Questões de Concurso Comentadas para fonoaudiólogo

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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425436 Fonoaudiologia
Um homem de 65 anos começou a perceber dificuldade de ouvir ao longo dos últimos cinco anos. Sua queixa era: “Eu escuto, mas não entendo”. Ele apresentava muita dificuldade de manter uma conversação em ambientes ruidosos e/ou com muita reverberação. Realizou audiometria tonal liminar, audiometria vocal e imitanciometria. Na avaliação otorrinolaringológica, foi diagnosticado com presbiacusia. Os resultados dos exames audiológicos indicativos da perda auditiva, respectivamente, foram: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425435 Fonoaudiologia
O potencial evocado de tronco encefálico (PEATE) é um teste de grande importância na detecção precoce de alterações auditivas periféricas e centrais. Na interpretação dos achados do PEATE no protocolo de neurodiagnóstico, o espectro da neuropatia auditiva terá como característica(s): 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425433 Fonoaudiologia
A formação superior tem buscado diminuir a lacuna entre a teoria e a prática, utilizando para tanto as metodologias ativas de: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425432 Fonoaudiologia
A residência em saúde tem por objetivo a formação de profissionais por meio do ensino em serviço. Nesse contexto, o profissional que exerce o papel de preceptor tem por atribuição: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425431 Fonoaudiologia
Mulher de 35 anos, professora, relata queixa de esforço à fonação acompanhada de dor em região de laringe e falhas na voz. A avaliação perceptivo-auditiva evidenciou voz rugosa e de pitch grave e a avaliação laringológica identificou lesão sugestiva de cisto epidermoide. 
Na fonoterapia dessa paciente, foi indicada a realização de estimulação elétrica nervosa transcutânea associada a exercícios vocais com o objetivo de: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425430 Fonoaudiologia
Mulher de 35 anos, professora, relata queixa de esforço à fonação acompanhada de dor em região de laringe e falhas na voz. A avaliação perceptivo-auditiva evidenciou voz rugosa e de pitch grave e a avaliação laringológica identificou lesão sugestiva de cisto epidermoide. 
A justificativa fisiopatológica para os achados da avaliação perceptivo-auditiva, respectivamente, são: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425429 Fonoaudiologia
Mulher de 47 anos é encaminhada para acompanhamento fonoaudiológico queixando-se de perda da voz com momentos de melhora e piora dos sintomas. Na avaliação perceptivo-auditiva, foi observada alteração importante de qualidade vocal, com voz tensa estrangulada, sonoridade intermitente e foco ressonantal laringofaríngeo abafado. Diante da suspeita de disfonia psicogênica, dois aspectos presentes que podem contribuir para a confirmação diagnóstica são:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425428 Fonoaudiologia
A radioterapia impacta negativamente na qualidade de vida do paciente, que pode sofrer diversos efeitos colaterais de acordo com a modalidade utilizada. Esses efeitos podem ser tardios ou agudos e o fonoaudiólogo deverá ser capaz de avaliar e intervir nas alterações da fala, da voz, da deglutição e da mastigação, sempre considerando o conceito dos efeitos colaterais. Uma associação correta entre efeito colateral e conceito, respectivamente, corresponde a:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425427 Fonoaudiologia
Homem de 52 anos, com histórico de tabagismo e etilismo, foi acometido por carcinoma de laringe. Por conta do estadiamento do tumor, uma parte da laringe foi resseccionada por meio de laringectomia parcial vertical. O tumor infiltrou a comissura anterior e uma pequena extensão da prega vocal oposta, necessitando realizar ressecção da quilha da cartilagem da tireoide, lesão tumoral e uma aritenoide. Nesse caso, o nome da laringectomia parcial vertical realizada é: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425426 Fonoaudiologia
Paciente de 25 anos ficou tetraplégica após trauma raquimedular. Permanece internada na unidade de terapia intensiva desde então, traqueostomizada, dependente de ventilação mecânica invasiva e sem proposta de desmame ventilatório devido ao déficit de força muscular global.
Durante a discussão multidisciplinar do caso, a equipe questiona sobre a possibilidade do uso de válvula de fala Passy-Muir. As características do uso dessa válvula e do modo ventilatório PSV, respectivamente, são:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425425 Fonoaudiologia
Paciente de 25 anos ficou tetraplégica após trauma raquimedular. Permanece internada na unidade de terapia intensiva desde então, traqueostomizada, dependente de ventilação mecânica invasiva e sem proposta de desmame ventilatório devido ao déficit de força muscular global.
O médico assistente solicitou à fonoaudióloga avaliação sobre a possibilidade de alimentação via oral. Os parâmetros ventilatórios que são recomendados para minimizar interferências da ventilação mecânica na deglutição durante a avaliação correspondem a: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425424 Fonoaudiologia
São achados das disartrias e das apraxias, respectivamente:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425423 Fonoaudiologia

Paciente de 39 anos foi internado para investigação diagnóstica após ter acordado com hemiparesia à direita e dificuldade para se comunicar. Foi diagnosticada pequena lesão cerebral, caracterizando acidente vascular encefálico isquêmico. Após ter realizado avaliação da linguagem oral, o fonoaudiólogo concluiu que o paciente apresentava afasia condutiva.

Durante a internação, foi realizada fonoterapia duas vezes na semana. A família do paciente, presente e ativa durante toda a internação, mostrou-se muito ansiosa sobre o processo de recuperação da linguagem. As informações que devem ser dadas à família em relação ao prognóstico de reabilitação linguística incluem que há chances do caso evoluir:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425422 Fonoaudiologia

Paciente de 39 anos foi internado para investigação diagnóstica após ter acordado com hemiparesia à direita e dificuldade para se comunicar. Foi diagnosticada pequena lesão cerebral, caracterizando acidente vascular encefálico isquêmico. Após ter realizado avaliação da linguagem oral, o fonoaudiólogo concluiu que o paciente apresentava afasia condutiva.

De acordo com o diagnóstico fonoaudiológico, o desempenho de emissão, compreensão e repetição esperado durante a avaliação de linguagem, respectivamente, é: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425421 Fonoaudiologia
Considere um paciente encaminhado pelo neurologista para avaliação fonoaudiológica com queixa de disfagia, que realizou videofluoroscopia da deglutição com o seguinte laudo: “Avaliação com a consistência líquida (IDDSI 0) evidenciou dinâmica orofaríngea adequada, sem sinais de penetração/aspiração laringotraqueal. Com as consistências pastosa (IDDSI 4) e sólida (IDDSI 7), foi observada fase oral e dinâmica hiolaríngea adequadas, cinco deglutições por oferta e estase faríngea, com penetração laríngea após a deglutição. Diante do laudo da videofluoroscopia apresentado, as estratégias terapêuticas que devem ser indicadas são: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425420 Fonoaudiologia
Uma paciente foi internada na enfermaria da clínica médica para investigação etiológica de paralisia facial. A avaliação fonoaudiológica evidenciou redução da mobilidade dos músculos frontal, corrugador do supercílio, prócero, levantador da asa do nariz, orbicular dos olhos e da boca, zigomático, risório e bucinador. Não foram encontradas alterações de sensibilidade. O tipo de paralisia facial encontrado, a via motora lesionada e a terapêutica adequada para esse caso, respectivamente, são: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425419 Fonoaudiologia
No boletim operatório de um paciente submetido à endarterectomia de carótida direita, havia relato de grande manipulação do nervo laríngeo recorrente e hipoglosso. Nesse caso, espera-se que os achados estruturais encontrados e a alteração funcional correspondente, respectivamente, sejam: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425418 Fonoaudiologia
 O distúrbio alimentar pediátrico (DAP) ocorre quando a criança não apresenta uma ingestão oral adequada para a idade, podendo estar relacionado a questões médicas, nutricionais, psicossociais e/ou a questões de habilidade alimentar. Considerando esses quatro domínios, para contribuir no manejo desse perfil de paciente, o fonoaudiólogo deve:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425417 Fonoaudiologia
Menina de 2 anos e 6 meses foi encaminhada para avaliação fonoaudiológica devido a dificuldades na alimentação desde o início da introdução alimentar. A mãe relata que a criança apresenta engasgos frequentes, recusa alimentar para sólidos e fadiga durante as refeições. No exame clínico, observaram-se hipotonia orofacial, atraso no desenvolvimento das habilidades mastigatórias e escape anterior de alimento durante a deglutição. A criança tem diagnóstico de disfagia orofaríngea pediátrica de grau moderado, com risco de aspiração para líquidos finos. Com base no caso clínico, a estratégia que pode ser utilizada para auxiliar no tratamento dessa disfagia é: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425416 Fonoaudiologia
A avaliação clínica fonoaudiológica da disfagia infantil é dividida em anamnese, avaliação estrutural e avaliação funcional. Para cada tipo de avaliação, existe uma estratégia adequada para obter o melhor panorama da execução da função avaliada. Na avaliação estrutural, o fonoaudiólogo deve:
Alternativas
Respostas
2721: D
2722: A
2723: D
2724: B
2725: B
2726: C
2727: A
2728: A
2729: B
2730: C
2731: B
2732: D
2733: A
2734: B
2735: B
2736: D
2737: C
2738: A
2739: D
2740: C