Questões de Concurso
Comentadas para jornalista
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Os redatores de textos jornalísticos devem seguir diretrizes para obter um bom resultado em seu ofício.
Considerando-se essa premissa, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) A linguagem empregada deve ser simples e, por esse motivo, repleta de jargões compreendidos por quem domina áreas específicas do conhecimento.
( ) O uso de adjetivos pormenoriza o relato de fatos, devendo ser amplamente aplicado na narrativa jornalística.
( ) Convém que o significado das siglas seja devidamente esclarecido, ainda mais quando é desconhecido por grande parte dos leitores.
( ) Escrever, sempre que possível, com o emprego de verbos auxiliares é uma medida pertinente, pois garante maior ênfase à frase.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Sobre a organização de entrevistas coletivas, e as atribuições de quem exerce a função de assessor de imprensa, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) A convocação das entrevistas coletivas deve ser estrategicamente agendada, de modo a não coincidir com pautas de maior relevância que poderiam diminuir o interesse da mídia pela cobertura do evento.
( ) As entrevistas coletivas espontâneas são as realizadas com a intervenção direta do assessor de imprensa, dependendo das necessidades do cliente e considerando os critérios jornalísticos.
( ) A comunicação a respeito da realização da coletiva deve ser feita exclusivamente a pauteiros e repórteres dos veículos que possam se interessar pelo assunto da entrevista.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
O release corresponde ao material de divulgação produzido pela assessoria de imprensa destinado aos veículos de comunicação.
A respeito do release, é CORRETO afirmar que:
Utilizando o MS Excel 2016 em português, suponha uma célula A1 contendo a data 01/01/2018 e a célula A2 contendo a data 05/01/2018.
Qual será o resultado da célula A3, formatada como Geral, contendo a fórmula A2 – A1?
Infolatria tecnofágica: a era do smartphone
A cibercultura e as realidades virtuais estão transformando radicalmente a nossa experiência psicossocial coletiva: a forma como vivemos, nos comportamos, nos sentimos, nos compreendemos e a própria realidade ao nosso redor.
Toda essa cultura cibernético-informacional é, de fato, incrivelmente cômoda, útil, funcional, sedutora, mas, ainda assim, afirmamos que mais informação circulando nas redes e mídias não significa de modo algum mais conhecimento assimilado, educação, cidadania; e que muito menos a tecnologia, por si, seja sinal seguro de mais esclarecimento, humanidade, erudição e desenvolvimento cultural. O que vale dizer que mais disponibilidade – de dados, conteúdos, twit-ters, posts, zaps e congêneres – não determina, por si só, qualquer tipo de evolução cognitiva e intelectual.
Outro mito muito propalado aos quatro ventos é o de que a tecnologia seria essencial e necessariamente benéfica às coletividades humanas. O que é – diga-se – uma balela. Pois nós – que pesquisamos a referida matéria há quase uma década – chegamos à dura conclusão de que as tecnologias sempre acabam servindo primeiro aos poderes hegemônicos já dominantes e, tardiamente, à sociedade de uma maneira mais ampla. Sim, pois os investidores que apostam nesses projetos só o fazem com vistas – é óbvio – ao retorno financeiro que eles possam proporcionar, e não num altruísmo improvável que não tem lugar no mundo materialista e venal que aí está. Mesmo porque vivemos numa realidade mercantilista, cuja lógica comercial rege grande parte das relações sociais humanas e assim molda a realidade factual, consuma o presente e vai plasmando também o próprio futuro.
Ipso facto, podemos afirmar que a cibercultura e o ciberespaço seguem as mesmas leis, operam no mesmo meio societal, sob o mesmo regime econômico, e, por isso mesmo, estão sujeitos às mesmas dinâmicas. E essa fixação – que hoje se observa em relação, por exemplo, aos smartphones, seu culto e massiva utilização – reflete exatamente essa exploração das massas por meio das tecnologias e da própria cultura que se cria em torno delas. Em pouquíssimas palavras, a pessoa paga uma verdadeira fortuna para comprar o aparelho, e ainda adquire um custo fixo considerável para o fornecimento de um serviço – frise-se – que é executado, em sua maioria, por máquinas e sequências algorítmicas. Sim, pois mais uma linha telefônica conectada à rede de qualquer operadora significa, na prática, apenas um comando de computador.
QUARESMA, Alexandre.
Considere os trechos abaixo em seu contexto:
1. O que vale dizer que mais disponibilidade – de dados, conteúdos, twitters, posts, zaps e congêneres – não determina, por si só, qualquer tipo de evolução cognitiva e intelectual. (2° parágrafo)
2. Outro mito muito propalado aos quatro ventos é o de que a tecnologia seria essencial e necessariamente benéfica às coletividades humanas. (3° parágrafo)
3. […] chegamos à dura conclusão de que as tecnologias sempre acabam servindo primeiro aos poderes hegemônicos já dominantes e, tardiamente, à sociedade de uma maneira mais ampla. (3° parágrafo)
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).
( ) Em 1, “vale dizer” e “por si só” podem ser substituídos, respectivamente, por “decorre” e “apenas”, sem prejuízo de significado no texto.
( ) Em 1, “cognitiva e intelectual” e em 3, “hegemônicos” funcionam como adjuntos adnominais.
( ) Em 2, “mito” e “tecnologia” funcionam como núcleo de sujeitos simples.
( ) Em 2, “às coletividades humanas” funciona como objeto indireto.
( ) Em 3, “de que” introduz uma oração subordinada substantiva completiva nominal.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta,
de cima para baixo.
Adorno afasta, com desprezo, aquilo que se afirmava a respeito do jazz como expressão de liberdade. Para ele, sua função primordial é reduzir a distância entre o indivíduo alienado e a cultura afirmativa, que faz aflorar uma cultura que favorece não o que deveria afirmar – o saber e a resistência –, mas a integração ao status quo.
(Armand e Michèle Mattelart, História das teorias da comunicação. Adaptado)
A conclusão do musicólogo e filósofo Theodor Adorno conferiu à produção industrial dos bens culturais o status de mera mercadoria, característica que marcou a teoria
Em uma palestra sobre Diagramação, um Comunicador Visual deu algumas orientações aos participantes. É correto afirmar que, entre suas soluções de disposição de elementos gráficos, ele disse:
([email protected]. Adaptado)
Estudos sobre critérios de noticiabilidade, critérios de seleção e valores notícia não apresentam uniformidade conceitual entre os pesquisadores. Entretanto, é possível identificar alguns critérios que são recorrentes nos manuais de Jornalismo.
Assinale a alternativa que apresenta o lead que valoriza o critério empatia.