Questões de Concurso Comentadas para condutor de veículo de emergência terrestre

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Q3665261 Português

Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão



Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

Assinale a alternativa que explica a expressão sublinhada no trecho “Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel. 
Alternativas
Q3665260 Português

Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão



Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

O título “Mussum: o filmis” acerta em priorizar o lado humano do artista” pode ser explicado ao longo do texto, pois: 
Alternativas
Q3665259 Português

Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão



Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

Pode-se dizer que na introdução do texto, a intenção do autor é de:  
Alternativas
Q3665258 Português

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Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

Sobre a estrutura do texto, podemos classificá-lo como predominantemente: 
Alternativas
Q3665257 Português

Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão



Mussum: O Filmis acerta ao priorizar o lado humano do artista Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira


André Zulani


Quase nenhuma cinebiografia passa ilesa de críticas. Seja por explorar demais as polêmicas de um indivíduo ou por usar de menos a tal fidelidade histórica, levar a trajetória de um ídolo amado (ou odiado) para as telas sempre vai causar controvérsias. No caso de Mussum: O Filmis, a falta de detalhes sobre os principais momentos da vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes, popularmente conhecido como Mussum, não é capaz de derrubar a força de seu elenco.


Nascido e criado nas favelas do Rio de Janeiro, Carlinhos, como era chamado antes de se tornar o ídolo de Os Trapalhões, era uma criança destinada ao estrelato. A origem humilde nunca o impediu de buscar seus sonhos, e a influência da mãe, dona Malvina (Cacau Potássio/Neusa Borges) o levou a priorizar a educação para nunca ficar para trás em um país marcado pelo racismo e desigualdade.


Desde o início, o roteiro escrito por Paulo Cursino mostra que a prioridade de Mussum: O Filmis não é preparar o terreno para a entrada triunfal do comediante que marcou gerações. Aqui, Carlinhos é a grande estrela, e sua trajetória é tão ou mais importante do que os feitos do artista na música, com Os Originais do Samba, ou na TV, com Os Trapalhões.


Dar ênfase em sua vida e dilemas pessoais faz com que as passagens pela vida pública de Mussum pareçam um tanto rasas. Com exceção da crise sobre continuar no Os Originais do Samba ou abraçar de vez o seu talento como humorista, todas as fases do artista na TV e no cinema passam tão rápido quanto um easter egg em um filme da Marvel.


Sendo Mussum tão marcante para a TV brasileira, o diretor Silvio Guindane toma a decisão acertada de dar mais ênfase ao nascimento do personagem e à veia cômica de Antônio Carlos que o fez ganhar, aos poucos, cada vez mais espaço como humorista. Da primeira participação em um programa ao lado de Grande Otelo (Nando Cunha) à parceria com Chico Anysio (Vanderlei Benardino) nos primórdios da Escola do Professor Raimundo, ver o ídolo ganhar vida é um dos grandes méritos da produção.


Para quem se apaixonou por Mussum por seu trabalho em Os Trapalhões, o longa pode ficar aquém dos elogios que recebeu desde que começou a sua trajetória em festivais. As conhecidas desavenças entre o grupo também formado por Didi (Gero Camilo), Dedé (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader), potencializada pela ascensão quase meteórica do quarteto na Rede Globo, são apenas pinceladas em um filme no qual Carlinhos nunca deixa de ser o astro.


Ao não ficar refém do legado de Os Trapalhões, Ailton Graça tem espaço para brilhar como Carlinhos e como Mussum. Se Yuri Marçal e Thawan Lucas fazem jus às suas escalações como a versão jovem do protagonista, Graça rouba para si todo o destaque. Em sua pele, Mussum deixa de ser apenas um personagem cômico e se torna um ícone apaixonante.


Embora seja a alma do filme, Graça tem em Neusa Borges uma força da natureza que eleva a qualidade da produção em cada cena em que aparece. Se Dona Malvina foi o motor que ajudou Antônio Carlos a se tornar o homem que conhecemos, a parceria da atriz com o protagonista injeta drama à narrativa e faz da dupla o maior trunfo do longa.


Passados quase 30 anos da morte do astro, Mussum: O Filmis se prova uma cinebiografia necessária sobre um dos principais ícones do humor brasileiro. O trabalho de Mussum pode ser encontrando com uma breve pesquisa na internet, mas o longa cumpre muito bem a sua principal missão: apresentar Antônio Carlos Bernardes Gomes ao mundo.



(Fonte: https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/mussum-o-filmis-critica)

No subtítulo do texto “Ailton Graça faz da cinebiografia a obra máxima de sua carreira”, a intenção do autor ao utilizar o adjetivo sublinhado foi: 
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Q1145141 História e Geografia de Estados e Municípios

Grande parte do relevo de Linhares caracteriza-se pela topografia plana, formando uma planície de aluvião, e no centro, o Rio Doce cavou os últimos quilômetros do seu curso. A erosão fluvial cavou também o leito ocupado hoje pela Lagoa Juparanã.


Do ponto de vista da geografia física, Linhares apresenta as regiões Serrana, Tabuliforme e Costeira. A região que possui o maior domínio territorial é a:

Alternativas
Q1145140 Atualidades

Observe:


Imagem associada para resolução da questão


Estrutura do PIB no município de Linhares – 2016 (https://linhares.es.gov.br/economia/).


Embora a agropecuária represente no gráfico a menor fatia na composição do PIB de Linhares, empresas produtoras e exportadoras de frutas se destacam pela sua participação significativa na economia e pela geração de emprego, colocando o município de Linhares no lugar de: 

Alternativas
Q1145139 Atualidades

Durante todo o período de chuvas, as equipes de profissionais da prefeitura de Linhares estão mobilizadas na execução de limpeza de ruas e avenidas, além da desobstrução de bueiros a fim de evitar pontos de alagamento e minimizar os efeitos da chuva. 


Imagem associada para resolução da questão

https://linhares.es.gov.br/2020/01/22/chuvas-equipes-de-limpezaintensificam-desobstrucao-dos-bueiros-de-linhares/


É um esforço conjunto de toda a prefeitura, e o trabalho conta com a participação direta dos profissionais da:

Alternativas
Q1145138 História e Geografia de Estados e Municípios
No dia 31 de dezembro de 1943, houve um fato muito festejado pelos linharenses: por decisão do Governo do Estado, o município de Linhares foi restabelecido e desligado do (da):
Alternativas
Q1145137 Segurança e Transporte

Dependendo do tipo de transporte que um condutor irá dirigir, há EPIs destinados a cada tipo de carga e transporte. Há um que, apesar de ser mais utilizado por profissionais que atuam em rodovias, também é um equipamento importante para os motoristas, principalmente motoristas de caminhões de transporte de passageiros. Esse EPI permite que o profissional seja visto em uma distância de até 300 metros, evitando acidentes, especialmente em ambientes com a visibilidade ruim, como no caso de neblina ou fumaça. Assim, ao precisar sair do veículo no acostamento para verificar algum problema, por exemplo, esse EPI sinaliza a presença do motorista.


O texto refere-se ao:

Alternativas
Q1145136 Segurança e Transporte

Extintores de incêndio são aparelhos portáteis, de utilização imediata, para serem usados em princípios de incêndios, fabricados em diferente tamanhos e indicados segundo suas características, para uma ou mais classes de incêndio. Quando instalados devem estar visíveis, desobstruídos e sinalizados, além de serem inspecionados constantemente.

O extintor de incêndio deve ser manuseado conforme as etapas abaixo descritas. Use a numeração de 1 a 4 para ordenar a maneira correta da sua utilização.


( ) é preciso romper o lacre puxando e torcendo o pino de segurança.

( ) deve-se retirar o aparelho do suporte levando-o até o local do fogo.

( ) acionar o gatilho até o fim do curso atacando o fogo em sua base.

( ) deve-se retirar a mangueira ou difusor do apoio e direcionar para a área do incêndio.


A numeração correta é, respectivamente:

Alternativas
Q1145135 Segurança e Transporte

As medidas de prevenção e combate de incêndio estão ligadas a elementos de precaução contra o princípio de um incêndio. Portanto, as técnicas de prevenção de incêndio têm como objetivos:


I- a propagação inicial do incêndio;

II- a limitação do crescimento do incêndio e sua propagação para outras áreas;

III- a evacuação segura do local do incêndio;

IV- a rapidez, eficiência e segurança das operações de combate e resgate;


Dos itens acima mencionados, estão corretos, apenas:

Alternativas
Q1145134 Noções de Primeiros Socorros

Observe a seguinte situação: Jovem, 24 anos, atropelada, lançada a 2 metros de distância, faz corte no braço esquerdo, leve hemorragia, sem outros ferimentos.


Nessa situação, para conter uma pequena hemorragia, o método mais indicado é:

Alternativas
Q1145133 Noções de Primeiros Socorros

Aconteceu um caso inusitado: uma ambulância atropelou uma senhora de 65 anos que atravessava uma rua deserta, sem olhar para os lados. O condutor e o enfermeiro saíram do veículo, imediatamente, para prestar os primeiros socorros. Tomaram as providências necessárias conforme preveem os manuais dos socorristas. Por tratar-se de lugar isolado, por estar conduzindo veículo de emergência, o condutor tomou a decisão de remover a vítima para o carro e levá-la para o hospital mais próximo. Antes de removê-la, foram observados os seguintes procedimentos:


I- Restauração ou manutenção das funções respiratória e circulatória.

II- Verificação de existência e gravidade de lesões.

III- Prevenção e controle de estado de choque.

IV- Imobilização dos pontos de fratura, luxação ou entorse.

V- Movimentação do corpo e a cabeça do acidentado verificando se há fratura da cervical.


Dos itens acima descritos, estão corretos, apenas:

Alternativas
Q1145132 Noções de Primeiros Socorros
Carlos, motorista da prefeitura, transportava dois funcionários em um veículo de passeio; em instantes, perdeu a direção e chocou-se com um poste. Sem ferimentos aparente, conseguiu retirar seu cinto de segurança e saiu do veículo. De acordo com a orientação de todos os manuais de primeiros socorros, a primeira providência de Carlos foi:
Alternativas
Q1145131 Legislação de Trânsito
A omissão de socorro no trânsito, além de ser uma infração de trânsito, pode, ainda, se constituir crime de trânsito sob pena de detenção. De acordo com o artigo 304 do CTB, “Deixar o condutor do veículo, na ocasião do acidente, de prestar imediato socorro à vítima, ou, não podendo fazê-lo diretamente, por justa causa, deixar de solicitar auxílio da autoridade pública”, se o fato não constituir elemento de crime mais grave, o condutor estará sujeito a:
Alternativas
Q1145130 Legislação de Trânsito
De acordo com o artigo 208 do CTB, o condutor que avançar sinal vermelho do semáforo ou o de parada obrigatória comete:
Alternativas
Q1145129 Mecânica de Autos
São peças que têm a função de impedir a entrada de impurezas no sistema mecânico do veículo; permitem que o motor funcione em seu máximo desempenho. Quando a vida útil dessas peças termina, é o momento certo para a sua troca que vai depender, normalmente, da quilometragem do veículo. Estas peças denominam-se:
Alternativas
Q1145128 Mecânica de Autos
Um bom motorista cuida do seu veículo e, além de realizar a manutenção preventiva, deve ter como rotina EXCETO:
Alternativas
Q1145127 Mecânica de Autos
Unidade responsável por provocar a ignição da mistura ar/combustível dentro do cilindro e, em consequência, sua explosão. O eletrodo que gera a faísca trabalha em temperaturas que vão de 400 a 800 graus centígrados. O lado externo da vela é recoberto com material cerâmico que age como uma capa protetora do eletrodo central. Ainda que alguns modelos tenham configuração diferente. Os motores a diesel não são dotados desta unidade. O texto refere-se ao seguinte componente da mecânica de um veículo:
Alternativas
Respostas
61: A
62: B
63: D
64: B
65: C
66: B
67: C
68: E
69: E
70: D
71: C
72: B
73: B
74: A
75: B
76: D
77: A
78: A
79: D
80: B