Questões de Concurso Comentadas para fonoaudiólogo

Foram encontradas 23.705 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3073227 Português
Assinale a alternativa em que o pronome “lhe” apresenta o mesmo valor significativo que possui em “uma espécie de riso sardônico e feroz contraía-lhe as negras mandíbulas” 
Alternativas
Q3073226 Português
A redação da frase está correta em: 
Alternativas
Q3073225 Português
Assinale a frase que contém o maior número de palavras formadas por derivação. 
Alternativas
Q3073224 Português
Em que período, a pontuação está correta
Alternativas
Q3073223 Português
Assinale a alternativa em que as duas primeiras orações foram reescritas corretamente em um único período composto. 
Alternativas
Q3073222 Português
Quanto à concordância verbal, assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3073221 Português
Avaliação Econômica em Saúde

A saúde no Brasil apresentou mudanças expressivas que provocaram um crescimento acelerado dos gastos nessa área, e uma das principais causas foi o desenvolvimento tecnológico de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas – que, na grande maioria das vezes, são mais eficazes, mas ao mesmo tempo mais dispendiosas.
      Torna-se crítico, portanto, para qualquer serviço de saúde, estabelecer políticas bem definidas de adoção, manutenção e incorporação de novas tecnologias no sistema para minimizar os aspectos negativos e, assim, contribuir para uma maior qualidade dos serviços de saúde, maximizando-se os ganhos em saúde com o bom uso dos recursos disponíveis. A tomada de decisão deve apoiar-se em avaliações criteriosas que levem em consideração aspectos clínicos e econômicos. É nesse campo que se desenvolve a avaliação econômica em saúde, parte das avaliações de tecnologias em saúde. Países como a Inglaterra, País de Gales e Canadá criaram instituições que se dedicam a tais políticas. No Brasil, o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde tem estimulado o desenvolvimento da avaliação econômica e sua participação na tomada de decisões relacionadas à incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
      A avaliação econômica em saúde visa a responder basicamente duas grandes questões: “A estratégia de saúde em questão é vantajosa quando comparada com alternativas que poderiam ser implementadas com esses recursos?” e “Estamos cientes e de acordo que os recursos sejam usados dessa maneira e não de outra?”.
      Os principais métodos de avaliação econômica utilizados na área da saúde são: a análise custo-benefício, análise de minimização de custos, análise custo-efetividade e análise custo-utilidade. Nosso foco central é a análise custo-benefício, que se destaca nas avaliações econômicas, por ser considerada mais abrangente e que contempla todos os aspectos da eficiência alocativa de determinado programa. Por ser um método no qual os custos e benefícios são relatados usando a métrica comum das unidades monetárias, resultados de diferentes estudos são comparáveis e permitem avaliar o quanto a sociedade está disposta a pagar pelos efeitos de programas ou políticas públicas.
      Nesse contexto de desigualdades sociais e escassez de recursos para o financiamento da saúde, a avaliação de custo-benefício de ações e de serviços é essencial para a elaboração de estratégias e programas que respondam às reais necessidades da população. Embora se possa avaliar eficácia (influência de inovações tecnológicas), efetividade (grau de aproximação aos aprimoramentos possíveis) e eficiência (economia de custos sem prejuízo de metas), a utilização de avaliações em saúde deve justificar estratégias e programas e auxiliar na racionalização dos gastos públicos, e o conceito de eficiência é o nosso foco.
      Pela utilização dos índices de morbidade e mortalidade infantil como importantes indicadores de saúde do país, observa-se que as causas infecciosas vêm decaindo como responsáveis pela taxa total de óbitos na infância. À medida que problemas infectocontagiosos estão sendo resolvidos e que se aumenta a capacidade de manter vivos maior número de recém-nascidos, os problemas de ordem congênita e hereditária se tornam pertinentes e de relevância na saúde pública, devendo ser alvo de ações e políticas de saúde específicas.

CAMELO JUNIOR, José Simon et al. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/8MhgHV8m6HjTBQjfnDCJCkv/. Acesso em 08 de fev 2024. Fragmento adaptado.
Assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3073220 Português
Avaliação Econômica em Saúde

A saúde no Brasil apresentou mudanças expressivas que provocaram um crescimento acelerado dos gastos nessa área, e uma das principais causas foi o desenvolvimento tecnológico de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas – que, na grande maioria das vezes, são mais eficazes, mas ao mesmo tempo mais dispendiosas.
      Torna-se crítico, portanto, para qualquer serviço de saúde, estabelecer políticas bem definidas de adoção, manutenção e incorporação de novas tecnologias no sistema para minimizar os aspectos negativos e, assim, contribuir para uma maior qualidade dos serviços de saúde, maximizando-se os ganhos em saúde com o bom uso dos recursos disponíveis. A tomada de decisão deve apoiar-se em avaliações criteriosas que levem em consideração aspectos clínicos e econômicos. É nesse campo que se desenvolve a avaliação econômica em saúde, parte das avaliações de tecnologias em saúde. Países como a Inglaterra, País de Gales e Canadá criaram instituições que se dedicam a tais políticas. No Brasil, o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde tem estimulado o desenvolvimento da avaliação econômica e sua participação na tomada de decisões relacionadas à incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
      A avaliação econômica em saúde visa a responder basicamente duas grandes questões: “A estratégia de saúde em questão é vantajosa quando comparada com alternativas que poderiam ser implementadas com esses recursos?” e “Estamos cientes e de acordo que os recursos sejam usados dessa maneira e não de outra?”.
      Os principais métodos de avaliação econômica utilizados na área da saúde são: a análise custo-benefício, análise de minimização de custos, análise custo-efetividade e análise custo-utilidade. Nosso foco central é a análise custo-benefício, que se destaca nas avaliações econômicas, por ser considerada mais abrangente e que contempla todos os aspectos da eficiência alocativa de determinado programa. Por ser um método no qual os custos e benefícios são relatados usando a métrica comum das unidades monetárias, resultados de diferentes estudos são comparáveis e permitem avaliar o quanto a sociedade está disposta a pagar pelos efeitos de programas ou políticas públicas.
      Nesse contexto de desigualdades sociais e escassez de recursos para o financiamento da saúde, a avaliação de custo-benefício de ações e de serviços é essencial para a elaboração de estratégias e programas que respondam às reais necessidades da população. Embora se possa avaliar eficácia (influência de inovações tecnológicas), efetividade (grau de aproximação aos aprimoramentos possíveis) e eficiência (economia de custos sem prejuízo de metas), a utilização de avaliações em saúde deve justificar estratégias e programas e auxiliar na racionalização dos gastos públicos, e o conceito de eficiência é o nosso foco.
      Pela utilização dos índices de morbidade e mortalidade infantil como importantes indicadores de saúde do país, observa-se que as causas infecciosas vêm decaindo como responsáveis pela taxa total de óbitos na infância. À medida que problemas infectocontagiosos estão sendo resolvidos e que se aumenta a capacidade de manter vivos maior número de recém-nascidos, os problemas de ordem congênita e hereditária se tornam pertinentes e de relevância na saúde pública, devendo ser alvo de ações e políticas de saúde específicas.

CAMELO JUNIOR, José Simon et al. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/8MhgHV8m6HjTBQjfnDCJCkv/. Acesso em 08 de fev 2024. Fragmento adaptado.
Assinale a frase em que todas as palavras sublinhadas apresentam sentido figurado (conotativo). 
Alternativas
Q3073219 Português
Avaliação Econômica em Saúde

A saúde no Brasil apresentou mudanças expressivas que provocaram um crescimento acelerado dos gastos nessa área, e uma das principais causas foi o desenvolvimento tecnológico de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas – que, na grande maioria das vezes, são mais eficazes, mas ao mesmo tempo mais dispendiosas.
      Torna-se crítico, portanto, para qualquer serviço de saúde, estabelecer políticas bem definidas de adoção, manutenção e incorporação de novas tecnologias no sistema para minimizar os aspectos negativos e, assim, contribuir para uma maior qualidade dos serviços de saúde, maximizando-se os ganhos em saúde com o bom uso dos recursos disponíveis. A tomada de decisão deve apoiar-se em avaliações criteriosas que levem em consideração aspectos clínicos e econômicos. É nesse campo que se desenvolve a avaliação econômica em saúde, parte das avaliações de tecnologias em saúde. Países como a Inglaterra, País de Gales e Canadá criaram instituições que se dedicam a tais políticas. No Brasil, o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde tem estimulado o desenvolvimento da avaliação econômica e sua participação na tomada de decisões relacionadas à incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
      A avaliação econômica em saúde visa a responder basicamente duas grandes questões: “A estratégia de saúde em questão é vantajosa quando comparada com alternativas que poderiam ser implementadas com esses recursos?” e “Estamos cientes e de acordo que os recursos sejam usados dessa maneira e não de outra?”.
      Os principais métodos de avaliação econômica utilizados na área da saúde são: a análise custo-benefício, análise de minimização de custos, análise custo-efetividade e análise custo-utilidade. Nosso foco central é a análise custo-benefício, que se destaca nas avaliações econômicas, por ser considerada mais abrangente e que contempla todos os aspectos da eficiência alocativa de determinado programa. Por ser um método no qual os custos e benefícios são relatados usando a métrica comum das unidades monetárias, resultados de diferentes estudos são comparáveis e permitem avaliar o quanto a sociedade está disposta a pagar pelos efeitos de programas ou políticas públicas.
      Nesse contexto de desigualdades sociais e escassez de recursos para o financiamento da saúde, a avaliação de custo-benefício de ações e de serviços é essencial para a elaboração de estratégias e programas que respondam às reais necessidades da população. Embora se possa avaliar eficácia (influência de inovações tecnológicas), efetividade (grau de aproximação aos aprimoramentos possíveis) e eficiência (economia de custos sem prejuízo de metas), a utilização de avaliações em saúde deve justificar estratégias e programas e auxiliar na racionalização dos gastos públicos, e o conceito de eficiência é o nosso foco.
      Pela utilização dos índices de morbidade e mortalidade infantil como importantes indicadores de saúde do país, observa-se que as causas infecciosas vêm decaindo como responsáveis pela taxa total de óbitos na infância. À medida que problemas infectocontagiosos estão sendo resolvidos e que se aumenta a capacidade de manter vivos maior número de recém-nascidos, os problemas de ordem congênita e hereditária se tornam pertinentes e de relevância na saúde pública, devendo ser alvo de ações e políticas de saúde específicas.

CAMELO JUNIOR, José Simon et al. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/8MhgHV8m6HjTBQjfnDCJCkv/. Acesso em 08 de fev 2024. Fragmento adaptado.
Considerando o que se afirma no texto, assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3073218 Português
Avaliação Econômica em Saúde

A saúde no Brasil apresentou mudanças expressivas que provocaram um crescimento acelerado dos gastos nessa área, e uma das principais causas foi o desenvolvimento tecnológico de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas – que, na grande maioria das vezes, são mais eficazes, mas ao mesmo tempo mais dispendiosas.
      Torna-se crítico, portanto, para qualquer serviço de saúde, estabelecer políticas bem definidas de adoção, manutenção e incorporação de novas tecnologias no sistema para minimizar os aspectos negativos e, assim, contribuir para uma maior qualidade dos serviços de saúde, maximizando-se os ganhos em saúde com o bom uso dos recursos disponíveis. A tomada de decisão deve apoiar-se em avaliações criteriosas que levem em consideração aspectos clínicos e econômicos. É nesse campo que se desenvolve a avaliação econômica em saúde, parte das avaliações de tecnologias em saúde. Países como a Inglaterra, País de Gales e Canadá criaram instituições que se dedicam a tais políticas. No Brasil, o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde tem estimulado o desenvolvimento da avaliação econômica e sua participação na tomada de decisões relacionadas à incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
      A avaliação econômica em saúde visa a responder basicamente duas grandes questões: “A estratégia de saúde em questão é vantajosa quando comparada com alternativas que poderiam ser implementadas com esses recursos?” e “Estamos cientes e de acordo que os recursos sejam usados dessa maneira e não de outra?”.
      Os principais métodos de avaliação econômica utilizados na área da saúde são: a análise custo-benefício, análise de minimização de custos, análise custo-efetividade e análise custo-utilidade. Nosso foco central é a análise custo-benefício, que se destaca nas avaliações econômicas, por ser considerada mais abrangente e que contempla todos os aspectos da eficiência alocativa de determinado programa. Por ser um método no qual os custos e benefícios são relatados usando a métrica comum das unidades monetárias, resultados de diferentes estudos são comparáveis e permitem avaliar o quanto a sociedade está disposta a pagar pelos efeitos de programas ou políticas públicas.
      Nesse contexto de desigualdades sociais e escassez de recursos para o financiamento da saúde, a avaliação de custo-benefício de ações e de serviços é essencial para a elaboração de estratégias e programas que respondam às reais necessidades da população. Embora se possa avaliar eficácia (influência de inovações tecnológicas), efetividade (grau de aproximação aos aprimoramentos possíveis) e eficiência (economia de custos sem prejuízo de metas), a utilização de avaliações em saúde deve justificar estratégias e programas e auxiliar na racionalização dos gastos públicos, e o conceito de eficiência é o nosso foco.
      Pela utilização dos índices de morbidade e mortalidade infantil como importantes indicadores de saúde do país, observa-se que as causas infecciosas vêm decaindo como responsáveis pela taxa total de óbitos na infância. À medida que problemas infectocontagiosos estão sendo resolvidos e que se aumenta a capacidade de manter vivos maior número de recém-nascidos, os problemas de ordem congênita e hereditária se tornam pertinentes e de relevância na saúde pública, devendo ser alvo de ações e políticas de saúde específicas.

CAMELO JUNIOR, José Simon et al. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/8MhgHV8m6HjTBQjfnDCJCkv/. Acesso em 08 de fev 2024. Fragmento adaptado.
Assinale a alternativa que melhor resume o texto. 
Alternativas
Q3073207 Fonoaudiologia

A leitura consiste de dois componentes. Um se refere ao processo de reconhecimento da palavra e o outro é definido pelo processo pelo qual as palavras, sentenças ou textos são interpretados.



É correto afirmar que ambos se relacionam às competências de

Alternativas
Q3073206 Fonoaudiologia

Dentro das ações propostas para o Programa Saúde na Escola, está prevista a realização de triagem auditiva de crianças pré-escolares e escolares para identificação de possíveis alterações auditivas que possam prejudicar o desenvolvimento da linguagem, da fala e da escrita.



Após a identificação daquelas crianças que falharam na triagem auditiva, o procedimento correto é(,)

Alternativas
Q3073205 Fonoaudiologia

A Lei Federal nº 6.965/1981 regulamenta a Fonoaudiologia. O fonoaudiólogo educacional pode trabalhar na educação, em escolas da rede pública e do setor privado, em sistemas de ensino, em empresas de consultoria e assessoria, em todos os níveis e modalidades de ensino.



Nessa perspectiva o profissional NÃO poderá, em parceria com equipe educacional, realizar ou participar de

Alternativas
Q3073204 Fonoaudiologia

Segundo a Resolução CFFa nº 605, de 17 de março de 2021, o Art. 3º dispõe sobre a atuação do fonoaudiólogo no âmbito da Escola.



Segundo o Art. 3º dessa Resolução, em caso da necessidade de encaminhamento do aluno para atendimento clínico, o fonoaudiólogo na escola deverá respeitar os princípios éticos da profissão e 

Alternativas
Q3073203 Fonoaudiologia

Acredita-se que existem vários processos relacionados com a audição.



A habilidade de interpretação de eventos sonoros integrando-os com outras informações sensoriais é conhecida corretamente como

Alternativas
Q3073202 Fonoaudiologia

O nível elementar de conhecimento de uma criança, caracterizado pela descoberta de que determinadas palavras apresentam a mesma cadeia de som em seu início ou final, pode ser interpretado como um conhecimento relacionado a dois componentes.



A sequência que apresenta corretamente os nomes desses componentes é: 

Alternativas
Q3073201 Fonoaudiologia

A inversão de letras tem gerado preocupação para profissionais que trabalham com desenvolvimento infantil. Essas inversões geralmente se iniciam na idade pré-escolar, quando a criança começa a se interessar pelo sistema da escrita. A preocupação com esta ocorrência tem sua base na hipótese de que o seu aparecimento pode ser um indício para o surgimento de um transtorno de aprendizagem.



O nome correto dado a essas inversões de letras na escrita é

Alternativas
Q3073200 Fonoaudiologia

Ao se fazer uma avaliação sobre a atividade de fala disfluente atípica ou gaga, é importante considerar aspectos clínicos, sociais e neurobiológicos.



Sobre esta manifestação de fala é correto afirmar que

Alternativas
Q3073199 Fonoaudiologia

A gagueira de desenvolvimento pode se manifestar dentro de um período importante para o desenvolvimento infantil geralmente com surgimento entre a primeira e segunda infância.



NÃO faz parte do grupo de disfluências atípicas

Alternativas
Q3073198 Fonoaudiologia

A utilização da linguagem em seu aspecto funcional é de extrema importância para as relações socias que se estabelecem ao longo da vida de cada sujeito.



Nesse sentido, é correto afirmar que uma avaliação dos aspectos funcionais da linguagem de uma criança faz parte da avaliação  

Alternativas
Respostas
6901: B
6902: E
6903: C
6904: D
6905: B
6906: A
6907: E
6908: A
6909: D
6910: E
6911: C
6912: B
6913: A
6914: D
6915: B
6916: A
6917: B
6918: C
6919: D
6920: B