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Q2820375 Telecomunicações

Os sistemas de telecomunicações utilizam antenas para transmitir e receber sinais, possibilitando a comunicação eficiente e confiável em diversas aplicações, desde dispositivos móveis até redes de satélite.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente características dos tipos de antena.

Alternativas
Q2820373 Telecomunicações

As ondas eletromagnéticas são essenciais para as telecomunicações, permitindo a transmissão rápida e eficiente de informações por meio de longas distâncias, possibilitando a conectividade global.

Com relação à propagação de ondas eletromagnéticas, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2820372 Telecomunicações

A multiplexação é fundamental para maximizar a eficiência e a capacidade de transmissão de informações, permitindo a combinação e a transmissão simultânea de múltiplos sinais em um único canal de comunicação.

Assinale a alternativa que apresenta uma característica correta da multiplexação FDM.

Alternativas
Q2820364 Noções de Informática

INSTRUÇÃO: Analise as informações contidas na planilha a seguir, extraída do Microsoft Excel 365 Desktop, em português do Brasil, para responder às questões 23 e 24.


A

B

C

D

E

1

Aluno

Atividade 1

Atividade 2

Atividade 3

Nota Final

2

Alice

7.5

8.0

6.5

7.3

3

Bob

3.0

4.5

4.0

3.8

4

Carlos

6.0

6.5

7.0

6.5

5

Diana

8.5

7.5

6.0

7.3

6

Eric

5.5

6.0

8.0

6.5

7

Fernanda

7.0

8.0

7.5

7.5

8

Gabriel

2.5

3.0

4.5

3.3

9

Helena

9.5

8.5

7.0

8.3


Considere que foi solicitado que fosse destacado, automaticamente, as notas inferiores a 6 e superiores a 8 nas cores vermelho e verde, respectivamente.


Assinale o recurso presente no Microsoft Excel mais adequado para essa demanda.

Alternativas
Q2820329 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto II para responder às questões 5 e 6.


TEXTO II


Por que as imagens são tão importantes nas redes sociais?


Um dos grandes segredos para ter sucesso nas redes sociais é dar importância às imagens que são publicadas. As imagens mexem com o público, pois transmitem ideias, conceitos e histórias, muito mais rápido que um texto escrito. É como diz aquele velho ditado: “uma imagem vale mais que mil palavras!”.

Quando falamos em redes sociais, percebemos que uma imagem tem que nos chamar muito a atenção para pararmos um pouquinho para conferir. Passamos tão rapidamente pela linha do tempo de qualquer rede social que é a imagem o primeiro estímulo para que a gente pare aqueles 10 segundos interessado em saber do que a publicação se trata. E é exatamente isso que torna uma imagem tão importante nas redes sociais. Assim sendo, ela se faz peça fundamental no seu planejamento e conteúdo. [...]

Não adianta você ter a ideia de conteúdo, e simplesmente na hora de fazer a publicação pegar fotos aleatórias do Google Imagens. Você precisa investir em fotos de boa qualidade.

Atualmente, as novas tecnologias nos ajudam muito, até as câmeras do próprio celular e aplicativos podem auxiliar na elaboração de uma boa imagem. Vale ressaltar que publicações com imagens em baixa resolução, sem contexto, geralmente, são ignoradas pelos usuários. Também existem bancos de dados, alguns gratuitos, que disponibilizam imagens de excelente qualidade.


FERREIRA, Janaína. Disponível em: https://k2estrategia.digital/por-que-as-imagens-sao-tao-importantes-nas-redes-sociais/. Acesso em: 31 maio 2023 (adaptado).

O ditado: “uma imagem vale mais que mil palavras!” foi empregado no texto para

Alternativas
Q2820320 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder às questões 1 e 2.


TEXTO I


Inovação com tradição e credibilidade


Nasceu a Cemig SIM com um propósito: fornecer soluções em energia de modo sustentável para melhorar a vida cotidiana das pessoas! Com muita experiência no setor elétrico, escolhemos a luz solar como principal fonte do nosso processo de produção de energia limpa, o que reduz impactos ambientais e gera economia para o seu negócio ou condomínio.


Disponível em: https://cemigsim.com.br/. Acesso em: 8 jun. 2023 (adaptado).

As palavras “inovação”, “tradição” e “credibilidade” do título do texto remetem, respectivamente, a

Alternativas
Q2820319 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder às questões 1 e 2.


TEXTO I


Inovação com tradição e credibilidade


Nasceu a Cemig SIM com um propósito: fornecer soluções em energia de modo sustentável para melhorar a vida cotidiana das pessoas! Com muita experiência no setor elétrico, escolhemos a luz solar como principal fonte do nosso processo de produção de energia limpa, o que reduz impactos ambientais e gera economia para o seu negócio ou condomínio.


Disponível em: https://cemigsim.com.br/. Acesso em: 8 jun. 2023 (adaptado).

No texto I, classificam-se como objeto direto os termos destacados, exceto:

Alternativas
Q2075004 Português
APRENDER COM AS DERROTAS
Marcos Davi Melo

      Talvez por estar acompanhando os jogos da Copa do Mundo do Catar em casa, com a família, incluindo os netos, alguns ainda muito verdinhos, entre tantas imagens emocionantes nas arenas e seus arredores, uma delas marcou-me muito: a do excelente goleiro da Polônia Wojcech Szczesny (Ufa!!!), que, depois de defender um pênalti cobrado por Messi, saiu de campo derrotado, necessitando em seguida consolar o filho pequeno, ainda no túnel que os conduz do gramado para os vestiários. Nesse caso, a derrota veio logo depois da glória.
      Quem está preparado para as derrotas? Quem não sofre com elas?
     Nélson Rodrigues (sempre ele!) em uma crônica “Freud no futebol”, escreveu que, nos EUA, todos tinham um psicanalista e que esse profissional tinha se tornado tão necessário quanto uma namorada. E o sujeito que, por qualquer razão eventual, deixava de vê-lo, de ouvi-lo, de farejá-lo, ficava incapacitado para os amores, os negócios e as bandalheiras. Nelson reclamava que o futebol brasileiro tinha tudo, menos um psicanalista: “Cuida-se das integridades das canelas, mas ninguém se lembra de preservar a saúde interior, o delicadíssimo equilíbrio emocional do jogador”. Coincidência ou não, logo depois da eliminação precoce da nossa seleção da Copa de 1966 na Inglaterra, os psicólogos passaram a ser uma peça essencial nas equipes nacionais.
        Pensando nos nossos filhos e netos, diante de uma indesejável, mas sempre possível derrota na Copa, segundo os psicólogos, quatro coisas podem se aprender em uma partida de futebol, um jogo de xadrez, ou um simples par ou ímpar, que podem servir para outros momentos da vida: primeiro, quando se chega ao lugar mais alto do pódio, quantas vezes ele precisou perder para chegar lá? Os fracassos nos ensinam como vencer. Perdemos a Copa de 50 em casa e vencemos em 58 na Suécia. Sempre há outra chance, Cristiano Ronaldo pode estar no ocaso de sua vitoriosa carreira como jogador, mas as portas estão abertas para se consagrar como técnico.
        Aprender sobre Empatia: sempre que vemos atletas profissionais comemorando uma conquista, percebemos a intensidade com que pulam, gritam para mostrar que, enfim, conquistaram algo bastante almejado. Mas como se sente o rival derrotado, vendo tudo aquilo? Nossos filhos e netos podem até ficar tentados a imitá-los, mas precisamos orientá-los para que tomem cuidado com as celebrações exageradas, afinal de contas, no outro dia, podemos estar do outro lado.
       Finalmente, não é só ganhar. Jogos e esportes não são só para mostrar quem pode mais, mas para demonstrar amor pela atividade, estimular a empatia, o trabalho em equipe e o respeito por quem está ao seu lado e pelo adversário. É fundamental saber perder, por mais duro que seja, embora não seja fácil lidar com derrotas e fracassos. As derrotas nos ensinam que nem tudo são glórias. Elas são importantes, porque nos trazem novas visões e muito aprendizado. Apropriar-se de um fracasso trazendo isso para o lado pessoal faz sofrer mais. Não se devem criar expectativas além do nosso limite e a derrota acaba sendo previsível. Saber perder é apenas uma prova de maturidade, por isso é impróprio cobrá-la das crianças, mas é indispensável aos adultos saber administrá-la.
Disponível em: https://d.gazetadealagoas.com.br/opiniao/393942/aprender-com-as-derrotasAcesso em: 14 dez. 2022 (Adaptado)
Em: “Nossos filhos e netos podem até ficar tentados a imitá-los, mas precisamos orientá-los para que tomem cuidado com as celebrações exageradas, afinal de contas, no outro dia, podemos estar do outro lado.”, os verbos destacados estão flexionados, respectivamente, nos seguintes tempos:
Alternativas
Q2075003 Português
APRENDER COM AS DERROTAS
Marcos Davi Melo

      Talvez por estar acompanhando os jogos da Copa do Mundo do Catar em casa, com a família, incluindo os netos, alguns ainda muito verdinhos, entre tantas imagens emocionantes nas arenas e seus arredores, uma delas marcou-me muito: a do excelente goleiro da Polônia Wojcech Szczesny (Ufa!!!), que, depois de defender um pênalti cobrado por Messi, saiu de campo derrotado, necessitando em seguida consolar o filho pequeno, ainda no túnel que os conduz do gramado para os vestiários. Nesse caso, a derrota veio logo depois da glória.
      Quem está preparado para as derrotas? Quem não sofre com elas?
     Nélson Rodrigues (sempre ele!) em uma crônica “Freud no futebol”, escreveu que, nos EUA, todos tinham um psicanalista e que esse profissional tinha se tornado tão necessário quanto uma namorada. E o sujeito que, por qualquer razão eventual, deixava de vê-lo, de ouvi-lo, de farejá-lo, ficava incapacitado para os amores, os negócios e as bandalheiras. Nelson reclamava que o futebol brasileiro tinha tudo, menos um psicanalista: “Cuida-se das integridades das canelas, mas ninguém se lembra de preservar a saúde interior, o delicadíssimo equilíbrio emocional do jogador”. Coincidência ou não, logo depois da eliminação precoce da nossa seleção da Copa de 1966 na Inglaterra, os psicólogos passaram a ser uma peça essencial nas equipes nacionais.
        Pensando nos nossos filhos e netos, diante de uma indesejável, mas sempre possível derrota na Copa, segundo os psicólogos, quatro coisas podem se aprender em uma partida de futebol, um jogo de xadrez, ou um simples par ou ímpar, que podem servir para outros momentos da vida: primeiro, quando se chega ao lugar mais alto do pódio, quantas vezes ele precisou perder para chegar lá? Os fracassos nos ensinam como vencer. Perdemos a Copa de 50 em casa e vencemos em 58 na Suécia. Sempre há outra chance, Cristiano Ronaldo pode estar no ocaso de sua vitoriosa carreira como jogador, mas as portas estão abertas para se consagrar como técnico.
        Aprender sobre Empatia: sempre que vemos atletas profissionais comemorando uma conquista, percebemos a intensidade com que pulam, gritam para mostrar que, enfim, conquistaram algo bastante almejado. Mas como se sente o rival derrotado, vendo tudo aquilo? Nossos filhos e netos podem até ficar tentados a imitá-los, mas precisamos orientá-los para que tomem cuidado com as celebrações exageradas, afinal de contas, no outro dia, podemos estar do outro lado.
       Finalmente, não é só ganhar. Jogos e esportes não são só para mostrar quem pode mais, mas para demonstrar amor pela atividade, estimular a empatia, o trabalho em equipe e o respeito por quem está ao seu lado e pelo adversário. É fundamental saber perder, por mais duro que seja, embora não seja fácil lidar com derrotas e fracassos. As derrotas nos ensinam que nem tudo são glórias. Elas são importantes, porque nos trazem novas visões e muito aprendizado. Apropriar-se de um fracasso trazendo isso para o lado pessoal faz sofrer mais. Não se devem criar expectativas além do nosso limite e a derrota acaba sendo previsível. Saber perder é apenas uma prova de maturidade, por isso é impróprio cobrá-la das crianças, mas é indispensável aos adultos saber administrá-la.
Disponível em: https://d.gazetadealagoas.com.br/opiniao/393942/aprender-com-as-derrotasAcesso em: 14 dez. 2022 (Adaptado)
A colocação do pronome oblíquo átono é facultativa em:
Alternativas
Q2075001 Português
APRENDER COM AS DERROTAS
Marcos Davi Melo

      Talvez por estar acompanhando os jogos da Copa do Mundo do Catar em casa, com a família, incluindo os netos, alguns ainda muito verdinhos, entre tantas imagens emocionantes nas arenas e seus arredores, uma delas marcou-me muito: a do excelente goleiro da Polônia Wojcech Szczesny (Ufa!!!), que, depois de defender um pênalti cobrado por Messi, saiu de campo derrotado, necessitando em seguida consolar o filho pequeno, ainda no túnel que os conduz do gramado para os vestiários. Nesse caso, a derrota veio logo depois da glória.
      Quem está preparado para as derrotas? Quem não sofre com elas?
     Nélson Rodrigues (sempre ele!) em uma crônica “Freud no futebol”, escreveu que, nos EUA, todos tinham um psicanalista e que esse profissional tinha se tornado tão necessário quanto uma namorada. E o sujeito que, por qualquer razão eventual, deixava de vê-lo, de ouvi-lo, de farejá-lo, ficava incapacitado para os amores, os negócios e as bandalheiras. Nelson reclamava que o futebol brasileiro tinha tudo, menos um psicanalista: “Cuida-se das integridades das canelas, mas ninguém se lembra de preservar a saúde interior, o delicadíssimo equilíbrio emocional do jogador”. Coincidência ou não, logo depois da eliminação precoce da nossa seleção da Copa de 1966 na Inglaterra, os psicólogos passaram a ser uma peça essencial nas equipes nacionais.
        Pensando nos nossos filhos e netos, diante de uma indesejável, mas sempre possível derrota na Copa, segundo os psicólogos, quatro coisas podem se aprender em uma partida de futebol, um jogo de xadrez, ou um simples par ou ímpar, que podem servir para outros momentos da vida: primeiro, quando se chega ao lugar mais alto do pódio, quantas vezes ele precisou perder para chegar lá? Os fracassos nos ensinam como vencer. Perdemos a Copa de 50 em casa e vencemos em 58 na Suécia. Sempre há outra chance, Cristiano Ronaldo pode estar no ocaso de sua vitoriosa carreira como jogador, mas as portas estão abertas para se consagrar como técnico.
        Aprender sobre Empatia: sempre que vemos atletas profissionais comemorando uma conquista, percebemos a intensidade com que pulam, gritam para mostrar que, enfim, conquistaram algo bastante almejado. Mas como se sente o rival derrotado, vendo tudo aquilo? Nossos filhos e netos podem até ficar tentados a imitá-los, mas precisamos orientá-los para que tomem cuidado com as celebrações exageradas, afinal de contas, no outro dia, podemos estar do outro lado.
       Finalmente, não é só ganhar. Jogos e esportes não são só para mostrar quem pode mais, mas para demonstrar amor pela atividade, estimular a empatia, o trabalho em equipe e o respeito por quem está ao seu lado e pelo adversário. É fundamental saber perder, por mais duro que seja, embora não seja fácil lidar com derrotas e fracassos. As derrotas nos ensinam que nem tudo são glórias. Elas são importantes, porque nos trazem novas visões e muito aprendizado. Apropriar-se de um fracasso trazendo isso para o lado pessoal faz sofrer mais. Não se devem criar expectativas além do nosso limite e a derrota acaba sendo previsível. Saber perder é apenas uma prova de maturidade, por isso é impróprio cobrá-la das crianças, mas é indispensável aos adultos saber administrá-la.
Disponível em: https://d.gazetadealagoas.com.br/opiniao/393942/aprender-com-as-derrotasAcesso em: 14 dez. 2022 (Adaptado)
Em: “Sempre há outra chance, Cristiano Ronaldo pode estar no ocaso de sua vitoriosa carreira como jogador, mas as portas estão abertas para se consagrar como técnico.”, a palavra ocaso pode ser substituída por
Alternativas
Q2074990 Telecomunicações
O plano de numeração da telefonia móvel sofreu uma alteração em dezembro de 2010 (Resolução Anatel nº 553/2010) com a introdução do 9º dígito no número do assinante local móvel (código de acesso de usuário). O 9º dígito no código de acesso do usuário móvel, atualmente, é o mesmo número “9” para todas as regiões e para todas as operadoras. Qual a finalidade desse dígito extra?
Alternativas
Q2074989 Telecomunicações
A Lei Geral das Telecomunicações (LGT) foi promulgada em julho de 1997 e, dentre os vários temas, dispõe também sobre a criação da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL). Dentre as ações listadas a seguir, indique qual delas é uma atribuição da ANATEL prevista na LGT:
Alternativas
Q2074987 Telecomunicações
São apresentadas abaixo algumas afirmativas sobre instrumentos de medição.
I) Um voltímetro ideal deve apresentar resistência interna igual a zero, para não interferir no circuito elétrico no qual irá realizar a medição.
II) Um amperímetro deve ser ligado em série com os elementos nos quais a corrente será medida.
III) Um voltímetro digital tipo “true rms” só mede valores eficazes verdadeiros se a forma de onda do sinal medido for senoidal.
IV) Caso um amperímetro ideal seja ligado em um circuito elétrico da forma como um voltímetro deve ser ligado, ele poderá ser danificado.
Está CORRETO apenas o que se afirma em: 
Alternativas
Q2074984 Telecomunicações
Em uma rede Ethernet, cada equipamento conectado (um PC, uma impressora etc.) tem seu próprio NIC (Network Interface Card), também conhecido como adaptador de rede. O adaptador de rede vem pré-configurado de fábrica com um endereço físico que é geralmente escrito em notação hexadecimal, com os bytes separados por dois pontos ( : ). Este endereço físico possui quantos bits? 
Alternativas
Q2074983 Telecomunicações
Dispositivos em uma rede podem ser conectados utilizando dois tipos possíveis de conexão: ponto a ponto ou multiponto. A topologia física de rede na qual todos os dispositivos são conectados através de uma conexão multiponto é a topologia em
Alternativas
Q2074982 Telecomunicações
As afirmativas abaixo referem-se ao processo de digitalização e codificação de um sinal de voz no Sistema Telefônico Fixo Comutado (STFC), para que seja transmitido em um sistema PCM (Pulse Code Modulation) segundo a recomendação G.711 do ITU-T.
I) O sinal de voz é amostrado a cada 125 µs. II) A quantização do sinal de voz é uniforme e utiliza 256 níveis distintos. III) Após a codificação o sinal será transmitido a uma taxa de 3,1 kbps. IV) No Brasil é utilizada a lei de compressão conhecida como Lei A.
Está CORRETO apenas o que se afirma em: 
Alternativas
Q2074981 Telecomunicações
No Sistema Telefônico Fixo Comutado (STFC), um sinal de voz analógico ocupa a faixa de 300 Hz a 3.400 Hz. Para ser transmitido em um sistema de transmissão digital, esse sinal de voz precisa ser amostrado, quantizado e codificado. A frequência de amostragem adotada na telefonia fixa é de
Alternativas
Q2074980 Telecomunicações
Em uma rede de telefonia fixa convencional, a central telefônica deve enviar um sinal para fazer tocar a campainha do telefone chamado, denominado de corrente de toque. Esse sinal é enviado através do par de fios desde a central telefônica até o aparelho telefônico de destino. O valor da frequência (f) e o valor eficaz (rms) da tensão padronizada (V) para esse sinal são, respectivamente:
Alternativas
Q2074979 Telecomunicações
Uma central privada de comutação telefônica (CPCT) é destinada a empresas, indústrias, hotéis e outros estabelecimentos, com o objetivo de agilizar e dinamizar as ligações telefônicas internas e externas. Ela faz a concentração das linhas externas (troncos) conectadas ao serviço público de telefonia fixa (STFC) e permite a conexão de grupo maior de terminais telefônicos internos (ramais). Uma CPCT automática, em que podem ser programadas facilidades adicionais tais como: transferência, conferência, captura de chamada, cadeado eletrônico, rechamada, música de espera e porteiro eletrônico, é denominada de central 
Alternativas
Q2074978 Telecomunicações
O ITU-T padronizou TDM (Time Division Multiplex) em cinco categorias, da primeira à quinta ordem, e existem três hierarquias: europeia, americana e japonesa. No Brasil, é adotada a hierarquia europeia. Para um sistema telefônico no qual a sinalização é por canal associado, o número de canais de voz transmitidos por um TDM de terceira ordem (34,368 Mbps) é igual a
Alternativas
Respostas
221: D
222: C
223: D
224: C
225: C
226: B
227: A
228: B
229: B
230: A
231: A
232: A
233: D
234: C
235: B
236: B
237: C
238: A
239: B
240: A