Questões de Concurso Comentadas para geógrafo

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Q2712403 Português
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Assinale a alternativa que apresenta desvio da norma culta:

Alternativas
Q2712402 Português
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Assinale a alternativa INCORRETA quanto à regência:

Alternativas
Q2712399 Português
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Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao uso do acento indicador da crase:

Alternativas
Q2712398 Português
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Sobre os aspectos referentes à concordância, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q2712396 Português
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No que diz respeito aos aspectos gramaticais, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q2712367 Português
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Com relação às ideias expressas no texto, assinale a afirmativa correta:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: CONSULPLAN Órgão: CREA-RJ
Q1187399 Geografia
“De uso tão antigo como a própria Geografia, o termo escala encontra-se de tal modo incorporado ao vocábulo e ao imaginário geográficos que qualquer discussão a seu respeito parece desprovida de sentido, ou mesmo de utilidade.” (Castro et al. Geografia Conceitos e Temas, Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995 p. 117) 
Sobre o problema da escala, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1237011 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225095 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
A expressão destacada está corretamente analisada em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES Prova: FUNCAB - 2010 - IDAF-ES - Geógrafo |
Q198021 Geografia
"Conjunto de formas que, num dado momento, exprimem as heranças que representam as sucessivas relações localizadas entre o homem e a natureza (...) A rigor é apenas a porção da configuração territorial que é possível abarcar com a visão"
O texto acima considera um dos conceitos fundamentais para a análise do espaço geográfico.Trata-se de:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES Prova: FUNCAB - 2010 - IDAF-ES - Geógrafo |
Q198020 Geografia
Entende-se por barragem de grande porte qualquer barragem com altura superior a 15 m, ou com alturas entre 10 e 15m e que satisfaça condições como determinada capacidade de seu reservatório, comprimento de crista, entre outras. O tipo de barragem considerada mais segura do aspecto geotécnico é a de.

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES Prova: FUNCAB - 2010 - IDAF-ES - Geógrafo |
Q198018 Geografia
A cartografia, desde a Antiguidade até nossos dias, já desenvolveu enorme quantidade de tipos de cartas destinadas a fins específicos e genéricos, reconhecendo-se hoje a existência de algumas categorias de cartas bem definidas em função de seu conteúdo e finalidade. Como a principal função de uma carta é representar a superfície da Terra, em parte ou em seu todo, estabelecendo as relações entre localização e distribuição, quantidade e qualidade, físico e humano, entre tantas outras que, para isso, exige um conteúdo mínimo para as car tas, independentemente de sua escala e categoria. Assim, emtodo tipo de carta é indispensável:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES Prova: FUNCAB - 2010 - IDAF-ES - Geógrafo |
Q198017 Geografia
O Brasil faz fronteira com dez países da América do Sul, entre os doze existentes. A paisagem das fronteiras políticas, descortinada por um mapa como esse, não é um cenário observável na natureza. O espaço natural – formado por cordilheiras montanhosas, planaltos e planícies, depressões e vales fluviais – não abrangem as linhas demarcatórias denominadas fronteiras. Neste caso, podemos admitir que a noção de fronteira esteja associada a:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES Prova: FUNCAB - 2010 - IDAF-ES - Geógrafo |
Q198016 Geografia
A Geográfica Clássica trata de dois conceitos fundamentais: Território e espaço vital. Foi precursor no uso desses conceitos o geógrafo:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES Prova: FUNCAB - 2010 - IDAF-ES - Geógrafo |
Q198013 Geografia
Para se obter uma fotografia aérea, é necessário que um avião sobrevoe a área desejada e que, quando o foco da máquina for perpendicular à superfície, seja tirada uma sequência de fotos. Assinale a opção que destaca corretamente a análise que deve ser observada em uma fotografia aérea:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES Prova: FUNCAB - 2010 - IDAF-ES - Geógrafo |
Q198012 Geografia
Os dados espaciais são considerados aqueles que podem ser representados espacialmente, ou seja, de forma gráfica. Estes constituem-se em imagens, mapas temáticos ou planos de informações (PIs). A estrutura de tais tipos de dados pode ser vetorial ou matricial. Com relação a tais estruturas, pode-se afirmar que:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES Prova: FUNCAB - 2010 - IDAF-ES - Geógrafo |
Q198011 Geografia
A tarefa de conversão analógico-digital de um documento cartográfico é denominada:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES Prova: FUNCAB - 2010 - IDAF-ES - Geógrafo |
Q198010 Geografia
Em cartografia estes dois elementos são os principais componentes do conteúdo do mapa, pois identificam no seu conjunto a própria superfície da Terra tal como ela se apresenta na natureza. A representação desses dois elementos está baseada no princípio da coordenada tridimensional, onde um deles corresponde a todos os eventos definidos no plano e o outro as altitudes do relevo terrestre. Os elementos referidos no texto são:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES Prova: FUNCAB - 2010 - IDAF-ES - Geógrafo |
Q198009 Geografia
A formação territorial brasileira é fruto de uma série de ações baseadas na ocupação de um espaço, resultante de um acordo entre as nações ibéricas. Como uma grande parcela desse território pertencia aos espanhóis, portugueses e brasileiros ocuparam a região paulatinamente. Tais ações geraram a necessidade de tratados que evitassem um conflito de maiores proporções entre os dois países. O mapa ilustra a incursão de brasileiros e portugueses em territórios que pertenciamaos espanhóis, alémdos Tratados que regulamentavam as disputas entre as duas nações.
Imagem 002.jpg
A delimitação das fronteiras brasileiras no mapa acima representado seguiram o princípio assinalado de forma correta em:

Alternativas
Respostas
1381: C
1382: B
1383: E
1384: C
1385: C
1386: C
1387: C
1388: A
1389: A
1390: E
1391: D
1392: E
1393: A
1394: D
1395: E
1396: D
1397: D
1398: B
1399: B
1400: A