Questões de Concurso Comentadas para assessor administrativo

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Q3438672 História e Geografia de Estados e Municípios
Ao longo da colonização de Santa Catarina, diferentes nomes e ocupações marcaram a identidade da região e refletiram os interesses de navegadores europeus e colonizadores. Com base nos dados históricos do processo de nomeação e ocupação da Ilha de Santa Catarina, assinale a alternativa correta sobre a evolução toponímica e política do território catarinense.
Alternativas
Q3438663 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Algoritmo da vida real 


Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.


Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.


Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.


 Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matériaprima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas.


Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".


Ou como um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.


 É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

No período: “O motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo.”, a oração subordinada “que me levou para o evento na sexta” exerce função de: 
Alternativas
Q3438662 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Algoritmo da vida real 


Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.


Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.


Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.


 Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matériaprima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas.


Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".


Ou como um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.


 É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

Observe o trecho:


“Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit (...). Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas (...), mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo.”


A conjunção “mas” expressa, no contexto, uma ideia de:

Alternativas
Q3438661 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Algoritmo da vida real 


Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.


Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.


Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.


 Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matériaprima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas.


Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".


Ou como um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.


 É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

No trecho “Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram...”, a palavra “avançadas” contribui para o sentido geral do texto ao:
Alternativas
Q3438660 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Algoritmo da vida real 


Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.


Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.


Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.


 Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matériaprima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas.


Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".


Ou como um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.


 É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

O texto constrói uma crítica à exclusão digital e à elitização dos debates sobre tecnologia. Nesse sentido, o episódio do motorista de Uber que não conhecia o evento serve para:
Alternativas
Q3438659 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Algoritmo da vida real 


Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.


Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.


Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.


 Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matériaprima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas.


Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".


Ou como um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.


 É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

Considere o seguinte excerto do texto:


“É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo.” Nesse trecho, a autora contrapõe:

Alternativas
Q3438658 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Algoritmo da vida real 


Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.


Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.


Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.


 Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matériaprima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas.


Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".


Ou como um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.


 É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

Ao mencionar a palestra de Luiza Trajano, a autora destaca elementos como “determinação”, “consciência social” e “sotaque mineiro que ela considera meio brega”. Com base nesse trecho e em sua função argumentativa no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3438657 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Algoritmo da vida real 


Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.


Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.


Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.


 Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matériaprima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas.


Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".


Ou como um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.


 É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).

No trecho “Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit”, a autora utiliza a expressão “mesmo que raso” para qualificar a própria experiência. Considerando o efeito de sentido provocado por essa escolha, é correto afirmar que a autora:
Alternativas
Q3296063 Regimento Interno
O Regimento Interno da Associação dos Municípios do Extremo Oeste de Santa Catarina (AMEOSC) determina que a fixação do valor das contribuições mensais dos municípios associados compete privativamente:
Alternativas
Q3296061 Direito Financeiro

Entre os itens abaixo citamos algumas daquelas que, segundo o Estatuto da Associação dos Municípios do Extremo Oeste de Santa Catarina (AMEOSC), constituem suas receitas:



I. Receitas de contribuições dos Municípios associados.


II. Receitas de juros obtidos por meio de empréstimos concedidos aos municípios associados.


III. Receitas de alienação de bens.


IV. Receitas de prestação de serviços para os municípios da região, independente de serem ou não serem associados.



Estão CORRETOS: 

Alternativas
Q3296058 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Dito e Feito


Em conversa de boteco, o assunto é imprevisível.


— Não suporto ditados populares. As pessoas repetem sem pensar — disse Marcelo.


— De mau humor, amigo? — respondeu Souza, tomando um gole de chopp.


— Passei por duas senhoras e ouvi: "Quem espera sempre alcança". Espero ficar rico há anos e nada!


— O ditado fala de paciência e esperança.


— Para mim, só incentiva a inércia. Igual a "Mais vale um pássaro na mão que dois voando". Prender o bichinho para quê?


— É uma analogia para não trocar o certo pelo duvidoso.


— Péssima! Assim como "Cavalo dado não se olha os dentes". Quer umas tralhas lá de casa?


— Você está distorcendo, Marcelo.


— Sabedoria popular? Só vejo frases absurdas. "Em terra de cego, quem tem um olho é rei". Existe terra de cego?


— Está difícil hoje...


— "Deus ajuda a quem cedo madruga". Então Deus prefere insones?


— Desisto, Marcelo. Estou indo.


— Fica mais um pouco, tomamos outro chopp e mudamos de assunto.


Souza se despediu, murmurando:


— Antes só que mal acompanhado!


Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2022/06/19/dito-e-feito/

No texto "Dito e Feito", de Antonio Carlos Sarmento, o personagem Marcelo demonstra sua insatisfação com os ditados populares, argumentando que eles são repetidos sem reflexão. A partir da interação entre os personagens, pode-se inferir que:
Alternativas
Q3296057 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Dito e Feito


Em conversa de boteco, o assunto é imprevisível.


— Não suporto ditados populares. As pessoas repetem sem pensar — disse Marcelo.


— De mau humor, amigo? — respondeu Souza, tomando um gole de chopp.


— Passei por duas senhoras e ouvi: "Quem espera sempre alcança". Espero ficar rico há anos e nada!


— O ditado fala de paciência e esperança.


— Para mim, só incentiva a inércia. Igual a "Mais vale um pássaro na mão que dois voando". Prender o bichinho para quê?


— É uma analogia para não trocar o certo pelo duvidoso.


— Péssima! Assim como "Cavalo dado não se olha os dentes". Quer umas tralhas lá de casa?


— Você está distorcendo, Marcelo.


— Sabedoria popular? Só vejo frases absurdas. "Em terra de cego, quem tem um olho é rei". Existe terra de cego?


— Está difícil hoje...


— "Deus ajuda a quem cedo madruga". Então Deus prefere insones?


— Desisto, Marcelo. Estou indo.


— Fica mais um pouco, tomamos outro chopp e mudamos de assunto.


Souza se despediu, murmurando:


— Antes só que mal acompanhado!


Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2022/06/19/dito-e-feito/

No trecho "Deus ajuda a quem cedo madruga", o verbo ajudar exige complemento precedido da preposição "a", indicando que se trata de um caso de regência verbal.
Com base nessa informação, assinale a alternativa em que a regência verbal está INCORRETA.
Alternativas
Q3296054 Noções de Informática
Ana trabalha em um escritório e precisa organizar diversos documentos no seu computador com Windows. Para facilitar o acesso, ela decide criar pastas no Explorador de Arquivos e mover documentos para cada categoria específica. Sobre a organização e gerenciamento de arquivos no Windows, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3296053 Noções de Informática
Carlos, um profissional da iniciativa privada, deseja comprar um computador para realizar pesquisas, criar documentos no Word e participar de videochamadas. Ele precisa entender os principais componentes do hardware antes de escolher um modelo adequado. Qual das alternativas abaixo descreve corretamente as funções desses componentes?
Alternativas
Q3296052 Segurança da Informação
Pedro recebeu um e-mail de um banco solicitando que ele clique em um link e insira suas informações pessoais para "atualização de segurança da conta". O e-mail contém um tom urgente e um link desconhecido. Qual das opções abaixo descreve corretamente essa situação?
Alternativas
Q3296051 Direito Digital
Uma empresa de comércio eletrônico foi multada por violar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) ao compartilhar informações pessoais de seus clientes com terceiros sem consentimento explícito. Sobre a aplicação da LGPD e seus princípios, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3296050 Administração de Recursos Materiais
O controle patrimonial é um processo fundamental para a gestão dos bens de uma organização, garantindo que estejam devidamente registrados, monitorados e em condições adequadas para uso. Para que esse controle seja eficaz, é necessário adotar práticas e procedimentos que assegurem a transparência e a correta destinação dos ativos. Com base nesse conceito, assinale a alternativa correta sobre o controle patrimonial.
Alternativas
Q3296049 Administração Geral
Durante um processo de reestruturação organizacional, um Assessor Administrativo auxilia o gestor na definição de metas estratégicas, no levantamento de recursos necessários e na distribuição das atividades entre os setores. Além disso, ele acompanha a execução das tarefas, identifica falhas, sugere ajustes para garantir o cumprimento dos objetivos e contribui para manter uma equipe engajada e produtiva. Com base nessa situação, assinale a alternativa que melhor representa as funções administrativas desempenhadas pelo Assessor Administrativo.
Alternativas
Q3296048 Arquivologia
A classificação de documentos é uma etapa crucial na organização e gestão da informação, sendo fundamental para a eficiência operacional, preservação e acessibilidade dos dados. Existem diferentes tipos de sistemas de classificação, cada um adequado às necessidades específicas de organização, recuperação e arquivamento de documentos. Os principais tipos incluem a classificação por assunto, cronológica, alfanumérica e geográfica. A escolha do sistema de classificação depende de fatores como a natureza dos documentos, a frequência de acesso e as exigências legais. Considerando as diferentes abordagens para a classificação documental, qual das alternativas abaixo descreve corretamente a aplicação dos tipos de classificação de documentos em uma organização? 
Alternativas
Q3296047 Redação Oficial
Um colaborador de uma organização redige um ofício destinado a uma empresa parceira, no qual emprega expressões como "esperamos que vocês possam colaborar da melhor maneira possível" e "achamos que essa parceria será positiva", além de utilizar metáforas e linguagem subjetiva. Após revisão, o documento foi devolvido com apontamentos sobre a necessidade de adequação aos atributos essenciais da redação oficial. Com base nos princípios que regem a redação oficial, assinale a alternativa que indica corretamente os problemas identificados e os atributos comprometidos no texto do colaborador. 
Alternativas
Respostas
61: C
62: B
63: B
64: C
65: C
66: A
67: C
68: B
69: C
70: A
71: A
72: C
73: A
74: D
75: A
76: C
77: C
78: D
79: B
80: D