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Ano: 2019 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Lagoa Santa - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Lagoa Santa - MG - Analista de Sistemas | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Lagoa Santa - MG - Engenheiro Civil | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Lagoa Santa - MG - Nutricionista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Lagoa Santa - MG - Pedagogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Lagoa Santa - MG - Fonoaudiólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Lagoa Santa - MG - Fisioterapeuta | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Lagoa Santa - MG - Farmacêutico - Bioquímico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Lagoa Santa - MG - Psicólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Lagoa Santa - MG - Enfermeiro | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Lagoa Santa - MG - Assistente Social | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 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Q1023647 Português
A marcha do obscurantismo contra o pensamento crítico

Por João Batista da Silveira

Chamou a atenção nos últimos dias e ganhou repercussão nas redes sociais uma Ideia Legislativa sob consulta no Portal e-Cidadania, do Senado Federal, que propõe a extinção dos cursos de Humanas nas universidades públicas. Como argumento, o autor da proposta alega se tratarem de “cursos baratos que facilmente poderão ser realizados em universidades privadas”, podendo ser realizados “presencialmente e à distância em qualquer outra instituição paga”, e que não é adequado “usar dinheiro público e espaço direcionado a esses cursos quando o país precisa de mais médicos e cientistas”.
A reação foi imediata. Rapidamente, uma outra Ideia Legislativa, contrária, foi submetida à consulta no site do Senado, defendendo a permanência das humanidades nas instituições de ensino superior públicas e a necessidade de “acesso igualitário à educação em todos os níveis de ensino”. Se a primeira “ideia” contava, na manhã de 13 de abril, com pouco mais de 6.400 apoios, a segunda ultrapassou largamente os 20 mil necessários (eram quase 46 mil apoios até a mesma manhã) para ser transformada em Sugestão Legislativa e ser debatida pelos senadores.
A proporção mostra que há um enfrentamento forte à tentativa de solapar a formação crítica. No entanto, a simples existência de 6 mil pessoas — ainda que pareça pouco — dispostas, até a sexta-feira 13, a apoiar a extinção dos cursos de Filosofia, História, Geografia, Sociologia, Artes e Artes Cênicas nas universidades públicas é sintomática e reflete um obscurantismo que, se pela obviedade, tem mais dificuldade de prosperar numa consulta desse tipo, em outras vertentes já se impõe de forma sorrateira e perigosa.
É o que acontece, por exemplo, com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o Ensino Médio, apresentada pelo Ministério da Educação no último dia 3 de abril. Corroborando o que já havia sido aprovado na Reforma do Ensino Médio, o texto da BNCC dilui as disciplinas de Filosofia, Sociologia, História e Geografia — sim, as mesmas cujos cursos superiores são atacados pela Ideia Legislativa que propõe seu fim — na ampla área de ciências humanas e sociais aplicadas que se constitui como um dos itinerários formativos (os outros são linguagens, matemática, ciências da natureza e formação técnica e profissional) que, segundo a proposta do MEC, “deverão ser organizados por meio da oferta de diferentes arranjos curriculares, conforme a relevância para o contexto local e a possibilidade dos sistemas de ensino”.
Em teoria, a intenção é que, ao passo que as áreas de linguagens e matemáticas sejam obrigatórias durante todo o Ensino Médio, as outras sejam distribuídas ao longo dos três anos a critério das redes de ensino, permitindo que o estudante escolha seu percurso. O texto da BNCC considera que os itinerários, previstos na lei da Reforma do Ensino Médio, são estratégicos para a flexibilização da organização curricular desse nível da educação básica, permitindo que o próprio estudante faça sua opção.
A realidade, porém, é outra. Como se não bastasse o fato de que essa estrutura representa um retrocesso em relação à Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996 e à concepção de uma educação propedêutica, que leve a um nível mais profundo de aprendizagem, a própria condição enunciada na BNCC – “conforme relevância para o contexto local e a possibilidade dos sistemas de ensino” – abre brechas para que as disciplinas da grande área de ciências humanas e sociais aplicadas sejam cada vez menos ofertadas, sob justificativa previsível e equivalente àquela usada na Ideia Legislativa contra os cursos de humanas: a de que a “relevância para o contexto local” é a formação técnica ou ligada às ciências exatas e da natureza, privilegiadas na impossibilidade financeira dos sistemas de ensino de ofertarem todos os itinerários.
Com isso, pode-se alijar cada vez mais Filosofia, Sociologia, História e Geografia das salas de aula, com o claro objetivo de embotar a formação de pensamento crítico.
Disponível em:<http://www.cartaeducacao.com.br/artigo/amarcha-do-obscurantismo-contra-o-pensamento-critico/>.  Acesso em 25 jan. 2019.
A ideia central do texto está corretamente expressa em:
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017619 Jornalismo
Diante dos avanços tecnológicos e das mudanças por que vêm passando as instituições e a sociedade, os processos de comunicação organizacional estão sendo atualmente mais entendidos dentro de uma dimensão com
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017618 Comunicação Social
Vários autores dialogam, convergem e se complementam sobre os conceitos do que é a comunicação pública. Mas, praticamente todos concordam com o que ela não é: comunicação de interesses particulares, privados, de mercado, pessoais, corporativos, institucionais, comerciais, promocionais ou para um único público. Diante disso, NÃO se enquadra na definição de comunicação pública:
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017617 Jornalismo
A prática do bom jornalismo científico requer do profissional familiaridade com os procedimentos da pesquisa científica, conhecimento de história da ciência e de políticas científicas, atualização sobre os avanços da ciência e um contato permanente com a comunidade científica. Para alcançar tais características, é necessário ao jornalista
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017616 Jornalismo
O jornalismo científico tem como uma de suas premissas a mediação entre o conhecimento aprofundado e a compreensão da realidade, de forma acessível à sociedade. No Brasil, um dos primeiros jornalistas a ter sucesso em combinar o jornalismo científico e ambiental com um estilo de texto contextualizado e interpretativo foi
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017615 Comunicação Social
Em abril de 2019, o Governo Federal anunciou a fusão das atividades da TV Brasil e da TV NBR, ambas vinculadas à Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Criada pela Lei nº 11.652, de 7 de abril de 2008, que unificou a Radiobrás e a Associação de Comunicação Educativa Roquete Pinto, a EBC é parte da estrutura da
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017614 Jornalismo
Tendo suas transmissões de rádio iniciadas em 1922, e de televisão, em 1936, a British Broadcasting Corporation (BBC) tornou-se um modelo de comunicação pública em todo o planeta. Ao longo de todos esses anos, para as transmissões na Grã-Bretanha, a BBC manteve-se financeiramente sem a veiculação de publicidades. Frequentemente, diante de crises econômicas, o Parlamento Britânico discute a possibilidade de a publicidade comercial passar a ser adotada na emissora. A BBC mantém-se ainda sem publicidade comercial principalmente pelo fato de
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017613 Comunicação Social
O parágrafo 1º do artigo 37 da Constituição do Brasil afirma que “A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos”. Apesar disso, algumas práticas são utilizadas como artifícios para driblar o princípio da impessoalidade, como
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017612 Jornalismo
Muito se discute sobre a atividade do profissional de imprensa que atua como assessor de comunicação. A esse respeito, o Código de Ética da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) afirma, em seu artigo 7º, que o jornalista NÃO pode
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017611 Comunicação Social
A Constituição do Brasil afirma, em seu artigo 5º, inciso XXXIII, que “todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado”. Para atender tais princípios tão caros à comunicação pública, foi promulgada a Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, que é mais conhecida como
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017610 Jornalismo
O processo de relacionamento do jornalista com suas fontes é condicionado a uma série de variáveis objetivas e subjetivas. No entanto, um dos principais fatores de influência é a sugestão de gestores de veículos da grande imprensa, que tendem a recomendar como fontes pessoas ligadas
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017609 Jornalismo
Os processos de industrialização ocorridos na segunda metade do século XIX e as disputas de classes daí decorrentes podem ser considerados importantes para o nascimento da comunicação organizacional porque
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017608 Jornalismo
Em meados do século XIX, enquanto a sociedade e o jornalismo passavam por um período de transição para um modelo industrial, um dos mais destacados jornalistas alemães da época foi
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017607 Jornalismo
Uma das principais hipóteses das análises sobre as rotinas produtivas do jornalismo, elaboradas entre as décadas de 1960 e 1980, é a de que a imprensa exerce um processo de
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017606 Jornalismo
Mesmo com a multiplicidade de plataformas comunicacionais disponíveis, alguns posicionamentos expressos nas redes sociais virtuais têm afastado as pessoas, sobretudo aquelas que não querem se posicionar em relação a temas polêmicos, para não serem excluídas do convívio do grupo. Tal fenômeno pode ser melhor compreendido com o uso do fundamento teórico do pensamento comunicacional
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017605 Jornalismo
Considerando a hipótese do agendamento no jornalismo, é CORRETO afirmar que os meios de comunicação influenciam
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017604 Jornalismo

“Quanto aos fatos da guerra, considerei meu dever relatá-los, não como apurados através de algum informante casual nem como me parecia provável, mas somente após investigar cada detalhe com o maior rigor possível, seja no caso de eventos dos quais eu mesmo participei, seja naqueles a respeito dos quais obtive informações de terceiros. O empenho em apurar os fatos se constituiu numa tarefa laboriosa, pois as testemunhas oculares de vários eventos nem sempre faziam os mesmos relatos a respeito das mesmas coisas, mas variavam de acordo com suas simpatias por um lado ou pelo outro, ou de acordo com sua memória”.

(TUCÍDIDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília: Editora UNB/IPRI; São Paulo: IOESP, 2001, p. 14).


Esse alerta de Tucídides a respeito de seu texto sobre a guerra do Peloponeso, escrito há mais de 2.400 anos, pode ser associado, na atividade jornalística, com a expressão:

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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017603 Jornalismo
Diante das reflexões sobre os processos comunicacionais a partir de intelectuais como Roland Barthes, Jean Baudrillard, Pierre Bourdieu, Michel Foucault, Pierre Levy, Michel Maffesoli e Edgar Morin, é CORRETO afirmar:
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017602 Comunicação Social
Dentro de um modelo desenvolvimentista pensado para os países periféricos na América Latina, os estudos e as práticas na área da comunicação ganharam força a partir do final dos anos 1950. Nessa perspectiva, sob os auspícios da Unesco, uma importante instituição foi criada em Quito e atua ainda hoje. Essa instituição é
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Ano: 2019 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2019 - UFES - Jornalista |
Q1017600 Comunicação Social
“A livre comunicação das ideias e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem; todo cidadão pode, portanto, falar, escrever, imprimir livremente, respondendo, todavia, pelos abusos dessa liberdade nos termos previstos na lei”. Tal afirmação, que baliza a atividade do profissional de jornalismo, encontra-se
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Respostas
4261: C
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