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Q2753872 Português

Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 05.


Texto 1


  1. ESTRANGEIRO: – Pois bem: nas ciências teóricas
  2. nós começamos por distinguir uma parte diretiva, e
  3. nesta, uma divisão a que chamamos, por analogia,
  4. autodirigente. A criação dos animais foi, por sua vez,
  5. considerada como uma das divisões da ciência auto-
  6. diretiva, da qual é um gênero e certamente não o
  7. menor; a criação de animais nos deu a espécie da
  8. criação em rebanho, e a criação em rebanho, por
  9. sua vez, deu-nos a arte de criar os animais pedes-
  10. tres; e a seguir, esta arte de criar os animais pedes-
  11. tres nos deu, como seção principal, a arte que cria
  12. raça de animais sem chifres; e, ainda, esta raça de
  13. animais sem chifres inclui uma parte que só poderá
  14. ser compreendida por um único termo pela adição
  15. necessária de três nomes; ela se chamará: “a arte
  16. de criar raças que não se cruzam”. Por fim, a última
  17. subdivisão restante, nos rebanhos bípedes, será a
  18. arte de dirigir os homens. É precisamente o que pro-
  19. curamos; a arte que se honra por dois nomes: políti-
  20. ca e real.


PLATÃO. Diálogos – Fédon, Sofista, Político. Trad. Jorge Paleikat; João Cruz Costa. Rio de Janeiro: Ediouro, s.d. p. 177.

Visto que o excerto citado faz parte de um diálogo, nas duas últimas linhas do texto infere-se que

Alternativas
Q2753871 Português

Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 05.


Texto 1


  1. ESTRANGEIRO: – Pois bem: nas ciências teóricas
  2. nós começamos por distinguir uma parte diretiva, e
  3. nesta, uma divisão a que chamamos, por analogia,
  4. autodirigente. A criação dos animais foi, por sua vez,
  5. considerada como uma das divisões da ciência auto-
  6. diretiva, da qual é um gênero e certamente não o
  7. menor; a criação de animais nos deu a espécie da
  8. criação em rebanho, e a criação em rebanho, por
  9. sua vez, deu-nos a arte de criar os animais pedes-
  10. tres; e a seguir, esta arte de criar os animais pedes-
  11. tres nos deu, como seção principal, a arte que cria
  12. raça de animais sem chifres; e, ainda, esta raça de
  13. animais sem chifres inclui uma parte que só poderá
  14. ser compreendida por um único termo pela adição
  15. necessária de três nomes; ela se chamará: “a arte
  16. de criar raças que não se cruzam”. Por fim, a última
  17. subdivisão restante, nos rebanhos bípedes, será a
  18. arte de dirigir os homens. É precisamente o que pro-
  19. curamos; a arte que se honra por dois nomes: políti-
  20. ca e real.


PLATÃO. Diálogos – Fédon, Sofista, Político. Trad. Jorge Paleikat; João Cruz Costa. Rio de Janeiro: Ediouro, s.d. p. 177.

Dado seu tema central, o recurso linguístico utilizado para promover a progressão temática do texto é a

Alternativas
Q2753870 Português

Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 05.


Texto 1


  1. ESTRANGEIRO: – Pois bem: nas ciências teóricas
  2. nós começamos por distinguir uma parte diretiva, e
  3. nesta, uma divisão a que chamamos, por analogia,
  4. autodirigente. A criação dos animais foi, por sua vez,
  5. considerada como uma das divisões da ciência auto-
  6. diretiva, da qual é um gênero e certamente não o
  7. menor; a criação de animais nos deu a espécie da
  8. criação em rebanho, e a criação em rebanho, por
  9. sua vez, deu-nos a arte de criar os animais pedes-
  10. tres; e a seguir, esta arte de criar os animais pedes-
  11. tres nos deu, como seção principal, a arte que cria
  12. raça de animais sem chifres; e, ainda, esta raça de
  13. animais sem chifres inclui uma parte que só poderá
  14. ser compreendida por um único termo pela adição
  15. necessária de três nomes; ela se chamará: “a arte
  16. de criar raças que não se cruzam”. Por fim, a última
  17. subdivisão restante, nos rebanhos bípedes, será a
  18. arte de dirigir os homens. É precisamente o que pro-
  19. curamos; a arte que se honra por dois nomes: políti-
  20. ca e real.


PLATÃO. Diálogos – Fédon, Sofista, Político. Trad. Jorge Paleikat; João Cruz Costa. Rio de Janeiro: Ediouro, s.d. p. 177.

O excerto citado do Diálogo “Político”, de Platão, tem como tema central:

Alternativas
Q2055488 Noções de Informática
Assinale a alternativa que descreve corretamente a função DATA() do MS Excel 2016 em português.
Alternativas
Q2055487 Noções de Informática
O Linux conta com um utilitário de linha de comando que exibe informações sobre um determinado comando ou utilitário Linux, passado como parâmetro desse utilitário. Como por exemplo a sintaxe, informações gerais, parâmetros e em muitos casos também exemplos sobre como utilizar o comando em questão.
Assinale a alternativa que contém o nome desse utilitário Linux.
Alternativas
Q2055486 Noções de Informática
Assinale a alternativa que contém os utilitários de linha de comando do Linux e do Windows, respectivamente, que possibilitam obter informações sobre as interfaces e configurações de rede do computador. 
Alternativas
Q2055485 Noções de Informática
Ao navegar pela internet você se depara com uma mensagem de erro HTTP 404. Assinale a alternativa que descreve corretamente esse tipo de mensagem.
Alternativas
Q2055484 Noções de Informática
O MS Excel 2016 em português possui a função E().
Assinale a alternativa que descreve corretamente a utilidade dessa função do MS Excel.
Alternativas
Q2055473 Português
Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal.
Alternativas
Q2055472 Português
Assinale a alternativa que em que “meio” funciona como advérbio.
Alternativas
Q2055470 Português
Assinale a alternativa que contém somente numerais ordinais e multiplicativos.
Alternativas
Q2055469 Português

Analise o texto abaixo:


Edmundo trabalhou naquela firma durante sete anos __________ fora estagiário lá. Agora, após tanto tempo, resolveu sair. Ninguém sabe o __________ dessa atitude. 


Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.

Alternativas
Q2055468 Português
Assinale a sentença abaixo na qual o emprego do hífen está correto.
Alternativas
Q2055467 Português
Assinale a alternativa na qual todos os vocábulos foram corretamente acentuados.
Alternativas
Q2055466 Português

Ou você amadurece, ou se falsifica


MEDEIROS, Martha. Revista Versar. NSC, p 11. Janeiro, 2018.


Você acorda, vai ao banheiro, se olha no espelho, faz a barba ou pinta o olho, e inicia mais um dia da sua vida. Mas é sua vida mesmo, ou você interpreta um personagem? Você amadureceu para valer ou virou uma cópia falsificada de um adulto? Tenho visto alguns humanos adulterados por aí, “gente grande”made in Paraguai.


Éramos crianças inocentes e protegidas, até que os anos passaram. A adolescência nada mais é do que você percorrendo, sozinho, um amplo deserto e enxergando, ao longe, aquela poeirinha no horizonte que, nos filmes de aventura, indicam uma cavalaria armada ou uma tribo de peles-vermelhas se aproximando, qualquer coisa que pareça ameaçadora na imaginação e que assustará ainda mais quando chegar perto – e você não tem nem um _________ pangaré pra montar e escapar desse ataque _________. Sabe que terá que ser muito homem – ou muito mulher – para enfrentar.


Aquela poeirinha vai se agigantar na sua frente. E então você verá que não são malfeitores com rifles em punho, nem os índios estereotipados dos faroestes. São escolhas a fazer, relações amorosas, dúvidas e dívidas, filhos para educar, a finitude pra lidar e posicionamentos exigidos pela sociedade: a maldita esquadra da maturidade, que não está a fim de negociar com seu amadorismo.


E agora?


Quem encara, paga um preço alto. Não tem o recurso de se amparar nas costas de papai e mamãe, não tem a hipótese de transferir as decisões para o dia de São Nunca. Com a coragem que nem sabia que tinha, você assume sua identidade, dá um trato nos seus medos e começa a trajetória: trabalha, rala, ama, sofre, se expõe, se impõe, fala, cala, sofre, destrói, constrói. Mas constrói mesmo. Uma vida legítima. Uma vida sua.


Ou.


Ou se escora. Na mãe velhinha, no pai doente, na mulher com quem está casado há 42 anos, no namorado rico que virou a salvação da lavoura, se escora na chapação, no álcool, nos medicamentos tarja preta, numa idealização _________ (“sou ótimo, pena que o mundo não reconheceu meu brilhantismo”), se escora na muleta que tiver mais à mão e distribui sorrisos sedutores e desculpas esfarrapadas: sou uma farsa, mas uma farsa de terno e gravata, uma farsa em vestido de baile.


Falsificam-se a si mesmos os que não têm raça. Os que dependem de mil e quinhentos empurrões, e mesmo empurrados não ganham velocidade, ritmo, rumo. Ficam sempre no meio do trajeto, soluçando, reclamando, retrocedendo à memória das longas tardes no jardim de infância, quando, em segurança, sabiam que seus pais estariam esperando, no final do dia, no portão.


Na maturidade, não tem ninguém esperando no portão pra nos levar pra casa, mas tem uma caminhada excitante rumo a um prazer que só quem se arrisca, conhece. O prazer da independência. O prazer de ter a sua assinatura _________ cada uma de suas conquistas.


Já quem se falsificou num adulto que parece que é, mas não é, desperdiçou a chance de ter uma vida autêntica porque se assustou com a poeira no horizonte, previu que seria uma luta perdida, que não daria conta. Mas daria. O gigante, em qualquer circunstância, somos nós.

No último parágrafo do texto, Medeiros menciona uma “vida autêntica”, que o adulto não falsificado deve viver.
Esta vida, de acordo com o texto, deve ser:
Alternativas
Q2055465 Português

Ou você amadurece, ou se falsifica


MEDEIROS, Martha. Revista Versar. NSC, p 11. Janeiro, 2018.


Você acorda, vai ao banheiro, se olha no espelho, faz a barba ou pinta o olho, e inicia mais um dia da sua vida. Mas é sua vida mesmo, ou você interpreta um personagem? Você amadureceu para valer ou virou uma cópia falsificada de um adulto? Tenho visto alguns humanos adulterados por aí, “gente grande”made in Paraguai.


Éramos crianças inocentes e protegidas, até que os anos passaram. A adolescência nada mais é do que você percorrendo, sozinho, um amplo deserto e enxergando, ao longe, aquela poeirinha no horizonte que, nos filmes de aventura, indicam uma cavalaria armada ou uma tribo de peles-vermelhas se aproximando, qualquer coisa que pareça ameaçadora na imaginação e que assustará ainda mais quando chegar perto – e você não tem nem um _________ pangaré pra montar e escapar desse ataque _________. Sabe que terá que ser muito homem – ou muito mulher – para enfrentar.


Aquela poeirinha vai se agigantar na sua frente. E então você verá que não são malfeitores com rifles em punho, nem os índios estereotipados dos faroestes. São escolhas a fazer, relações amorosas, dúvidas e dívidas, filhos para educar, a finitude pra lidar e posicionamentos exigidos pela sociedade: a maldita esquadra da maturidade, que não está a fim de negociar com seu amadorismo.


E agora?


Quem encara, paga um preço alto. Não tem o recurso de se amparar nas costas de papai e mamãe, não tem a hipótese de transferir as decisões para o dia de São Nunca. Com a coragem que nem sabia que tinha, você assume sua identidade, dá um trato nos seus medos e começa a trajetória: trabalha, rala, ama, sofre, se expõe, se impõe, fala, cala, sofre, destrói, constrói. Mas constrói mesmo. Uma vida legítima. Uma vida sua.


Ou.


Ou se escora. Na mãe velhinha, no pai doente, na mulher com quem está casado há 42 anos, no namorado rico que virou a salvação da lavoura, se escora na chapação, no álcool, nos medicamentos tarja preta, numa idealização _________ (“sou ótimo, pena que o mundo não reconheceu meu brilhantismo”), se escora na muleta que tiver mais à mão e distribui sorrisos sedutores e desculpas esfarrapadas: sou uma farsa, mas uma farsa de terno e gravata, uma farsa em vestido de baile.


Falsificam-se a si mesmos os que não têm raça. Os que dependem de mil e quinhentos empurrões, e mesmo empurrados não ganham velocidade, ritmo, rumo. Ficam sempre no meio do trajeto, soluçando, reclamando, retrocedendo à memória das longas tardes no jardim de infância, quando, em segurança, sabiam que seus pais estariam esperando, no final do dia, no portão.


Na maturidade, não tem ninguém esperando no portão pra nos levar pra casa, mas tem uma caminhada excitante rumo a um prazer que só quem se arrisca, conhece. O prazer da independência. O prazer de ter a sua assinatura _________ cada uma de suas conquistas.


Já quem se falsificou num adulto que parece que é, mas não é, desperdiçou a chance de ter uma vida autêntica porque se assustou com a poeira no horizonte, previu que seria uma luta perdida, que não daria conta. Mas daria. O gigante, em qualquer circunstância, somos nós.

A que se refere a autora do texto, quando menciona “poeirinha” no segundo e terceiro parágrafos?
1. ao amparo dos pais 2. à maldita esquadra da maturidade 3. a um namorado rico 4. à morte 5. a índios e cowboys
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q2055464 Português

Ou você amadurece, ou se falsifica


MEDEIROS, Martha. Revista Versar. NSC, p 11. Janeiro, 2018.


Você acorda, vai ao banheiro, se olha no espelho, faz a barba ou pinta o olho, e inicia mais um dia da sua vida. Mas é sua vida mesmo, ou você interpreta um personagem? Você amadureceu para valer ou virou uma cópia falsificada de um adulto? Tenho visto alguns humanos adulterados por aí, “gente grande”made in Paraguai.


Éramos crianças inocentes e protegidas, até que os anos passaram. A adolescência nada mais é do que você percorrendo, sozinho, um amplo deserto e enxergando, ao longe, aquela poeirinha no horizonte que, nos filmes de aventura, indicam uma cavalaria armada ou uma tribo de peles-vermelhas se aproximando, qualquer coisa que pareça ameaçadora na imaginação e que assustará ainda mais quando chegar perto – e você não tem nem um _________ pangaré pra montar e escapar desse ataque _________. Sabe que terá que ser muito homem – ou muito mulher – para enfrentar.


Aquela poeirinha vai se agigantar na sua frente. E então você verá que não são malfeitores com rifles em punho, nem os índios estereotipados dos faroestes. São escolhas a fazer, relações amorosas, dúvidas e dívidas, filhos para educar, a finitude pra lidar e posicionamentos exigidos pela sociedade: a maldita esquadra da maturidade, que não está a fim de negociar com seu amadorismo.


E agora?


Quem encara, paga um preço alto. Não tem o recurso de se amparar nas costas de papai e mamãe, não tem a hipótese de transferir as decisões para o dia de São Nunca. Com a coragem que nem sabia que tinha, você assume sua identidade, dá um trato nos seus medos e começa a trajetória: trabalha, rala, ama, sofre, se expõe, se impõe, fala, cala, sofre, destrói, constrói. Mas constrói mesmo. Uma vida legítima. Uma vida sua.


Ou.


Ou se escora. Na mãe velhinha, no pai doente, na mulher com quem está casado há 42 anos, no namorado rico que virou a salvação da lavoura, se escora na chapação, no álcool, nos medicamentos tarja preta, numa idealização _________ (“sou ótimo, pena que o mundo não reconheceu meu brilhantismo”), se escora na muleta que tiver mais à mão e distribui sorrisos sedutores e desculpas esfarrapadas: sou uma farsa, mas uma farsa de terno e gravata, uma farsa em vestido de baile.


Falsificam-se a si mesmos os que não têm raça. Os que dependem de mil e quinhentos empurrões, e mesmo empurrados não ganham velocidade, ritmo, rumo. Ficam sempre no meio do trajeto, soluçando, reclamando, retrocedendo à memória das longas tardes no jardim de infância, quando, em segurança, sabiam que seus pais estariam esperando, no final do dia, no portão.


Na maturidade, não tem ninguém esperando no portão pra nos levar pra casa, mas tem uma caminhada excitante rumo a um prazer que só quem se arrisca, conhece. O prazer da independência. O prazer de ter a sua assinatura _________ cada uma de suas conquistas.


Já quem se falsificou num adulto que parece que é, mas não é, desperdiçou a chance de ter uma vida autêntica porque se assustou com a poeira no horizonte, previu que seria uma luta perdida, que não daria conta. Mas daria. O gigante, em qualquer circunstância, somos nós.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto anterior. 
Alternativas
Q1309512 Geografia
A utilização da cartografia é fundamental para o planejamento na escala do município, permitindo melhor discernimento de fatores geográficos a partir da espacialização coordenada das informações. Em relação aos elementos fundamentais da cartografia, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q1309511 Geografia
No desenvolvimento da Geografia Agrária brasileira, diferentes aspectos teórico-metodológicos se levantam para a melhor aferição de dados e interpretações sobre realidade nacional e, conjuntamente, suas ligações com os cenários globais. Sobre a Geografia Agrária no Brasil e suas perspectivas analíticas, assinale a assertiva correta.
Alternativas
Q1309510 Geografia
Um dos aspectos que compõem o planejamento urbano municipal é a distribuição efetiva das chamadas “áreas verdes urbanas”, que podem servir como locais de intersecção entre melhorias ambientais e o aumento da qualidade de vida das pessoas. Em relação ao planejamento municipal e às áreas verdes urbanas no Brasil, assinale a assertiva correta.
Alternativas
Respostas
941: D
942: A
943: C
944: A
945: D
946: E
947: C
948: B
949: C
950: A
951: B
952: D
953: D
954: E
955: B
956: C
957: A
958: A
959: D
960: B