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Q2761132 Engenharia Química e Química Industrial

O fator de atrito (f) em tubulações com diâmetro D e rugosidade ε, para um fluido newtoniano,

Alternativas
Q2761070 Engenharia Química e Química Industrial

Considere um fluido newtoniano e incompressível escoando no interior de uma tubulação de diâmetro D, com fator de atrito f e comprimento L, a uma velocidade V com perda de carga total hT1. Se a velocidade for dobrada, mantidos D, f e L constantes, a nova perda de carga será de:

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Q2735371 Português

Leia o Texto que segue para responder às questões de 08 a 10.


Dor elegante


Paulo Leminski

Um homem com uma dor

É muito mais elegante

Caminha assim de lado

Como se chegando atrasado

Chegasse mais adiante


Carrega o peso da dor

Como se portasse medalhas

Uma coroa, um milhão de dólares

Ou coisa que os valha


Ópios, édens, analgésicos

Não me toquem nessa dor

Ela é tudo o que me sobra

Sofrer vai ser a minha última obra


Disponível em: < http://www.revistabula.com/385-15-melhores-poemas-de-paulo-leminski/ >.

Acesso em: 11 out. 2017.

O poema trata a dor individual como
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Q2735370 Português

Leia o Texto que segue para responder às questões de 08 a 10.


Dor elegante


Paulo Leminski

Um homem com uma dor

É muito mais elegante

Caminha assim de lado

Como se chegando atrasado

Chegasse mais adiante


Carrega o peso da dor

Como se portasse medalhas

Uma coroa, um milhão de dólares

Ou coisa que os valha


Ópios, édens, analgésicos

Não me toquem nessa dor

Ela é tudo o que me sobra

Sofrer vai ser a minha última obra


Disponível em: < http://www.revistabula.com/385-15-melhores-poemas-de-paulo-leminski/ >.

Acesso em: 11 out. 2017.

Na segunda estrofe, omite-se a seguinte expressão do início do terceiro verso:
Alternativas
Q2735369 Português

Leia o Texto que segue para responder às questões de 08 a 10.


Dor elegante


Paulo Leminski

Um homem com uma dor

É muito mais elegante

Caminha assim de lado

Como se chegando atrasado

Chegasse mais adiante


Carrega o peso da dor

Como se portasse medalhas

Uma coroa, um milhão de dólares

Ou coisa que os valha


Ópios, édens, analgésicos

Não me toquem nessa dor

Ela é tudo o que me sobra

Sofrer vai ser a minha última obra


Disponível em: < http://www.revistabula.com/385-15-melhores-poemas-de-paulo-leminski/ >.

Acesso em: 11 out. 2017.

Os versos “É” muito mais elegante” e “Chegasse mais adiante” rimam entre si e constituem a chamada rima rica, formada por classes gramaticais diferentes. São elas:

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Q2735367 Português

O fantasma do Inferno Azul


1 Bira, Jair Careca, Rodneyre e Elpídio não se conheciam, mas tinham em comum uma rápida passagem pelos bancos escolares e o jeitinho brasileiro de driblar o desemprego: viver de bico. Foi em setembro de 1987 que uma oferta tentadora os uniu. Na ocasião, correu por toda Goiânia a necessidade de se contratarem “chapas” para quebrar paredes, asfalto, derrubar casas e remover objetos. Em troca, receberiam salário e mais diárias que, ao fim de uma semana, representavam o que conseguiam ganhar no mês. Jair José Pereira, pedreiro, recebeu a proposta na praça A, no bairro de Campinas, ponto de braçais. Aceitou e na mesma hora foi posto em uma Kombi branca, sem logotipo. Ubirajara Rosa de Souza fez o mesmo. Elpídio Evangelista da Silva e Rodneyre Ferreira souberam por amigos das contratações e apresentaram-se no escritório da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) em busca de uma vaga. Os quatro começaram a trabalhar na rua 57, no centro de Goiânia, foco inicial do maior acidente radiológico do mundo: o vazamento de pouco mais de 17 g de cloreto de césio-137, que se encontrava em um aparelho abandonado no Instituto Goiano de Radioterapia.

2 Os quatro não tinham noção do que era radiação e muito menos do que era césio. Tampouco foram informados dos cuidados necessários para a execução dos trabalhos, inclusive no depósito de lixo radioativo de Abadia, cidade a 20 quilômetros de Goiânia, para onde foram transferidos após a limpeza das áreas “quentes” (de alto grau de radiação). A contratação de “chapas” e a convocação de militares e civis do Consórcio Rodoviário Intermunicipal (Crisa), da Companhia de Limpeza Urbana e até da empreiteira Andrade Gutierrez marcavam o início de uma guerra surda para salvar Goiânia do brilho azul fluorescente, que encantou a família de Leide das Neves Ferreira. […]

3 Quinze anos depois, Bira, Jair, Rodneyre e Elpídio continuam “chapas” em todos os sentidos. Mas não é só a camaradagem que os une. Eles já apresentam sintomas da radiação que tomaram durante o tempo que trabalharam diretamente no acidente. Até 1993, apenas os quatro eram os encarregados pelo depósito provisório e trabalhavam das 8 às 18h. Em depoimento, contaram que viajaram junto com tambores de lixo radioativo, além de colocá-los e retirá-los de caminhões e kombis, principalmente quando as empilhadeiras quebravam. De serventes, conforme os contratos, foram alçados a técnicos da CNEN. A imprensa registrou inúmeras vezes os braçais vestidos de macacões e contadores Geiger à mão passeando entre as 13,4 toneladas de lixo radioativo. Segundo eles, uma farsa. “Ninguém sabia que não éramos técnicos. Durante muito tempo, não havia restrição para nós. Permanecíamos em áreas controladas sem saber ao certo o tempo permitido. As canetas dosimétricas estouravam com frequência”, ou seja: atingiam a carga máxima de radiação, revelou Elpídio, que chegou a chefiar os companheiros em Abadia. Munido de fotos suas e de Bira no depósito, publicadas na revista Manchete, ele acusou os técnicos da CNEN de não terem informado quais os locais de maior radiação ou como utilizar os aparelhos medidores.

4 O fato mais grave revelado por Elpídio e confirmado pelos outros três está relacionado à deterioração dos tambores de lixo. “Tirávamos os rejeitos do tambor furado ou enferrujado e passávamos para outro, manualmente. O danificado era amassado a marretadas e colocado em uma caixa metálica”, afirma Elpídio em seu depoimento. Rodneyre faz coro e acusa o físico Walter Mendes Ferreira de negligência. Segundo os “chapas”, ele só comparecia ao depósito provisório para receber equipes de reportagem ou técnicos internacionais. Fora isso, tratava os problemas que lá ocorriam pelo rádio. A ordem, em dia de visita, era virar os tambores enferrujados, remendá-los e pintá-los com spray amarelo ou cobri-los com lona para que as câmeras não pudessem filmá-los ou fotografá-los, contaram eles ao MP. […]

5 Elpídio está no grupo III de tratamento, Rodneyre e Jair não se enquadram em lugar algum. Bira disse que chegou a ficar um mês afastado por ter sofrido forte dose de radiação. Rodneyre e Jair moram em casas humildes na periferia da capital e continuam vivendo de bicos. Elpídio pediu demissão do hotel em que trabalhava como copeiro para cuidar da saúde. Eles evitam contar que atuaram no acidente. “Se a gente fala, tá lascado. Aí é que não arruma nada mesmo. O pessoal acha que, se a gente adoece, pode passar pra eles”, diz Jair, que leva a vida “sem pensar muito nessas coisas”. Jair só lembra do césio quando se dá conta de que não consegue mais exercer seu ofício de pedreiro. “Não posso me abaixar para assentar um piso. Sinto muitas dores no corpo. Dente, perdi um monte. Não sou mais o mesmo. Naquele dia, eu ainda brinquei dizendo que não voltava para casa sem o feijão. Se eles tivessem contado o que era, eu não ia.”

[...]


Disponível em:

< https://istoe.com.br/23768_O+FANTASMA+DO+INFERNO+AZUL/ >. Acesso em:

8 out.2017.

A reportagem da Isto é, além de informar sobre as consequências do acidente radiológico em Goiânia, estrutura-se sobre a

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Q2735366 Português

O fantasma do Inferno Azul


1 Bira, Jair Careca, Rodneyre e Elpídio não se conheciam, mas tinham em comum uma rápida passagem pelos bancos escolares e o jeitinho brasileiro de driblar o desemprego: viver de bico. Foi em setembro de 1987 que uma oferta tentadora os uniu. Na ocasião, correu por toda Goiânia a necessidade de se contratarem “chapas” para quebrar paredes, asfalto, derrubar casas e remover objetos. Em troca, receberiam salário e mais diárias que, ao fim de uma semana, representavam o que conseguiam ganhar no mês. Jair José Pereira, pedreiro, recebeu a proposta na praça A, no bairro de Campinas, ponto de braçais. Aceitou e na mesma hora foi posto em uma Kombi branca, sem logotipo. Ubirajara Rosa de Souza fez o mesmo. Elpídio Evangelista da Silva e Rodneyre Ferreira souberam por amigos das contratações e apresentaram-se no escritório da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) em busca de uma vaga. Os quatro começaram a trabalhar na rua 57, no centro de Goiânia, foco inicial do maior acidente radiológico do mundo: o vazamento de pouco mais de 17 g de cloreto de césio-137, que se encontrava em um aparelho abandonado no Instituto Goiano de Radioterapia.

2 Os quatro não tinham noção do que era radiação e muito menos do que era césio. Tampouco foram informados dos cuidados necessários para a execução dos trabalhos, inclusive no depósito de lixo radioativo de Abadia, cidade a 20 quilômetros de Goiânia, para onde foram transferidos após a limpeza das áreas “quentes” (de alto grau de radiação). A contratação de “chapas” e a convocação de militares e civis do Consórcio Rodoviário Intermunicipal (Crisa), da Companhia de Limpeza Urbana e até da empreiteira Andrade Gutierrez marcavam o início de uma guerra surda para salvar Goiânia do brilho azul fluorescente, que encantou a família de Leide das Neves Ferreira. […]

3 Quinze anos depois, Bira, Jair, Rodneyre e Elpídio continuam “chapas” em todos os sentidos. Mas não é só a camaradagem que os une. Eles já apresentam sintomas da radiação que tomaram durante o tempo que trabalharam diretamente no acidente. Até 1993, apenas os quatro eram os encarregados pelo depósito provisório e trabalhavam das 8 às 18h. Em depoimento, contaram que viajaram junto com tambores de lixo radioativo, além de colocá-los e retirá-los de caminhões e kombis, principalmente quando as empilhadeiras quebravam. De serventes, conforme os contratos, foram alçados a técnicos da CNEN. A imprensa registrou inúmeras vezes os braçais vestidos de macacões e contadores Geiger à mão passeando entre as 13,4 toneladas de lixo radioativo. Segundo eles, uma farsa. “Ninguém sabia que não éramos técnicos. Durante muito tempo, não havia restrição para nós. Permanecíamos em áreas controladas sem saber ao certo o tempo permitido. As canetas dosimétricas estouravam com frequência”, ou seja: atingiam a carga máxima de radiação, revelou Elpídio, que chegou a chefiar os companheiros em Abadia. Munido de fotos suas e de Bira no depósito, publicadas na revista Manchete, ele acusou os técnicos da CNEN de não terem informado quais os locais de maior radiação ou como utilizar os aparelhos medidores.

4 O fato mais grave revelado por Elpídio e confirmado pelos outros três está relacionado à deterioração dos tambores de lixo. “Tirávamos os rejeitos do tambor furado ou enferrujado e passávamos para outro, manualmente. O danificado era amassado a marretadas e colocado em uma caixa metálica”, afirma Elpídio em seu depoimento. Rodneyre faz coro e acusa o físico Walter Mendes Ferreira de negligência. Segundo os “chapas”, ele só comparecia ao depósito provisório para receber equipes de reportagem ou técnicos internacionais. Fora isso, tratava os problemas que lá ocorriam pelo rádio. A ordem, em dia de visita, era virar os tambores enferrujados, remendá-los e pintá-los com spray amarelo ou cobri-los com lona para que as câmeras não pudessem filmá-los ou fotografá-los, contaram eles ao MP. […]

5 Elpídio está no grupo III de tratamento, Rodneyre e Jair não se enquadram em lugar algum. Bira disse que chegou a ficar um mês afastado por ter sofrido forte dose de radiação. Rodneyre e Jair moram em casas humildes na periferia da capital e continuam vivendo de bicos. Elpídio pediu demissão do hotel em que trabalhava como copeiro para cuidar da saúde. Eles evitam contar que atuaram no acidente. “Se a gente fala, tá lascado. Aí é que não arruma nada mesmo. O pessoal acha que, se a gente adoece, pode passar pra eles”, diz Jair, que leva a vida “sem pensar muito nessas coisas”. Jair só lembra do césio quando se dá conta de que não consegue mais exercer seu ofício de pedreiro. “Não posso me abaixar para assentar um piso. Sinto muitas dores no corpo. Dente, perdi um monte. Não sou mais o mesmo. Naquele dia, eu ainda brinquei dizendo que não voltava para casa sem o feijão. Se eles tivessem contado o que era, eu não ia.”

[...]


Disponível em:

< https://istoe.com.br/23768_O+FANTASMA+DO+INFERNO+AZUL/ >. Acesso em:

8 out.2017.

No quarto parágrafo lê-se: “A ordem, em dia de visita, era virar os tambores enferrujados, remendá-los e pintá-los com spray amarelo ou cobri-los com lona para que as câmeras não pudessem filmá-los ou fotografá-los”. A sequencia sublinhada indica

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Q2735365 Português

O fantasma do Inferno Azul


1 Bira, Jair Careca, Rodneyre e Elpídio não se conheciam, mas tinham em comum uma rápida passagem pelos bancos escolares e o jeitinho brasileiro de driblar o desemprego: viver de bico. Foi em setembro de 1987 que uma oferta tentadora os uniu. Na ocasião, correu por toda Goiânia a necessidade de se contratarem “chapas” para quebrar paredes, asfalto, derrubar casas e remover objetos. Em troca, receberiam salário e mais diárias que, ao fim de uma semana, representavam o que conseguiam ganhar no mês. Jair José Pereira, pedreiro, recebeu a proposta na praça A, no bairro de Campinas, ponto de braçais. Aceitou e na mesma hora foi posto em uma Kombi branca, sem logotipo. Ubirajara Rosa de Souza fez o mesmo. Elpídio Evangelista da Silva e Rodneyre Ferreira souberam por amigos das contratações e apresentaram-se no escritório da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) em busca de uma vaga. Os quatro começaram a trabalhar na rua 57, no centro de Goiânia, foco inicial do maior acidente radiológico do mundo: o vazamento de pouco mais de 17 g de cloreto de césio-137, que se encontrava em um aparelho abandonado no Instituto Goiano de Radioterapia.

2 Os quatro não tinham noção do que era radiação e muito menos do que era césio. Tampouco foram informados dos cuidados necessários para a execução dos trabalhos, inclusive no depósito de lixo radioativo de Abadia, cidade a 20 quilômetros de Goiânia, para onde foram transferidos após a limpeza das áreas “quentes” (de alto grau de radiação). A contratação de “chapas” e a convocação de militares e civis do Consórcio Rodoviário Intermunicipal (Crisa), da Companhia de Limpeza Urbana e até da empreiteira Andrade Gutierrez marcavam o início de uma guerra surda para salvar Goiânia do brilho azul fluorescente, que encantou a família de Leide das Neves Ferreira. […]

3 Quinze anos depois, Bira, Jair, Rodneyre e Elpídio continuam “chapas” em todos os sentidos. Mas não é só a camaradagem que os une. Eles já apresentam sintomas da radiação que tomaram durante o tempo que trabalharam diretamente no acidente. Até 1993, apenas os quatro eram os encarregados pelo depósito provisório e trabalhavam das 8 às 18h. Em depoimento, contaram que viajaram junto com tambores de lixo radioativo, além de colocá-los e retirá-los de caminhões e kombis, principalmente quando as empilhadeiras quebravam. De serventes, conforme os contratos, foram alçados a técnicos da CNEN. A imprensa registrou inúmeras vezes os braçais vestidos de macacões e contadores Geiger à mão passeando entre as 13,4 toneladas de lixo radioativo. Segundo eles, uma farsa. “Ninguém sabia que não éramos técnicos. Durante muito tempo, não havia restrição para nós. Permanecíamos em áreas controladas sem saber ao certo o tempo permitido. As canetas dosimétricas estouravam com frequência”, ou seja: atingiam a carga máxima de radiação, revelou Elpídio, que chegou a chefiar os companheiros em Abadia. Munido de fotos suas e de Bira no depósito, publicadas na revista Manchete, ele acusou os técnicos da CNEN de não terem informado quais os locais de maior radiação ou como utilizar os aparelhos medidores.

4 O fato mais grave revelado por Elpídio e confirmado pelos outros três está relacionado à deterioração dos tambores de lixo. “Tirávamos os rejeitos do tambor furado ou enferrujado e passávamos para outro, manualmente. O danificado era amassado a marretadas e colocado em uma caixa metálica”, afirma Elpídio em seu depoimento. Rodneyre faz coro e acusa o físico Walter Mendes Ferreira de negligência. Segundo os “chapas”, ele só comparecia ao depósito provisório para receber equipes de reportagem ou técnicos internacionais. Fora isso, tratava os problemas que lá ocorriam pelo rádio. A ordem, em dia de visita, era virar os tambores enferrujados, remendá-los e pintá-los com spray amarelo ou cobri-los com lona para que as câmeras não pudessem filmá-los ou fotografá-los, contaram eles ao MP. […]

5 Elpídio está no grupo III de tratamento, Rodneyre e Jair não se enquadram em lugar algum. Bira disse que chegou a ficar um mês afastado por ter sofrido forte dose de radiação. Rodneyre e Jair moram em casas humildes na periferia da capital e continuam vivendo de bicos. Elpídio pediu demissão do hotel em que trabalhava como copeiro para cuidar da saúde. Eles evitam contar que atuaram no acidente. “Se a gente fala, tá lascado. Aí é que não arruma nada mesmo. O pessoal acha que, se a gente adoece, pode passar pra eles”, diz Jair, que leva a vida “sem pensar muito nessas coisas”. Jair só lembra do césio quando se dá conta de que não consegue mais exercer seu ofício de pedreiro. “Não posso me abaixar para assentar um piso. Sinto muitas dores no corpo. Dente, perdi um monte. Não sou mais o mesmo. Naquele dia, eu ainda brinquei dizendo que não voltava para casa sem o feijão. Se eles tivessem contado o que era, eu não ia.”

[...]


Disponível em:

< https://istoe.com.br/23768_O+FANTASMA+DO+INFERNO+AZUL/ >. Acesso em:

8 out.2017.

No último parágrafo, encontra-se esta afirmação de Jair: “Naquele dia, eu ainda brinquei dizendo que não voltava para casa sem o feijão.” Nesse caso, o emprego da palavra “feijão” em lugar do vocabulário “alimento” é um recurso de linguagem denominado

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Q2735364 Português

O fantasma do Inferno Azul


1 Bira, Jair Careca, Rodneyre e Elpídio não se conheciam, mas tinham em comum uma rápida passagem pelos bancos escolares e o jeitinho brasileiro de driblar o desemprego: viver de bico. Foi em setembro de 1987 que uma oferta tentadora os uniu. Na ocasião, correu por toda Goiânia a necessidade de se contratarem “chapas” para quebrar paredes, asfalto, derrubar casas e remover objetos. Em troca, receberiam salário e mais diárias que, ao fim de uma semana, representavam o que conseguiam ganhar no mês. Jair José Pereira, pedreiro, recebeu a proposta na praça A, no bairro de Campinas, ponto de braçais. Aceitou e na mesma hora foi posto em uma Kombi branca, sem logotipo. Ubirajara Rosa de Souza fez o mesmo. Elpídio Evangelista da Silva e Rodneyre Ferreira souberam por amigos das contratações e apresentaram-se no escritório da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) em busca de uma vaga. Os quatro começaram a trabalhar na rua 57, no centro de Goiânia, foco inicial do maior acidente radiológico do mundo: o vazamento de pouco mais de 17 g de cloreto de césio-137, que se encontrava em um aparelho abandonado no Instituto Goiano de Radioterapia.

2 Os quatro não tinham noção do que era radiação e muito menos do que era césio. Tampouco foram informados dos cuidados necessários para a execução dos trabalhos, inclusive no depósito de lixo radioativo de Abadia, cidade a 20 quilômetros de Goiânia, para onde foram transferidos após a limpeza das áreas “quentes” (de alto grau de radiação). A contratação de “chapas” e a convocação de militares e civis do Consórcio Rodoviário Intermunicipal (Crisa), da Companhia de Limpeza Urbana e até da empreiteira Andrade Gutierrez marcavam o início de uma guerra surda para salvar Goiânia do brilho azul fluorescente, que encantou a família de Leide das Neves Ferreira. […]

3 Quinze anos depois, Bira, Jair, Rodneyre e Elpídio continuam “chapas” em todos os sentidos. Mas não é só a camaradagem que os une. Eles já apresentam sintomas da radiação que tomaram durante o tempo que trabalharam diretamente no acidente. Até 1993, apenas os quatro eram os encarregados pelo depósito provisório e trabalhavam das 8 às 18h. Em depoimento, contaram que viajaram junto com tambores de lixo radioativo, além de colocá-los e retirá-los de caminhões e kombis, principalmente quando as empilhadeiras quebravam. De serventes, conforme os contratos, foram alçados a técnicos da CNEN. A imprensa registrou inúmeras vezes os braçais vestidos de macacões e contadores Geiger à mão passeando entre as 13,4 toneladas de lixo radioativo. Segundo eles, uma farsa. “Ninguém sabia que não éramos técnicos. Durante muito tempo, não havia restrição para nós. Permanecíamos em áreas controladas sem saber ao certo o tempo permitido. As canetas dosimétricas estouravam com frequência”, ou seja: atingiam a carga máxima de radiação, revelou Elpídio, que chegou a chefiar os companheiros em Abadia. Munido de fotos suas e de Bira no depósito, publicadas na revista Manchete, ele acusou os técnicos da CNEN de não terem informado quais os locais de maior radiação ou como utilizar os aparelhos medidores.

4 O fato mais grave revelado por Elpídio e confirmado pelos outros três está relacionado à deterioração dos tambores de lixo. “Tirávamos os rejeitos do tambor furado ou enferrujado e passávamos para outro, manualmente. O danificado era amassado a marretadas e colocado em uma caixa metálica”, afirma Elpídio em seu depoimento. Rodneyre faz coro e acusa o físico Walter Mendes Ferreira de negligência. Segundo os “chapas”, ele só comparecia ao depósito provisório para receber equipes de reportagem ou técnicos internacionais. Fora isso, tratava os problemas que lá ocorriam pelo rádio. A ordem, em dia de visita, era virar os tambores enferrujados, remendá-los e pintá-los com spray amarelo ou cobri-los com lona para que as câmeras não pudessem filmá-los ou fotografá-los, contaram eles ao MP. […]

5 Elpídio está no grupo III de tratamento, Rodneyre e Jair não se enquadram em lugar algum. Bira disse que chegou a ficar um mês afastado por ter sofrido forte dose de radiação. Rodneyre e Jair moram em casas humildes na periferia da capital e continuam vivendo de bicos. Elpídio pediu demissão do hotel em que trabalhava como copeiro para cuidar da saúde. Eles evitam contar que atuaram no acidente. “Se a gente fala, tá lascado. Aí é que não arruma nada mesmo. O pessoal acha que, se a gente adoece, pode passar pra eles”, diz Jair, que leva a vida “sem pensar muito nessas coisas”. Jair só lembra do césio quando se dá conta de que não consegue mais exercer seu ofício de pedreiro. “Não posso me abaixar para assentar um piso. Sinto muitas dores no corpo. Dente, perdi um monte. Não sou mais o mesmo. Naquele dia, eu ainda brinquei dizendo que não voltava para casa sem o feijão. Se eles tivessem contado o que era, eu não ia.”

[...]


Disponível em:

< https://istoe.com.br/23768_O+FANTASMA+DO+INFERNO+AZUL/ >. Acesso em:

8 out.2017.

No terceiro parágrafo lê-se que, “Quinze anos depois, Bira, Jair, Rodneyre e Elpídio continuam “chapas” em todos os sentidos”. Quais são esses sentidos?

Alternativas
Q2735363 Português

O fantasma do Inferno Azul


1 Bira, Jair Careca, Rodneyre e Elpídio não se conheciam, mas tinham em comum uma rápida passagem pelos bancos escolares e o jeitinho brasileiro de driblar o desemprego: viver de bico. Foi em setembro de 1987 que uma oferta tentadora os uniu. Na ocasião, correu por toda Goiânia a necessidade de se contratarem “chapas” para quebrar paredes, asfalto, derrubar casas e remover objetos. Em troca, receberiam salário e mais diárias que, ao fim de uma semana, representavam o que conseguiam ganhar no mês. Jair José Pereira, pedreiro, recebeu a proposta na praça A, no bairro de Campinas, ponto de braçais. Aceitou e na mesma hora foi posto em uma Kombi branca, sem logotipo. Ubirajara Rosa de Souza fez o mesmo. Elpídio Evangelista da Silva e Rodneyre Ferreira souberam por amigos das contratações e apresentaram-se no escritório da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) em busca de uma vaga. Os quatro começaram a trabalhar na rua 57, no centro de Goiânia, foco inicial do maior acidente radiológico do mundo: o vazamento de pouco mais de 17 g de cloreto de césio-137, que se encontrava em um aparelho abandonado no Instituto Goiano de Radioterapia.

2 Os quatro não tinham noção do que era radiação e muito menos do que era césio. Tampouco foram informados dos cuidados necessários para a execução dos trabalhos, inclusive no depósito de lixo radioativo de Abadia, cidade a 20 quilômetros de Goiânia, para onde foram transferidos após a limpeza das áreas “quentes” (de alto grau de radiação). A contratação de “chapas” e a convocação de militares e civis do Consórcio Rodoviário Intermunicipal (Crisa), da Companhia de Limpeza Urbana e até da empreiteira Andrade Gutierrez marcavam o início de uma guerra surda para salvar Goiânia do brilho azul fluorescente, que encantou a família de Leide das Neves Ferreira. […]

3 Quinze anos depois, Bira, Jair, Rodneyre e Elpídio continuam “chapas” em todos os sentidos. Mas não é só a camaradagem que os une. Eles já apresentam sintomas da radiação que tomaram durante o tempo que trabalharam diretamente no acidente. Até 1993, apenas os quatro eram os encarregados pelo depósito provisório e trabalhavam das 8 às 18h. Em depoimento, contaram que viajaram junto com tambores de lixo radioativo, além de colocá-los e retirá-los de caminhões e kombis, principalmente quando as empilhadeiras quebravam. De serventes, conforme os contratos, foram alçados a técnicos da CNEN. A imprensa registrou inúmeras vezes os braçais vestidos de macacões e contadores Geiger à mão passeando entre as 13,4 toneladas de lixo radioativo. Segundo eles, uma farsa. “Ninguém sabia que não éramos técnicos. Durante muito tempo, não havia restrição para nós. Permanecíamos em áreas controladas sem saber ao certo o tempo permitido. As canetas dosimétricas estouravam com frequência”, ou seja: atingiam a carga máxima de radiação, revelou Elpídio, que chegou a chefiar os companheiros em Abadia. Munido de fotos suas e de Bira no depósito, publicadas na revista Manchete, ele acusou os técnicos da CNEN de não terem informado quais os locais de maior radiação ou como utilizar os aparelhos medidores.

4 O fato mais grave revelado por Elpídio e confirmado pelos outros três está relacionado à deterioração dos tambores de lixo. “Tirávamos os rejeitos do tambor furado ou enferrujado e passávamos para outro, manualmente. O danificado era amassado a marretadas e colocado em uma caixa metálica”, afirma Elpídio em seu depoimento. Rodneyre faz coro e acusa o físico Walter Mendes Ferreira de negligência. Segundo os “chapas”, ele só comparecia ao depósito provisório para receber equipes de reportagem ou técnicos internacionais. Fora isso, tratava os problemas que lá ocorriam pelo rádio. A ordem, em dia de visita, era virar os tambores enferrujados, remendá-los e pintá-los com spray amarelo ou cobri-los com lona para que as câmeras não pudessem filmá-los ou fotografá-los, contaram eles ao MP. […]

5 Elpídio está no grupo III de tratamento, Rodneyre e Jair não se enquadram em lugar algum. Bira disse que chegou a ficar um mês afastado por ter sofrido forte dose de radiação. Rodneyre e Jair moram em casas humildes na periferia da capital e continuam vivendo de bicos. Elpídio pediu demissão do hotel em que trabalhava como copeiro para cuidar da saúde. Eles evitam contar que atuaram no acidente. “Se a gente fala, tá lascado. Aí é que não arruma nada mesmo. O pessoal acha que, se a gente adoece, pode passar pra eles”, diz Jair, que leva a vida “sem pensar muito nessas coisas”. Jair só lembra do césio quando se dá conta de que não consegue mais exercer seu ofício de pedreiro. “Não posso me abaixar para assentar um piso. Sinto muitas dores no corpo. Dente, perdi um monte. Não sou mais o mesmo. Naquele dia, eu ainda brinquei dizendo que não voltava para casa sem o feijão. Se eles tivessem contado o que era, eu não ia.”

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Disponível em:

< https://istoe.com.br/23768_O+FANTASMA+DO+INFERNO+AZUL/ >. Acesso em:

8 out.2017.

O texto contém tanto palavras do registro informal do trabalhador braçal quanto palavras do registro formal do conhecimento científico. Há palavras desses dois registros em:

Alternativas
Q2735319 Português

O fantasma do Inferno Azul


1 Bira, Jair Careca, Rodneyre e Elpídio não se conheciam, mas tinham em comum uma rápida passagem pelos bancos escolares e o jeitinho brasileiro de driblar o desemprego: viver de bico. Foi em setembro de 1987 que uma oferta tentadora os uniu. Na ocasião, correu por toda Goiânia a necessidade de se contratarem “chapas” para quebrar paredes, asfalto, derrubar casas e remover objetos. Em troca, receberiam salário e mais diárias que, ao fim de uma semana, representavam o que conseguiam ganhar no mês. Jair José Pereira, pedreiro, recebeu a proposta na praça A, no bairro de Campinas, ponto de braçais. Aceitou e na mesma hora foi posto em uma Kombi branca, sem logotipo. Ubirajara Rosa de Souza fez o mesmo. Elpídio Evangelista da Silva e Rodneyre Ferreira souberam por amigos das contratações e apresentaram-se no escritório da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) em busca de uma vaga. Os quatro começaram a trabalhar na rua 57, no centro de Goiânia, foco inicial do maior acidente radiológico do mundo: o vazamento de pouco mais de 17 g de cloreto de césio-137, que se encontrava em um aparelho abandonado no Instituto Goiano de Radioterapia.

2 Os quatro não tinham noção do que era radiação e muito menos do que era césio. Tampouco foram informados dos cuidados necessários para a execução dos trabalhos, inclusive no depósito de lixo radioativo de Abadia, cidade a 20 quilômetros de Goiânia, para onde foram transferidos após a limpeza das áreas “quentes” (de alto grau de radiação). A contratação de “chapas” e a convocação de militares e civis do Consórcio Rodoviário Intermunicipal (Crisa), da Companhia de Limpeza Urbana e até da empreiteira Andrade Gutierrez marcavam o início de uma guerra surda para salvar Goiânia do brilho azul fluorescente, que encantou a família de Leide das Neves Ferreira. […]

3 Quinze anos depois, Bira, Jair, Rodneyre e Elpídio continuam “chapas” em todos os sentidos. Mas não é só a camaradagem que os une. Eles já apresentam sintomas da radiação que tomaram durante o tempo que trabalharam diretamente no acidente. Até 1993, apenas os quatro eram os encarregados pelo depósito provisório e trabalhavam das 8 às 18h. Em depoimento, contaram que viajaram junto com tambores de lixo radioativo, além de colocá-los e retirá-los de caminhões e kombis, principalmente quando as empilhadeiras quebravam. De serventes, conforme os contratos, foram alçados a técnicos da CNEN. A imprensa registrou inúmeras vezes os braçais vestidos de macacões e contadores Geiger à mão passeando entre as 13,4 toneladas de lixo radioativo. Segundo eles, uma farsa. “Ninguém sabia que não éramos técnicos. Durante muito tempo, não havia restrição para nós. Permanecíamos em áreas controladas sem saber ao certo o tempo permitido. As canetas dosimétricas estouravam com frequência”, ou seja: atingiam a carga máxima de radiação, revelou Elpídio, que chegou a chefiar os companheiros em Abadia. Munido de fotos suas e de Bira no depósito, publicadas na revista Manchete, ele acusou os técnicos da CNEN de não terem informado quais os locais de maior radiação ou como utilizar os aparelhos medidores.

4 O fato mais grave revelado por Elpídio e confirmado pelos outros três está relacionado à deterioração dos tambores de lixo. “Tirávamos os rejeitos do tambor furado ou enferrujado e passávamos para outro, manualmente. O danificado era amassado a marretadas e colocado em uma caixa metálica”, afirma Elpídio em seu depoimento. Rodneyre faz coro e acusa o físico Walter Mendes Ferreira de negligência. Segundo os “chapas”, ele só comparecia ao depósito provisório para receber equipes de reportagem ou técnicos internacionais. Fora isso, tratava os problemas que lá ocorriam pelo rádio. A ordem, em dia de visita, era virar os tambores enferrujados, remendá-los e pintá-los com spray amarelo ou cobri-los com lona para que as câmeras não pudessem filmá-los ou fotografá-los, contaram eles ao MP. […]

5 Elpídio está no grupo III de tratamento, Rodneyre e Jair não se enquadram em lugar algum. Bira disse que chegou a ficar um mês afastado por ter sofrido forte dose de radiação. Rodneyre e Jair moram em casas humildes na periferia da capital e continuam vivendo de bicos. Elpídio pediu demissão do hotel em que trabalhava como copeiro para cuidar da saúde. Eles evitam contar que atuaram no acidente. “Se a gente fala, tá lascado. Aí é que não arruma nada mesmo. O pessoal acha que, se a gente adoece, pode passar pra eles”, diz Jair, que leva a vida “sem pensar muito nessas coisas”. Jair só lembra do césio quando se dá conta de que não consegue mais exercer seu ofício de pedreiro. “Não posso me abaixar para assentar um piso. Sinto muitas dores no corpo. Dente, perdi um monte. Não sou mais o mesmo. Naquele dia, eu ainda brinquei dizendo que não voltava para casa sem o feijão. Se eles tivessem contado o que era, eu não ia.”

[...]


Disponível em:

< https://istoe.com.br/23768_O+FANTASMA+DO+INFERNO+AZUL/ >. Acesso em:

8 out.2017.

O título da reportagem, publicada em 2002 na revista Isto é, faz referência:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Santa Rosa - RS
Q1234525 Português
                                                            Planeta Sustentável
A sustentabilidade é um dos principais temas da atualidade. Ela é um tema tão recorrente devido ..... sua grande importância para garantir a sobrevivência do ser humano em longo prazo. Quando se fala em sustentabilidade, não é difícil relacionar seu ideário com palavras como aquecimento global, consumismo excessivo, desperdício de água e energia, lixo, reciclagem, entre outros problemas que o ser humano já tem e terá de enfrentar num futuro breve. O resultado do acúmulo de lixo e substâncias poluentes durante décadas começa ..... ser percebido pelo ser humano agora. Fatos como o excesso de CO2 (monóxido de carbono) na atmosfera, gerado principalmente por indústrias e automóveis, ..... degradação de mananciais e nascentes de rios e o desmatamento e destruição de florestas com finalidade de extração da madeira ___ alterando o clima do planeta. Especialistas não cansam de apontar que esse ciclo de elevação de temperaturas pode levar ao fim a vida na Terra. Outro grande problema do ser humano, já em médio prazo, será suprir a demanda de água e energia, que aumenta, exponencialmente, ao longo dos anos. A geração de energia e o consumo de água potável são grandes desafios para o futuro. Atualmente, dependemos quase que totalmente de recursos não renováveis, como o petróleo, gás natural e minérios. Além de finitos (estima-se que as reservas estarão seriamente comprometidas até 2050), são altamente poluentes. A maioria da energia elétrica mundial hoje ___ de recursos com esta característica dupla (não renováveis e poluentes). Felizmente, no Brasil, 80% da energia originam-se de um recurso renovável, que é a geração através da hidroeletricidade. Apesar de ter aspectos negativos no desvio natural de um rio, é consideravelmente mais limpa que uma termelétrica que utiliza carvão. A busca por fontes sustentáveis de energia é um desafio que ___ encabeçando as principais ações. Os países começam agora a investir mais em tecnologias limpas e renováveis, como a energia eólica (dos ventos), geotérmica (calor da Terra) e solar (através de painéis fotovoltaicos ou concentrando luz através de espelhos para aquecer um ponto). Diante deste cenário, zelar por um planeta sustentável é uma atitude consciente e evolutiva, que deve estar em todas as esferas de nossas vidas, tanto pessoal quanto social. Ações sustentáveis comprovadamente podem salvar o planeta e melhorar a qualidade de vida desta e das futuras gerações. Não é tão difícil quanto parece contribuir para um planeta mais sustentável. Com pequenas atitudes, podemos fazer nossa parte e pressionar autoridades e governos para cumprirem suas medidas. A partir de casa, podemos diminuir o consumo desnecessário de água, através de banhos mais rápidos, por exemplo. Diminuir gastos com energia elétrica, trocando lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes, utilizar eletrodomésticos econômicos, entre outras atitudes, são ações muito válidas. Reciclar o lixo também é uma atitude muito positiva, através de plásticos (que demoram muito para sua decomposição) e papéis, que podem ser reutilizados e proporcionar redução no desmatamento. São atitudes simples e que estão abertas a todos. (Fonte: http://meioambiente.culturamix.com/desenvolvimento-sustentavel/planeta-sustentavel – fragmento adaptado)   Analise as seguintes propostas de alterações no texto: 
I. Supressão do advérbio ‘principalmente’ (l. 08).
II. Sem considerar a necessidade de maiúsculas, deslocar o fragmento ‘são grandes desafios para o futuro’ (l. 14) para o início da oração em que ocorre.
III. A substituição de ‘quase que totalmente’ (l. 14-15) por ‘absolutamente’.
Quais das propostas NÃO altera o sentido original dos períodos em que estão inseridas?
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Santa Rosa - RS
Q1226683 Português
                                                            Planeta Sustentável
A sustentabilidade é um dos principais temas da atualidade. Ela é um tema tão recorrente devido ..... sua grande importância para garantir a sobrevivência do ser humano em longo prazo. Quando se fala em sustentabilidade, não é difícil relacionar seu ideário com palavras como aquecimento global, consumismo excessivo, desperdício de água e energia, lixo, reciclagem, entre outros problemas que o ser humano já tem e terá de enfrentar num futuro breve. O resultado do acúmulo de lixo e substâncias poluentes durante décadas começa ..... ser percebido pelo ser humano agora. Fatos como o excesso de CO2 (monóxido de carbono) na atmosfera, gerado principalmente por indústrias e automóveis, ..... degradação de mananciais e nascentes de rios e o desmatamento e destruição de florestas com finalidade de extração da madeira ___ alterando o clima do planeta. Especialistas não cansam de apontar que esse ciclo de elevação de temperaturas pode levar ao fim a vida na Terra. Outro grande problema do ser humano, já em médio prazo, será suprir a demanda de água e energia, que aumenta, exponencialmente, ao longo dos anos. A geração de energia e o consumo de água potável são grandes desafios para o futuro. Atualmente, dependemos quase que totalmente de recursos não renováveis, como o petróleo, gás natural e minérios. Além de finitos (estima-se que as reservas estarão seriamente comprometidas até 2050), são altamente poluentes. A maioria da energia elétrica mundial hoje ___ de recursos com esta característica dupla (não renováveis e poluentes). Felizmente, no Brasil, 80% da energia originam-se de um recurso renovável, que é a geração através da hidroeletricidade. Apesar de ter aspectos negativos no desvio natural de um rio, é consideravelmente mais limpa que uma termelétrica que utiliza carvão. A busca por fontes sustentáveis de energia é um desafio que ___ encabeçando as principais ações. Os países começam agora a investir mais em tecnologias limpas e renováveis, como a energia eólica (dos ventos), geotérmica (calor da Terra) e solar (através de painéis fotovoltaicos ou concentrando luz através de espelhos para aquecer um ponto). Diante deste cenário, zelar por um planeta sustentável é uma atitude consciente e evolutiva, que deve estar em todas as esferas de nossas vidas, tanto pessoal quanto social. Ações sustentáveis comprovadamente podem salvar o planeta e melhorar a qualidade de vida desta e das futuras gerações. Não é tão difícil quanto parece contribuir para um planeta mais sustentável. Com pequenas atitudes, podemos fazer nossa parte e pressionar autoridades e governos para cumprirem suas medidas. A partir de casa, podemos diminuir o consumo desnecessário de água, através de banhos mais rápidos, por exemplo. Diminuir gastos com energia elétrica, trocando lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes, utilizar eletrodomésticos econômicos, entre outras atitudes, são ações muito válidas. Reciclar o lixo também é uma atitude muito positiva, através de plásticos (que demoram muito para sua decomposição) e papéis, que podem ser reutilizados e proporcionar redução no desmatamento. São atitudes simples e que estão abertas a todos. (Fonte: http://meioambiente.culturamix.com/desenvolvimento-sustentavel/planeta-sustentavel – fragmento adaptado)
Relativamente ao primeiro parágrafo do texto, analise as seguintes afirmações, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
(   ) Na primeira linha, o pronome ‘Ela’ refere-se à sustentabilidade.
(   ) Na segunda linha, o possessivo ‘sua’ estabelece relação de posse entre a sustentabilidade e a importância dela para garantir a sobrevivência do ser humano.
(   ) Na terceira linha, o possessivo ‘seu’ estabelece relação de posse entre o ideário e itens como o aquecimento global e outros.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Santa Rosa - RS
Q1226475 Português
                                                            Planeta Sustentável
A sustentabilidade é um dos principais temas da atualidade. Ela é um tema tão recorrente devido ..... sua grande importância para garantir a sobrevivência do ser humano em longo prazo. Quando se fala em sustentabilidade, não é difícil relacionar seu ideário com palavras como aquecimento global, consumismo excessivo, desperdício de água e energia, lixo, reciclagem, entre outros problemas que o ser humano já tem e terá de enfrentar num futuro breve. O resultado do acúmulo de lixo e substâncias poluentes durante décadas começa ..... ser percebido pelo ser humano agora. Fatos como o excesso de CO2 (monóxido de carbono) na atmosfera, gerado principalmente por indústrias e automóveis, ..... degradação de mananciais e nascentes de rios e o desmatamento e destruição de florestas com finalidade de extração da madeira ___ alterando o clima do planeta. Especialistas não cansam de apontar que esse ciclo de elevação de temperaturas pode levar ao fim a vida na Terra. Outro grande problema do ser humano, já em médio prazo, será suprir a demanda de água e energia, que aumenta, exponencialmente, ao longo dos anos. A geração de energia e o consumo de água potável são grandes desafios para o futuro. Atualmente, dependemos quase que totalmente de recursos não renováveis, como o petróleo, gás natural e minérios. Além de finitos (estima-se que as reservas estarão seriamente comprometidas até 2050), são altamente poluentes. A maioria da energia elétrica mundial hoje ___ de recursos com esta característica dupla (não renováveis e poluentes). Felizmente, no Brasil, 80% da energia originam-se de um recurso renovável, que é a geração através da hidroeletricidade. Apesar de ter aspectos negativos no desvio natural de um rio, é consideravelmente mais limpa que uma termelétrica que utiliza carvão. A busca por fontes sustentáveis de energia é um desafio que ___ encabeçando as principais ações. Os países começam agora a investir mais em tecnologias limpas e renováveis, como a energia eólica (dos ventos), geotérmica (calor da Terra) e solar (através de painéis fotovoltaicos ou concentrando luz através de espelhos para aquecer um ponto). Diante deste cenário, zelar por um planeta sustentável é uma atitude consciente e evolutiva, que deve estar em todas as esferas de nossas vidas, tanto pessoal quanto social. Ações sustentáveis comprovadamente podem salvar o planeta e melhorar a qualidade de vida desta e das futuras gerações. Não é tão difícil quanto parece contribuir para um planeta mais sustentável. Com pequenas atitudes, podemos fazer nossa parte e pressionar autoridades e governos para cumprirem suas medidas. A partir de casa, podemos diminuir o consumo desnecessário de água, através de banhos mais rápidos, por exemplo. Diminuir gastos com energia elétrica, trocando lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes, utilizar eletrodomésticos econômicos, entre outras atitudes, são ações muito válidas. Reciclar o lixo também é uma atitude muito positiva, através de plásticos (que demoram muito para sua decomposição) e papéis, que podem ser reutilizados e proporcionar redução no desmatamento. São atitudes simples e que estão abertas a todos. (Fonte: http://meioambiente.culturamix.com/desenvolvimento-sustentavel/planeta-sustentavel – fragmento adaptado)
Considere as seguintes afirmações relativas às propostas de alteração no texto:
I. A substituição de ‘com finalidade de extração’ (l. 09) por ‘com o intuito de extrair’ implicaria alteração na frase em que se insere.
II. A supressão de ‘pode’ (l. 11) implicaria alteração no sentido e na estrutura original da frase.
III. ‘se vale’ substituiria correta e adequadamente ‘utiliza’ (l. 20).
Quais estão corretas?
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Divinópolis - MG
Q1211669 Engenharia Ambiental e Sanitária
“O ciclo hidrológico, ou ciclo da água, é o movimento contínuo da água presente nos oceanos, continentes (superfície, solo e rocha) e na atmosfera. Esse movimento é alimentado pela força da gravidade e pela energia do Sol, que provocam a evaporação das águas dos oceanos e dos continentes. Na atmosfera, forma as nuvens que, quando carregadas, provocam precipitações, na forma de chuva, granizo, orvalho e neve” (MMA, 2018).
Em relação ao ciclo da água, analise as afirmativas a seguir: 
I. A evaporação é maior nos continentes do que nos oceanos, uma vez que ali o aquecimento é maior.  II. Em certas regiões de clima frio, água armazenada em forma de geleiras, precipitações de neve e degelo das geleiras não devem ser considerados no ciclo hidrológico.  III. A impermeabilização do solo por meio de pavimentação é um exemplo de interferência humana no ciclo da água.  IV. No processo de infiltração, a água infiltrada pode sofrer evaporação, ser utilizada pela vegetação, escoar ao longo da camada superior do solo ou alimentar o lençol de água subterrâneo.  V. O escoamento subterrâneo, que faz parte do ciclo hídrico, é mais rápido do que o escoamento superficial, e é responsável por alimentar rios e lagos. 
Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas incorretas:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Santa Rosa - RS
Q1208241 Direito Constitucional
O meio ambiente é bem de uso comum do povo, e a manutenção do seu equilíbrio é essencial à qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo, preservá-lo e restaurá-lo, cabendo a todos exigir a adoção de medidas nesse sentido. Para assegurar a efetividade desse direito, o Município desenvolverá ação permanente de proteção, restauração e fiscalização no meio ambiente, incumbindo-lhe primordialmente:
I. Cadastrar, fiscalizar e manter as áreas de preservação permanente e de domínio público, declaradas pelo Município, por lei, impedindo sua utilização predatória e promovendo seu reflorestamento ecológico.
II. Proibir, no Município, a instalação de usinas nucleares e instalações de enriquecimento ou reprocessamento de materiais radioativos.
III. Combater a destruição da vegetação natural, de preservação permanente, especificamente ao longo dos cursos d’água mais relevantes e, sempre que possível, prevenir e controlar a poluição e a erosão nas rodovias e ferrovias.
IV. Incentivar e auxiliar tecnicamente movimentos comunitários e entidades de caráter cultural, científico e educacional, com finalidades ecológicas, possibilitando-se a cogestão, na forma da lei.
Quais estão corretas?
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Divinópolis - MG
Q1208150 Engenharia Ambiental e Sanitária
A PORTARIA DE CONSOLIDAÇÃO Nº 5, DE 28 DE SETEMBRO DE 2017- DOU Nº 190, DE 03/10/2017 que trata da “Consolidação das normas sobre as ações e os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde”, através do Art. 864, inciso CXXXIII revogou a PORTARIA Nº 2.914, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2011. Em relação ao controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Divinópolis - MG
Q1198672 Engenharia Ambiental e Sanitária
Apesar de não estar presente em 100% dos municípios brasileiros, as estações de tratamento de efluentes (ETE) são extremamente importantes para a manutenção da qualidade dos corpos hídricos do país e também para garantia da saúde pública. Dentre as tecnologias utilizadas está a de lagoas, e as suas principais vantagens são a facilidade de construção, operação e manutenção e respectivos custos reduzidos, além da sua satisfatória resistência a variações de carga (SPERLING,1996, apud FEC UNICAMP, 2018). Em relação ao sistema de lagoas, analise as afirmativas a seguir: 
I. Uma das vantagens do uso de lagoas para o tratamento de efluentes é a necessidade de pequenas áreas para a sua construção.  II. A principal função da lagoa de maturação é a remoção de matéria orgânica do efluente.  III. Lagoas facultativas são constituídas basicamente por três regiões: zona anaeróbia, zona aeróbia e zona facultativa.  IV. A grande vantagem das lagoas aeradas por agitadores mecânicos está associada ao baixo consumo de energia elétrica.  V. O efluente que sai de uma lagoa aerada de mistura completa possui uma grande quantidade de matéria suspensa e necessita de um tratamento complementar, normalmente constituído por uma lagoa de decantação. 
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Santa Rosa - RS
Q1192849 Português
                                                            Planeta Sustentável
A sustentabilidade é um dos principais temas da atualidade. Ela é um tema tão recorrente devido ..... sua grande importância para garantir a sobrevivência do ser humano em longo prazo. Quando se fala em sustentabilidade, não é difícil relacionar seu ideário com palavras como aquecimento global, consumismo excessivo, desperdício de água e energia, lixo, reciclagem, entre outros problemas que o ser humano já tem e terá de enfrentar num futuro breve. O resultado do acúmulo de lixo e substâncias poluentes durante décadas começa ..... ser percebido pelo ser humano agora. Fatos como o excesso de CO2 (monóxido de carbono) na atmosfera, gerado principalmente por indústrias e automóveis, ..... degradação de mananciais e nascentes de rios e o desmatamento e destruição de florestas com finalidade de extração da madeira ___ alterando o clima do planeta. Especialistas não cansam de apontar que esse ciclo de elevação de temperaturas pode levar ao fim a vida na Terra. Outro grande problema do ser humano, já em médio prazo, será suprir a demanda de água e energia, que aumenta, exponencialmente, ao longo dos anos. A geração de energia e o consumo de água potável são grandes desafios para o futuro. Atualmente, dependemos quase que totalmente de recursos não renováveis, como o petróleo, gás natural e minérios. Além de finitos (estima-se que as reservas estarão seriamente comprometidas até 2050), são altamente poluentes. A maioria da energia elétrica mundial hoje ___ de recursos com esta característica dupla (não renováveis e poluentes). Felizmente, no Brasil, 80% da energia originam-se de um recurso renovável, que é a geração através da hidroeletricidade. Apesar de ter aspectos negativos no desvio natural de um rio, é consideravelmente mais limpa que uma termelétrica que utiliza carvão. A busca por fontes sustentáveis de energia é um desafio que ___ encabeçando as principais ações. Os países começam agora a investir mais em tecnologias limpas e renováveis, como a energia eólica (dos ventos), geotérmica (calor da Terra) e solar (através de painéis fotovoltaicos ou concentrando luz através de espelhos para aquecer um ponto). Diante deste cenário, zelar por um planeta sustentável é uma atitude consciente e evolutiva, que deve estar em todas as esferas de nossas vidas, tanto pessoal quanto social. Ações sustentáveis comprovadamente podem salvar o planeta e melhorar a qualidade de vida desta e das futuras gerações. Não é tão difícil quanto parece contribuir para um planeta mais sustentável. Com pequenas atitudes, podemos fazer nossa parte e pressionar autoridades e governos para cumprirem suas medidas. A partir de casa, podemos diminuir o consumo desnecessário de água, através de banhos mais rápidos, por exemplo. Diminuir gastos com energia elétrica, trocando lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes, utilizar eletrodomésticos econômicos, entre outras atitudes, são ações muito válidas. Reciclar o lixo também é uma atitude muito positiva, através de plásticos (que demoram muito para sua decomposição) e papéis, que podem ser reutilizados e proporcionar redução no desmatamento. São atitudes simples e que estão abertas a todos. (Fonte: http://meioambiente.culturamix.com/desenvolvimento-sustentavel/planeta-sustentavel – fragmento adaptado)
No que tange ao uso da crase, analise as seguintes afirmações:
I. Na linha 02, a lacuna pontilhada pode ser preenchida corretamente por à ou a, visto que se evidencia um caso de crase facultativa.
II. Na linha 06, a lacuna pontilhada deve ser preenchida por à, visto que estão presentes as condições para ocorrência desse fenômeno.
III. Na linha 08, o uso de à é obrigatório em virtude da regência da forma verbal gerado.
Quais estão INCORRETAS?
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Santa Rosa - RS
Q1189303 Português
                                                            Planeta Sustentável
A sustentabilidade é um dos principais temas da atualidade. Ela é um tema tão recorrente devido ..... sua grande importância para garantir a sobrevivência do ser humano em longo prazo. Quando se fala em sustentabilidade, não é difícil relacionar seu ideário com palavras como aquecimento global, consumismo excessivo, desperdício de água e energia, lixo, reciclagem, entre outros problemas que o ser humano já tem e terá de enfrentar num futuro breve. O resultado do acúmulo de lixo e substâncias poluentes durante décadas começa ..... ser percebido pelo ser humano agora. Fatos como o excesso de CO2 (monóxido de carbono) na atmosfera, gerado principalmente por indústrias e automóveis, ..... degradação de mananciais e nascentes de rios e o desmatamento e destruição de florestas com finalidade de extração da madeira ___ alterando o clima do planeta. Especialistas não cansam de apontar que esse ciclo de elevação de temperaturas pode levar ao fim a vida na Terra. Outro grande problema do ser humano, já em médio prazo, será suprir a demanda de água e energia, que aumenta, exponencialmente, ao longo dos anos. A geração de energia e o consumo de água potável são grandes desafios para o futuro. Atualmente, dependemos quase que totalmente de recursos não renováveis, como o petróleo, gás natural e minérios. Além de finitos (estima-se que as reservas estarão seriamente comprometidas até 2050), são altamente poluentes. A maioria da energia elétrica mundial hoje ___ de recursos com esta característica dupla (não renováveis e poluentes). Felizmente, no Brasil, 80% da energia originam-se de um recurso renovável, que é a geração através da hidroeletricidade. Apesar de ter aspectos negativos no desvio natural de um rio, é consideravelmente mais limpa que uma termelétrica que utiliza carvão. A busca por fontes sustentáveis de energia é um desafio que ___ encabeçando as principais ações. Os países começam agora a investir mais em tecnologias limpas e renováveis, como a energia eólica (dos ventos), geotérmica (calor da Terra) e solar (através de painéis fotovoltaicos ou concentrando luz através de espelhos para aquecer um ponto). Diante deste cenário, zelar por um planeta sustentável é uma atitude consciente e evolutiva, que deve estar em todas as esferas de nossas vidas, tanto pessoal quanto social. Ações sustentáveis comprovadamente podem salvar o planeta e melhorar a qualidade de vida desta e das futuras gerações. Não é tão difícil quanto parece contribuir para um planeta mais sustentável. Com pequenas atitudes, podemos fazer nossa parte e pressionar autoridades e governos para cumprirem suas medidas. A partir de casa, podemos diminuir o consumo desnecessário de água, através de banhos mais rápidos, por exemplo. Diminuir gastos com energia elétrica, trocando lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes, utilizar eletrodomésticos econômicos, entre outras atitudes, são ações muito válidas. Reciclar o lixo também é uma atitude muito positiva, através de plásticos (que demoram muito para sua decomposição) e papéis, que podem ser reutilizados e proporcionar redução no desmatamento. São atitudes simples e que estão abertas a todos. (Fonte: http://meioambiente.culturamix.com/desenvolvimento-sustentavel/planeta-sustentavel – fragmento adaptado)
Analise as seguintes afirmações acerca da pontuação no texto:
I. A vírgula da linha 03 isola um aposto. 
II. As duas vírgulas da linha 08 são usadas em virtude da mesma justificativa.
III. As duas vírgulas da linha 12 poderiam ser suprimidas sem provocar incorreção ao texto.
Quais estão INCORRETAS?
Alternativas
Respostas
1241: D
1242: B
1243: C
1244: A
1245: B
1246: B
1247: A
1248: B
1249: C
1250: A
1251: C
1252: B
1253: D
1254: C
1255: C
1256: D
1257: D
1258: B
1259: D
1260: E