pelos transeuntes.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1954576 Conhecimentos Gerais
A moral, verificada na ação reiterada no tempo e espaço, como nos costumes e hábitos, é tida como particular. A ética, de cunho filosófico, é tida como universal. Enquanto a ética, como disciplina filosófica, é especulativa, a moral, seu objeto de estudo, é/são:
Alternativas
Q1954575 Atualidades
De acordo com a matéria publicada no G1, em 25/08/2020, o Presidente Jair Bolsonaro lançou nesta data um novo Programa Habitacional. O programa irá substituir o Minha Casa Minha Vida e vai permitir a construção de cômodos, como banheiro, quarto, cozinha, com recursos públicos. Segundo a matéria do G1, como é o nome do Programa Habitacional?
Alternativas
Q1954574 Direito Constitucional
De acordo com o texto constitucional, a República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito. Como preconiza o Art. 1 da Constituição Federal de 1988, a dignidade da pessoa humana é um/a: 
Alternativas
Q1954512 Fonoaudiologia

Para responder à questão, considere a base nos Planos Terapêuticos Fonoaudiológicos (PTFs) – Pró-Fono.


Sobre os principais achados na desordem temporomandibular, analise as assertivas abaixo:


I. Ruídos articulares.

II. Fase oral da deglutição alterada.

III. Cefaleia.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1954511 Fonoaudiologia

Para responder à questão, considere a base nos Planos Terapêuticos Fonoaudiológicos (PTFs) – Pró-Fono.


Sobre os principais achados na disfagia em pacientes com Doença de Parkinson, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q1954510 Fonoaudiologia

Para responder à questão, considere a base nos Planos Terapêuticos Fonoaudiológicos (PTFs) – Pró-Fono.


Sobre os principais achados em nódulos vocais na infância, assinale a alternativa INCORRETA. 

Alternativas
Q1954509 Fonoaudiologia

Para responder à questão, considere o livro “Aquisição Fonológica do Português” (LAMPRECHT, 2004).


Sobre consciência fonológica, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) A consciência fonológica também é referida como metafonologia.

( ) A língua portuguesa apresenta escrita pictográfica, baseada na relação sons e letras.

( ) Para identificação do princípio ideográfico, que sedimenta a língua portuguesa utilizada no Brasil, a criança deve reconhecer a relação som-letra e dispor da habilidade de segmentação fonêmica.

( ) A consciência fonológica pode ser vista como um facilitador para a aquisição da escrita.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1954508 Fonoaudiologia

Sobre Audiometria Tonal Liminar (ATL), analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) A ATL possibilita definir a presença de perda auditiva e caracterizá-la quanto ao tipo e grau.

( ) As informações dos limiares auditivos, de cada frequência e orelha, são registradas em um gráfico denominado audiograma.

( ) Os testes por via óssea são administrados por fones supra-aurais ou circum-aurais.

( ) Os padrões de normalidade diferem para adultos e crianças.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1954507 Fonoaudiologia

Conforme a cartilha “Contribuições do Fonoaudiólogo Educacional para seu Município e sua Escola” do Sistema de Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia, sobre a atuação no Programa Saúde na Escola (PSE), analise as assertivas abaixo:


I. O fonoaudiólogo pode realizar triagem auditiva de crianças pré-escolares e escolares para identificação de possíveis alterações auditivas.

II. Após a identificação daquelas crianças que falharam na triagem auditiva, o mesmo fonoaudiólogo educacional deverá realizar avaliação audiológica completa e indicar uso de aparelho de amplificação sonora, se necessário.

III. Realizar a intermediação da escola com os profissionais da saúde que se ocupam dos estudantes com necessidades educativas especiais.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1954506 Fonoaudiologia

Para responder à questão, considere a cartilha “Contribuição da Fonoaudiologia para o Avanço do SUS” (Sistema de Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia).


Sobre a saúde do trabalhador, analise as assertivas abaixo:


I. O Ministério da Saúde criou a Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador – RENAST com o propósito de unificar a rede do SUS de serviços de assistência e a vigilância das ações de saúde do trabalhador.

II. Os estados e municípios recebem incentivos financeiros para a criação de Centros de Referência em Saúde do Trabalhador – CERESTs.

III. A atuação do fonoaudiólogo em saúde do trabalhador perpassa não apenas os ambientes com agentes de risco para a saúde, como ruído, produtos químicos, indústrias, mas também as ações de vigilância.


Quais estão corretas? 

Alternativas
Q1954505 Fonoaudiologia

Para responder à questão, considere a cartilha “Contribuição da Fonoaudiologia para o Avanço do SUS” (Sistema de Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia).


Sobre os principais campos de atuação do fonoaudiólogo na Saúde Pública, analise as assertivas abaixo.


I. Na atenção básica, pode compor a equipe ampliada da Estratégia Saúde da Família.

II. No Serviço de Atenção Domiciliar, pode compor as Equipes Multiprofissionais de Atenção Domiciliar.

III. Nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPs), está previsto somente no CAPS I.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1954504 Fonoaudiologia

Para responder à questão, considere o Caderno de Atenção Básica nº 23 – Saúde da Criança: Aleitamento Materno e Alimentação Complementar (Ministério da Saúde).


Conforme a Organização Mundial da Saúde, quando se considera Aleitamento Materno Exclusivo?

Alternativas
Respostas
15781: B
15782: D
15783: A
15784: A
15785: D
15786: E
15787: A
15788: B
15789: D
15790: C
15791: B
15792: E
15793: D
15794: B
15795: C
15796: C
15797: D
15798: E
15799: A
15800: A