Questões de Concurso Comentadas para fonoaudiólogo

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Ano: 2024 Banca: Instituto Darwin Órgão: Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE Provas: Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Analista de Controle Interno | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Clínico Geral Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Endocrinologista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Gastroenterologista Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Neurologista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Oftalmologista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Ortopedista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Radiologista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Vascular | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Enfermeiro Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Enfermeiro | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Farmacêutico | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Fisioterapeuta | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Fonoaudiólogo | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Terapeuta Ocupacional | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Educador Físico | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Biomédico | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Reumatologista Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Assistente Social | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Urgência e Emergência Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Cardiologista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Cirurgião Obstetra Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Psiquiatra |
Q2398353 Português
Texto

Filme Oppenheimer (2023, Christopher Nolan)


          Christopher Nolan utilizou, como base para o roteiro desta cinebiografia, o livro biográfico de J.R. Oppenheimer. A obra ganhou diversos prêmios, em especial a conquista de um Prêmio Pulitzer, na categoria “Biografia ou Autobiografia”, em 2006. A biografia do físico teórico foi escrita a quatro mãos pelos autores Kai Bird e Martin J. Sherwin, durante um período de vinte e cinco anos.
           Quando lemos ou escutamos o nome bomba atômica, é inevitável pensar, lá no início da segunda metade da década de 1940, no final da Segunda Guerra Mundial, nos ataques nucleares dos Estados Unidos da América às cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki. Do avião bombardeiro B-29, o “Enola Gay”, foi lançada na primeira cidade a bomba de codinome “Little Boy” (bomba de fissão de urânio), no dia 6 de agosto de 1945. Em 9 de agosto do fatídico ano, apenas três dias após o primeiro ataque nuclear da história, outro avião bombardeiro B-29 (apelidado de ‘Bockscar‘, ou ‘Bock’s Car‘) lançou sobre a segunda cidade nipônica a bomba de fissão de plutônio, apelidade de “Fat Man”.
            Essas duas bombas lançadas sobre as cidades japonesas foram as únicas até então a serem utilizadas durante uma guerra. Antes de utilizá-las para valer, os Estados Unidos conduziram o primeiro teste de arma nuclear dentro do “Projeto Manhattan”, no dia 16 de julho de 1945, no Novo México, em que foi posta em prática a experiência “Trinity”, nome da bomba de plutônio de implosão, o mesmo tipo de arma utilizada posteriormente em Nagasaki (Japão).
         Logo após a passagem da onda de choque da Experiência “Trinity”, instaurou-se a “Era Atômica”, designada “Era Nuclear”. Esse período da história – também conhecida como “Idade Atômica” – foi intensificado após a utilização em larga escala da tecnologia nuclear que culminou na destruição em massa das cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, e das milhares de pessoas mortas (cálculos conservadores estimam que até o último mês de 1945 haviam cerca de 110 mil pessoas mortas, em ambas as cidades; outros estudos calculam mais de 210 mil vidas ceifadas).
        (...) Os acontecimentos resumidos acima e seus diversos personagens fazem parte do roteiro adaptado de Christopher Nolan e estão – e são – representados na esplendorosa captação de som e imagem assinadas pela grife C. Nolan em parceria com o compositor de cinema sueco Ludwig Göransson, o diretor de fotografia holandês Hoyte van Hoytema e a constelação de superelenco, que tem como estrela mais brilhante o ator irlandês Cillian Murphy.
        A semelhança física de Murphy e seu personagem-título incrementa a sua potência interpretativa, que aliás adentra ao íntimo caótico do biografado; as cenas e imagens, em que somos os intrusos dentro da cabeça do criador da bomba atômica, captam lapsos de tensão e terror imaginados na consciência do homem diante do dilema em torno da potencialidade destrutiva que a sua criação provocará às pessoas, ao mundo e ao próprio criador um fardo do qual Chris Nolan capta profundamente nas cenas do Teste Trinity, momento em que, meio do deserto do Novo México, é detonada a primeira bomba atômica; sequência onde a junção do design de som e imagem conjugam-se concomitante.
       É claro o saber quanto ao clímax do filme, espera-se ver – e principalmente escutar – o detonar e a sequência explosiva da bomba atômica (Trinity), neste momento somos surpreendidos pela inteligência da direção à maneira como nos é transmitida a explosão, no momento derradeiro o sistema de som da sala de cinema é tomada pelo peso do silêncio perturbador, momento em que somos impactados por uma onda de consciência que imagino levar a um pensamento coletivo diante das consequências de que o sucesso do Teste Trinity causaria futuramente, tratando-se de uma arma de guerra impiedosa, de poder destrutivo capaz de aniquilar do tempo e espaço qualquer coisa ou ser. A chegada estrondosa do som oriundo da detonação da bomba atômica Trinity estremece a alma.
        Apesar de achar os longínquos 180 minutos de duração, essas 3 horas de filme transcorrem imperceptíveis no tempo, o banheiro e o bocejo ficam para segundo plano, no transcorrer dos créditos finais, graças à inquestionável qualidade técnica e narrativa já tantas fezes aprovadas em produções anteriores assinadas por Nolan & Cia.
         Albert Einstein é o gênio da física que se faz presente na biografia de J. Robert Oppenheimer, sua participação é pontual e em ação transmite carisma através da interpretação de Tom Conti. Para mim, caso no futuro venha ser produzido cinebiografia do pai da Teoria da Relatividade, o ator deve repetir o seu personagem. Ainda neste bloco, faço questão de trazer à tona outros atores que merecem os elogios devido a excepcional prestação de serviço executada em cena: Florence Pugh como Jean Tatlock, Emily Blunt como Kitty Oppenheimer, Josh Hartnett como Ernest Lawrence, Kenneth Branagh como Niels Bohr, Matt Damon como Leslie Groves e uma das melhores performances dele, Robert Downey Jr. como Lewis Strauss.
       Os envolvidos no departamento de som merecem os aplausos, pois um dos quesitos técnicos de maior destaque cai sobre os ombros dos profissionais responsáveis pelo departamento design de som. As diversas explosões de bombas ouvidas ao longo do filme são sentidas com tamanha perfeição sonora que quem escuta chega até a esboçar uma reação de tapar os ouvidos tamanho é o realismo do som. (...)
       Os diálogos carregados em meio a toda tensão nos entregam interpretações de uma régua de qualidade artística no patamar das mais elevadas; o dilema moral está no centro do filme, raciocínio perturbador que ocupa um espaço significativo dentro da cabeça brilhante de J. Robert Oppenheimer, todo o seu conhecimento teórico de mecânica quântica e física é materializado na bomba atômica. Nos minutos finais do filme, várias questões que incluem jogo político, traição, conspiração, investigação e julgamento ficam claras e totalmente expostas dentro e fora de Los Alamos. (...)
        Dentro do roteiro desta produção, surgem várias frases de efeitos, muitas delas já ouvidas pelo público em geral, que causam impacto quando vistas e ouvidas, muitas são verdadeiros estopins para reflexões filosóficas sobre o futuro do mundo após a invenção bélica, causa de interesse principal de muitas pessoas em assistir a esta produção épica. Dessas frases, destaco a fala de J. Robert Oppenheimer: “Agora eu me tornei a Morte, a destruidora de mundos”.
        Na cena final, é perceptível o peso do mundo jogado com todas as forças sobre as costas do “pai da bomba atômica”, junto do seu “descarte”, por parte do governo estadunidense, uma vez comprovada o sucesso do nascimento do seu “filho”. É devastador ver através da expressão final de J. Robert Oppenheimer a visão dele quanto ao futuro do mundo. (...) 



 Disponível em https://www.leiaeassista.com.br/resenha-do-filme-oppenheimer-2023-christopher-nolan/.Adaptado
No trechoAgora eu me tornei a Morte, a destruidora de mundos.”, extraído do Texto, o comentarista fez uso de uma figura de linguagem na expressão em destaque denominada 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto Darwin Órgão: Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE Provas: Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Analista de Controle Interno | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Clínico Geral Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Endocrinologista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Gastroenterologista Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Neurologista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Oftalmologista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Ortopedista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Radiologista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Vascular | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Enfermeiro Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Enfermeiro | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Farmacêutico | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Fisioterapeuta | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Fonoaudiólogo | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Terapeuta Ocupacional | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Educador Físico | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Biomédico | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Reumatologista Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Assistente Social | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Urgência e Emergência Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Cardiologista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Cirurgião Obstetra Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Psiquiatra |
Q2398352 Português
Texto

Filme Oppenheimer (2023, Christopher Nolan)


          Christopher Nolan utilizou, como base para o roteiro desta cinebiografia, o livro biográfico de J.R. Oppenheimer. A obra ganhou diversos prêmios, em especial a conquista de um Prêmio Pulitzer, na categoria “Biografia ou Autobiografia”, em 2006. A biografia do físico teórico foi escrita a quatro mãos pelos autores Kai Bird e Martin J. Sherwin, durante um período de vinte e cinco anos.
           Quando lemos ou escutamos o nome bomba atômica, é inevitável pensar, lá no início da segunda metade da década de 1940, no final da Segunda Guerra Mundial, nos ataques nucleares dos Estados Unidos da América às cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki. Do avião bombardeiro B-29, o “Enola Gay”, foi lançada na primeira cidade a bomba de codinome “Little Boy” (bomba de fissão de urânio), no dia 6 de agosto de 1945. Em 9 de agosto do fatídico ano, apenas três dias após o primeiro ataque nuclear da história, outro avião bombardeiro B-29 (apelidado de ‘Bockscar‘, ou ‘Bock’s Car‘) lançou sobre a segunda cidade nipônica a bomba de fissão de plutônio, apelidade de “Fat Man”.
            Essas duas bombas lançadas sobre as cidades japonesas foram as únicas até então a serem utilizadas durante uma guerra. Antes de utilizá-las para valer, os Estados Unidos conduziram o primeiro teste de arma nuclear dentro do “Projeto Manhattan”, no dia 16 de julho de 1945, no Novo México, em que foi posta em prática a experiência “Trinity”, nome da bomba de plutônio de implosão, o mesmo tipo de arma utilizada posteriormente em Nagasaki (Japão).
         Logo após a passagem da onda de choque da Experiência “Trinity”, instaurou-se a “Era Atômica”, designada “Era Nuclear”. Esse período da história – também conhecida como “Idade Atômica” – foi intensificado após a utilização em larga escala da tecnologia nuclear que culminou na destruição em massa das cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, e das milhares de pessoas mortas (cálculos conservadores estimam que até o último mês de 1945 haviam cerca de 110 mil pessoas mortas, em ambas as cidades; outros estudos calculam mais de 210 mil vidas ceifadas).
        (...) Os acontecimentos resumidos acima e seus diversos personagens fazem parte do roteiro adaptado de Christopher Nolan e estão – e são – representados na esplendorosa captação de som e imagem assinadas pela grife C. Nolan em parceria com o compositor de cinema sueco Ludwig Göransson, o diretor de fotografia holandês Hoyte van Hoytema e a constelação de superelenco, que tem como estrela mais brilhante o ator irlandês Cillian Murphy.
        A semelhança física de Murphy e seu personagem-título incrementa a sua potência interpretativa, que aliás adentra ao íntimo caótico do biografado; as cenas e imagens, em que somos os intrusos dentro da cabeça do criador da bomba atômica, captam lapsos de tensão e terror imaginados na consciência do homem diante do dilema em torno da potencialidade destrutiva que a sua criação provocará às pessoas, ao mundo e ao próprio criador um fardo do qual Chris Nolan capta profundamente nas cenas do Teste Trinity, momento em que, meio do deserto do Novo México, é detonada a primeira bomba atômica; sequência onde a junção do design de som e imagem conjugam-se concomitante.
       É claro o saber quanto ao clímax do filme, espera-se ver – e principalmente escutar – o detonar e a sequência explosiva da bomba atômica (Trinity), neste momento somos surpreendidos pela inteligência da direção à maneira como nos é transmitida a explosão, no momento derradeiro o sistema de som da sala de cinema é tomada pelo peso do silêncio perturbador, momento em que somos impactados por uma onda de consciência que imagino levar a um pensamento coletivo diante das consequências de que o sucesso do Teste Trinity causaria futuramente, tratando-se de uma arma de guerra impiedosa, de poder destrutivo capaz de aniquilar do tempo e espaço qualquer coisa ou ser. A chegada estrondosa do som oriundo da detonação da bomba atômica Trinity estremece a alma.
        Apesar de achar os longínquos 180 minutos de duração, essas 3 horas de filme transcorrem imperceptíveis no tempo, o banheiro e o bocejo ficam para segundo plano, no transcorrer dos créditos finais, graças à inquestionável qualidade técnica e narrativa já tantas fezes aprovadas em produções anteriores assinadas por Nolan & Cia.
         Albert Einstein é o gênio da física que se faz presente na biografia de J. Robert Oppenheimer, sua participação é pontual e em ação transmite carisma através da interpretação de Tom Conti. Para mim, caso no futuro venha ser produzido cinebiografia do pai da Teoria da Relatividade, o ator deve repetir o seu personagem. Ainda neste bloco, faço questão de trazer à tona outros atores que merecem os elogios devido a excepcional prestação de serviço executada em cena: Florence Pugh como Jean Tatlock, Emily Blunt como Kitty Oppenheimer, Josh Hartnett como Ernest Lawrence, Kenneth Branagh como Niels Bohr, Matt Damon como Leslie Groves e uma das melhores performances dele, Robert Downey Jr. como Lewis Strauss.
       Os envolvidos no departamento de som merecem os aplausos, pois um dos quesitos técnicos de maior destaque cai sobre os ombros dos profissionais responsáveis pelo departamento design de som. As diversas explosões de bombas ouvidas ao longo do filme são sentidas com tamanha perfeição sonora que quem escuta chega até a esboçar uma reação de tapar os ouvidos tamanho é o realismo do som. (...)
       Os diálogos carregados em meio a toda tensão nos entregam interpretações de uma régua de qualidade artística no patamar das mais elevadas; o dilema moral está no centro do filme, raciocínio perturbador que ocupa um espaço significativo dentro da cabeça brilhante de J. Robert Oppenheimer, todo o seu conhecimento teórico de mecânica quântica e física é materializado na bomba atômica. Nos minutos finais do filme, várias questões que incluem jogo político, traição, conspiração, investigação e julgamento ficam claras e totalmente expostas dentro e fora de Los Alamos. (...)
        Dentro do roteiro desta produção, surgem várias frases de efeitos, muitas delas já ouvidas pelo público em geral, que causam impacto quando vistas e ouvidas, muitas são verdadeiros estopins para reflexões filosóficas sobre o futuro do mundo após a invenção bélica, causa de interesse principal de muitas pessoas em assistir a esta produção épica. Dessas frases, destaco a fala de J. Robert Oppenheimer: “Agora eu me tornei a Morte, a destruidora de mundos”.
        Na cena final, é perceptível o peso do mundo jogado com todas as forças sobre as costas do “pai da bomba atômica”, junto do seu “descarte”, por parte do governo estadunidense, uma vez comprovada o sucesso do nascimento do seu “filho”. É devastador ver através da expressão final de J. Robert Oppenheimer a visão dele quanto ao futuro do mundo. (...) 



 Disponível em https://www.leiaeassista.com.br/resenha-do-filme-oppenheimer-2023-christopher-nolan/.Adaptado
Observe as frases abaixo extraídas do Texto:

I. “Do avião bombardeiro B-29, o “Enola Gay”, foi lançada na primeira cidade a bomba de codinome “Little Boy” (bomba de fissão de urânio), no dia 6 de agosto de 1945.”.
II. “As diversas explosões de bombas ouvidas ao longo do filme são sentidas com tamanha perfeição sonora que quem escuta chega até a esboçar uma reação de tapar os ouvidos tamanho é o realismo do som. ”.
III. “Para mim, caso no futuro venha ser produzido cinebiografia do pai da Teoria da Relatividade, o ator deve repetir o seu personagem.”.

Assinale a alternativa correta que apresenta os tipos de tipologias textuais que foram utilizadas nas composições das frases supracitadas. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto Darwin Órgão: Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE Provas: Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Analista de Controle Interno | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Clínico Geral Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Endocrinologista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Gastroenterologista Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Neurologista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Oftalmologista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Ortopedista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Radiologista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Vascular | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Enfermeiro Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Enfermeiro | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Farmacêutico | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Fisioterapeuta | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Fonoaudiólogo | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Terapeuta Ocupacional | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Educador Físico | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Biomédico | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Reumatologista Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Assistente Social | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Urgência e Emergência Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Cardiologista | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Cirurgião Obstetra Hospitalar | Instituto Darwin - 2024 - Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PE - Médico Psiquiatra |
Q2398351 Português
Texto

Filme Oppenheimer (2023, Christopher Nolan)


          Christopher Nolan utilizou, como base para o roteiro desta cinebiografia, o livro biográfico de J.R. Oppenheimer. A obra ganhou diversos prêmios, em especial a conquista de um Prêmio Pulitzer, na categoria “Biografia ou Autobiografia”, em 2006. A biografia do físico teórico foi escrita a quatro mãos pelos autores Kai Bird e Martin J. Sherwin, durante um período de vinte e cinco anos.
           Quando lemos ou escutamos o nome bomba atômica, é inevitável pensar, lá no início da segunda metade da década de 1940, no final da Segunda Guerra Mundial, nos ataques nucleares dos Estados Unidos da América às cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki. Do avião bombardeiro B-29, o “Enola Gay”, foi lançada na primeira cidade a bomba de codinome “Little Boy” (bomba de fissão de urânio), no dia 6 de agosto de 1945. Em 9 de agosto do fatídico ano, apenas três dias após o primeiro ataque nuclear da história, outro avião bombardeiro B-29 (apelidado de ‘Bockscar‘, ou ‘Bock’s Car‘) lançou sobre a segunda cidade nipônica a bomba de fissão de plutônio, apelidade de “Fat Man”.
            Essas duas bombas lançadas sobre as cidades japonesas foram as únicas até então a serem utilizadas durante uma guerra. Antes de utilizá-las para valer, os Estados Unidos conduziram o primeiro teste de arma nuclear dentro do “Projeto Manhattan”, no dia 16 de julho de 1945, no Novo México, em que foi posta em prática a experiência “Trinity”, nome da bomba de plutônio de implosão, o mesmo tipo de arma utilizada posteriormente em Nagasaki (Japão).
         Logo após a passagem da onda de choque da Experiência “Trinity”, instaurou-se a “Era Atômica”, designada “Era Nuclear”. Esse período da história – também conhecida como “Idade Atômica” – foi intensificado após a utilização em larga escala da tecnologia nuclear que culminou na destruição em massa das cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, e das milhares de pessoas mortas (cálculos conservadores estimam que até o último mês de 1945 haviam cerca de 110 mil pessoas mortas, em ambas as cidades; outros estudos calculam mais de 210 mil vidas ceifadas).
        (...) Os acontecimentos resumidos acima e seus diversos personagens fazem parte do roteiro adaptado de Christopher Nolan e estão – e são – representados na esplendorosa captação de som e imagem assinadas pela grife C. Nolan em parceria com o compositor de cinema sueco Ludwig Göransson, o diretor de fotografia holandês Hoyte van Hoytema e a constelação de superelenco, que tem como estrela mais brilhante o ator irlandês Cillian Murphy.
        A semelhança física de Murphy e seu personagem-título incrementa a sua potência interpretativa, que aliás adentra ao íntimo caótico do biografado; as cenas e imagens, em que somos os intrusos dentro da cabeça do criador da bomba atômica, captam lapsos de tensão e terror imaginados na consciência do homem diante do dilema em torno da potencialidade destrutiva que a sua criação provocará às pessoas, ao mundo e ao próprio criador um fardo do qual Chris Nolan capta profundamente nas cenas do Teste Trinity, momento em que, meio do deserto do Novo México, é detonada a primeira bomba atômica; sequência onde a junção do design de som e imagem conjugam-se concomitante.
       É claro o saber quanto ao clímax do filme, espera-se ver – e principalmente escutar – o detonar e a sequência explosiva da bomba atômica (Trinity), neste momento somos surpreendidos pela inteligência da direção à maneira como nos é transmitida a explosão, no momento derradeiro o sistema de som da sala de cinema é tomada pelo peso do silêncio perturbador, momento em que somos impactados por uma onda de consciência que imagino levar a um pensamento coletivo diante das consequências de que o sucesso do Teste Trinity causaria futuramente, tratando-se de uma arma de guerra impiedosa, de poder destrutivo capaz de aniquilar do tempo e espaço qualquer coisa ou ser. A chegada estrondosa do som oriundo da detonação da bomba atômica Trinity estremece a alma.
        Apesar de achar os longínquos 180 minutos de duração, essas 3 horas de filme transcorrem imperceptíveis no tempo, o banheiro e o bocejo ficam para segundo plano, no transcorrer dos créditos finais, graças à inquestionável qualidade técnica e narrativa já tantas fezes aprovadas em produções anteriores assinadas por Nolan & Cia.
         Albert Einstein é o gênio da física que se faz presente na biografia de J. Robert Oppenheimer, sua participação é pontual e em ação transmite carisma através da interpretação de Tom Conti. Para mim, caso no futuro venha ser produzido cinebiografia do pai da Teoria da Relatividade, o ator deve repetir o seu personagem. Ainda neste bloco, faço questão de trazer à tona outros atores que merecem os elogios devido a excepcional prestação de serviço executada em cena: Florence Pugh como Jean Tatlock, Emily Blunt como Kitty Oppenheimer, Josh Hartnett como Ernest Lawrence, Kenneth Branagh como Niels Bohr, Matt Damon como Leslie Groves e uma das melhores performances dele, Robert Downey Jr. como Lewis Strauss.
       Os envolvidos no departamento de som merecem os aplausos, pois um dos quesitos técnicos de maior destaque cai sobre os ombros dos profissionais responsáveis pelo departamento design de som. As diversas explosões de bombas ouvidas ao longo do filme são sentidas com tamanha perfeição sonora que quem escuta chega até a esboçar uma reação de tapar os ouvidos tamanho é o realismo do som. (...)
       Os diálogos carregados em meio a toda tensão nos entregam interpretações de uma régua de qualidade artística no patamar das mais elevadas; o dilema moral está no centro do filme, raciocínio perturbador que ocupa um espaço significativo dentro da cabeça brilhante de J. Robert Oppenheimer, todo o seu conhecimento teórico de mecânica quântica e física é materializado na bomba atômica. Nos minutos finais do filme, várias questões que incluem jogo político, traição, conspiração, investigação e julgamento ficam claras e totalmente expostas dentro e fora de Los Alamos. (...)
        Dentro do roteiro desta produção, surgem várias frases de efeitos, muitas delas já ouvidas pelo público em geral, que causam impacto quando vistas e ouvidas, muitas são verdadeiros estopins para reflexões filosóficas sobre o futuro do mundo após a invenção bélica, causa de interesse principal de muitas pessoas em assistir a esta produção épica. Dessas frases, destaco a fala de J. Robert Oppenheimer: “Agora eu me tornei a Morte, a destruidora de mundos”.
        Na cena final, é perceptível o peso do mundo jogado com todas as forças sobre as costas do “pai da bomba atômica”, junto do seu “descarte”, por parte do governo estadunidense, uma vez comprovada o sucesso do nascimento do seu “filho”. É devastador ver através da expressão final de J. Robert Oppenheimer a visão dele quanto ao futuro do mundo. (...) 



 Disponível em https://www.leiaeassista.com.br/resenha-do-filme-oppenheimer-2023-christopher-nolan/.Adaptado
Após a leitura e a análise do Texto, conforme suas características textuais, linguísticas e funcionais, pode-se afirmar que pertence ao gênero 
Alternativas
Q2395451 Fonoaudiologia
Qual distúrbio de aprendizagem ligado à leitura e escrita apresenta o seguinte quadro clinico?

- Eletroencefalograma (EEG) normal.
- Exame neurológico normal.
- Tomografia computadorizada (TCE) normal.
- Possíveis atrasos ou alterações de fala.
- Dificuldades de aprendizagem.
- Acuidade visual normal.
- Acuidade auditiva normal.
- Alterações no processamento auditivo central (PAC).
- PETSCAN alterado.
- Ressonância nuclear magnética por imagem (RMI) com volumes cerebrais homogêneos e ausência de assimetria cerebral e
- Inteligência normal.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q2395450 Fonoaudiologia
Na literatura existem várias técnicas e abordagens de facilitação usadas na terapia vocal. A técnica de deglutição sonorizada incompleta é eficaz com pacientes que apresentam: 
Alternativas
Q2395449 Fonoaudiologia
Os distúrbios da voz resultam de estruturas ou funcionamento defeituosos em algum lugar no trato vocal: na respiração, na vocalização ou na ressonância. Quadro clínico: disfonia severa, rouquidão, soprosidade, pigarros, com limpeza contínua da garganta. Qual patologia vocal que pode apresentar tais características?
Alternativas
Q2395448 Fonoaudiologia
A presbiacusia é o processo da perda auditiva em função da idade que pode começar a qualquer momento, mas é mais esperado nos sujeitos acima de 60 anos de idade. Ocorre por uma deterioração progressiva da audição, que em alguns casos pode afetar mais seriamente a capacidade de discriminar as palavras. Existem vários fatores responsáveis na determinação da extensão do processo de envelhecimento de cada indivíduo. Schucknecht, 1964, classificou a presbiacusia em 4 processos patológicos. Qual processo da presbiacusia é caracterizada por atrofia do Órgão de Corti e, em alguns casos, por atrofia do nervo coclear e da espira basal da cóclea? Audiograma com configuração descendente, perda maior nas frequências altas:
Alternativas
Q2395447 Fonoaudiologia
Qual patologia da audição é caracterizada pelos seguintes achados audiológicos?

- Perda auditiva condutiva, inicialmente nas frequências baixas, com evolução da doença ocorre perda auditiva em todas as frequências, e posteriormente, comprometimento da via óssea.
- índice de discriminação vocal entre 90% e 100%.
- Timpanometria curva tipo A ou Ar.
- Reflexos estapédicos contra e isilateral ausentes.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2395446 Fonoaudiologia
Os transtornos de perda da linguagem adquirida por lesão cerebral são chamadas de afasia. Existem vários graus para a afasia e variam com:
Alternativas
Q2395445 Fonoaudiologia
De uma forma geral, apesar de haver várias classificações, há uma certa concordância sobre a existência de dois tipos principais de afasia: a afasia de expressão e a afasia de recepção. A primeira é afasia de Broca e a segunda a afasia de Wernicke. Quais as características mais comuns encontradas na afasia de Broca?
Alternativas
Q2395444 Fonoaudiologia
A lesão coclear implica em uma reorganização neural ao longo da via auditiva, conhecida como plasticidade. A plasticidade neural refere-se à capacidade das vias auditivas centrais em se reorganizar durante uma lesão periférica e alterar a função em resposta à estimulação auditiva. Como a prótese auditiva reintroduz a estimulação auditiva a partir da amplificação, isso pode implicar na ocorrência de uma nova plasticidade do sistema auditivo, melhorando o reconhecimento de fala ao longo do tempo. Tal fenômeno foi chamado de:
Alternativas
Q2395443 Fonoaudiologia
Existem 12 pares cranianos que têm seus núcleos situados ao longo do tronco encefálico, com exceção dos nervos olfativos, ótico e vestibulococlear. Alguns nervos cranianos têm funções sensoriais e motoras, outros só funções sensoriais e alguns só funções motoras:

1 - V trigêmeo tem uma raiz motora que inerva os músculos da mastigação e o tensor do tímpano, e uma raiz sensorial que dá sensibilidade geral craniofacial.
2 - X nervo vago inerva o músculo estilofaríngeo, faz inervação parassimpática da glândula salivar parótida.
3 - XII Hipoglosso, inerva todos os músculos intrínsecos e extrínsecos da língua.
4 - VII facial inerva músculos laríngeos e faríngeos e elevador do véu palatino.

Quais afirmativas estão corretas?
Alternativas
Q2395442 Fonoaudiologia
M.F.L., 7 anos e 2 meses de idade, com queixa de dificuldades na aquisição da leitura e escrita, durante o processo de avaliação observou-se dificuldades na identificação de rimas em músicas e brincadeiras, em perceber palavras que começam com a mesma sílaba, associação de atividades motoras aos segmentos das palavras, como quicar a bola ou pular a cada sílaba do seu nome. Tais sintomas podem ser associados a alterações:
Alternativas
Q2395441 Fonoaudiologia
Cada um dos níveis linguísticos, que juntos funcionam como uma grande engrenagem, parece ter um papel, seja na construção do discurso oral, seja na construção do discurso escrito. Visando compreendê-los de forma didática são divididos em níveis, sendo esses: fonético - fonológico, morfossintático, semântico lexical, semântico pragmático e pragmático. Qual das alternativas abaixo descreve o nível morfossintático?
Alternativas
Q2395440 Fonoaudiologia
A disfagia é reconhecida como um dos principais fatores de risco para a ocorrência de pneumonia aspirativa, complicação mais comum dos AVEs, que configuram, por sua vez, a principal causa de morte no Brasil. A deglutição é um processo que, didaticamente, pode ser dividido em quatro fases: oral preparatória, oral propriamente dita, faríngea e esofágica (Douglas, 2022; Marchesan,1999).
Na fase oral preparatória, quais desses músculos estão envolvidos?
Alternativas
Q2395439 Fonoaudiologia
Quando o desenvolvimento fonológico não ocorre da mesma forma que na grande maioria das crianças e a construção do conhecimento linguístico resulta em um sistema fonológico distinto do input recebido, tem-se o que se denomina desvio fonológico (DF):

1 - Durante a aquisição fonológica, tanto normal como desviante, quando a criança ainda não é capaz de produzir os fones contrastivos de sua língua-alvo, ela faz uso de uma série de estratégias no intuito de reparar as suas dificuldades.

2 - Crianças com DF podem ser capazes de reconhecer os seus próprios desvios, quer dizer, elas podem ter consciência do próprio desvio de fala.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2395438 Fonoaudiologia
M.O.P., com 2 anos e 10 meses de idade, realizou avaliação fonoaudiológica e durante o processo de avaliação apresentou as seguintes características: – habilidade comprometida para realizar movimentos de fala voluntários, ausência de alteração muscular orofacial; acentuada discrepância entre a fala automática e produções voluntárias intencionais, habilidades linguísticas e aspectos cognitivos sem comprometimento. Qual a Hipótese Diagnóstica Fonoaudiológica?
Alternativas
Q2395437 Fonoaudiologia
O Conselho Federal de Fonoaudiologia elaborou documento no qual publicou os balizadores de tempo de terapia para as diversas especialidades fonoaudiológicas. Quanto ao tempo e frequência de atendimento para os casos de Distúrbio de Voz, preconiza-se:
Alternativas
Respostas
10241: B
10242: A
10243: C
10244: C
10245: C
10246: A
10247: B
10248: C
10249: A
10250: D
10251: D
10252: B
10253: A
10254: C
10255: A
10256: B
10257: D
10258: B
10259: D
10260: D