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Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2010 - UFPR - Jornalista |
Q78237 Jornalismo
Ao analisar problemas éticos no jornalismo, Karam afirma que "a ética não pode estar subordinada exclusivamente à cultura nem taticamente à política, tampouco a critérios pessoais". Segundo ele, há uma forma de a ética se movimentar no campo jornalístico. Essa forma compreende:

1. Adotar um projeto de liberdade.
2. Levar em conta a totalidade e a singularidade dos fatos.
3. Agir no sentido de que a particularidade transite para a universalidade e vice-versa.
4. Ter por objetivo primeiro a liberdade de expressão.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2010 - UFPR - Jornalista |
Q78236 Jornalismo
Com relação ao gênero jornalístico "livro-reportagem", identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) O livro-reportagem é um veículo de comunicação não periódico que se firmou no cenário jornalístico contemporâneo em função da redução do espaço para a publicação de reportagens impressas. Além disso, o livro-reportagem vai além das fronteiras da imprensa cotidiana e, muitas vezes, casa muito bem os recursos jornalísticos e os recursos literários, tornando-se, por sua inovação, no entendimento de vários autores, um gênero jornalístico alternativo.
( ) Influenciado pelo novo jornalismo norte-americano, o livro-reportagem firmou-se nos Estados Unidos na década de 60, embora tenha precursores em décadas anteriores, como é o caso de "Hiroshima", de John Hersey. No Brasil, o boom do livro-reportagem ocorreu apenas nos anos 90, após o período da ditadura militar.
( ) Nelson Traquina, Nilson Lage e José Marques de Melo estão entre os autores de livro-reportagem no Brasil que imprimiram ao gênero uma visão nacionalista e se destacam pela publicação de biografias e casos investigativos.
( ) Cremilda Medina, em seu livro "Entrevista - O Diálogo Possível", localiza cinco subgêneros da entrevista: a entrevista conceitual, a entrevista enquete, a entrevista investigativa, a confrontação-polemização e o perfil humanizado. Todos esses subgêneros são encontrados em livros-reportagem com maior facilidade do que na mídia regular.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2010 - UFPR - Jornalista |
Q78234 Jornalismo
Considere as seguintes características:

1. Texto expressionista e subjetividade exacerbada.
2. Predominância da forma narrativa e humanização do relato.
3. Texto de natureza impressionista e objetividade dos fatos narrados.
4. Predominância da forma descritiva e desumanização do relato.
5. Texto literário e alta subjetividade.

Na teoria do jornalismo, são estabelecidas para o gênero reportagem as características:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2010 - UFPR - Jornalista |
Q78232 Comunicação Social
A narrativa jornalística não é regida pelo imaginário, como a literatura de ficção, mas sim por outros fatores. A respeito do assunto, quais das alternativas a seguir apresentam esses fatores?

1. A realidade factual do dia a dia.
2. Os pontos rítmicos do cotidiano.
3. As simulações dos acontecimentos.
4. As reproduções de versões dos fatos.
5. As opiniões do veículo de comunicação.

A narrativa jornalística é regida:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2010 - UFPR - Jornalista |
Q78231 Jornalismo
Com relação à questão da objetividade no jornalismo, considere as seguintes afirmativas:

1. O conceito de objetividade jornalística, apesar das críticas que recebe por parte de diversos autores, continua sendo um dos elementos-chave para se compreender a ideologia mantida pelo modelo liberal da imprensa.

2. A objetividade jornalística está mais caracterizada em veículos como rádio e televisão do que na imprensa escrita.

3. O novo jornalismo (new journalism) norte-americano produziu, nos anos 70, a crise do conceito de objetividade, ao promover a subjetivação narcisista do real.

4. Alguns manuais de redação e autores afirmam que não existe objetividade em jornalismo, mas que isso não exime o jornalista da obrigação de ser o mais objetivo possível.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2010 - UFPR - Jornalista |
Q78230 Jornalismo
Considere as frases abaixo, retiradas de matérias jornalísticas, e assinale a alternativa em que as normas adotadas são as mais adequadas para se redigirem textos noticiosos impressos.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2010 - UFPR - Jornalista |
Q78229 Jornalismo
A Escola de Frankfurt se constitui numa das principais linhas teóricas de análise dos meios de comunicação, conhecida como teoria crítica. A respeito do assunto, considere os seguintes fatores:

1. Caráter ideológico dos fatos.
2. Caráter histórico do objeto percebido.
3. Caráter mercantil da comunicação.
4. Caráter histórico do órgão perceptivo.

Para os teóricos críticos, os fatos apreendidos pelos sentidos são pré-fabricados devido aos fatores:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2010 - UFPR - Jornalista |
Q78228 Jornalismo
A teoria funcionalista indica algumas funções da comunicação de massa em relação aos indivíduos. A respeito do assunto, identifique se as alternativas a seguir são funções da teoria funcionalista, assinalando-as como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) Atribuição de posição social e de prestígio às pessoas e aos grupos que são objeto de atenção por parte dos meios de comunicação de massa.
( ) Reforço do prestígio daqueles que se identificam com o valor socialmente difundido de serem pessoas bem informadas.
( ) Reforço das normas sociais vigentes.
( ) Consumo de informações como fator de manipulação da opinião pública.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2010 - UFPR - Jornalista |
Q78227 Jornalismo
Considere os seguintes elementos envolvidos no processo comunicativo:

1. As fontes de informação.
2. O conteúdo transmitido.
3. O público atingido.
4. A satisfação do público atingido.

Entre esses elementos, quais são abordados nas pesquisas sobre o consumo dos meios de massa?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2010 - UFPR - Jornalista |
Q78225 Jornalismo
Em relação a alguns conceitos ligados à ética jornalística, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2010 - UFPR - Jornalista |
Q78224 Jornalismo
Ao tratar da definição de linguagem jornalística, Lage considera que "definir é restringir um conceito", e a partir dessa ideia aponta as restrições que se aplicam a esse tipo de linguagem. Nesse sentido, considere as seguintes restrições:

1. Os registros da linguagem.
2. A técnica do lead.
3. O processo de comunicação.
4. A objetividade.
5. Os compromissos ideológicos.

O autor relaciona à definição de linguagem jornalística as restrições:
Alternativas
Q78103 Espanhol
GOBIERNOS DEBEN IMPULSAR TECNOLOGÍAS DE LA INFORMACIÓN

INFORME ONU - 2009

GINEBRA - La Unión Internacional de Telecomunicaciones (UIT), dependiente de la ONU, pidió hoy a los gobiernos que
adopten medidas de apoyo simples e inmediatas para impulsar las tecnologías de la información.
Esta recomendación se incluye en un informe elaborado por la UIT, la Organización de Cooperación y Desarrollo
Económicos (OCDE), el Banco Mundial y varias empresas como Ericsson e Intel, que se presentó el lunes con motivo de la
inauguración de la feria de telecomunicaciones Telecom World 2009, que se celebra hasta el viernes en Ginebra.
El informe considera que es poco probable que el sector privado se encuentre en situación de poder impulsar por sí solo un
amplio desarrollo de las infraestructuras por lo que pide a los gobiernos que apoyen este sector. Les recomienda también que
muestren cautela a la hora de escoger las tecnologías que decidan impulsar.
La UIT asegura que la crisis no ha menguado la demanda de servicios de telecomunicaciones.
"Los sectores móvil y de satélites han mostrado una notable resistencia, mientras que la demanda de conexiones fijas y
móviles de alta velocidad sigue impulsando el incremento de abonos en todo el mundo, incluidos Brasil, China y los Estados
Unidos", apunta el informe.
El informe pronostica además que en los próximos cinco años la demanda de instalación de fibra óptica aumentará un
tercio. En total prevé un crecimiento del 50 por ciento para el sector de las telecomunicaciones en los próximos diez años, gracias
sobre todo a la industria del entretenimiento.
El secretario general de Naciones Unidas, Ban Ki-moon, apuntó que los países en vías de desarrollo deben participar en los
avances tecnológicos. "Los países en vías de desarrollo deben participar también como pioneros en este área" apuntó Ban.
La Telecom World 2009 contará hasta el viernes con la presencia de 50 expositores y 40.000 participantes de todo el
mundo.

(http://internetblog.emol.com/archives/2009/10/informe_onu_gob.asp)

Considerando las informaciones del texto, se puede decir que:
Alternativas
Q78102 Espanhol
GOBIERNOS DEBEN IMPULSAR TECNOLOGÍAS DE LA INFORMACIÓN

INFORME ONU - 2009

GINEBRA - La Unión Internacional de Telecomunicaciones (UIT), dependiente de la ONU, pidió hoy a los gobiernos que
adopten medidas de apoyo simples e inmediatas para impulsar las tecnologías de la información.
Esta recomendación se incluye en un informe elaborado por la UIT, la Organización de Cooperación y Desarrollo
Económicos (OCDE), el Banco Mundial y varias empresas como Ericsson e Intel, que se presentó el lunes con motivo de la
inauguración de la feria de telecomunicaciones Telecom World 2009, que se celebra hasta el viernes en Ginebra.
El informe considera que es poco probable que el sector privado se encuentre en situación de poder impulsar por sí solo un
amplio desarrollo de las infraestructuras por lo que pide a los gobiernos que apoyen este sector. Les recomienda también que
muestren cautela a la hora de escoger las tecnologías que decidan impulsar.
La UIT asegura que la crisis no ha menguado la demanda de servicios de telecomunicaciones.
"Los sectores móvil y de satélites han mostrado una notable resistencia, mientras que la demanda de conexiones fijas y
móviles de alta velocidad sigue impulsando el incremento de abonos en todo el mundo, incluidos Brasil, China y los Estados
Unidos", apunta el informe.
El informe pronostica además que en los próximos cinco años la demanda de instalación de fibra óptica aumentará un
tercio. En total prevé un crecimiento del 50 por ciento para el sector de las telecomunicaciones en los próximos diez años, gracias
sobre todo a la industria del entretenimiento.
El secretario general de Naciones Unidas, Ban Ki-moon, apuntó que los países en vías de desarrollo deben participar en los
avances tecnológicos. "Los países en vías de desarrollo deben participar también como pioneros en este área" apuntó Ban.
La Telecom World 2009 contará hasta el viernes con la presencia de 50 expositores y 40.000 participantes de todo el
mundo.

(http://internetblog.emol.com/archives/2009/10/informe_onu_gob.asp)

Con base en el texto, se puede decir que:
Alternativas
Q78101 Espanhol
CAMBIO CLIMÁTICO TENDRÁ EFECTOS DISPARES EN EL HAMBRE
El Mercurio / Chile

Lunes, 22 de Febrero de 2010

En los próximos años, el calentamiento global y su efecto sobre el clima tendrán un duro impacto sobre los precios de los
alimentos y el hambre en el mundo, afirmó un estudio presentado este fin de semana en la reunión anual de la Asociación
Estadounidense para el Avance de las Ciencias (AAAS, su sigla en inglés), en San Diego, California. Pero así como sus
consecuencias serán especialmente duras para muchos sectores, habrá otros que resultarán beneficiados por la situación, indicó
el estudio realizado por científicos del Programa de Seguridad Alimentaria y Ambiente de la Universidad de Stanford (California).
Según los investigadores, las temperaturas más altas podrían reducir de manera considerable la producción de trigo, arroz
y maíz, ingredientes básicos en la dieta de millones de personas que subsisten con un ingreso de menos de un dólar diario. La
escasez resultante de esas cosechas probablemente empuje al alza los precios de los alimentos y aumente la pobreza de amplios
sectores. Sin embargo, otros grupos, especialmente de agricultores, saldrán de la pobreza como consecuencia del alza de precios
de los alimentos básicos que producen, según David Lobell, experto en asuntos agrícolas de Stanford. "El impacto sobre la
pobreza no depende sólo de los precios de los alimentos, sino también de los ingresos que tiene la gente pobre". Según el
científico, la mayoría de las proyecciones dan por sentado que con el alza de los alimentos se incrementará paralelamente la
pobreza, porque las personas de escasos recursos gastan la mayor parte de sus ingresos en esos alimentos. Sin embargo, señaló,
"hay algunos que cultivan su propia tierra y en realidad resultarán beneficiados de los mayores precios de los alimentos". Un efecto
que alza de 1,5 grado en la temperatura en los próximos 20 años provocaría una baja en la productividad agrícola de 10 a 20%, y
un aumento de 10 a 60% en los precios del arroz, el trigo y el maíz.

(http://blogs.elmercurio.com/cienciaytecnologia/2010/02/22/el-cambio-climatico-tendra-efe.asp)

De acuerdo con el texto, señala V para las proposiciones verdaderas y F para las proposiciones falsas.

( ) El calentamiento global significará el aumento de la pobreza en los sectores productivos de la agricultura.

( ) La reducción en la producción de alimentos, a causa del calentamiento global, podrá beneficiar algunos agricultores pobres.

( ) La reducción en la producción de alimentos significará un aumento significativo en los niveles de pobreza de los que viven con menos de 1 dólar al día.

Ahora, señala la alternativa que presenta la secuencia correcta, de arriba para abajo.
Alternativas
Q78100 Espanhol
CAMBIO CLIMÁTICO TENDRÁ EFECTOS DISPARES EN EL HAMBRE
El Mercurio / Chile

Lunes, 22 de Febrero de 2010

En los próximos años, el calentamiento global y su efecto sobre el clima tendrán un duro impacto sobre los precios de los
alimentos y el hambre en el mundo, afirmó un estudio presentado este fin de semana en la reunión anual de la Asociación
Estadounidense para el Avance de las Ciencias (AAAS, su sigla en inglés), en San Diego, California. Pero así como sus
consecuencias serán especialmente duras para muchos sectores, habrá otros que resultarán beneficiados por la situación, indicó
el estudio realizado por científicos del Programa de Seguridad Alimentaria y Ambiente de la Universidad de Stanford (California).
Según los investigadores, las temperaturas más altas podrían reducir de manera considerable la producción de trigo, arroz
y maíz, ingredientes básicos en la dieta de millones de personas que subsisten con un ingreso de menos de un dólar diario. La
escasez resultante de esas cosechas probablemente empuje al alza los precios de los alimentos y aumente la pobreza de amplios
sectores. Sin embargo, otros grupos, especialmente de agricultores, saldrán de la pobreza como consecuencia del alza de precios
de los alimentos básicos que producen, según David Lobell, experto en asuntos agrícolas de Stanford. "El impacto sobre la
pobreza no depende sólo de los precios de los alimentos, sino también de los ingresos que tiene la gente pobre". Según el
científico, la mayoría de las proyecciones dan por sentado que con el alza de los alimentos se incrementará paralelamente la
pobreza, porque las personas de escasos recursos gastan la mayor parte de sus ingresos en esos alimentos. Sin embargo, señaló,
"hay algunos que cultivan su propia tierra y en realidad resultarán beneficiados de los mayores precios de los alimentos". Un efecto
que alza de 1,5 grado en la temperatura en los próximos 20 años provocaría una baja en la productividad agrícola de 10 a 20%, y
un aumento de 10 a 60% en los precios del arroz, el trigo y el maíz.

(http://blogs.elmercurio.com/cienciaytecnologia/2010/02/22/el-cambio-climatico-tendra-efe.asp)

Según el texto, se puede concluir que:
Alternativas
Q78098 Espanhol
EL LADO POSITIVO DE LA PARÁLISIS POR EL VOLCÁN: OCIO FORZOSO

Muchos pasajeros han optado por bajar el ritmo y disfrutar los días que están varados
The New York Times / LA NACIÓN [Traducción de Jaime Arrambide]

20 de abril de 2010

LONDRES - No hay nada mejor que una gigantesca nube de ceniza volcánica que obliga a cancelar los vuelos en toda
Europa para convertir este mundo vertiginoso y globalizado en un lugar más íntimo, pausado y acogedor.
Por supuesto que entre los cientos de miles de viajeros que esta semana se vieron obligados a permanecer lejos de sus
familias y sus hogares cundieron el estrés y la ansiedad. Estamos acostumbrados a poder ir a donde queramos y conseguir lo que
queramos cuando queramos, gracias a la fenomenal red de transporte mundial. Sin ella, en más de un sentido, estamos perdidos.
Pero como al fin y al cabo no había a quién culpar de la actual contingencia y había muy poco que se pudiera hacer para
solucionarla, muchos viajeros que se encuentran en esta ciudad han descubierto que este ocio forzoso es como un respiro de las
presiones y el vértigo de la vida en el siglo XXI.
No se oía, obviamente, el rugir del motor de los aviones en el cielo. Pero hay más: debido a que desde hace cuatro días
Londres vive un fantástico clima primaveral, ésta ha sido una oportunidad para caminar sin andar a las corridas, un ritmo de vida
que no se experimentaba desde hacía 25 años. (Expongo mi caso personal: volé a Londres para lo que sería apenas una escala
nocturna, el miércoles por la noche, y aquí estoy desde entonces.) Birgit Wittenstein, una cardióloga pediatra de Kiel, Alemania,
vino a Londres para asistir a una importante conferencia y debería haber vuelto a casa el jueves, el primer día en que los vuelos
fueron cancelados. El viernes, estaba en pánico. "Pensé: tengo que salir de acá y volver a casa", dijo, y explicó que su hijo cumplió
6 años el sábado. Entonces, sucedió algo casi mágico. "Tardé 24 horas en tomar conciencia y decirme: «Bueno, tengo un poco de
tiempo libre para hacer compras y leer» por primera vez en seis años", afirmó Wittenstein mientras pasaba las páginas de una
novela de Salman Rushdie y se tomaba un café en el soleado domingo londinense. Wittenstein aprovechó los últimos dos días
para encontrarse con viejos amigos, ver un espectáculo, hacer sobremesa después del desayuno y realizar largas caminatas por
Hyde Park. Incluso se compró una cámara para tomar fotos, algo que no había hecho en dos años de viajes de trabajo. Hoy
espera volver a Alemania en tren, ya que logró comprar un pasaje. [.]

(http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1255745)

Según el texto, se puede concluir que:
Alternativas
Q78097 Espanhol
EL LADO POSITIVO DE LA PARÁLISIS POR EL VOLCÁN: OCIO FORZOSO

Muchos pasajeros han optado por bajar el ritmo y disfrutar los días que están varados
The New York Times / LA NACIÓN [Traducción de Jaime Arrambide]

20 de abril de 2010

LONDRES - No hay nada mejor que una gigantesca nube de ceniza volcánica que obliga a cancelar los vuelos en toda
Europa para convertir este mundo vertiginoso y globalizado en un lugar más íntimo, pausado y acogedor.
Por supuesto que entre los cientos de miles de viajeros que esta semana se vieron obligados a permanecer lejos de sus
familias y sus hogares cundieron el estrés y la ansiedad. Estamos acostumbrados a poder ir a donde queramos y conseguir lo que
queramos cuando queramos, gracias a la fenomenal red de transporte mundial. Sin ella, en más de un sentido, estamos perdidos.
Pero como al fin y al cabo no había a quién culpar de la actual contingencia y había muy poco que se pudiera hacer para
solucionarla, muchos viajeros que se encuentran en esta ciudad han descubierto que este ocio forzoso es como un respiro de las
presiones y el vértigo de la vida en el siglo XXI.
No se oía, obviamente, el rugir del motor de los aviones en el cielo. Pero hay más: debido a que desde hace cuatro días
Londres vive un fantástico clima primaveral, ésta ha sido una oportunidad para caminar sin andar a las corridas, un ritmo de vida
que no se experimentaba desde hacía 25 años. (Expongo mi caso personal: volé a Londres para lo que sería apenas una escala
nocturna, el miércoles por la noche, y aquí estoy desde entonces.) Birgit Wittenstein, una cardióloga pediatra de Kiel, Alemania,
vino a Londres para asistir a una importante conferencia y debería haber vuelto a casa el jueves, el primer día en que los vuelos
fueron cancelados. El viernes, estaba en pánico. "Pensé: tengo que salir de acá y volver a casa", dijo, y explicó que su hijo cumplió
6 años el sábado. Entonces, sucedió algo casi mágico. "Tardé 24 horas en tomar conciencia y decirme: «Bueno, tengo un poco de
tiempo libre para hacer compras y leer» por primera vez en seis años", afirmó Wittenstein mientras pasaba las páginas de una
novela de Salman Rushdie y se tomaba un café en el soleado domingo londinense. Wittenstein aprovechó los últimos dos días
para encontrarse con viejos amigos, ver un espectáculo, hacer sobremesa después del desayuno y realizar largas caminatas por
Hyde Park. Incluso se compró una cámara para tomar fotos, algo que no había hecho en dos años de viajes de trabajo. Hoy
espera volver a Alemania en tren, ya que logró comprar un pasaje. [.]

(http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1255745)

De acuerdo con el texto, señala V para las proposiciones verdaderas y F para las proposiciones falsas.

( ) Birgit Wittenstein, que no tenía tiempo libre para leer y hacer compras desde que nació su hijo, hace seis años, disfrutó de su estadía forzosa en Londres.

( ) Birgit Wittenstein esperó ansiosamente volver a casa por dos días hasta que se dio cuenta de la posibilidad que tenía para hacer cosas que no pudiera hacer en los últimos seis años.

( ) Birgit Wittenstein entró en pánico después de casi dos días en Londres sin poder viajar, pues deseaba estar para el cumpleaños de su hijo que completaría 6 años aquel sábado.

( ) Birgit Wittenstein aprovechó para realizar su deseo de viajar en tren, una oportunidad que no tenía desde que empezó a hacer viajes de trabajo.

( ) Birgit Wittenstein aprovechó el final de semana soleado en Londres para ver amigos, hacer compras, ver un espectáculo, tomar un café y leer, cosas que dejó de hacer por no tener tiempo libre.

Ahora, señala la alternativa que presenta la secuencia correcta, de arriba para abajo.
Alternativas
Q78096 Espanhol
EL LADO POSITIVO DE LA PARÁLISIS POR EL VOLCÁN: OCIO FORZOSO

Muchos pasajeros han optado por bajar el ritmo y disfrutar los días que están varados
The New York Times / LA NACIÓN [Traducción de Jaime Arrambide]

20 de abril de 2010

LONDRES - No hay nada mejor que una gigantesca nube de ceniza volcánica que obliga a cancelar los vuelos en toda
Europa para convertir este mundo vertiginoso y globalizado en un lugar más íntimo, pausado y acogedor.
Por supuesto que entre los cientos de miles de viajeros que esta semana se vieron obligados a permanecer lejos de sus
familias y sus hogares cundieron el estrés y la ansiedad. Estamos acostumbrados a poder ir a donde queramos y conseguir lo que
queramos cuando queramos, gracias a la fenomenal red de transporte mundial. Sin ella, en más de un sentido, estamos perdidos.
Pero como al fin y al cabo no había a quién culpar de la actual contingencia y había muy poco que se pudiera hacer para
solucionarla, muchos viajeros que se encuentran en esta ciudad han descubierto que este ocio forzoso es como un respiro de las
presiones y el vértigo de la vida en el siglo XXI.
No se oía, obviamente, el rugir del motor de los aviones en el cielo. Pero hay más: debido a que desde hace cuatro días
Londres vive un fantástico clima primaveral, ésta ha sido una oportunidad para caminar sin andar a las corridas, un ritmo de vida
que no se experimentaba desde hacía 25 años. (Expongo mi caso personal: volé a Londres para lo que sería apenas una escala
nocturna, el miércoles por la noche, y aquí estoy desde entonces.) Birgit Wittenstein, una cardióloga pediatra de Kiel, Alemania,
vino a Londres para asistir a una importante conferencia y debería haber vuelto a casa el jueves, el primer día en que los vuelos
fueron cancelados. El viernes, estaba en pánico. "Pensé: tengo que salir de acá y volver a casa", dijo, y explicó que su hijo cumplió
6 años el sábado. Entonces, sucedió algo casi mágico. "Tardé 24 horas en tomar conciencia y decirme: «Bueno, tengo un poco de
tiempo libre para hacer compras y leer» por primera vez en seis años", afirmó Wittenstein mientras pasaba las páginas de una
novela de Salman Rushdie y se tomaba un café en el soleado domingo londinense. Wittenstein aprovechó los últimos dos días
para encontrarse con viejos amigos, ver un espectáculo, hacer sobremesa después del desayuno y realizar largas caminatas por
Hyde Park. Incluso se compró una cámara para tomar fotos, algo que no había hecho en dos años de viajes de trabajo. Hoy
espera volver a Alemania en tren, ya que logró comprar un pasaje. [.]

(http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1255745)

Según el texto, se puede afirmar que:
Alternativas
Q78095 Espanhol
EL LADO POSITIVO DE LA PARÁLISIS POR EL VOLCÁN: OCIO FORZOSO

Muchos pasajeros han optado por bajar el ritmo y disfrutar los días que están varados
The New York Times / LA NACIÓN [Traducción de Jaime Arrambide]

20 de abril de 2010

LONDRES - No hay nada mejor que una gigantesca nube de ceniza volcánica que obliga a cancelar los vuelos en toda
Europa para convertir este mundo vertiginoso y globalizado en un lugar más íntimo, pausado y acogedor.
Por supuesto que entre los cientos de miles de viajeros que esta semana se vieron obligados a permanecer lejos de sus
familias y sus hogares cundieron el estrés y la ansiedad. Estamos acostumbrados a poder ir a donde queramos y conseguir lo que
queramos cuando queramos, gracias a la fenomenal red de transporte mundial. Sin ella, en más de un sentido, estamos perdidos.
Pero como al fin y al cabo no había a quién culpar de la actual contingencia y había muy poco que se pudiera hacer para
solucionarla, muchos viajeros que se encuentran en esta ciudad han descubierto que este ocio forzoso es como un respiro de las
presiones y el vértigo de la vida en el siglo XXI.
No se oía, obviamente, el rugir del motor de los aviones en el cielo. Pero hay más: debido a que desde hace cuatro días
Londres vive un fantástico clima primaveral, ésta ha sido una oportunidad para caminar sin andar a las corridas, un ritmo de vida
que no se experimentaba desde hacía 25 años. (Expongo mi caso personal: volé a Londres para lo que sería apenas una escala
nocturna, el miércoles por la noche, y aquí estoy desde entonces.) Birgit Wittenstein, una cardióloga pediatra de Kiel, Alemania,
vino a Londres para asistir a una importante conferencia y debería haber vuelto a casa el jueves, el primer día en que los vuelos
fueron cancelados. El viernes, estaba en pánico. "Pensé: tengo que salir de acá y volver a casa", dijo, y explicó que su hijo cumplió
6 años el sábado. Entonces, sucedió algo casi mágico. "Tardé 24 horas en tomar conciencia y decirme: «Bueno, tengo un poco de
tiempo libre para hacer compras y leer» por primera vez en seis años", afirmó Wittenstein mientras pasaba las páginas de una
novela de Salman Rushdie y se tomaba un café en el soleado domingo londinense. Wittenstein aprovechó los últimos dos días
para encontrarse con viejos amigos, ver un espectáculo, hacer sobremesa después del desayuno y realizar largas caminatas por
Hyde Park. Incluso se compró una cámara para tomar fotos, algo que no había hecho en dos años de viajes de trabajo. Hoy
espera volver a Alemania en tren, ya que logró comprar un pasaje. [.]

(http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1255745)

De acuerdo con el texto, señala V para las proposiciones verdaderas y F para las proposiciones falsas según el autor del texto:

( ) El mundo vertiginoso y globalizado de hoy parece un lugar más íntimo, pausado y acogedor que el de antes del siglo XXI.

( ) Las presiones y el vértigo de la vida en el siglo XXI hacen de Londres el lugar más íntimo, pausado y acogedor de este mundo.

( ) Las presiones y el vértigo de la vida en el siglo XXI no coinciden con un ritmo de vida más pausado e íntimo.

Ahora, señala la alternativa que presenta la secuencia correcta, de arriba para abajo.
Alternativas
Q78094 Espanhol
EL LADO POSITIVO DE LA PARÁLISIS POR EL VOLCÁN: OCIO FORZOSO

Muchos pasajeros han optado por bajar el ritmo y disfrutar los días que están varados
The New York Times / LA NACIÓN [Traducción de Jaime Arrambide]

20 de abril de 2010

LONDRES - No hay nada mejor que una gigantesca nube de ceniza volcánica que obliga a cancelar los vuelos en toda
Europa para convertir este mundo vertiginoso y globalizado en un lugar más íntimo, pausado y acogedor.
Por supuesto que entre los cientos de miles de viajeros que esta semana se vieron obligados a permanecer lejos de sus
familias y sus hogares cundieron el estrés y la ansiedad. Estamos acostumbrados a poder ir a donde queramos y conseguir lo que
queramos cuando queramos, gracias a la fenomenal red de transporte mundial. Sin ella, en más de un sentido, estamos perdidos.
Pero como al fin y al cabo no había a quién culpar de la actual contingencia y había muy poco que se pudiera hacer para
solucionarla, muchos viajeros que se encuentran en esta ciudad han descubierto que este ocio forzoso es como un respiro de las
presiones y el vértigo de la vida en el siglo XXI.
No se oía, obviamente, el rugir del motor de los aviones en el cielo. Pero hay más: debido a que desde hace cuatro días
Londres vive un fantástico clima primaveral, ésta ha sido una oportunidad para caminar sin andar a las corridas, un ritmo de vida
que no se experimentaba desde hacía 25 años. (Expongo mi caso personal: volé a Londres para lo que sería apenas una escala
nocturna, el miércoles por la noche, y aquí estoy desde entonces.) Birgit Wittenstein, una cardióloga pediatra de Kiel, Alemania,
vino a Londres para asistir a una importante conferencia y debería haber vuelto a casa el jueves, el primer día en que los vuelos
fueron cancelados. El viernes, estaba en pánico. "Pensé: tengo que salir de acá y volver a casa", dijo, y explicó que su hijo cumplió
6 años el sábado. Entonces, sucedió algo casi mágico. "Tardé 24 horas en tomar conciencia y decirme: «Bueno, tengo un poco de
tiempo libre para hacer compras y leer» por primera vez en seis años", afirmó Wittenstein mientras pasaba las páginas de una
novela de Salman Rushdie y se tomaba un café en el soleado domingo londinense. Wittenstein aprovechó los últimos dos días
para encontrarse con viejos amigos, ver un espectáculo, hacer sobremesa después del desayuno y realizar largas caminatas por
Hyde Park. Incluso se compró una cámara para tomar fotos, algo que no había hecho en dos años de viajes de trabajo. Hoy
espera volver a Alemania en tren, ya que logró comprar un pasaje. [.]

(http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1255745)

Considerando la lectura del texto, se puede decir que:
Alternativas
Respostas
8601: D
8602: D
8603: E
8604: A
8605: C
8606: E
8607: E
8608: B
8609: A
8610: D
8611: C
8612: D
8613: C
8614: A
8615: B
8616: D
8617: B
8618: B
8619: A
8620: E