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O relato traz elementos que apontam o não atendimento ao princípio do Sistema Único de Saúde (SUS) denominado
e
da face ABCD.
O ponto Q localiza-se na intersecção das diagonais
e
da face DCFE.
Na situação descrita, a medida do perímetro do triângulo PCQ, em centímetros, é
Sabendo-se que a soma das idades dos três é igual a 75 anos, a parte da herança que caberá ao mais velho entre eles é de
Leia o texto para responder à questão.
A humanidade se divide em dois grupos. Um com bilhões de pessoas, que sabem que o futuro da espécie está fadado a ocorrer aqui na superfície da Terra. O outro grupo, minúsculo, acredita que nosso futuro está em outros planetas, talvez Marte, onde deveríamos estabelecer colônias.
Construir o foguete e pousar em Marte é factível com a tecnologia atual. Mas será que o ser humano aguenta a viagem de meses? Se não aguentar, o plano vai por água abaixo, pois não existe no horizonte engenharia capaz de criar um ser humano adaptado à vida no foguete ou em Marte. A novidade é um estudo que demonstrou que nosso coração já começa a deteriorar com menos de um mês funcionando sem gravidade.
Para esse estudo foram construídos pequenos corações humanos capazes de funcionar fora do corpo. São feitos de tecido cardíaco vivo, ligados a dois pontos de fixação dentro de um aparelho que tem um reservatório de alimentos.
Como o tecido muscular cardíaco está ligado a sensores presentes nos pontos de fixação, a frequência e a força de cada batimento cardíaco podem ser medidas. Tudo em tempo real. O resultado é uma caixa lacrada contendo um pequeno coração vivo.
Os cientistas enviaram para a estação espacial uma dessas caixas e mantiveram outra idêntica na Terra. A única diferença entre as duas é que uma operava na ausência de gravidade e a outra, com gravidade normal. A que foi para o espaço ficou 30 dias sem gravidade e retornou à Terra. Durante esses 30 dias, o funcionamento desses dois pequenos corações pôde ser comparado.
A conclusão é que o coração humano deteriora e envelhece rapidamente na ausência de gravidade. Isso, é claro, se torna um grande risco para viagens que duram meses, como a que pretende levar seres humanos até Marte. Problemas semelhantes ocorrem nos rins dos astronautas e no sistema imune, mas ainda não foram bem estudados. Me parece que resolver esses problemas antes de enviar pessoas a Marte é um desafio mais complicado do que construir os foguetes. E pode atrasar muito, ou mesmo tornar impossível, longas viagens espaciais.
(Fernando Reinach. www.estadao.com.br, 28.10.2024. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Existem várias formas de preconceito. Uma primeira distinção útil é aquela entre preconceitos individuais e preconceitos coletivos. Neste momento, não estou interessado nos preconceitos individuais, tais como as superstições, as crenças no azar, na maldição, no mau-olhado, que nos induzem a cruzar os dedos e a carregar folhas de arruda, ou a não realizar certas ações, como viajar às sextas-feiras ou sentar-se à mesa em treze pessoas, a buscar apoio em amuletos para afastar o azar ou em talismās para trazer sorte. Não me interesso por isso porque são crenças mais ou menos inócuas, que não têm a periculosidade social dos preconceitos coletivos.
Chamo de preconceitos coletivos aqueles que são compartilhados por um grupo social inteiro e estão dirigidos a outro grupo social. A periculosidade dos preconceitos coletivos depende do fato de que muitos conflitos entre grupos, que podem até mesmo degenerar na violência, derivam do modo distorcido com que um grupo social julga o outro, gerando incompreensão, rivalidade, inimizade, desprezo ou escárnio. Geralmente, este juízo distorcido é recíproco, e em ambas as partes é tão mais forte quanto mais intensa é a identificação entre os membros individuais e o próprio grupo. A identificação com o próprio grupo faz com que se perceba o outro como diverso, ou mesmo como hostil. Para esta identificação-contraposição contribui precisamente o preconceito, ou seja, o juízo negativo que os membros de um grupo fazem das características do grupo rival.
Os preconceitos de grupo são inumeráveis, mas os dois historicamente mais relevantes e influentes são o preconceito nacional e o preconceito de classe. Não é por outro motivo que os grandes conflitos que marcaram a história da humanidade são os derivados das guerras entre nações ou povos (ou também raças) e da luta de classes. Não há nação que não traga nas costas uma ideia persistente, tenaz e dificilmente modificável da própria identidade, que se apoiaria em sua pretensa e presumida diversidade em relação a todas as outras nações. Há uma grande diferença, às vezes uma oposição, entre o modo como um povo vê a si mesmo e o modo como é visto pelos outros povos; mas, geralmente, ambos os modos são constituídos por ideias fixas, por generalizações superficiais (todos os alemães são prepotentes, todos os italianos são espertalhões etc.), que precisamente por isso são chamadas de “estereótipos”.
(Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e outros escritos morais, 1998. Adaptado)
( ) Determinar a existência da deficiência auditiva quanto ao tipo, grau e configuração.
( ) Auxiliar no diagnóstico diferencial das lesões de orelha média e orelha interna.
( ) Fornecer informações para estabelecer a causa da deficiência auditiva.
( ) Fornecer informações para o processo de habilitação e reabilitação, e aconselhamento ao indivíduo de acordo com a postura do mesmo frente ao plano de tratamento.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1
1. Som nasal (humming). 2. Técnica mastigatória. 3. Empuxo. 4. Fonação inspiratória.
Coluna 2
( ) Contração rápida e voluntária de um grupo muscular (braços) favorece a contração de outros, como a laringe.
( ) Aumenta a propriocepção da ressonância oronasal e reduz o foco laríngeo.
( ) A mecânica é feita com a retração das pregas vocais.
( ) Esse movimento com vocalização leva a voz para uma produção mais natural.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Compensação justa e adequada. II. Direitos trabalhistas garantidos e iguais para todos. III. Ambiente seguro com boas condições de trabalho.
Quais estão corretos?
( ) Lábio superior hiperdesenvolvido.
( ) Lábio inferior espesso e com eversão.
( ) Língua flácida, com postura habitual de repouso modificada.
( ) Palato ogival e protrusão dos dentes incisivos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Territorialidade, respeitando as realidades e as diversidades existentes no espaço sob responsabilidade compartilhada.
II. Interdisciplinaridade e intersetorialidade, permitindo a progressiva ampliação da troca de saberes entre diferentes profissões e a articulação das ações executadas pelos sistemas de saúde e de educação, com vistas à atenção integral à saúde dos estudantes.
III. Integralidade, tratando a saúde e educação integrais como parte de uma formação ampla para a cidadania e o usufruto pleno dos direitos humanos, fortalecendo o enfrentamento das vulnerabilidades que possam comprometer o pleno desenvolvimento do estudante.
Quais estão corretas?
( ) A amamentação exclusiva é considerada um fator de proteção contra o risco de morte e hospitalização por desnutrição e doenças infecciosas em crianças menores de seis meses.
( ) Metade de todos os episódios de diarreia e um terço das infecções respiratórias poderiam ser prevenidas pela amamentação.
( ) Crianças em aleitamento materno apresentam uma diminuição da incidência de otite média aguda, infecção urinária e sepse.
( ) A mulher que amamenta imediatamente após o nascimento do bebê tem redução considerável do risco de hemorragia pós-parto.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: