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Q3447422 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa incorreta no que diz respeito às "estratégias" para trabalhar com crianças com dislexia, disgrafia ou disortografia:
Alternativas
Q3447421 Fonoaudiologia
O transtorno relacionado às habilidades matemáticas é conhecido como discalculia, palavra que provém do grego (dis = mal) e do latim (calculare = contar). O tipo de discalculia classificada como practognóstica diz respeito à:
Alternativas
Q3447420 Fonoaudiologia
Exercícios para resistência muscular em pacientes diagnosticados com disfagia, São indicados quando ocorrem alguns dos achados clínicos como: vedamento labial incompleto, sialorreia, assimetria facial, dificuldades na mastigação, entre outros. Emitir /a/, /ã/, é um exercício para:
Alternativas
Q3447419 Fonoaudiologia
O processo de desenvolvimento humano é contínuo e a capacidade maturacional (de amadurecer) é individual. Considerando os marcos do desenvolvimento infantil, assinale a alternativa que se refere a uma característica esperada entre 24 e 36 meses de vida:
Alternativas
Q3447418 Segurança e Saúde no Trabalho
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora observará o seguinte princípio e diretrizes, entre outros:
Alternativas
Q3447417 Fonoaudiologia
É muito comum no cotidiano das equipes de Saúde que trabalham no SUS, em especial na atenção domiciliar, deparar-se com situações complexas, seja pelas características clínicas dos pacientes, seja pelas condições socioeconômicas em que se encontram. Assinale a alternativa que se refere ao elemento fundamental para a gestão do cuidado na Assistência Domiciliar, descrito abaixo:
Refere-se ao conjunto de condutas/ações/medidas, de caráter clínico ou não, propostas para dialogar com as necessidades de saúde de um sujeito individual ou coletivo, geralmente em situações mais complexas, construídas a partir da discussão de uma equipe multidisciplinar.
Alternativas
Q3447416 Fonoaudiologia
Julgue se as afirmações abaixo são verdadeiras:

I.Através da ação da Fonoaudiologia, com crianças autistas, os fonoaudiólogos auxiliam no desenvolvimento da melhora do perfil comunicativo relacionados as interações entre as crianças diagnosticadas com o transtorno do espectro autista e os adultos. Assim como, pode-se ratificar que a relevância consiste no fato que considera não apenas o quantitativo, dos atos comunicativos durante o processo avaliativo do caso, mas, deve ser analisado o predomínio de funções comunicativas.

II.A criança com autismo, pode manifestar diversos sintomas e dificuldades, consideradas anormais ou modificadas em sua interação, algumas dessas dificuldades podem ser observadas desde os três anos, as crianças autistas não se comunicam, não tem contato visual e físico, dificultando o desenvolvimento de algumas habilidades, já outras crianças com autismo leve, são capazes de produzir a comunicação verbal, mesmo em que em sua maioria, seja por repetição conhecida, como ecolalia.

III.O tipo de deficiência ou transtorno e o grau de dependência do filho influenciam diretamente na vida ocupacional das mães, dificultando a relação saudável, afetando a perspectiva de vida. Entretanto, ao conhecer o grau do autista, passa a ter uma forma de controlar e moderar o comportamento deste indivíduo, para poder estabelecer os critérios e os diagnósticos corretos.


Após análise, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3447415 Fonoaudiologia
No âmbito do SUS e a atuação do fonoaudiológica nas políticas públicas, o fonoaudiólogo participa dos serviços de média e alta complexidade atuando:
Alternativas
Q3447414 Fonoaudiologia
Os problemas de lateralidade e de direcionalidade podem ser causados por perturbações do esquema corporal, pela má organização do próprio corpo em relação ao espaço ou por desarranjos de ordem afetiva. A dominância da mão direita em conexão com o olho esquerdo é um exemplo de:
Alternativas
Q3447399 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais


Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.

À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).

Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.

"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."

O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.

As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos.

Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.

Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.

"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.

"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."

Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.

De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.

Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.

"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.

Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.

"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."

Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.

Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.

Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados.

"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.

Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.

Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.

Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.

Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo.

"O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.

"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação."


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado.
Do outro, há uma pessoa 'que' não quer perder sua autonomia e 'que' até percebe 'que' precisa de cuidados.
Morfologicamente, os termos destacados são, respectivamente:
Alternativas
Q3447398 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais


Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.

À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).

Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.

"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."

O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.

As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos.

Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.

Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.

"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.

"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."

Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.

De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.

Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.

"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.

Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.

"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."

Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.

Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.

Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados.

"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.

Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.

Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.

Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.

Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo.

"O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.

"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação."


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado.
Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação."
Assinale a opção que contenha apenas pronomes: 
Alternativas
Q3447393 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais


Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.

À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).

Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.

"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."

O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.

As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos.

Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.

Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.

"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.

"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."

Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.

De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.

Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.

"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.

Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.

"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."

Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.

Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.

Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados.

"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.

Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.

Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.

Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.

Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo.

"O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.

"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação."


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado.
 O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.
Sintaticamente, é correto afirmar que o:
Alternativas
Q3446841 Noções de Informática
O Microsoft Outlook 2016 é uma ferramenta de comunicação e gerenciamento de informações pessoais que oferece uma variedade de funções para ajudar os usuários a gerenciar seus emails, contatos, calendários e tarefas. Neste contexto, analise as afirmações:

I - Enviar, receber e organizar e-mails de várias contas de e-mail em uma única interface. Os usuários podem criar pastas, classificar e filtrar e-mails, além de usar regras para automatizar ações.
II - Não permite anexar arquivos do Microsoft Word, Excel ou PowerPoint aos e-mails, além de sincronizar informações com outros aplicativos do Microsoft Office.
Alternativas
Q3446838 Noções de Informática
Sobre a função “encaminhar” no MS-Outlook 2016, analise as afirmações abaixo:

( ) A função "Encaminhar" é usada quando você deseja compartilhar um e-mail com outra pessoa ou grupo de pessoas que não estão originalmente incluídos na conversa.
( ) O campo “Para” não deverá ser preenchido.
( ) O anexo não será mantido na mensagem.

Indique “V” para verdadeiro e “F” para falso. 
Alternativas
Q3446826 Português
Analise as sentenças a seguir em relação à regência verbal ou nominal. Assinale a alternativa em que ocorre desvio, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q3446824 Português
Considere o excerto a seguir, retirado de Uma tarde plena, de Clarice Lispector:

“Quando o saguim deu um pulo no colo da senhora, esta conteve um frisson, e o prazer encabulado de quem foi eleita. Mas os passageiros olharam-na com simpatia, aprovando o acontecimento, e, um pouco ruborizada, ela aceitou ser a tímida favorita. Não o acariciou porque não sabia se esse era o gesto a ser feito.” No excerto apresentado, a palavra “ruborizada” exprime o mesmo sentido que:
Alternativas
Q3446823 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que o emprego do acento indicativo de crase é facultativo.
Alternativas
Q3446822 Português
Considere as sentenças a seguir:

I. A vida escorre pelas mãos.
II. Tens um coração de pedra, Mariana. 
III. Para economizar água, precisamos consertar a torneira, que não para de pingar.

Verifica-se o emprego de palavras com sentido figurado apenas em:
Alternativas
Q3446821 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Sumiço de ossos em tumba de 5,5 mil anos na Suécia intriga arqueólogos 


Uma das câmaras mortuárias de pedra mais antigas da Suécia foi escavada por arqueólogos em Tiarp, perto da cidade de Falköping. Mas os pesquisadores notaram que algumas partes das pessoas enterradas no túmulo estão ausentes, como crânios e ossos da coxa. Os arqueólogos ficaram intrigados com esse sumiço – ainda mais porque estimam que a tumba de 5,5 mil anos permaneceu intocada desde a Idade da Pedra. Eles registraram os achados em 22 de dezembro de 2023 no periódico Journal of Neolithic Archaeology. 


As escavações ocorreram no ano passado e foram conduzidas por especialistas da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, e da Universidade de Kiel, na Alemanha. “É um túmulo antigo que remonta ao período Neolítico Inicial, por volta de 3500 a.C.”, diz o arqueólogo Karl-Göran Sjögren, em comunicado. Os especialistas acreditam que os crânios e ossos desaparecidos podem ter sido removidos do túmulo em rituais funerários. Mas, segundo Sjögren, essa hipótese ainda não foi estudada.


Tumba diferenciada


Uma análise do material da tumba revelou que o local contém ossos das mãos e dos pés, além de fragmentos de ossadas das costelas e dentes. Mas há pouquíssimos crânios e ossos maiores, como os da coxa e do braço. “Isso difere do que geralmente vemos em túmulos megalíticos, ou seja, câmaras mortuárias de pedra do período Neolítico”, avalia Sjögren. “Normalmente, os ossos ausentes são os menores das mãos e dos pés”.


Outro diferencial do túmulo é a forma com que foi construído, segundo o arqueólogo. “Há uma pequena saliência em cada extremidade. Isso é algo único entre túmulos em Falbygden”, ele diz. 


Em Falbygden, uma área geográfica de Falköping, há mais de 250 túmulos de passagem que são construídos com blocos de pedra e datam de cerca de 3,3 mil a.C. “Mas este dólmen é mais antigo”, observa o especialista. “É cerca de 200 a 150 anos mais velho do que os túmulos de passagem, tornando-o uma das câmaras mortuárias de pedra mais antigas da Suécia e de toda a Escandinávia”. 


Quem eram os mortos?


Torbjörn Ahlström, professor de Osteologia na Universidade de Lund, na Suécia, avaliou as descobertas e concluiu que os ossos são de pelo menos doze pessoas, incluindo crianças e idosos. Mas os arqueólogos ainda não sabem por que esses indivíduos morreram. “Não encontramos lesões nas pessoas enterradas, então não acreditamos que haja violência envolvida”, diz Sjögren. “Mas continuamos a estudar o DNA deles, o que mostrará se tinham alguma doença.” 


Apesar de não saberem ainda como a vida dessas pessoas acabou, os arqueólogos supõem que elas viveram da agricultura. A prática agrícola chegou a Falbygden por volta de 4 mil a.C., ou seja, cerca de 500 anos antes de o túmulo em Tiarp ser construído. “Eles viviam cultivando grãos e criando animais, consumindo produtos lácteos”, diz o arqueólogo.


Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em  <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueo
logia/noticia/2024/01/sumico-de-ossos-emtumba-de-55-mil-anos-na-suecia-intrigaarqueologos.ghtml>
Considere o excerto a seguir para responder à questão.

Outro diferencial do túmulo é a forma com que foi construído, segundo o arqueólogo. “Há uma pequena saliência em cada extremidade. Isso é algo único entre túmulos em Falbygden”, ele diz. Em Falbygden, uma área geográfica de Falköping, há mais de 250 túmulos de passagem que são construídos com blocos de pedra e datam de cerca de 3,3 mil a.C.

Em “há mais de 250 túmulos de passagem que são construídos com blocos de pedra”, o termo regido de “construídos” é:
Alternativas
Q3446820 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Sumiço de ossos em tumba de 5,5 mil anos na Suécia intriga arqueólogos 


Uma das câmaras mortuárias de pedra mais antigas da Suécia foi escavada por arqueólogos em Tiarp, perto da cidade de Falköping. Mas os pesquisadores notaram que algumas partes das pessoas enterradas no túmulo estão ausentes, como crânios e ossos da coxa. Os arqueólogos ficaram intrigados com esse sumiço – ainda mais porque estimam que a tumba de 5,5 mil anos permaneceu intocada desde a Idade da Pedra. Eles registraram os achados em 22 de dezembro de 2023 no periódico Journal of Neolithic Archaeology. 


As escavações ocorreram no ano passado e foram conduzidas por especialistas da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, e da Universidade de Kiel, na Alemanha. “É um túmulo antigo que remonta ao período Neolítico Inicial, por volta de 3500 a.C.”, diz o arqueólogo Karl-Göran Sjögren, em comunicado. Os especialistas acreditam que os crânios e ossos desaparecidos podem ter sido removidos do túmulo em rituais funerários. Mas, segundo Sjögren, essa hipótese ainda não foi estudada.


Tumba diferenciada


Uma análise do material da tumba revelou que o local contém ossos das mãos e dos pés, além de fragmentos de ossadas das costelas e dentes. Mas há pouquíssimos crânios e ossos maiores, como os da coxa e do braço. “Isso difere do que geralmente vemos em túmulos megalíticos, ou seja, câmaras mortuárias de pedra do período Neolítico”, avalia Sjögren. “Normalmente, os ossos ausentes são os menores das mãos e dos pés”.


Outro diferencial do túmulo é a forma com que foi construído, segundo o arqueólogo. “Há uma pequena saliência em cada extremidade. Isso é algo único entre túmulos em Falbygden”, ele diz. 


Em Falbygden, uma área geográfica de Falköping, há mais de 250 túmulos de passagem que são construídos com blocos de pedra e datam de cerca de 3,3 mil a.C. “Mas este dólmen é mais antigo”, observa o especialista. “É cerca de 200 a 150 anos mais velho do que os túmulos de passagem, tornando-o uma das câmaras mortuárias de pedra mais antigas da Suécia e de toda a Escandinávia”. 


Quem eram os mortos?


Torbjörn Ahlström, professor de Osteologia na Universidade de Lund, na Suécia, avaliou as descobertas e concluiu que os ossos são de pelo menos doze pessoas, incluindo crianças e idosos. Mas os arqueólogos ainda não sabem por que esses indivíduos morreram. “Não encontramos lesões nas pessoas enterradas, então não acreditamos que haja violência envolvida”, diz Sjögren. “Mas continuamos a estudar o DNA deles, o que mostrará se tinham alguma doença.” 


Apesar de não saberem ainda como a vida dessas pessoas acabou, os arqueólogos supõem que elas viveram da agricultura. A prática agrícola chegou a Falbygden por volta de 4 mil a.C., ou seja, cerca de 500 anos antes de o túmulo em Tiarp ser construído. “Eles viviam cultivando grãos e criando animais, consumindo produtos lácteos”, diz o arqueólogo.


Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em  <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueo
logia/noticia/2024/01/sumico-de-ossos-emtumba-de-55-mil-anos-na-suecia-intrigaarqueologos.ghtml>
Considere o excerto a seguir para responder à questão.

Outro diferencial do túmulo é a forma com que foi construído, segundo o arqueólogo. “Há uma pequena saliência em cada extremidade. Isso é algo único entre túmulos em Falbygden”, ele diz. Em Falbygden, uma área geográfica de Falköping, há mais de 250 túmulos de passagem que são construídos com blocos de pedra e datam de cerca de 3,3 mil a.C.

As palavras “outro”, “cada” e “algo”, que ocorrem no contexto apresentado, são classificadas gramaticalmente e respectivamente como:
Alternativas
Respostas
4921: C
4922: C
4923: E
4924: C
4925: A
4926: D
4927: A
4928: D
4929: E
4930: E
4931: E
4932: A
4933: B
4934: A
4935: C
4936: E
4937: D
4938: D
4939: D
4940: A