Questões de Concurso Comentadas para farmacêutico

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Q4011355 Português
A FILA


Para os que não desistiram


    Antes da conversão do gentio ao maravilhoso mundo digital, havia mais filas no mundo para se esperar a vez. De nascer. De morrer. De usar o telefone... De pedir perdão... Ou amor eterno.

    As pessoas madrugavam, já concebendo, resignadas, a existência clara da lógica de sempre haver mais fila do que atendimento. Havia grande fome no mundo analógico! Sobretudo, de informação. Por isso, havia a fila só para informação. Fila para saber que outra fila tinha que enfrentar, para pegar a senha para entrar noutra fila... Várias encarnações sobre as pernas cansadas. Numa sequência quase infinda, como uma Matriuska, que, ao fim, revela seu nada.

    Em todo canto havia o canto da fila. E o lugar de quem chegava por último, era sempre o da espera horrenda: o fim final... A danação eterna de esperar a vez e ser avisado: "- Por hoje só! Quem quiser, que volte amanhã e pegue a fila!"

     Receita Federal, INPS, INAMPS, COBAL, Correios, Caixa Econômica 'Foderal', Banco do Brasil, Lojas Brasileiras, vulgo LOBRÁS, veja só! (Não existia Havan!). Tudo era boca para fila, sorvedouro de gente para as infra dimensões. "- Na fila aí, minha gente! Borá lá! Se organizando... Um atrás do outro!" Conduzia a voz de comando, ao que, obedientes, perfilavam-se os peixinhos para adentrar na boca do tubarão. 

    Também eu, no meu tempo, gastei muito do cálcio de minhas pernas engrossando filas. Certa vez, a fila da vez e a conformidade (ou comorbidade) do caso, era na Caixa Econômica. Causo de ir ver se tinha direito a FGTS, Fundo de não sei o quê... auxílio... Mensagem perdida numa garrafa que fosse endereçada a mim.

-Essa fila não anda!?

-Só abre às 9. E pra triagem, ainda!

- Issé uma imoralidade! -E parece que vai chover de novo.

    A fila parecia uma cobra morta. Abandonada sobre a calçada. Começa rente à porta da Caixa... Descia as escadas. Sapateava no barro do retângulo onde jazia um jardim. Ocupava a frente das lojas ainda fechadas: a pastelaria Canarinho, Casa Rosada Tecidos, Dedé discos... Se perdia Rua da Conceição afora, umedecida pela chuva de ontem e sob ameaça de outra.

    Uma velha de saia godê florida cochilava encostada na pa-rede. Uma sacola de plástico preto presa no braço. O diabo de um velho pitava um cigarro forte. "- A essa hora, meu senhor!?". Baforejava fumaça prum lado e pro outro, como uma locomotiva incensando os presentes, que já devidamente anestesiados pelo cotidiano, nem ligavam. No 6° lugar, estava uma bonitinha. Bem feita de corpo, a diaba! Não fosse essa calça brega de oncinha e essa blusa verde-limão escrito H-u-g-o B-os-s! Réplica! Na certa!
De repente gritos e alvoroço! Algo desfez a fila ali atrás. Esbagaçou-se só o rabo da cobra morta!

    Um ladrão! Avançou na bolsa a tira colo de uma mulher baixinha. Ninguém interveio. Puxou ela pro meio da rua. Puxava a bolsa. A mulher rodopiava levada à dança pela força do ladrão.. Um cara alto, magro, cabelo de pigmaleão... Ele rodava a baixinha para esquerda e para direita e ela ia. A bolsa não. Nem se mexia... Debaixo do sovaco. Alça curta ao ombro. Via-se que era prevenida!

    E foram rodando. Rodando... Rodando. Avançando palmo a passo no meio da rua, se aproximando mais e mais da frente do banco. Duelavam agora na nossa frente. Ninguém intervinha. Fez-se grave silencio. Eu era o 13° da fila. Lugar bom, alto, perto já da escada. De onde eu estava, dava para ouvir o fungado do ladrão, já cansado. A baixinha não desistia... Aqui acolá, gritava: " Me solte, sujeito! Me solte!". Mas ele neco de soltar. Uma hora ela sede! Não posso dar o bote perdido!", devia pensar ele. Risco de linchamento, sempre tem.

     Subiram à calçada aos rodopios. O povo só afastou um pouquinho. Ninguém intervinha.

    Pisotearam o barro molhado. Na verdade, lama mesmo, dentro do retângulo com o jardim morto. Ele puxou com as últimas forças prevendo a fraqueza. Chegou a levantá-la do chão! No em falso, ela escorrega e cai. Apertou a bolsa debaixo do sovaco e pressionou com a outra mão. Foi aí que, impaciente com a resistência indevida de alguém tão pequeno, ele sabugou a mulher na lama, revirando-a de muitos modos possíveis, como faria um cachorro faminto, abocanhando uma presa.

     Ela se encorcovava quanto mais ele sacudia. A bolsa ia sumindo dentro dela, como que movediça! 

    Ele por fim, desistiu. Apontou o dedo silencioso e olhou esbugalhado para ela. Nada disse! Saiu na carreira. Talvez mais com vergonha, do que com medo.

    Ninguém interveio.

    Levantou sozinha. Batendo o barro da roupa, passada à lama. Ajeitou a blusa e a bolsa, intacta, debaixo do sovaco. Com altivez, nem olhou pro povo. Se dirigindo a mim (justo a mim! Que a reconheci no primeiro rodopio... ), pronunciou pausadamente o meu nome: "XXXXXXXXX" e disse:
-Tá vendo aí, meu filho, como são as coisas? Uma pobre velha, não tem ninguém que a defenda! Mas ele vai roubar a mãe dele, esse filho da puta! Por que eu mesmo, ele não rouba não! 
Era dona Zuíla, minha professora do ensino fundamental. Há muitas lições que se pode aprender olhando duma fila. Era a minha vez. Há ainda grande fome também no mundo digital! Sobretudo, de coragem.


(Souza, Auricélio Ferreira de. Objeto urgente: A fila p. 47, 50. São Paulo: Patuá, 2025)

Ao longo do texto o narrador fala em "fome no mundo...", utilizando-se de uma linguagem figurada. Podemos dizer que tal expressão representa emoção e sentimento distintos respectivamente representados por: 
Alternativas
Q4011354 Português
A FILA


Para os que não desistiram


    Antes da conversão do gentio ao maravilhoso mundo digital, havia mais filas no mundo para se esperar a vez. De nascer. De morrer. De usar o telefone... De pedir perdão... Ou amor eterno.

    As pessoas madrugavam, já concebendo, resignadas, a existência clara da lógica de sempre haver mais fila do que atendimento. Havia grande fome no mundo analógico! Sobretudo, de informação. Por isso, havia a fila só para informação. Fila para saber que outra fila tinha que enfrentar, para pegar a senha para entrar noutra fila... Várias encarnações sobre as pernas cansadas. Numa sequência quase infinda, como uma Matriuska, que, ao fim, revela seu nada.

    Em todo canto havia o canto da fila. E o lugar de quem chegava por último, era sempre o da espera horrenda: o fim final... A danação eterna de esperar a vez e ser avisado: "- Por hoje só! Quem quiser, que volte amanhã e pegue a fila!"

     Receita Federal, INPS, INAMPS, COBAL, Correios, Caixa Econômica 'Foderal', Banco do Brasil, Lojas Brasileiras, vulgo LOBRÁS, veja só! (Não existia Havan!). Tudo era boca para fila, sorvedouro de gente para as infra dimensões. "- Na fila aí, minha gente! Borá lá! Se organizando... Um atrás do outro!" Conduzia a voz de comando, ao que, obedientes, perfilavam-se os peixinhos para adentrar na boca do tubarão. 

    Também eu, no meu tempo, gastei muito do cálcio de minhas pernas engrossando filas. Certa vez, a fila da vez e a conformidade (ou comorbidade) do caso, era na Caixa Econômica. Causo de ir ver se tinha direito a FGTS, Fundo de não sei o quê... auxílio... Mensagem perdida numa garrafa que fosse endereçada a mim.

-Essa fila não anda!?

-Só abre às 9. E pra triagem, ainda!

- Issé uma imoralidade! -E parece que vai chover de novo.

    A fila parecia uma cobra morta. Abandonada sobre a calçada. Começa rente à porta da Caixa... Descia as escadas. Sapateava no barro do retângulo onde jazia um jardim. Ocupava a frente das lojas ainda fechadas: a pastelaria Canarinho, Casa Rosada Tecidos, Dedé discos... Se perdia Rua da Conceição afora, umedecida pela chuva de ontem e sob ameaça de outra.

    Uma velha de saia godê florida cochilava encostada na pa-rede. Uma sacola de plástico preto presa no braço. O diabo de um velho pitava um cigarro forte. "- A essa hora, meu senhor!?". Baforejava fumaça prum lado e pro outro, como uma locomotiva incensando os presentes, que já devidamente anestesiados pelo cotidiano, nem ligavam. No 6° lugar, estava uma bonitinha. Bem feita de corpo, a diaba! Não fosse essa calça brega de oncinha e essa blusa verde-limão escrito H-u-g-o B-os-s! Réplica! Na certa!
De repente gritos e alvoroço! Algo desfez a fila ali atrás. Esbagaçou-se só o rabo da cobra morta!

    Um ladrão! Avançou na bolsa a tira colo de uma mulher baixinha. Ninguém interveio. Puxou ela pro meio da rua. Puxava a bolsa. A mulher rodopiava levada à dança pela força do ladrão.. Um cara alto, magro, cabelo de pigmaleão... Ele rodava a baixinha para esquerda e para direita e ela ia. A bolsa não. Nem se mexia... Debaixo do sovaco. Alça curta ao ombro. Via-se que era prevenida!

    E foram rodando. Rodando... Rodando. Avançando palmo a passo no meio da rua, se aproximando mais e mais da frente do banco. Duelavam agora na nossa frente. Ninguém intervinha. Fez-se grave silencio. Eu era o 13° da fila. Lugar bom, alto, perto já da escada. De onde eu estava, dava para ouvir o fungado do ladrão, já cansado. A baixinha não desistia... Aqui acolá, gritava: " Me solte, sujeito! Me solte!". Mas ele neco de soltar. Uma hora ela sede! Não posso dar o bote perdido!", devia pensar ele. Risco de linchamento, sempre tem.

     Subiram à calçada aos rodopios. O povo só afastou um pouquinho. Ninguém intervinha.

    Pisotearam o barro molhado. Na verdade, lama mesmo, dentro do retângulo com o jardim morto. Ele puxou com as últimas forças prevendo a fraqueza. Chegou a levantá-la do chão! No em falso, ela escorrega e cai. Apertou a bolsa debaixo do sovaco e pressionou com a outra mão. Foi aí que, impaciente com a resistência indevida de alguém tão pequeno, ele sabugou a mulher na lama, revirando-a de muitos modos possíveis, como faria um cachorro faminto, abocanhando uma presa.

     Ela se encorcovava quanto mais ele sacudia. A bolsa ia sumindo dentro dela, como que movediça! 

    Ele por fim, desistiu. Apontou o dedo silencioso e olhou esbugalhado para ela. Nada disse! Saiu na carreira. Talvez mais com vergonha, do que com medo.

    Ninguém interveio.

    Levantou sozinha. Batendo o barro da roupa, passada à lama. Ajeitou a blusa e a bolsa, intacta, debaixo do sovaco. Com altivez, nem olhou pro povo. Se dirigindo a mim (justo a mim! Que a reconheci no primeiro rodopio... ), pronunciou pausadamente o meu nome: "XXXXXXXXX" e disse:
-Tá vendo aí, meu filho, como são as coisas? Uma pobre velha, não tem ninguém que a defenda! Mas ele vai roubar a mãe dele, esse filho da puta! Por que eu mesmo, ele não rouba não! 
Era dona Zuíla, minha professora do ensino fundamental. Há muitas lições que se pode aprender olhando duma fila. Era a minha vez. Há ainda grande fome também no mundo digital! Sobretudo, de coragem.


(Souza, Auricélio Ferreira de. Objeto urgente: A fila p. 47, 50. São Paulo: Patuá, 2025)

Numa sequência quase infinda, como uma Matriuska, que, ao fim, revela seu nada. Esse fragmento possui seu sentido expresso em: 
Alternativas
Q4000233 Farmácia
No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a assistência farmacêutica é organizada em componentes que estruturam o financiamento e a responsabilidade pela oferta de medicamentos. Sobre essa organização, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000232 Farmácia
Um hospital universitário está revisando sua lista de medicamentos padronizados. Durante a reunião da Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT), foi proposta a inclusão de um novo anti-hipertensivo de alto custo, com eficácia terapêutica sem vantagem clínica relevante em relação aos já disponíveis, porém com maior comodidade posológica (dose única diária). Considerando os princípios de seleção e padronização de medicamentos, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000231 Farmácia
 Em um hospital público, o farmacêutico observou aumento no número de notificações de reações adversas associadas a um antibiótico recentemente incorporado ao protocolo institucional. Paralelamente, foi identificado que o medicamento estava sendo prescrito fora das indicações padronizadas e em doses superiores às recomendadas, sendo necessária a análise sistemática do padrão de prescrição e uso do medicamento na instituição. Diante dessa situação, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000230 Administração Geral
Em uma avaliação farmacoeconômica, dois medicamentos apresentam benefícios clínicos que foram convertidos em valores monetários no tratamento de uma doença crônica. Em um estudo de análise custo-benefício, os desfechos clínicos foram convertidos em valores monetários. Observou-se que: Medicamento A: custo total de R$ 10.000 por paciente; benefício estimado em R$ 18.000. Medicamento B: custo total de R$ 8.000 por paciente; benefício estimado em R$ 11.000. Com base nesses dados, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000229 Farmácia
Sobre o uso de medicamentos em pacientes com insuficiência renal e insuficiência hepática, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000228 Farmácia
Sobre a relação entre farmacodinâmica e metabolismo hepático de medicamentos, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000227 Farmácia
No contexto da prática da farmácia clínica e da atenção farmacêutica, analise as afirmativas abaixo:

I - A atenção farmacêutica é centrada no medicamento e tem como objetivo principal garantir o cumprimento da prescrição médica.

II - A farmácia clínica envolve a identificação, prevenção e resolução de problemas relacionados a medicamentos (PRMs), visando otimizar resultados terapêuticos.

III - A conciliação medicamentosa é uma estratégia clínica que reduz discrepâncias terapêuticas durante transições do cuidado.

IV - A intervenção farmacêutica deve ser registrada e documentada, independentemente de ter sido aceita ou não pela equipe médica.


Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4000226 Farmácia
Um hospital oncológico iniciou o preparo centralizado de quimioterápicos antineoplásicos injetáveis em sua farmácia hospitalar. Durante uma auditoria interna, foi observado que um técnico de farmácia realizava a reconstituição de um frasco-ampola de ciclofosfamida em uma sala comum de manipulação, utilizando apenas luvas de procedimento e máscara cirúrgica. O ambiente não possuía cabine de segurança biológica, nem pressão negativa. Considerando as boas práticas de manipulação de antineoplásicos e as normas sanitárias vigentes, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4000225 Farmácia
O controle de qualidade é uma etapa fundamental na produção de medicamentos, garantindo que os produtos atendam aos padrões de segurança, eficácia e qualidade estabelecidos pela legislação sanitária. Sobre controle de qualidade na indústria farmacêutica, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000224 Farmácia
Sobre farmacovigilância, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000223 Farmácia
A unitarização de medicamentos é um processo fundamental para a segurança do paciente em ambiente hospitalar, pois consiste em preparar as doses de medicamentos sólidos e líquidos de forma individualizada, prontas para administração. Com base nas boas práticas e na legislação sanitária vigente sobre o tema, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4000222 Farmácia
Em relação às definições e normas técnicas para manipulação de fórmulas magistrais e oficinais em farmácias, conforme a RDC nº 67, de 8 de outubro de 2007, e seus compêndios oficiais, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000221 Farmácia
Um hospital geral de médio porte implantou o sistema de dispensação por dose unitária na clínica médica, visando aumentar a segurança do paciente e reduzir erros de medicação. Durante a rotina, o farmacêutico hospitalar recebe comprimidos de captopril 25 mg em embalagem primária tipo blister original do fabricante. Para atender à prescrição médica, será necessária a dispensação de comprimidos individualizados para cada paciente, devidamente identificados com nome do medicamento, dose, lote e validade. Considerando as normas sanitárias e as boas práticas em farmácia hospitalar, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000220 Farmácia
Sobre a estabilidade de formulações extemporâneas manipuladas em farmácias, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000219 Farmácia
Em relação aos sistemas de distribuição de medicamentos em ambiente hospitalar, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000218 Farmácia
Um paciente está em uso de um antibiótico cuja faixa terapêutica plasmática é de 10 a 20 mg/L. Após monitorização terapêutica, foi medida concentração plasmática de 5 mg/L em estado de equilíbrio. Considerando que o fármaco apresenta farmacocinética linear, qual deve ser a nova dose para atingir concentração aproximada de 15 mg/L, sabendo que a dose atual é de 500 mg a cada 12 horas, desconsiderando limitações de apresentação farmacêutica? 
Alternativas
Q4000217 Farmácia
João é farmacêutico responsável técnico por uma drogaria localizada em um bairro movimentado da cidade. Durante uma fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Farmácia (CRF), foram constatadas as seguintes situações no estabelecimento:

I - O farmacêutico não estava presente no momento da fiscalização, e não havia qualquer comunicado ao CRF sobre sua ausência ou sobre a existência de um farmacêutico substituto.

II - Medicamentos sujeitos a controle especial (Portaria 344/98) estavam armazenados em local visível e de livre acesso ao público, fora do balcão de atendimento.

III - Um funcionário da drogaria, sem formação farmacêutica, estava orientando clientes sobre o uso de medicamentos isentos de prescrição.


Considerando as disposições da Lei nº 13.021/2014 (que dispõe sobre o exercício e a fiscalização das atividades farmacêuticas) e o Código de Ética Farmacêutico, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000216 Farmácia
De acordo com o Código de Ética Farmacêutico (Resolução CFF nº 724/2022), assinale a alternativa que apresenta um dever fundamental do farmacêutico no exercício de sua profissão:
Alternativas
Respostas
421: A
422: C
423: B
424: D
425: D
426: B
427: E
428: A
429: A
430: D
431: A
432: C
433: B
434: D
435: C
436: E
437: A
438: E
439: C
440: B