Questões de Concurso Comentadas para técnico em eletrotécnica

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Q2744336 Eletrotécnica

Sendo a corrente de projeto de um circuito terminal identificada por IB, a corrente nominal de um disjuntor termomagnético por IN, e a capacidade de condução de corrente do condutor utilizado pelo circuito terminal por IZ. Dada as seguintes proposições:


I - IZ deve ser sempre maior que IB.

II - IB deve ser sempre maior que IN.

III - IN deve ser menor do que IZ.

IV - IZ deve ser sempre menor que IB.


Analise as proposições anteriores e assinale a opção CORRETA, em conformidade com a NBR 5410.

Alternativas
Q2744333 Eletrotécnica

Sobre o método de dimensionamento de condutores através da queda de tensão, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2744332 Eletrotécnica

Um técnico foi designado para realizar um ensaio em um transformador de 220/12V, 240W, 1∅. Para a realização do ensaio, ele utilizou um multímetro, colocou uma ponta de prova em cada um dos terminais de baixa tensão do transformador. É CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2744328 Eletrotécnica

Um motor trifásico de 10 CV deverá ser ligado em uma rede 220/380 trifásica. Para que não haja danos e nem mau funcionamento do motor, a tensão indicada na placa dele DEVE ser:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDATEC Órgão: UNIPAMPA
Q1225650 Eletrotécnica
A unidade de medida kVAr (Volt-Ampére reativo) é usada para quantificar que grandeza?
Alternativas
Q1131991 Português

                                  Considerações sobre a loucura

                                                                                                            Ferreira Gullar


      Ouço frequentemente pessoas opinarem sobre tratamento psiquiátrico sem na verdade conhecerem o problema. É bacana ser contra internação. Por isso mesmo traçam um retrato equivocado de como os pacientes eram tratados no passado em manicômios infernais por médicos que só pensavam em torturá-los com choques elétricos, camisas de força e metê-los em solitárias.

      Por isso mesmo exaltam o movimento antimanicomial, que se opõe à internação dos doentes mentais. Segundo eles, os pacientes são metidos em hospitais psiquiátricos porque a família quer se ver livre deles. Só pode fazer tal afirmação quem nunca teve que conviver com um doente mental e, por isso, ignora o tormento que tal situação pode implicar.

      Nada mais doloroso para uma mãe ou um pai do que ter de admitir que seu filho é esquizofrênico e ser, por isso, obrigado a interná-lo. Há certamente pais que se negam a fazê-lo, mas ao custo de ser por ele agredido ou vê-lo por fim à própria vida, jogando-se da janela do apartamento.

      Como aquelas pessoas não enfrentam tais situações, inventam que os hospitais psiquiátricos, ainda hoje, são locais de tortura. Ignoram que as clínicas atuais, em sua maioria, graças aos remédios neuroléticos, nada têm dos manicômios do passado.

      Recentemente, num desses programas de televisão, ouvi pessoas afirmarem que o verdadeiro tratamento psiquiátrico foi inventado pela médica Nise da Silveira, que curava os doentes com atividades artísticas. Trata-se de um equívoco. A terapia ocupacional, artística ou não, jamais curou algum doente.

      Trata-se, graças a Nise, de uma ocupação que lhe dá prazer e, por mantê-lo ocupado, alivia-lhe as tensões psíquicas. Quando o doente é, apesar de louco, um artista talentoso, como Emygdio de Barros ou Arthur Bispo do Rosário, realiza-se artisticamente e encontra assim um modo de ser feliz.

      Graças à atividade dos internados no Centro Psiquiátrico Nacional, do Engenho de Dentro, no Estado do Rio, criou-se o Museu de Imagens do Inconsciente, que muito contribuiu para o reconhecimento do valor estético dos artistas doentes mentais. Mas é bom entender que não é a loucura que torna alguém artista; de fato, ele é artístico apesar de louco.

      Tanto isso é verdade que, das dezenas de pacientes que trabalharam no ateliê do Centro Psiquiátrico, apenas quatro ou cinco criaram obras de arte. Deve-se reconhecer, também, que conforme a personalidade de cada um seu estado mental compõe a expressão estética que produz.

      No tal programa de TV, alguém afirmou que, graças a Nise da Silveira, o tratamento psiquiátrico tornou-se o que é hoje. Não é verdade, isso se deve à invenção dos remédios neurolépticos que possibilitam o controle do surto psíquico.

      É também graças a essa medicação que as internações se tornaram menos frequentes e, quando necessárias, duram pouco tempo – o tempo necessário ao controle do surto por medicação mais forte. Superada a crise, o paciente volta para casa e continua tomando as doses necessárias à manutenção da estabilidade mental.

      Não pretendo com esses argumentos diminuir a extraordinária contribuição dada pela médica Nise da Silveira ao tratamento dos doentes mentais no Brasil. Fui amigo dela e acompanhei de perto, juntamente com Mário Pedrosa, o seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional. 

      Uma das qualidades dela era o seu afeto pelas pessoas e particularmente pelo doente mental. Eis um exemplo: como o Natal se aproximava, ela perguntou aos pacientes o que queriam de presente. Emygdio respondeu: um guarda-chuva.

      Como dentro do hospital naturalmente não chovia, ela concluiu que ele queria ir embora para casa. E era. Ela providenciou para que levasse consigo tinta e tela, a fim de que não parasse de pintar.

      Ele se foi, mas, passado algum tempo, alguém toca a campainha do gabinete da médica. Ela abre a porta, era o Emygdio, de paletó, gravata e maleta na mão. “Voltei para continuar pintando, porque lá em casa não dava pé.” E ficou pintando ali até completar 80 anos, quando, por lei, teve que deixar o hospital e ir para um abrigo de idosos, onde morreu anos depois.

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2016/02/174 1258-consideracoes-sobre-a-loucura.shtml)

Assinale a alternativa em que os vocábulos estão de acordo com as regras de acentuação ortográfica vigentes.
Alternativas
Q1131990 Português

                                  Considerações sobre a loucura

                                                                                                            Ferreira Gullar


      Ouço frequentemente pessoas opinarem sobre tratamento psiquiátrico sem na verdade conhecerem o problema. É bacana ser contra internação. Por isso mesmo traçam um retrato equivocado de como os pacientes eram tratados no passado em manicômios infernais por médicos que só pensavam em torturá-los com choques elétricos, camisas de força e metê-los em solitárias.

      Por isso mesmo exaltam o movimento antimanicomial, que se opõe à internação dos doentes mentais. Segundo eles, os pacientes são metidos em hospitais psiquiátricos porque a família quer se ver livre deles. Só pode fazer tal afirmação quem nunca teve que conviver com um doente mental e, por isso, ignora o tormento que tal situação pode implicar.

      Nada mais doloroso para uma mãe ou um pai do que ter de admitir que seu filho é esquizofrênico e ser, por isso, obrigado a interná-lo. Há certamente pais que se negam a fazê-lo, mas ao custo de ser por ele agredido ou vê-lo por fim à própria vida, jogando-se da janela do apartamento.

      Como aquelas pessoas não enfrentam tais situações, inventam que os hospitais psiquiátricos, ainda hoje, são locais de tortura. Ignoram que as clínicas atuais, em sua maioria, graças aos remédios neuroléticos, nada têm dos manicômios do passado.

      Recentemente, num desses programas de televisão, ouvi pessoas afirmarem que o verdadeiro tratamento psiquiátrico foi inventado pela médica Nise da Silveira, que curava os doentes com atividades artísticas. Trata-se de um equívoco. A terapia ocupacional, artística ou não, jamais curou algum doente.

      Trata-se, graças a Nise, de uma ocupação que lhe dá prazer e, por mantê-lo ocupado, alivia-lhe as tensões psíquicas. Quando o doente é, apesar de louco, um artista talentoso, como Emygdio de Barros ou Arthur Bispo do Rosário, realiza-se artisticamente e encontra assim um modo de ser feliz.

      Graças à atividade dos internados no Centro Psiquiátrico Nacional, do Engenho de Dentro, no Estado do Rio, criou-se o Museu de Imagens do Inconsciente, que muito contribuiu para o reconhecimento do valor estético dos artistas doentes mentais. Mas é bom entender que não é a loucura que torna alguém artista; de fato, ele é artístico apesar de louco.

      Tanto isso é verdade que, das dezenas de pacientes que trabalharam no ateliê do Centro Psiquiátrico, apenas quatro ou cinco criaram obras de arte. Deve-se reconhecer, também, que conforme a personalidade de cada um seu estado mental compõe a expressão estética que produz.

      No tal programa de TV, alguém afirmou que, graças a Nise da Silveira, o tratamento psiquiátrico tornou-se o que é hoje. Não é verdade, isso se deve à invenção dos remédios neurolépticos que possibilitam o controle do surto psíquico.

      É também graças a essa medicação que as internações se tornaram menos frequentes e, quando necessárias, duram pouco tempo – o tempo necessário ao controle do surto por medicação mais forte. Superada a crise, o paciente volta para casa e continua tomando as doses necessárias à manutenção da estabilidade mental.

      Não pretendo com esses argumentos diminuir a extraordinária contribuição dada pela médica Nise da Silveira ao tratamento dos doentes mentais no Brasil. Fui amigo dela e acompanhei de perto, juntamente com Mário Pedrosa, o seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional. 

      Uma das qualidades dela era o seu afeto pelas pessoas e particularmente pelo doente mental. Eis um exemplo: como o Natal se aproximava, ela perguntou aos pacientes o que queriam de presente. Emygdio respondeu: um guarda-chuva.

      Como dentro do hospital naturalmente não chovia, ela concluiu que ele queria ir embora para casa. E era. Ela providenciou para que levasse consigo tinta e tela, a fim de que não parasse de pintar.

      Ele se foi, mas, passado algum tempo, alguém toca a campainha do gabinete da médica. Ela abre a porta, era o Emygdio, de paletó, gravata e maleta na mão. “Voltei para continuar pintando, porque lá em casa não dava pé.” E ficou pintando ali até completar 80 anos, quando, por lei, teve que deixar o hospital e ir para um abrigo de idosos, onde morreu anos depois.

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2016/02/174 1258-consideracoes-sobre-a-loucura.shtml)

“...que só pensavam em torturá-los com choques elétricos..”. Assinale a alternativa em que há uma palavra acentuada pelo mesma regra que o vocábulo destacado.
Alternativas
Q1087495 Eletrotécnica
Sobre os motores monofásicos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1087493 Eletrotécnica
Um técnico em eletrotécnica deve realizar a manutenção de um processo industrial onde está sendo utilizado um sensor de nível por radar. Nesse caso, é correto afirmar que
Alternativas
Q1087492 Eletrotécnica
O inversor de frequência e a soft-starter são exemplos de chaves de partida estáticas utilizadas para o acionamento de motores de indução assíncronos. De acordo com o funcionamento da soft-starter e do inversor de frequência, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1087489 Eletrotécnica
Sobre a Norma Regulamentadora de Segurança em Instalações e serviços de eletricidade - NR10, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1087488 Eletrotécnica
O item 5 da NBR 14039:2005 faz menções às medidas de proteção para garantir a segurança. Em relação ao item 5.1 dessa mesma norma, é correto afirmar que ele
Alternativas
Q1087486 Eletrotécnica
De acordo com a Resolução normativa ANEEL 414, de nove de setembro de 2010, onde está escrito: “A distribuidora deve conceder um período de ajustes para adequação do fator de potência para unidades consumidoras do grupo B, com duração mínima de 3 (três) ciclos consecutivos e completos de faturamento, objetivando permitir a adequação da unidade consumidora”, assinale a alternativa que se refere ao artigo 136.
Alternativas
Q1087485 Eletrotécnica
Sobre a manutenção preventiva e corretiva, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1087484 Eletrotécnica
Sobre os conceitos relativos ao circuito de iluminação interna de uma edificação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1087483 Eletrotécnica
Ao analisar uma instalação elétrica, um técnico em eletrotécnica deve determinar quantos condutores isolados podem ser instalados dentro de um eletroduto rígido de PVC classe “A”, tamanho nominal 20 (3/4”), tipo roscável. Os dados da tabela dos fabricantes são: o diâmetro nominal externo de um cabo de 2,5 mm² é 3,6 mm, o diâmetro externo do eletroduto é 21,1 ± 0,3 mm e a espessura da parede do eletroduto é 2,5 mm (considere a taxa de ocupação do eletroduto 0,4). O número máximo de condutores isolados que podem ser instalados dentro do eletroduto especificado, de acordo com a norma NBR 5410, é
Alternativas
Q1087482 Eletrotécnica
Um técnico em Eletrotécnica, ao analisar um processo de armazenamento de líquido em um tanque equipado com sensor de nível ultrassônico, verifica que, de acordo com a documentação do sensor, a velocidade de deslocamento do sinal é de 25 m/s e o tempo entre o sinal e o eco é de 200 ms. Nesse caso, a distância medida pelo sensor é de
Alternativas
Q1087481 Eletrotécnica
Sobre o sensor de pressão, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1087480 Eletrotécnica
Os medidores de vazão são amplamente utilizados em processos industriais e apresentam diferentes tecnologias que se adaptam ao uso de acordo com a necessidade de cada processo. Sobre o medidor de vazão, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1087479 Eletrotécnica
O conhecimento relacionado ao dimensionamento de dispositivos de proteção contra curto-circuito e sobrecarga aplicados ao acionamento de motores de indução trifásicos está presente nas atividades do técnico eletrotécnico. De acordo com projeto de sistemas de comando e proteção de quadros de comando de motores de indução, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
901: B
902: C
903: E
904: D
905: E
906: D
907: E
908: B
909: D
910: B
911: A
912: E
913: D
914: E
915: A
916: E
917: E
918: B
919: D
920: C