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O Estado, ao atuar como agente normativo e regulador da atividade econômica, exerce, na forma da lei, as funções de fiscalização, incentivo e planejamento, sendo esta última função indicativa para os setores público e privado.
Texto CG4A1
Globalmente, as mulheres representam de 8% a 17% da força de trabalho na mineração. O Brasil está na ponta positiva do espectro, com representação média feminina de 17% — ainda que os números sejam mais baixos que os do setor industrial brasileiro em geral, em que esse percentual fica em torno de 25%. Na alta liderança, as mulheres representam 20% dos cargos de chefia e 21% dos conselhos administrativos na mineração.
De acordo com uma pesquisa global da McKinsey, além de colocar em prática valores de igualdade e equidade, a diversidade melhora o desempenho operacional. Equipes diversas são mais produtivas, aderindo 11% mais ao cronograma de produção; têm práticas mais seguras, com uma frequência de acidentes 67% menor; e são mais criativas e resilientes.
Signatária dos Princípios de Empoderamento da Mulher da ONU, uma mineradora global criou, em 2018, um programa de trainee 100% feminino e, no ano seguinte, realizou seu primeiro processo seletivo exclusivo para mulheres engenheiras, analistas e gestoras. A medida tem impulsionado o índice de participação feminina da empresa, que passou de 13% para 22% entre 2019 e 2022.
Há, ainda, um obstáculo anterior, como aponta uma gerente de governança do setor: “A mineração tem muitos cargos em ciências exatas, mas não encontramos muitas universitárias nesses cursos”.
De fato, se, por um lado, as brasileiras têm maior grau de escolaridade do que os homens, por outro, elas são minoria nos cursos de STEM (ciências, tecnologia, engenharias e matemática): 10% das universitárias e 28% de homens universitários estão matriculados em graduações nessas áreas.
A fim de vencer esse obstáculo, mineradoras globais passaram a oferecer, em parceria com universidades, bolsas de estudos para mulheres nas áreas de engenharia e ciências exatas.
Internet: <braziljournal.com> (com adaptações).
A coerência do texto e a correção gramatical seriam mantidas caso a locução verbal “tem impulsionado” (segundo período do terceiro parágrafo) fosse substituída por impulsionou.
Texto CG4A1
Globalmente, as mulheres representam de 8% a 17% da força de trabalho na mineração. O Brasil está na ponta positiva do espectro, com representação média feminina de 17% — ainda que os números sejam mais baixos que os do setor industrial brasileiro em geral, em que esse percentual fica em torno de 25%. Na alta liderança, as mulheres representam 20% dos cargos de chefia e 21% dos conselhos administrativos na mineração.
De acordo com uma pesquisa global da McKinsey, além de colocar em prática valores de igualdade e equidade, a diversidade melhora o desempenho operacional. Equipes diversas são mais produtivas, aderindo 11% mais ao cronograma de produção; têm práticas mais seguras, com uma frequência de acidentes 67% menor; e são mais criativas e resilientes.
Signatária dos Princípios de Empoderamento da Mulher da ONU, uma mineradora global criou, em 2018, um programa de trainee 100% feminino e, no ano seguinte, realizou seu primeiro processo seletivo exclusivo para mulheres engenheiras, analistas e gestoras. A medida tem impulsionado o índice de participação feminina da empresa, que passou de 13% para 22% entre 2019 e 2022.
Há, ainda, um obstáculo anterior, como aponta uma gerente de governança do setor: “A mineração tem muitos cargos em ciências exatas, mas não encontramos muitas universitárias nesses cursos”.
De fato, se, por um lado, as brasileiras têm maior grau de escolaridade do que os homens, por outro, elas são minoria nos cursos de STEM (ciências, tecnologia, engenharias e matemática): 10% das universitárias e 28% de homens universitários estão matriculados em graduações nessas áreas.
A fim de vencer esse obstáculo, mineradoras globais passaram a oferecer, em parceria com universidades, bolsas de estudos para mulheres nas áreas de engenharia e ciências exatas.
Internet: <braziljournal.com> (com adaptações).
No penúltimo parágrafo, com o emprego das expressões “por um lado” e “por outro”, o autor do texto evidencia o antagonismo entre os dois fatos apresentados.
Texto CG4A1
Globalmente, as mulheres representam de 8% a 17% da força de trabalho na mineração. O Brasil está na ponta positiva do espectro, com representação média feminina de 17% — ainda que os números sejam mais baixos que os do setor industrial brasileiro em geral, em que esse percentual fica em torno de 25%. Na alta liderança, as mulheres representam 20% dos cargos de chefia e 21% dos conselhos administrativos na mineração.
De acordo com uma pesquisa global da McKinsey, além de colocar em prática valores de igualdade e equidade, a diversidade melhora o desempenho operacional. Equipes diversas são mais produtivas, aderindo 11% mais ao cronograma de produção; têm práticas mais seguras, com uma frequência de acidentes 67% menor; e são mais criativas e resilientes.
Signatária dos Princípios de Empoderamento da Mulher da ONU, uma mineradora global criou, em 2018, um programa de trainee 100% feminino e, no ano seguinte, realizou seu primeiro processo seletivo exclusivo para mulheres engenheiras, analistas e gestoras. A medida tem impulsionado o índice de participação feminina da empresa, que passou de 13% para 22% entre 2019 e 2022.
Há, ainda, um obstáculo anterior, como aponta uma gerente de governança do setor: “A mineração tem muitos cargos em ciências exatas, mas não encontramos muitas universitárias nesses cursos”.
De fato, se, por um lado, as brasileiras têm maior grau de escolaridade do que os homens, por outro, elas são minoria nos cursos de STEM (ciências, tecnologia, engenharias e matemática): 10% das universitárias e 28% de homens universitários estão matriculados em graduações nessas áreas.
A fim de vencer esse obstáculo, mineradoras globais passaram a oferecer, em parceria com universidades, bolsas de estudos para mulheres nas áreas de engenharia e ciências exatas.
Internet: <braziljournal.com> (com adaptações).
De acordo com o texto, apenas 10% das mulheres brasileiras estão matriculadas em cursos de graduação nas áreas de STEM.
Texto CG4A1
Globalmente, as mulheres representam de 8% a 17% da força de trabalho na mineração. O Brasil está na ponta positiva do espectro, com representação média feminina de 17% — ainda que os números sejam mais baixos que os do setor industrial brasileiro em geral, em que esse percentual fica em torno de 25%. Na alta liderança, as mulheres representam 20% dos cargos de chefia e 21% dos conselhos administrativos na mineração.
De acordo com uma pesquisa global da McKinsey, além de colocar em prática valores de igualdade e equidade, a diversidade melhora o desempenho operacional. Equipes diversas são mais produtivas, aderindo 11% mais ao cronograma de produção; têm práticas mais seguras, com uma frequência de acidentes 67% menor; e são mais criativas e resilientes.
Signatária dos Princípios de Empoderamento da Mulher da ONU, uma mineradora global criou, em 2018, um programa de trainee 100% feminino e, no ano seguinte, realizou seu primeiro processo seletivo exclusivo para mulheres engenheiras, analistas e gestoras. A medida tem impulsionado o índice de participação feminina da empresa, que passou de 13% para 22% entre 2019 e 2022.
Há, ainda, um obstáculo anterior, como aponta uma gerente de governança do setor: “A mineração tem muitos cargos em ciências exatas, mas não encontramos muitas universitárias nesses cursos”.
De fato, se, por um lado, as brasileiras têm maior grau de escolaridade do que os homens, por outro, elas são minoria nos cursos de STEM (ciências, tecnologia, engenharias e matemática): 10% das universitárias e 28% de homens universitários estão matriculados em graduações nessas áreas.
A fim de vencer esse obstáculo, mineradoras globais passaram a oferecer, em parceria com universidades, bolsas de estudos para mulheres nas áreas de engenharia e ciências exatas.
Internet: <braziljournal.com> (com adaptações).
Nas equipes de trabalho, a diversidade pode ser considerada um fator de alavancagem do desempenho operacional, segundo a pesquisa citada no texto.
Uma nova aplicação de Customer Relationship Management – CRM, foi instalada na empresa XPTO Corporações e, por ser crítica, um ambiente com dois servidores Windows 2003 em cluster foi criado para hospedar a aplicação. O sistema CRM é totalmente compatível com a tecnologia de cluster da Microsoft. Depois de algum tempo funcionando sem problemas, alguns usuários informam que o sistema CRM está fora do ar.
O administrador de servidores entra nos dois servidores do cluster, chamados CRM01 e CRM02, e verifica que o grupo de recursos da aplicação está com status failed. Primeiro, ele tenta colocar o grupo de recursos da aplicação, em status on-line, no servidor CRM01, e todas as tentativas fracassam. Depois, ele tenta o mesmo no servidor CRM02, com sucesso. Agora, é preciso configurar o cluster para manter os recursos sempre no servidor CRM02, até que se descubra o que houve com o servidor CRM01.
Com base nisso, assinale a opção que descreve a configuração a ser utilizada pelo administrador.
Uma empresa contratou um consultor em boas práticas de gerenciamento para apresentar uma palestra a respeito do CobiT; durante a palestra, um participante pergunta o que é objetivo de controle. Assinale a opção que define o que é objetivo de controle segundo o CobiT.
Em uma empresa que utiliza servidores Linux, a senha de root do principal servidor da rede foi perdida e é necessário entrar no servidor e configurar uma nova senha. Assinale a opção que indica o caminho correto para se configurar essa nova senha de root.
O modelo de camadas OSI foi idealizado para padronizar os meios de interconexão de sistemas, permitindo que diferentes produtos, de diferentes empresas, se comuniquem entre si. Por esse motivo, sistemas que seguem o modelo OSI são chamados de abertos. Esse modelo é dividido em camadas, o que traz muitas vantagens, como:
– interfaces padronizadas permitem a interoperabilidade entre diferentes produtos;
– o desenvolvimento de uma camada não interfere no funcionamento de outra;
– diminui a complexidade do problema, permitindo focar o desenvolvimento de cada camada separadamente.
A respeito do modelo OSI e de suas camadas, assinale a opção INCORRETA.
O Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados – SGBD, é um conjunto de programas que tem como objetivo manter e controlar uma base de dados. Para isso, ele deve garantir a disponibilidade, a integridade, a segurança e a independência dos dados armazenados.
A respeito das garantias que o SGBD deve fornecer e de seu funcionamento, assinale a opção INCORRETA.
Nas linguagens de programação, existe um conjunto de comandos que são básicos. Os laços de repetição permitem ao desenvolvedor economizar muito trabalho, pois repetem um determinado segmento de código muitas vezes.
No ASP.NET existem formas diferentes de criar laços de repetição. Apesar de todas executarem repetidamente um conjunto de instruções, a aplicação de cada uma delas é diferente.
Acerca das estruturas de laço do ASP.NET, assinale a opção correta.
Considere o texto a seguir.
Dentro de um sistema operacional multiprogramado sempre há diversos processos em execução. Uma CPU só pode executar um processo de cada vez; logo, passa a realizar trocas constantes entre diferentes processos, dando um pouco de tempo para cada um deles. Essa estratégia permite um uso mais eficiente da CPU, visto que ela não fica parada enquanto um processo está esperando um evento externo, por exemplo.
Um processo estará no estado chamado ___________ quando ele estiver ___________ a CPU. Seu estado poderá mudar para o estado ___________ se solicitar um recurso ___________ naquele momento.
Em relação aos diferentes estados de execução possíveis, assinale a opção que apresenta os termos que preenchem corretamente as lacunas do 2.º parágrafo do texto acima.
Maria é desenvolvedora web. Suas aplicações estão espalhadas em diversos servidores web e utilizam um servidor SQL Server 2005 chamado BDSRV01. Uma nova instância, denominada Corp, e uma nova database, chamada CorpBD, foram criadas no servidor BDSRV01 para abrigar o banco de dados de um novo sistema.
Maria irá usar um objeto SqlConnection e o método de autenticação “Windows Integrated” para conectar ao banco de dados.
Assinale a opção que contém a string de conexão correspondente ao cenário apresentado.
Nos domínios do Windows NT, apenas um dos controladores de domínio, chamado Primary Domain Controller – PDC, possuía uma base de dados com capacidade para leitura e escrita; então, somente o PDC poderia alterar objetos, como dados dos usuários, criar novas contas ou ingressar novos computadores no domínio. Todos os demais controladores de domínio, chamados Backup Domain Controllers – BDC, possuíam bases de dados de apenas leitura.
Com o Active Directory, os domínios passaram a ser multimestres, ou seja, todos os controladores de domínio têm uma cópia de leitura e escrita e, assim, podem realizar alterações nos objetos. Todavia, algumas funções de controlador de domínio não podem ser compartilhadas; por isso, são executadas por um controlador de domínio apenas. Essas funções são chamadas de Flexible Single Master Operations – FSMO.
A respeito das FSMO, relacione a primeira coluna à segunda e, em seguida, assinale a opção correta.
I – PDC Emulator
II – RID Master
III – Infrastructure Master
IV – Domain Naming Master
V – Schema Master
( ) Responsável por controlar alterações no esquema LDAP do Active Directory.
( ) Controla e distribui conjuntos de “Relative IDs” para os outros domain controllers.
( ) Controla a adição e a remoção de domínios no Active Directory.
( ) Permite que antigos BDCs consigam replicar com o Active Directory. Além disso, clientes Windows 9x e NT Workstation o utilizam para mudar a senha de seus usuários conectados.
( ) Responsável por manter a integridade referencial entre objetos. Por exemplo, quais são os membros de um determinado grupo.
As aplicações de um determinado servidor Web IIS 6.0 são sensíveis e todo o seu acesso deve ser obrigatoriamente autenticado. Assinale a opção que indica a configuração que bloqueia o acesso anônimo no servidor.
O Capability Maturity Model Integration – CMMI, é um conjunto de técnicas e modelos de gerenciamento integrados que intenciona realizar, de forma contínua ou por estágios, melhorias nos processos de engenharia de software, sistemas e serviços. A respeito dos níveis de maturidade do CMMI, relacione a primeira coluna à segunda e, em seguida, assinale a opção correta.
I – Nível 1 - inicial
II – Nível 2 - gerenciado
III – Nível 3 - definido
IV – Nível 4 - gerenciado quantitativamente
V – Nível 5 - otimizado
( ) Processos básicos de controle e gerência estão consolidados e são seguidos. Políticas organizacionais estão documentadas e as pessoas recebem treinamento. Há a medição de performance dos processos e ações corretivas são tomadas.
( ) Nesse nível, a atenção da organização é na melhoria contínua dos processos e da qualidade, com base no entendimento das causas das variações dos resultados ou na introdução de novas tecnologias.
( ) Processos estão organizados, em vigor e muito bem detalhados e documentados. Existe proatividade, e a integração entre os processos de toda a organização é bem conhecida e administrada.
( ) Nesse estágio, todo o desenvolvimento de produtos é desordenado e sem documentação. O controle de qualidade é inexistente ou reativo. Pouco controle sobre orçamentos e prazos de projetos.
( ) A performance dos processos é medida de forma precisa e técnica. Decisões são tomadas com base em métricas confiáveis e seus efeitos podem ser medidos. A qualidade dos produtos e o resultado dos processos são previsíveis.
A sequência correta é:
Marcelo é um dos técnicos responsáveis pela administração do Active Directory da empresa XPTO, que tem escritórios em Brasília, Goiânia e Cuiabá. O ambiente é composto por um único domínio chamado xpto.com.br, e cada um dos escritórios é um site diferente do Active Directory, sendo que todos estão conectados por links dedicados.
Uma nova norma da empresa exige que o papel de parede de todos os computadores seja padronizado; então, Marcelo cria uma GPO, ligada ao domínio, para atender à demanda. Porém, alguns dias depois, usuários do site de Goiânia ainda não estão usando o papel de parede designado.
Assinale a opção que apresenta uma solução adequada para o problema.
O campo de estudos de Processamento Digital de Imagens – PDI, não é novo, mas, nas últimas décadas, com o acesso mais fácil a satélites, sensores de alta tecnologia e computadores poderosos, tornou-se uma ferramenta importante em diversos campos da ciência, como a medicina, a geologia e a física.
A respeito do Processamento Digital de Imagens, assinale a opção INCORRETA.
É necessário criar um relatório dentro de um sistema de gerenciamento, devendo ser construído por meio de uma única consulta SQL no banco de dados e utilizar as seguintes tabelas do sistema:
Tabela: Controle | ||
Campo |
Tipo |
Restrições |
Controle_PK |
INT |
PRIMARY KEY |
Substancia |
VARCHAR (80) |
|
UF_FK |
INT |
FOREIGN KEY |
Toneladas |
Real |
|
E
Tabela: UF | ||
Campo |
Tipo |
Restrições |
UF_PK |
INT |
PRIMARY KEY |
Sigla |
CHAR (2) |
|
A consulta deve atender aos seguintes requisitos:
I – conter a lista das substâncias, a sigla da Unidade Federativa (UF) relativa e as toneladas registradas;
II – a lista deve estar ordenada por ordem decrescente de toneladas; e
III – utilizar obrigatoriamente as duas tabelas apresentadas.
Assinale a opção que contém a consulta que atende a todos os requisitos.
Com o crescimento no uso de Linux dentro das organizações, os administradores de sistemas precisam lidar, cada vez mais, com ambientes que possuem servidores Windows e Linux juntos. Já estão disponíveis serviços que facilitam a interoperabilidade das duas tecnologias.
Assinale a opção que indica o serviço do Linux que permite o compartilhamento de arquivos e impressoras com servidores Windows.