Questões de Concurso Comentadas para fonoaudiólogo

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Q3232164 Português
Se a radiação pode causar câncer, por que a radioterapia é usada contra o câncer?

O câncer surge devido a células “quebradas” – e o que a radioterapia faz é quebrá-las ainda mais

Por Bruno Vaiano

Atualizado em 25 jul 2022, 10h24 - Publicado em 18 fev 2022, 07h45

        Um tumor aparece quando as células de um tecido ou órgão do nosso próprio corpo começam a se multiplicar de maneira descontrolada. Elas invadem o espaço das células saudáveis, roubam seus insumos (como açúcar e oxigênio) e interferem no funcionamento do organismo.

        Isso é possível porque as células anômalas têm mutações no DNA que tiram suas rédeas. Essas mutações são, em princípio, aleatórias: todos estamos sujeitos a um bug genético. Mas é claro que, se você não se cuidar, suas chances pioram. Álcool, tabaco, exposição exagerada ao sol, e outros comportamentos nocivos aumentam as chances de se desenvolver um câncer (alguns cânceres, vale dizer, são mais suscetíveis a estilo de vida enquanto outros dependem mais dos genes que vêm de fábrica com você: herdabilidade também é importante).

        Acontece que há um limite para o quanto uma célula pode funcionar quando ela dá defeito. A maior parte das mutações é ruim e debilita ou mata a célula. A ideia da radioterapia é causar tantas mutações no DNA das células cancerígenas que elas simplesmente morrem. Em resumo: o câncer consiste em células quebradas, a radiografia continua quebrando as células até elas simplesmente pararem de funcionar.

isponível em:<https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/se-a-radiacao-pode-causar-cancer-por-que-a-radioterapia-e-usada-contra-o-cancer/> . Acesso em: 03 mai. 2024. 

Ainda considerando o período composto, é CORRETO afirmar, quanto às orações que o compõem, que:


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Alternativas
Q3232163 Português
Se a radiação pode causar câncer, por que a radioterapia é usada contra o câncer?

O câncer surge devido a células “quebradas” – e o que a radioterapia faz é quebrá-las ainda mais

Por Bruno Vaiano

Atualizado em 25 jul 2022, 10h24 - Publicado em 18 fev 2022, 07h45

        Um tumor aparece quando as células de um tecido ou órgão do nosso próprio corpo começam a se multiplicar de maneira descontrolada. Elas invadem o espaço das células saudáveis, roubam seus insumos (como açúcar e oxigênio) e interferem no funcionamento do organismo.

        Isso é possível porque as células anômalas têm mutações no DNA que tiram suas rédeas. Essas mutações são, em princípio, aleatórias: todos estamos sujeitos a um bug genético. Mas é claro que, se você não se cuidar, suas chances pioram. Álcool, tabaco, exposição exagerada ao sol, e outros comportamentos nocivos aumentam as chances de se desenvolver um câncer (alguns cânceres, vale dizer, são mais suscetíveis a estilo de vida enquanto outros dependem mais dos genes que vêm de fábrica com você: herdabilidade também é importante).

        Acontece que há um limite para o quanto uma célula pode funcionar quando ela dá defeito. A maior parte das mutações é ruim e debilita ou mata a célula. A ideia da radioterapia é causar tantas mutações no DNA das células cancerígenas que elas simplesmente morrem. Em resumo: o câncer consiste em células quebradas, a radiografia continua quebrando as células até elas simplesmente pararem de funcionar.

isponível em:<https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/se-a-radiacao-pode-causar-cancer-por-que-a-radioterapia-e-usada-contra-o-cancer/> . Acesso em: 03 mai. 2024. 
Leia o período composto a seguir e sobre ele assinale a alternativa CORRETA:
“Isso é possível porque as céluas anômalas têm mutações no DNA que tiram suas rédeas”
Alternativas
Q3232157 Português
USP usa técnica da ovelha Dolly para fazer transplante de porcos em humanos

Esperança é de que, no futuro, abordagem diminua tempo de espera por um novo órgão.

Reinaldo José Lopes

SÃO CARLOS (SP)

        Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) acabam de inaugurar um laboratório que, com alguma sorte, poderá viabilizar a prática dos xenotransplantes (transplantes de órgãos de animais para seres humanos) no Brasil.

        Médicos, geneticistas e veterinários, entre outros especialistas, usarão o espaço para abrigar porcas grávidas de filhotes geneticamente modificados. As alterações no DNA dos suínos servem para minimizar o risco de rejeição quando seus órgãos forem transferidos para pessoas que precisam de um transplante.

        Os primeiros testes bem-sucedidos já aparecem nos últimos anos em pacientes dos EUA, e a esperança é que, no futuro, a abordagem encurte o tempo de espera por um novo órgão, talvez dispensando, em alguns casos, a necessidade de um doador humano. Antes que isso se torne realidade, porém, é preciso vencer uma gama considerável de desafios técnicos, a começar pela reprodução dos próprios suínos.

        No papel, a abordagem parece simples. O material genético no núcleo de células fetais de porcos é alterado e, depois, transferido para óvulos suínos cujo DNA foi retirado.

        "Estamos usando a técnica que deu origem à ovelha Dolly", resume Mayana Zatz, geneticista do Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco da USP, uma das coordenadoras do projeto Xeno BR.

        O problema é que, mesmo quase 30 anos após o nascimento de Dolly, o primeiro mamífero clonado, produzir cópias genéticas de qualquer animal doméstico ainda é um processo complexo. A clonagem sempre envolve o uso de centenas ou até milhares de óvulos para, se tudo der certo, ocorrer o nascimento de um filhote viável.

        "Sabemos que a eficiência é baixa, mas estamos aprendendo que a qualidade das células a serem editadas geneticamente pode ter um papel importante no sucesso", diz Zatz. A equipe está sendo assessorada por Luiz Mauro Queiroz, brasileiro responsável pela criação dos porcos transgênicos (geneticamente modificados) da empresa eGenesis nos EUA. A equipe americana já realizou seus primeiros transplantes suíno-humanos.

        Também ainda não está totalmente claro quantas modificações no DNA são necessárias para que os órgãos de porcos sejam substitutos aceitáveis daqueles doados por pessoas.

[...]

        "Alguns grupos acreditam que seja suficiente silenciar três genes [grosso modo, regiões funcionais do DNA] dos porcos, o que tem sido a nossa proposta. Outros defendem que um só gene poderia ser suficiente ou que seja necessário introduzir genes humanos", diz a geneticista. "Somente com o seguimento dos pacientes a longo prazo será possível responder essa pergunta."

        O cirurgião Silvano Raia, da Faculdade de Medicina da USP, coordena o trabalho ao lado de Zatz e diz que o objetivo inicial do trabalho é viabilizar um xenotransplante de rim, como já aconteceu nos EUA.

        "Na hipótese de insucesso, podemos retirar o xenoenxerto não funcionante e fazer com que o paciente volte a fazer hemodiálise até que esteja em condições de receber um alotransplante [de um doador humano], para o qual terá uma prioridade que não tinha antes do xenotransplante", explica Raia.

        Esse primeiro candidato a receptor precisará ter condições clínicas para receber o órgão do suíno geneticamente modificado e, ao mesmo tempo, não ter prioridade na lista de espera por um órgão humano. "Os xenotransplantes já realizados de coração e rim seguiram essa conduta."

        De acordo com Raia, ainda é cedo para dizer se o avanço da técnica vai acabar equiparando os xenotransplantes, em termos de sucesso e riscos, aos feitos hoje com as técnicas convencionais, embora essa possibilidade exista.

        Ao menos por ora, os pacientes que receberem os órgãos suínos deverão ter de enfrentar um esquema imunossupressor mais potente e constante. Ou seja, eles farão um uso mais intenso de medicamentos que controlam o sistema de defesa de seu organismo, para que ele não rejeite o transplante como um corpo estranho.

        "Em consequência disso, a possiblidade de esse paciente se contaminar será maior, sem dúvida. Ele terá de seguir recomendações que evitem ao máximo o contato com fontes de infecção", observa o médico.

        Raia lembra ainda que pesquisas feitas anteriormente no Brasil com candidatos na fila por rim ou fígado que já tinham recebido novos órgãos mostram que 91% aceitariam um xenotransplante suíno caso fosse necessário, taxa superior à de países como a China (75%) e Turquia (43%).

Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/usp-se-prepara-para-fazer-transplantes-de-orgaos-de-porcos-para-humanos.shtm> . Acesso em: 03 mai. 2024.

Considere o seguinte trecho do artigo em questão:

        "Alguns grupos acreditam que seja suficiente silenciar três genes [grosso modo, regiões funcionais do DNA] dos porcos, o que tem sido a nossa proposta. Outros defendem que um só gene poderia ser suficiente ou que seja necessário introduzir genes humanos", diz a geneticista. "Somente com o seguimento dos pacientes a longo prazo será possível responder essa pergunta."

        O cirurgião Silvano Raia, da Faculdade de Medicina da USP, coordena o trabalho ao lado de Zatz e diz que o objetivo inicial do trabalho é viabilizar um xenotransplante de rim, como já aconteceu nos EUA.

        "Na hipótese de insucesso, podemos retirar o xenoenxerto não funcionante e fazer com que o paciente volte a fazer hemodiálise até que esteja em condições de receber um alotransplante [de um doador humano], para o qual terá uma prioridade que não tinha antes do xenotransplante", explica Raia.

        Esse primeiro candidato a receptor precisará ter condições clínicas para receber o órgão do suíno geneticamente modificado e, ao mesmo tempo, não ter prioridade na lista de espera por um órgão humano. "Os xenotransplantes já realizados de coração e rim seguiram essa conduta." 


Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q3232156 Português
USP usa técnica da ovelha Dolly para fazer transplante de porcos em humanos

Esperança é de que, no futuro, abordagem diminua tempo de espera por um novo órgão.

Reinaldo José Lopes

SÃO CARLOS (SP)

        Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) acabam de inaugurar um laboratório que, com alguma sorte, poderá viabilizar a prática dos xenotransplantes (transplantes de órgãos de animais para seres humanos) no Brasil.

        Médicos, geneticistas e veterinários, entre outros especialistas, usarão o espaço para abrigar porcas grávidas de filhotes geneticamente modificados. As alterações no DNA dos suínos servem para minimizar o risco de rejeição quando seus órgãos forem transferidos para pessoas que precisam de um transplante.

        Os primeiros testes bem-sucedidos já aparecem nos últimos anos em pacientes dos EUA, e a esperança é que, no futuro, a abordagem encurte o tempo de espera por um novo órgão, talvez dispensando, em alguns casos, a necessidade de um doador humano. Antes que isso se torne realidade, porém, é preciso vencer uma gama considerável de desafios técnicos, a começar pela reprodução dos próprios suínos.

        No papel, a abordagem parece simples. O material genético no núcleo de células fetais de porcos é alterado e, depois, transferido para óvulos suínos cujo DNA foi retirado.

        "Estamos usando a técnica que deu origem à ovelha Dolly", resume Mayana Zatz, geneticista do Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco da USP, uma das coordenadoras do projeto Xeno BR.

        O problema é que, mesmo quase 30 anos após o nascimento de Dolly, o primeiro mamífero clonado, produzir cópias genéticas de qualquer animal doméstico ainda é um processo complexo. A clonagem sempre envolve o uso de centenas ou até milhares de óvulos para, se tudo der certo, ocorrer o nascimento de um filhote viável.

        "Sabemos que a eficiência é baixa, mas estamos aprendendo que a qualidade das células a serem editadas geneticamente pode ter um papel importante no sucesso", diz Zatz. A equipe está sendo assessorada por Luiz Mauro Queiroz, brasileiro responsável pela criação dos porcos transgênicos (geneticamente modificados) da empresa eGenesis nos EUA. A equipe americana já realizou seus primeiros transplantes suíno-humanos.

        Também ainda não está totalmente claro quantas modificações no DNA são necessárias para que os órgãos de porcos sejam substitutos aceitáveis daqueles doados por pessoas.

[...]

        "Alguns grupos acreditam que seja suficiente silenciar três genes [grosso modo, regiões funcionais do DNA] dos porcos, o que tem sido a nossa proposta. Outros defendem que um só gene poderia ser suficiente ou que seja necessário introduzir genes humanos", diz a geneticista. "Somente com o seguimento dos pacientes a longo prazo será possível responder essa pergunta."

        O cirurgião Silvano Raia, da Faculdade de Medicina da USP, coordena o trabalho ao lado de Zatz e diz que o objetivo inicial do trabalho é viabilizar um xenotransplante de rim, como já aconteceu nos EUA.

        "Na hipótese de insucesso, podemos retirar o xenoenxerto não funcionante e fazer com que o paciente volte a fazer hemodiálise até que esteja em condições de receber um alotransplante [de um doador humano], para o qual terá uma prioridade que não tinha antes do xenotransplante", explica Raia.

        Esse primeiro candidato a receptor precisará ter condições clínicas para receber o órgão do suíno geneticamente modificado e, ao mesmo tempo, não ter prioridade na lista de espera por um órgão humano. "Os xenotransplantes já realizados de coração e rim seguiram essa conduta."

        De acordo com Raia, ainda é cedo para dizer se o avanço da técnica vai acabar equiparando os xenotransplantes, em termos de sucesso e riscos, aos feitos hoje com as técnicas convencionais, embora essa possibilidade exista.

        Ao menos por ora, os pacientes que receberem os órgãos suínos deverão ter de enfrentar um esquema imunossupressor mais potente e constante. Ou seja, eles farão um uso mais intenso de medicamentos que controlam o sistema de defesa de seu organismo, para que ele não rejeite o transplante como um corpo estranho.

        "Em consequência disso, a possiblidade de esse paciente se contaminar será maior, sem dúvida. Ele terá de seguir recomendações que evitem ao máximo o contato com fontes de infecção", observa o médico.

        Raia lembra ainda que pesquisas feitas anteriormente no Brasil com candidatos na fila por rim ou fígado que já tinham recebido novos órgãos mostram que 91% aceitariam um xenotransplante suíno caso fosse necessário, taxa superior à de países como a China (75%) e Turquia (43%).

Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/usp-se-prepara-para-fazer-transplantes-de-orgaos-de-porcos-para-humanos.shtm> . Acesso em: 03 mai. 2024.
De acordo com as informações presentes no texto, pode-se afirmar CORRETAMENTE que:
Alternativas
Q3220654 Fonoaudiologia
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo masculino, 25 anos, foi admitido na UTI após acidente de moto que resultou em politraumatismo, incluindo trauma cranioencefálico leve, além de lesões pulmonares que levaram à insuficiência respiratória aguda. Foi intubado e permaneceu em ventilação mecânica por 5 dias. Após a estabilização do quadro clínico, o paciente foi extubado com sucesso. O médico solicitou avaliação fonoaudiológica para identificar possíveis complicações relacionadas à deglutição.
Nesse caso, o período recomendado para que a avaliação direta da deglutição ocorra é
Alternativas
Q3220653 Fonoaudiologia
Um sinal vocal frequentemente observado em pacientes disfágicos, com penetração laríngea após ingestão de alimento, é voz
Alternativas
Q3220652 Fonoaudiologia
A abordagem fonoaudiológica em pacientes traqueostomizados é essencial na recuperação/adaptação das funções de deglutição, comunicação e respiração. Para facilitar a comunicação verbal do paciente traqueostomizado que apresenta potencial para vocalização o ideal é
Alternativas
Q3220651 Fonoaudiologia
Na fisiologia da produção vocal, à medida que o ar expirado sobe dos pulmões e se aproxima da laringe, as pregas vocais são aduzidas, gerando uma pressão contra as superfícies inferiores das pregas vocais. Isso é conhecido como
Alternativas
Q3220650 Fonoaudiologia
A mandíbula executa vários movimentos: abaixamento, elevação, protrusão, retrusão e lateralização. Qual é o músculo responsável pela elevação da mandíbula?
Alternativas
Q3220649 Fonoaudiologia
Leia o caso clínico a seguir.
Recém-nascido do sexo masculino, de mãe primigesta de 30 anos, com gestação sem intercorrências e acompanhamento pré-natal adequado. Sem relato de uso de substâncias teratogênicas, álcool ou drogas durante a gestação. Parto normal com 39 semanas. Apresentou índices de Apgar de 8 no 1º minuto e de 10 no 5º minuto. Pesou 3.400 gramas, 52 cm de comprimento e 34 cm de perímetro cefálico. Reflexos neonatais de Moro, sucção e preensão palmar presentes.
Qual o teste recomendado para a triagem auditiva desse recém-nascido?
Alternativas
Q3220648 Fonoaudiologia
Qual estrutura define o limite entre a orelha externa e a orelha média?
Alternativas
Q3220647 Fonoaudiologia
A afasia de Broca é causada por danos no lado esquerdo do cérebro, na parte posterior da circunvolução frontal inferior. A lesão nessa região resulta em
Alternativas
Q3220646 Fonoaudiologia
A fluência pode ser definida como uma progressão silábica que se faz no tempo, sem oscilações e sem inserções. Um transtorno de fluência é caracterizado por fenômenos que afetam a capacidade de falar de maneira fluente. É considerado um transtorno de fluência a aceleração do ritmo da fala, sequência de sons alterados e desorganização da fala característico da
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Q3220645 Fonoaudiologia
O sistema fonético da língua portuguesa apresenta sons surdos e sonoros. São considerados sons surdos, na língua portuguesa, 
Alternativas
Q3220642 Saúde Pública
Os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) constituem as bases para o funcionamento e a organização do sistema de saúde em nosso país. A acepção “Garantir que os serviços devem ser organizados em níveis crescentes de complexidade, circunscritos a uma determinada área geográfica, planejados a partir de critérios epidemiológicos e com definição e conhecimento da população a ser atendida” refere-se à
Alternativas
Q3204116 Fonoaudiologia
A relação entre a Fonoaudiologia e a Educação é instaurada desde o surgimento da profissão do fonoaudiólogo. A atuação do fonoaudiólogo educacional tem como proposta o trabalho voltado principalmente para a promoção da educação e da aprendizagem por meio de ações direcionadas à comunidade escolar nos diferentes níveis da vida, levando-se em consideração a realidade socioeducacional dos envolvidos. Sobre o Programa Saúde na Escola (PSE), analise as assertivas abaixo:

I. Com a intenção de promover, prevenir e atentar às questões da saúde dos estudantes da rede pública, o PSE foi instituído em 2007, no âmbito dos Ministérios da Saúde e da Educação.
II. Entre os objetivos do PSE, está o de promover a saúde e a cultura de paz com o fortalecimento das áreas da saúde e da educação pública, vinculando as ações do Sistema Único de Saúde (SUS) com as da Educação Básica pública de forma ampla (comunidade, equipamentos e recursos da localidade).
III. O PSE constitui também um ponto de atenção ambulatorial especializada em reabilitação que realiza diagnóstico, avaliação, orientação, estimulação precoce e atendimento especializado em reabilitação, concessão, adaptação e manutenção de tecnologia assistiva, constituindo-se em referência para a rede de atenção à saúde no território.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3204115 Fonoaudiologia
A motricidade orofacial inclui a avaliação, o diagnóstico e o tratamento nos diferentes ciclos de vida relacionados às funções de sucção, respiração, mastigação, parte musculoesquelética relacionada à fala e fase oral da deglutição. Sobre o tema, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3204114 Fonoaudiologia
A Saúde do Trabalhador é um campo da Saúde Coletiva que agrega conhecimentos interdisciplinares para melhor compreensão e abordagem do processo saúde-doença dos trabalhadores e cabe aos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) realizar atendimento especializado para trabalhadores com doenças ou sintomas. Sobre os CERESTs e a Vigilância em Saúde do Trabalhador, analise as assertivas abaixo:

I. Os CEREST identificam os agravos em saúde para analisar se têm ou não relação com as atividades que exercem, de modo que os resultados que vierem a ser obtidos neste local são valiosos para os sindicatos, bem como para a formulação de políticas públicas.
II. A equipe técnica dos CEREST é formada, no mínimo, por seis profissionais de nível superior, sendo ao menos dois médicos e um enfermeiro, tanto nos centros regionais, quanto nos estaduais. Entre os demais profissionais de nível superior, podem compor a equipe: engenheiro, farmacêutico, fisioterapeuta, odontólogo, terapeuta ocupacional, psicólogo, fonoaudiólogo, assistente social, entre outros.
III. DVRT (Distúrbio de Voz Relacionado ao Trabalho) é um protocolo de Vigilância em Saúde do Trabalhador, independentemente do vínculo empregatício e do tipo de inserção do trabalhador no mercado de trabalho.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3204113 Fonoaudiologia
Além de conhecer e investigar os inúmeros fatores de risco para as alterações do neurodesenvolvimento, é necessária a identificação da possível etiologia. Sob o prisma de duas esferas das possíveis causas que podem estar inter-relacionadas, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.

Coluna 1
1. FI (Fatores Intrínsecos).
2. FE (Fatores Extrínsecos).

Coluna 2
( ) Genética.
( ) Hereditariedade.
( ) Família.
( ) Escola.
( ) Aspectos biológicos.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3204112 Fonoaudiologia
A aquisição fonológica não ocorre igualmente para todas as crianças, sendo que algumas podem apresentar atrasos ou desvios nesse processo. Sobre o tema, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. Na aquisição fonológica típica, a criança gradativamente vai superando as dificuldades e acrescentando fonemas ao seu inventário fonológico conforme sua idade avança.
II. Na aquisição fonológica atípica, a alteração fonética é caracterizada por atraso na aquisição de fonemas, especialmente consoantes e encontros consonantais em idade de aquisição fonológica ou posterior a ela.
III. Durante a aquisição fonológica, é esperado que ocorram substituições e/ou omissões de fonemas (não realização de segmentos e até de estruturas silábicas complexas). 
Alternativas
Respostas
5841: C
5842: B
5843: A
5844: E
5845: B
5846: D
5847: C
5848: A
5849: B
5850: C
5851: B
5852: C
5853: A
5854: D
5855: D
5856: D
5857: A
5858: E
5859: C
5860: D