Questões de Concurso Comentadas para arquiteto

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Q961413 Arquitetura
Para o uso mais racional e de maior aproveitamento dos espaços internos dos depósitos, pode-se afirmar que, anteriormente ao planejamento e decisões quanto à escolha de um determinado sistema de armazenamento, são necessárias considerações do ponto de vista logístico no que diz respeito a mercadorias, ou seja, ao material a ser armazenado e ao escoamento de produtos, fazendo-se necessária uma ligação entre o planejamento do setor administrativo e de organização espacial. A aplicação das diferentes formas de armazenagem dentro dos depósitos depende das seguintes decisões:
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Q961411 Arquitetura
O homem cria coisas para seu uso pessoal; seu corpo é, portanto, a referência dimensional para aquilo que constrói. Assim foram consideradas naturalmente, nos tempos antigos, as partes do corpo humano como fundamento para todas as unidades de medida. Ainda hoje conseguimos dar melhor ideia da dimensão de um objeto, quando utilizamos expressões com referências corporais humanas como altura de um homem, tantas braças de comprimento, tantos pés de largura, entre outros. A adoção do metro encerrou todas essas unidades de medidas, resultando na aplicação de uma unidade de medida precisa. Aquele que deseja dominar técnicas de projetos e construções precisa se familiarizar com noções e percepções de escalas e proporções, de forma que para cada desenho ou projeto, os tamanhos dos objetos e os espações compreendidos entre estes sejam adequados e funcionais. Deve conhecer o tamanho de aparelhos, utensílios, vestimentas, equipamentos que o homem utiliza, para poder dimensionar os móveis ou peças destinadas a contê-los. O arquiteto precisa conhecer o espaço que uma pessoa necessita entre peças de mobiliário de uma cozinha, sala de jantar, biblioteca, para possibilitar comodidade de trabalho sem desperdício de área. Quando abordamos a questão sobre dimensões, tamanhos, proporções e escala, é correto afirmar que:
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Q961400 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
O termo “que” dos segmentos em destaque apresenta-se com classificação morfológica DIFERENTE dos demais em:
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Q961399 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
Pode-se afirmar que o segundo parágrafo do texto transcrito
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Q961398 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
O verbo haver possui inúmeras acepções, a forma apresentada na locução “Há de haver uma razão que explique tamanha ruína.” (1º§) está de acordo com a exigência linguística da norma culta da língua assim como em:
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Q961397 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
Mantendo a correção linguística e a coesão textual, assinale a reescrita correta para o trecho “Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução.” (1º§)
Alternativas
Q961396 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
Acerca das indagações que dão início ao trecho transcrito pode-se afirmar que:
Alternativas
Q940106 Arquitetura

Imagem associada para resolução da questão


Considerando os símbolos precedentes, numerados de 1 a 7, e a NBR 9050:2015, assinale a opção correta.

Alternativas
Q940102 Arquitetura
Com relação ao sistema construtivo e estrutural, assinale a opção correta.
Alternativas
Q940100 Arquitetura
Em relação ao ar-condicionado, assinale a opção correta.
Alternativas
Q940099 Arquitetura
Com relação a noções básicas de prevenção contra incêndio e saída de emergência, assinale a opção correta.
Alternativas
Q940098 Arquitetura
A respeito de instalações elétricas, assinale a opção correta.
Alternativas
Q940096 Arquitetura
No que se refere a projetos de arquitetura para edifícios, assinale a opção correta.
Alternativas
Q940095 Arquitetura
Com relação ao uso de concreto, aço e pré-fabricados na construção, assinale a opção correta.
Alternativas
Q940093 Arquitetura
Com relação a iluminação e conforto luminoso, assinale a opção correta.
Alternativas
Q940090 Arquitetura

Quando uma onda de pressões sonoras encontra um obstáculo ⎯ por exemplo, uma parede ⎯, o choque que se segue ao nível molecular faz parte de sua energia retornar em forma de uma onda de pressões refletida, de modo que o restante dessa energia produza uma vibração das moléculas do novo meio, o que gera a impressão de que a parede absorveu parte do som incidente.

Conrado S. de Marco. Elementos de acústica arquitetônica. São Paulo: Ed. Nobel, 1982 (com adaptações).


Tendo como referência inicial o texto precedente, assinale a opção correta com relação à acústica em edificações.

Alternativas
Q940089 Arquitetura
No que se refere a conforto térmico, assinale a opção correta.
Alternativas
Q940088 Arquitetura

Na atualidade, a complexidade das paisagens urbanas tem levado o projeto paisagístico a extrapolar suas condicionantes e qualificações tradicionais para, simultaneamente, considerá-las integradas, de acordo com a concepção de que a paisagem, por si só, está relacionada a diversos campos disciplinares.

I. Farah, M. Schlee e R. Tardin (orgs.). Arquitetura paisagística contemporânea no Brasil. São Paulo: Ed. Senac, 2010, p. 21.


Considerando o texto apresentado e os assuntos a ele relacionados, assinale a opção correta.

Alternativas
Q940087 Arquitetura

A coordenação modular em arquitetura é definida como método ou abordagem de projeto com elementos construtivos dimensionados a partir de uma unidade de medida comum. A unidade, chamada de módulo, define as dimensões e proporções dos elementos, estabelecendo uma relação de dependência entre eles e o produto final, a edificação.

M. Ferreira et al. Coordenação modular e arquitetura: tecnologia, inovação e sustentabilidade. Internet:<http://usp.br/nutal> (com adaptações).


Tendo como referência inicial o texto precedente, assinale a opção correta com relação a modulação, racionalização e temas correlatos.

Alternativas
Q940086 Arquitetura
No que se refere à geometria da curva circular, o comprimento do arco de círculo desde o ponto de curva (PC) até o ponto de tangente (PT) é a definição
Alternativas
Respostas
12501: D
12502: C
12503: C
12504: A
12505: B
12506: D
12507: B
12508: B
12509: B
12510: D
12511: D
12512: E
12513: A
12514: B
12515: B
12516: D
12517: C
12518: B
12519: E
12520: D