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Q758026 Português

Texto I

                                   Aristóteles, o defensor da instrução para a virtude

                O primeiro lógico via na escola o caminho para a vida pública e o exercício da ética.

      De todos os grandes pensadores da Grécia antiga, Aristóteles (384-322 a.C.) foi o que mais influenciou a civilização ocidental. Até hoje o modo de pensar e produzir conhecimento deve muito ao filósofo. Foi ele o fundador da ciência que ficaria conhecida como lógica e suas conclusões nessa área não tiveram contestação alguma até o século 17. Sua importância no campo da educação também é grande, mas de modo indireto. Poucos de seus textos específicos sobre o assunto chegaram a nossos dias. A contribuição de Aristóteles para o ensino está principalmente em escritos sobre outros temas.

      As principais obras de onde se pode tirar informações pedagógicas são as que tratam de política e ética. “Em ambos os casos o objetivo final era obter a virtude”, diz Carlota Boto, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. “Em suas reflexões sobre ética, Aristóteles afirma que o propósito da vida humana é a obtenção do que ele chama de vida boa. Isso significava ao mesmo tempo vida do bem e vida harmoniosa.” Ou seja, para Aristóteles, ser feliz e ser útil à comunidade eram dois objetivos sobrepostos, e ambos estavam presentes na atividade pública. O melhor governo, dizia ele, seria “aquele em que cada um melhor encontra o que necessita para ser feliz”.

(Márcio Ferrari. Disponível em: http://novaescola.org.br/formacao/aristoteles-428110.shtml. Fragmento.) 


Texto II

                          Émile Durkheim, o criador da sociologia da educação

             Para o sociólogo francês, a principal função do professor é formar cidadãos

                                 capazes de contribuir para a harmonia social.

      Em cada aluno há dois seres inseparáveis, porém distintos. Um deles seria o que o sociólogo francês Émile Durkheim (1858-1917) chamou de individual. Tal porção do sujeito – o jovem bruto –, segundo ele, é formada pelos estados mentais de cada pessoa. O desenvolvimento dessa metade do homem foi a principal função da educação até o século 19. Principalmente por meio da psicologia, entendida então como a ciência do indivíduo, os professores tentavam construir nos estudantes os valores e a moral. A caracterização do segundo ser foi o que deu projeção a Durkheim. “Ele ampliou o foco conhecido até então, considerando e estimulando também o que concebeu como o outro lado dos alunos, algo formado por um sistema de ideias que exprimem, dentro das pessoas, a sociedade de que fazem parte”, explica Dermeval Saviani, professor emérito da Universidade Estadual de Campinas.

(Márcio Ferrari. Disponível em: http://novaescola.org.br/formacao/criador-sociologia-educacao-423124.shtml. Fragmento.)

Considerando as informações e ideias apresentadas, é correto afirmar quanto aos textos I e II que:

I. Apresentam assuntos afins, com vieses diferentes.

II. A forma como são estruturados os conteúdos diferencia-se de um para o outro.

III. Utilizam um mesmo recurso que contribui para a maior confiabilidade das informações apresentadas.

IV. O texto II apresenta conteúdo complementar do texto I, indispensável para a compreensão do mesmo.

Estão corretas apenas as afirmativas

Alternativas
Q758025 Português

Texto I

                                   Aristóteles, o defensor da instrução para a virtude

                O primeiro lógico via na escola o caminho para a vida pública e o exercício da ética.

      De todos os grandes pensadores da Grécia antiga, Aristóteles (384-322 a.C.) foi o que mais influenciou a civilização ocidental. Até hoje o modo de pensar e produzir conhecimento deve muito ao filósofo. Foi ele o fundador da ciência que ficaria conhecida como lógica e suas conclusões nessa área não tiveram contestação alguma até o século 17. Sua importância no campo da educação também é grande, mas de modo indireto. Poucos de seus textos específicos sobre o assunto chegaram a nossos dias. A contribuição de Aristóteles para o ensino está principalmente em escritos sobre outros temas.

      As principais obras de onde se pode tirar informações pedagógicas são as que tratam de política e ética. “Em ambos os casos o objetivo final era obter a virtude”, diz Carlota Boto, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. “Em suas reflexões sobre ética, Aristóteles afirma que o propósito da vida humana é a obtenção do que ele chama de vida boa. Isso significava ao mesmo tempo vida do bem e vida harmoniosa.” Ou seja, para Aristóteles, ser feliz e ser útil à comunidade eram dois objetivos sobrepostos, e ambos estavam presentes na atividade pública. O melhor governo, dizia ele, seria “aquele em que cada um melhor encontra o que necessita para ser feliz”.

(Márcio Ferrari. Disponível em: http://novaescola.org.br/formacao/aristoteles-428110.shtml. Fragmento.) 


Texto II

                          Émile Durkheim, o criador da sociologia da educação

             Para o sociólogo francês, a principal função do professor é formar cidadãos

                                 capazes de contribuir para a harmonia social.

      Em cada aluno há dois seres inseparáveis, porém distintos. Um deles seria o que o sociólogo francês Émile Durkheim (1858-1917) chamou de individual. Tal porção do sujeito – o jovem bruto –, segundo ele, é formada pelos estados mentais de cada pessoa. O desenvolvimento dessa metade do homem foi a principal função da educação até o século 19. Principalmente por meio da psicologia, entendida então como a ciência do indivíduo, os professores tentavam construir nos estudantes os valores e a moral. A caracterização do segundo ser foi o que deu projeção a Durkheim. “Ele ampliou o foco conhecido até então, considerando e estimulando também o que concebeu como o outro lado dos alunos, algo formado por um sistema de ideias que exprimem, dentro das pessoas, a sociedade de que fazem parte”, explica Dermeval Saviani, professor emérito da Universidade Estadual de Campinas.

(Márcio Ferrari. Disponível em: http://novaescola.org.br/formacao/criador-sociologia-educacao-423124.shtml. Fragmento.)

Pode-se afirmar que, no texto I, a apresentação de Aristóteles se faz através de
Alternativas
Q758024 Português

                                          O que há de errado com a globalização?

           “Não é possível ter hiperglobalização, democracia e soberania nacional ao mesmo tempo”,

                                afirma Dani Rodrik, em The globalization paradox.

      O Reino Unido decide sair da União Europeia (UE), depois de uma campanha inflamada contra a imigração. A xenofobia cresce no continente, às voltas com a maior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial. Nos Estados Unidos, Donald Trump leva a candidatura presidencial republicana com uma plataforma paranoica, que prevê proibir a entrada de muçulmanos no país, deportar 11 milhões de ilegais e erguer um gigantesco muro na fronteira com o México. Pela primeira vez desde a crise de 2008, a Organização Mundial do Comércio (OMC) registra, em 2015, queda no comércio global de mercadorias. O protecionismo se torna não apenas mais popular, mas também mais difícil de desarmar. Três em cada quatro das mais de 2.500 barreiras comerciais impostas desde 2008 continuam em vigor. O estoque cresce a um ritmo de quase 100 por ano, e as medidas de abertura de mercado mal as compensam. O que deu errado com a globalização? O livre-comércio não era o atalho mais rápido para o crescimento? Não era inevitável que o mundo se tornasse mais aberto, até alcançar o fluxo livre de mercadorias, serviços, dinheiro e até pessoas?

      O plebiscito britânico mostra que não. Ele faz tremer a integração europeia, uma ideia que nasceu nos anos 1950 para evitar novas guerras e tragédias no continente. De início apenas econômico, o projeto ganhou forma política com a UE, em 1992. Era uma época em que a queda do Muro de Berlim e a globalização punham em questão as fronteiras e os Estados nacionais. A visão de mundo dominante pregava uma variante do seguinte discurso: “O Estado-nação é passado. As fronteiras desapareceram. A distância morreu. A Terra é plana. Nossas identidades não estão limitadas pelo lugar onde nascemos”. É assim, com certa ironia, que o economista turco Dani Rodrik, da Universidade Princeton, descreve os projetos de governança global, como a UE, em seu livro The globalization paradox: democracy and the future of the world economy (O paradoxo da globalização: democracia e o futuro da economia mundial). No mundo, a UE foi a instituição que levou mais longe, no plano político, o sonho global. Mas o Reino Unido sempre pensou diferente. “O interesse britânico na Europa sempre foi primariamente econômico”, dizia Rodrik já em 2011. “Sua abordagem minimalista diante da construção de instituições europeias contrasta agudamente com as metas federalistas mais ambiciosas, de França e Alemanha.”

(Helio Gurovitz, 26/06/2016. Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/helio-gurovitz/noticia/2016/06/o-que-ha-de-errado-comglobalizacao.html. Fragmento.)

Em relação ao conteúdo da citação “O Estado-nação é passado. As fronteiras desapareceram. A distância morreu. A Terra é plana. Nossas identidades não estão limitadas pelo lugar onde nascemos” (2º§), pode-se afirmar que
Alternativas
Q758022 Português

                                          O que há de errado com a globalização?

           “Não é possível ter hiperglobalização, democracia e soberania nacional ao mesmo tempo”,

                                afirma Dani Rodrik, em The globalization paradox.

      O Reino Unido decide sair da União Europeia (UE), depois de uma campanha inflamada contra a imigração. A xenofobia cresce no continente, às voltas com a maior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial. Nos Estados Unidos, Donald Trump leva a candidatura presidencial republicana com uma plataforma paranoica, que prevê proibir a entrada de muçulmanos no país, deportar 11 milhões de ilegais e erguer um gigantesco muro na fronteira com o México. Pela primeira vez desde a crise de 2008, a Organização Mundial do Comércio (OMC) registra, em 2015, queda no comércio global de mercadorias. O protecionismo se torna não apenas mais popular, mas também mais difícil de desarmar. Três em cada quatro das mais de 2.500 barreiras comerciais impostas desde 2008 continuam em vigor. O estoque cresce a um ritmo de quase 100 por ano, e as medidas de abertura de mercado mal as compensam. O que deu errado com a globalização? O livre-comércio não era o atalho mais rápido para o crescimento? Não era inevitável que o mundo se tornasse mais aberto, até alcançar o fluxo livre de mercadorias, serviços, dinheiro e até pessoas?

      O plebiscito britânico mostra que não. Ele faz tremer a integração europeia, uma ideia que nasceu nos anos 1950 para evitar novas guerras e tragédias no continente. De início apenas econômico, o projeto ganhou forma política com a UE, em 1992. Era uma época em que a queda do Muro de Berlim e a globalização punham em questão as fronteiras e os Estados nacionais. A visão de mundo dominante pregava uma variante do seguinte discurso: “O Estado-nação é passado. As fronteiras desapareceram. A distância morreu. A Terra é plana. Nossas identidades não estão limitadas pelo lugar onde nascemos”. É assim, com certa ironia, que o economista turco Dani Rodrik, da Universidade Princeton, descreve os projetos de governança global, como a UE, em seu livro The globalization paradox: democracy and the future of the world economy (O paradoxo da globalização: democracia e o futuro da economia mundial). No mundo, a UE foi a instituição que levou mais longe, no plano político, o sonho global. Mas o Reino Unido sempre pensou diferente. “O interesse britânico na Europa sempre foi primariamente econômico”, dizia Rodrik já em 2011. “Sua abordagem minimalista diante da construção de instituições europeias contrasta agudamente com as metas federalistas mais ambiciosas, de França e Alemanha.”

(Helio Gurovitz, 26/06/2016. Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/helio-gurovitz/noticia/2016/06/o-que-ha-de-errado-comglobalizacao.html. Fragmento.)

Em “[...] que prevê proibir a entrada de muçulmanos no país, [...]” (1º§) o termo destacado reúne características anafóricas e função conectiva. Quanto à sintaxe, a função indicada anteriormente pode de igual forma ser reconhecida em:
Alternativas
Q758020 Português

                                          O que há de errado com a globalização?

           “Não é possível ter hiperglobalização, democracia e soberania nacional ao mesmo tempo”,

                                afirma Dani Rodrik, em The globalization paradox.

      O Reino Unido decide sair da União Europeia (UE), depois de uma campanha inflamada contra a imigração. A xenofobia cresce no continente, às voltas com a maior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial. Nos Estados Unidos, Donald Trump leva a candidatura presidencial republicana com uma plataforma paranoica, que prevê proibir a entrada de muçulmanos no país, deportar 11 milhões de ilegais e erguer um gigantesco muro na fronteira com o México. Pela primeira vez desde a crise de 2008, a Organização Mundial do Comércio (OMC) registra, em 2015, queda no comércio global de mercadorias. O protecionismo se torna não apenas mais popular, mas também mais difícil de desarmar. Três em cada quatro das mais de 2.500 barreiras comerciais impostas desde 2008 continuam em vigor. O estoque cresce a um ritmo de quase 100 por ano, e as medidas de abertura de mercado mal as compensam. O que deu errado com a globalização? O livre-comércio não era o atalho mais rápido para o crescimento? Não era inevitável que o mundo se tornasse mais aberto, até alcançar o fluxo livre de mercadorias, serviços, dinheiro e até pessoas?

      O plebiscito britânico mostra que não. Ele faz tremer a integração europeia, uma ideia que nasceu nos anos 1950 para evitar novas guerras e tragédias no continente. De início apenas econômico, o projeto ganhou forma política com a UE, em 1992. Era uma época em que a queda do Muro de Berlim e a globalização punham em questão as fronteiras e os Estados nacionais. A visão de mundo dominante pregava uma variante do seguinte discurso: “O Estado-nação é passado. As fronteiras desapareceram. A distância morreu. A Terra é plana. Nossas identidades não estão limitadas pelo lugar onde nascemos”. É assim, com certa ironia, que o economista turco Dani Rodrik, da Universidade Princeton, descreve os projetos de governança global, como a UE, em seu livro The globalization paradox: democracy and the future of the world economy (O paradoxo da globalização: democracia e o futuro da economia mundial). No mundo, a UE foi a instituição que levou mais longe, no plano político, o sonho global. Mas o Reino Unido sempre pensou diferente. “O interesse britânico na Europa sempre foi primariamente econômico”, dizia Rodrik já em 2011. “Sua abordagem minimalista diante da construção de instituições europeias contrasta agudamente com as metas federalistas mais ambiciosas, de França e Alemanha.”

(Helio Gurovitz, 26/06/2016. Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/helio-gurovitz/noticia/2016/06/o-que-ha-de-errado-comglobalizacao.html. Fragmento.)

O texto apresenta uma estrutura em que há da qual são partes significativamente importantes o título, subtítulo (olho, logo abaixo do título representado por uma frase em destaque), tese e sua defesa e uma argumentação fundamentada em opiniões e dados concretos. Considerando a estrutura e conteúdo textual, pode-se afirmar acerca do título do texto que
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Jornalista (HUPEST-UFSC) |
Q757549 Jornalismo
No campo dos estudos da Comunicação, define-se o conceito de agenda-setting. Segundo Wolf, o público dá importância a acontecimentos enfatizados pelos meios de comunicação de massa, que colocam na ordem do dia os assuntos que merecem ser discutidos. Avalie as afirmativas referentes ao tema: I. Em consequência da ação dos jornais, da televisão e de outros meios de informação, o público sabe ou ignora, realça ou negligencia elementos específicos dos cenários públicos. As pessoas incluem ou excluem de seus conhecimentos aquilo que o mass media inclui ou exclui de sua pauta. II. Os mass media, descrevendo e precisando a realidade exterior, apresentam ao público uma lista daquilo sobre o que é necessário ter uma opinião e discutir. Trata-se de “conhecimento” por empréstimo, fornecido pelos mass media. III. Nas sociedades industriais, é virtualmente impossível para o indivíduo ter acesso a todos os temas sobre os quais precisa ter alguma opinião. Os mass media se encarregam, portanto, de oferecer “pacotes” que se caracterizam pela simplificação/redução dos temas, de modo a se tornarem assimiláveis em escala industrial. Estão corretas as afirmativas:
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Jornalista (HUPEST-UFSC) |
Q757548 Comunicação Social
Para Jenkins, vivemos uma nova era, na qual a mídia tradicional e a mídia alternativa, inovadora, se confundem ou, mais ainda, se combinam, cooperam, criando uma nova cultura informacional. As noções de difusor e receptor se confundem e o indivíduo não mais espera passivamente pelas notícias, mas passa ele mesmo a disseminar informações em tempo real, se valendo das tecnologias digitais e gadgets mais modernos. A ideia exposta no parágrafo acima remete ao conceito de:
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Jornalista (HUPEST-UFSC) |
Q757547 Jornalismo
Em seus estudos, Berlo afirma que é possível definir processo como qualquer fenômeno que apresente contínua mudança no tempo. Para o autor, o processo comunicacional apresenta um conjunto de características bastante próprias. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. I. Toda a comunicação humana tem alguma fonte, uma pessoa ou um grupo de pessoas com uma razão para empenhar-se em comunicação, cujo objetivo tem de ser expresso em forma de mensagem. II. Chama-se decodificador ao elemento do processo responsável por captar as ideias da fonte e pô-las num código, exprimindo o objetivo da fonte em forma de mensagem. III. O canal é o intermediário, o condutor de mensagens, cuja escolha é fator de grande relevância para a efetividade da comunicação. IV. As fontes e os receptores de comunicação devem ser sistemas similares, pois se não o forem, não pode haver comunicação. Estão corretas as afirmativas:
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Jornalista (HUPEST-UFSC) |
Q757546 Jornalismo
_______________ é o relato objetivo e imparcial de um acontecimento ou situação. Extrapola a notícia, amplia a informação, detalha o acontecimento e acrescenta ao corpo da matéria um contexto explicativo. Seu propósito primordial é o de relatar, de maneira explicativa, um acontecimento ou uma situação. Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Jornalista (HUPEST-UFSC) |
Q757545 Jornalismo
Em se tratando de Jornalismo Empresarial, Derriman aponta diversas vantagens da adoção de um boletim interno. Dentre os benefícios esperados na implantação desse tipo de veículo por uma organização empresaria, NÃO é correto afirmar:
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Jornalista (HUPEST-UFSC) |
Q757544 Jornalismo
O jornalismo busca na comunicação de massa os fundamentos que deram origem aos gêneros jornalísticos. Lasswell define os fundamentos iniciais, relacionando para a comunicação de massa três atividades: detecção prévia do meio ambiente, correlação das partes da sociedade em reação a esse meio e transmissão da herança social de uma geração a outra. Diante do exposto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta: I. A detecção prévia compreende a coleta e a distribuição de mensagens sobre os acontecimentos do meio ambiente. II. Os atos de correlação das partes em reação ao meio incluem atividades de seleção e interpretação de mensagens, pois nem tudo o que ocorre é objeto de interesse da comunicação de massa. III. A transmissão da herança social relaciona-se com o sistema educacional. Assinale a alternativa correta
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Jornalista (HUPEST-UFSC) |
Q757543 Psicologia
A teoria afirma o princípio de que vemos as coisas sempre dentro de um conjunto de relações e de que tal fato contribui para alterar nossa percepção, como, por exemplo, nos fenômenos de ilusão de óptica. O texto refere-se à:
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Jornalista (HUPEST-UFSC) |
Q757542 Jornalismo
Edwin L. Shuman batizou de ________________ a técnica de redação de uma notícia começando pelo bloco com os dados mais importantes – a resposta às perguntas “o quê”, “quem”, “onde”, “como”, “quando” e “por quê” – seguido de informações complementares organizadas em blocos decrescentes de interesse. Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Jornalista (HUPEST-UFSC) |
Q757541 Jornalismo
Ao estudar as características do jornalismo desenvolvido para a Web, Bardoel e Deuze apontam quatro elementos: interatividade, customização de conteúdo, hipertextualidade e multimidialidade. Diante do exposto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta: I. A interatividade presente na notícia online possui a capacidade de fazer com que o leitor/usuário sinta-se parte do processo, podendo interagir com a notícia de diferentes maneiras como troca de e-mails entre leitores e jornalistas, participação em fóruns, exposição de comentários, entre outras. II. A customização do conteúdo, também denominada de personalização ou individualização, consiste na existência de produtos jornalísticos configurados de acordo com os interesses individuais do usuário, que permitem a pré-seleção dos assuntos de interesse. III. A hipertextualidade, característica específica do jornalismo online, traz a possibilidade de interconectar textos através de links, apontando para originais de relices, outros sites relacionados ao assunto, ou outros textos que possam levantar os ‘prós’ e os ‘contras’ do assunto em questão. IV. No contexto do web jornalismo, multimidialidade, trata-se da adoção de formas alternativas de interação, nas quais surge a figura do repórter cidadão e dos informantes online na narração do fato jornalístico. Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Jornalista (HUPEST-UFSC) |
Q757540 Sociologia
O ponto central da teoria é que a alienação é mais do que uma descrição de emoções ou um aspecto psicológico individual. É a consequência do modo capitalista de organização social que assume novas formas e conteúdos em seu processo dialético de separação e reificação da vida humana. Toda a vida das sociedades nas quais reinam as condições modernas de produção se anuncia como uma imensa acumulação de espetáculos. Tudo o que era diretamente vivido se afastou numa representação. Diante do exposto, assinale a alternativa que contempla a Teoria descrita acima e seu criador:
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Jornalista (HUPEST-UFSC) |
Q757539 Conhecimentos Gerais
O diafragma tem seu funcionamento baseado no olho humano: quando há muita luz, a íris deve ____________ e, consequentemente, obterá mais profundidade de campo na imagem. Quando houver pouca luz no ambiente, a íris deve _________________, resultando em menor profundidade de campo na imagem.
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Jornalista (HUPEST-UFSC) |
Q757538 Jornalismo
Característica fundamental do Jornalismo Digital, a _____________________ possibilita a interconexão de textos, permitindo ao profissional de imprensa apontar para “várias pirâmides invertidas da notícia”, bem como para outros sítios relacionados ao assunto noticiado. Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Jornalista (HUPEST-UFSC) |
Q757537 Comunicação Social
O Dicionário de Comunicação defne __________________ como o veiculo impresso ou eletrônico, periódico, de comunicação institucional, dirigido ao público interno (funcionários e seus familiares) e, menos comumente, a determinados segmentos do público externo diretamente ligados à organização. Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Jornalista (HUPEST-UFSC) |
Q757536 Comunicação Social
Para Giacomini Filho, a comunicação social pode ser unidirecional, quando o emissor informa o receptor por intermédio de um agregado de meio e mensagem, ou bidirecional, quando há, também, um retorno do receptor que alcance o emissor. Porém, é sabido que o atual estágio da comunicação extrapola esses limites básicos, assumindo um aspecto interativo. Nesta configuração, o receptor extrapola a interação com o meio e mensagem iniciais para outros meios e mensagens, de forma a configurar e reconfigurar essa relação. A esse fenômeno dá-se o nome de:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Jornalista (HUPEST-UFSC) |
Q757535 Jornalismo
Segundo Elizabeth Corrêa, qualquer forma narrativa para o meio digital deve incorporar as características chave da comunicação nos meios digitais, a saber: I. a hipertextualidade, definida como a capacidade de interconectar diversos textos digitais entre si. II. a multimedialidade , capacidade, outorgada pelo suporte digital, de combinar na mesma mensagem pelo menos um dos seguintes elementos: texto, imagem e som. III. a interatividade, que refere-se à possibilidade do usuário interagir com a informação disponibilizada no meio digital. Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Respostas
6501: B
6502: A
6503: A
6504: B
6505: B
6506: C
6507: B
6508: D
6509: C
6510: E
6511: D
6512: B
6513: A
6514: C
6515: C
6516: A
6517: E
6518: B
6519: A
6520: D