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O fotógrafo Alexander Rodchenko foi um dos fundadores do movimento do Construtivismo Russo. Suas imagens engajadas influenciam até hoje o olhar de fotógrafos documentais.
Sobre sua trajetória profissional, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Sua fotografia, preocupada em construir uma série documental analítica, nasce em sintonia com a Revolução Espanhola.
( ) Visando chamar a atenção e chocar o espectador, fotografou frequentemente seus assuntos em ângulos ímpares e inusitados, geralmente muito acima de ou muito abaixo.
( ) Muitos trabalhos realizados por Rodchenko, no início do século XX, influenciam até hoje a área do Design Gráfico e Digital.
( ) Suas imagens colaboraram para criar a estética do cinema Construtivista, principalmente nas obras de Sergei Eisenstein e Dziga Vertov.
( ) Uma de suas principais influências surge das teorias psicanalistas de Sigmund Freud, que valorizam a importância do inconsciente para impulsionar a criatividade do ser humano.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
Robert Capa, fotógrafo húngaro que se destacou na cobertura de grandes conflitos bélicos no século passado, é até hoje uma referência para os fotógrafos de guerra.
Sobre sua trajetória profissional, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Fotografou, em parceria com sua mulher, Gerda Taro, a Guerra Civil Espanhola, contribuindo para
denunciar as atrocidades do conflito.
( ) Além de fotografar, Capa também escreveu muitas de suas reportagens que foram publicadas em grandes revistas e jornais pelo mundo.
( ) Foi capturado pelos alemães durante a 2ª Guerra Mundial e passou 2 anos em um campo de concentração.
( ) Mudou-se, depois da 2ª Guerra Mundial, para os Estados Unidos e se dedicou ao trabalho de Direção de Fotografia em vários filmes de Hollywood.
( ) Morreu na Guerra da Indochina ao pisar em uma mina terrestre.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
Leia o texto a seguir.
Numa cultura como a nossa, há muito acostumada a dividir e estilhaçar todas as coisas como meio de controlá-las, não deixa, às vezes, de ser um tanto chocante lembrar que, para efeitos práticos e operacionais, o meio é a mensagem. Isto apenas significa que as consequências sociais e pessoais de qualquer meio – ou seja, de qualquer uma das extensões de nós mesmos – constituem o resultado do novo estalão (padrão) introduzido em nossas vidas por uma nova tecnologia ou extensão de nós mesmos.
Esse texto é de autoria de um dos mais conhecidos teóricos da comunicação.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o autor do referido texto.
No gerenciamento de crises, há alguns casos em que o assessorado realmente deve ser aconselhado a não prestar declarações à imprensa.
Nesse sentido, considere as afirmativas a seguir.
I. O enfoque da reportagem, apesar de conter informações verdadeiras, é desfavorável à empresa ou ao órgão público.
II. Quando o assunto a ser abordado interessa à concorrência. Falar sobre ele implicaria fornecer dados que outras empresas não costumam fornecer ao mercado, como forma de proteger suas atividades e seus negócios.
III. Nos casos em que a empresa é multada ou punida por algum órgão fiscalizador (como agências reguladoras), mas a notificação legal ainda não foi entregue.
IV. Quando há fatos envolvendo decisões da Justiça: o máximo que a organização tem a dizer é se vai ou não recorrer. Em tese, não há como contestar tais decisões fora da instância jurídica.
Assinale a alternativa correta.
Não apenas de e-mails, releases e mensagens via celular vivem as assessorias de imprensa. Abusar do uso desses recursos e ainda querer buscar a simpatia de repórteres e editores, para cada abordagem desse tipo, é confiar demais na paciência de quem passa por momentos difíceis nas redações.
Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o melhor caminho para uma prática eficiente de assessoria de imprensa, que construa relacionamentos sólidos e éticos com os jornalistas.
Uma das definições do Institute for Crisis Management (Instituto para Gerenciamento de Crises) para crise é: “acontecimento que estimula grande cobertura da imprensa, com prejuízo para o desempenho da organização”. Veículos de comunicação são responsáveis por desencadear esse processo, seja porque investigam escândalos revirando a vida de políticos ou empresários, seja porque noticiam fatos como grandes acidentes.
Em casos de crise, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a melhor postura a ser adotada.
A Internet alterou o modelo de trabalho das assessorias de imprensa.
Relacione as rotinas tradicionais, na coluna da esquerda, com as novas rotinas impostas pela Internet, na coluna da direita.
(I) Sistemas rotineiros e fixos de produção de conteúdo.
(II) Distribuição de conteúdo e contato apenas com jornalistas.
(III) Foco na divulgação jornalística via imprensa tradicional (rádio, TV, jornal).
(IV) Produção de conteúdo raso e fugaz.
(V) Incerteza sobre o impacto alcançado.
(A) Fragmentação: audiências menores, mais focadas, restritas, interesses específicos, diversos, pulverizados. Mais difícil falar com todos. Mais canais informativos segmentados. Deslocamento da comunicação massiva para a hipersegmentação.
(B) Disseminação de informação rápida e superficial, coexistindo com conteúdo mais denso e perene.
(C) Veículos de referência perdem importância relativa, estão sob escrutínio permanente, mas seguem como o principal fornecedor de conteúdo primário, e atuam como avalizadores.
(D) Diversidade de fontes, plataformas, canais, mídias. Veículos fornecedores de informação passam de um número restrito para incontáveis.
(E) Poder para o público, que escolhe onde, quando e como consumir informação.
Assinale a alternativa que contém a associação correta.
A identidade institucional tornou-se inseparável da identidade particular, em uma época na qual as fronteiras da privacidade foram eliminadas. As posturas individuais são continuamente expostas. Os riscos multiplicaram-se.
Diante dessa realidade, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, um conselho profissional apropriado ao seu assessorado sobre comportamento nas redes sociais.
A sigla SEO (Search Engine Optimization) significa, em português, Otimização para Mecanismos de Busca.
Quanto à sua função, assinale a alternativa correta.
No Brasil, sobretudo em Brasília, os órgãos públicos, especialmente os Ministérios e departamentos Federais, jogam milhões de cruzeiros por ano nas cestas de papéis velhos de jornais, sob a forma de comunicados e press releases mal feitos, que frequentemente nada contêm de interesse dos leitores. Neles, predominam expressões como “dinâmico governador”, “eficiente diretor”, “zeloso dirigente” etc.
Nessa parafernália, quem está perdendo é o repórter. Em Brasília, onde o básico da informação é oficial, ele espera um dia inteiro nas antessalas dos ministros para, ao fim do dia, receber uma folha de papel contendo um texto que, quase sempre, nada vale como notícia. Alguns profissionais se tornam tão viciados que resumem a sua atividade em reescrever o release, sem acrescentar-lhe nada, resultando daí uma notícia pobre e sem conteúdo informativo.
(CAVALCANTE, R. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. 1976.)
No Brasil, sobretudo em Brasília, os órgãos públicos, especialmente os Ministérios e departamentos Federais, jogam milhões de cruzeiros por ano nas cestas de papéis velhos de jornais, sob a forma de comunicados e press releases mal feitos, que frequentemente nada contêm de interesse dos leitores. Neles, predominam expressões como “dinâmico governador”, “eficiente diretor”, “zeloso dirigente” etc.
Nessa parafernália, quem está perdendo é o repórter. Em Brasília, onde o básico da informação é oficial, ele espera um dia inteiro nas antessalas dos ministros para, ao fim do dia, receber uma folha de papel contendo um texto que, quase sempre, nada vale como notícia. Alguns profissionais se tornam tão viciados que resumem a sua atividade em reescrever o release, sem acrescentar-lhe nada, resultando daí uma notícia pobre e sem conteúdo informativo.
(CAVALCANTE, R. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. 1976.)
Quanto às principais características de um release, para despertar a atenção dos jornalistas que o recebe, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Credibilidade da fonte e conteúdo de interesse público.
( ) Relevância e novidade.
( ) Textos curtos com poucas informações que façam com que o jornalista entre em contato com o entrevistado destacado no release.
( ) Disponibilidade de informações.
( ) Conteúdo produzido exclusivamente para enaltecer o órgão público ou autoridade.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
No Brasil, sobretudo em Brasília, os órgãos públicos, especialmente os Ministérios e departamentos Federais, jogam milhões de cruzeiros por ano nas cestas de papéis velhos de jornais, sob a forma de comunicados e press releases mal feitos, que frequentemente nada contêm de interesse dos leitores. Neles, predominam expressões como “dinâmico governador”, “eficiente diretor”, “zeloso dirigente” etc.
Nessa parafernália, quem está perdendo é o repórter. Em Brasília, onde o básico da informação é oficial, ele espera um dia inteiro nas antessalas dos ministros para, ao fim do dia, receber uma folha de papel contendo um texto que, quase sempre, nada vale como notícia. Alguns profissionais se tornam tão viciados que resumem a sua atividade em reescrever o release, sem acrescentar-lhe nada, resultando daí uma notícia pobre e sem conteúdo informativo.
(CAVALCANTE, R. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. 1976.)
No Brasil, sobretudo em Brasília, os órgãos públicos, especialmente os Ministérios e departamentos Federais, jogam milhões de cruzeiros por ano nas cestas de papéis velhos de jornais, sob a forma de comunicados e press releases mal feitos, que frequentemente nada contêm de interesse dos leitores. Neles, predominam expressões como “dinâmico governador”, “eficiente diretor”, “zeloso dirigente” etc.
Nessa parafernália, quem está perdendo é o repórter. Em Brasília, onde o básico da informação é oficial, ele espera um dia inteiro nas antessalas dos ministros para, ao fim do dia, receber uma folha de papel contendo um texto que, quase sempre, nada vale como notícia. Alguns profissionais se tornam tão viciados que resumem a sua atividade em reescrever o release, sem acrescentar-lhe nada, resultando daí uma notícia pobre e sem conteúdo informativo.
(CAVALCANTE, R. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. 1976.)
Sobre os critérios de seleção e redação de um release, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Informação gratuita, de uso facultativo e com características jornalísticas.
( ) Informação paga sob a forma de informe oficial.
( ) Exatidão, objetividade e veracidade.
( ) Informações que favoreçam sempre o órgão público ou empresa.
( ) Transparência e interesse público.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
No Brasil, sobretudo em Brasília, os órgãos públicos, especialmente os Ministérios e departamentos Federais, jogam milhões de cruzeiros por ano nas cestas de papéis velhos de jornais, sob a forma de comunicados e press releases mal feitos, que frequentemente nada contêm de interesse dos leitores. Neles, predominam expressões como “dinâmico governador”, “eficiente diretor”, “zeloso dirigente” etc.
Nessa parafernália, quem está perdendo é o repórter. Em Brasília, onde o básico da informação é oficial, ele espera um dia inteiro nas antessalas dos ministros para, ao fim do dia, receber uma folha de papel contendo um texto que, quase sempre, nada vale como notícia. Alguns profissionais se tornam tão viciados que resumem a sua atividade em reescrever o release, sem acrescentar-lhe nada, resultando daí uma notícia pobre e sem conteúdo informativo.
(CAVALCANTE, R. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. 1976.)
Em relação aos trechos da primeira “carta de princípios” para assessores de imprensa, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Este não é um serviço de imprensa secreto. Todo nosso trabalho é feito às claras. Pretendemos fazer a divulgação de notícias. Isto não é agenciamento de anúncios.
( ) Veículos de comunicação que noticiarem apenas notícias favoráveis aos nossos clientes terão preferência em verbas para propaganda oficial.
( ) Se acharem que o nosso assunto ficaria melhor na seção comercial, não o usem. Nosso assunto é exato. Maiores detalhes, sobre qualquer questão, serão dados prontamente.
( ) Nenhuma palavra ou trecho de nossos comunicados à imprensa deve ser suprimido.
( ) Em resumo, nosso plano é divulgar, prontamente, para o bem das empresas e das instituições públicas, com absoluta franqueza, à imprensa e ao público dos Estados Unidos, informações relativas a assuntos de valor e de interesse para o público.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
Leia o texto a seguir.
A hostilidade do grande público era muito acentuada contra o big business americano, John Rockefeller, acusado de aspirar ao monopólio, de mover uma luta sem quartel às pequenas e médias empresas, de combater sem olhar a meios; numa palavra, de ser feroz, impiedoso, sanguinário.
(DUARTE, J. (org.); MOUTINHO, A.V. et al. Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia: teoria e técnica. 5.ed. rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2018. sp.)
Esse texto narra o contexto que propiciou o surgimento da assessoria de imprensa. No início do século passado, um jornalista profissional foi convidado a deixar o jornalismo para “mudar” a imagem do empresário John Rockfeller.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o nome desse profissional.