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Um Plano de Contingência para o Trânsito necessita de planejamento prévio para lidar com situações emergenciais e atuar em casos que venham a causar transtornos nos principais corredores viários de uma cidade.
O aumento progressivo da frota de veículos provoca congestionamentos que muitas vezes impedem que os procedimentos planejados de emergência sejam adotados.
Nesses casos, passam a exigir ações mais criativas e diferenciadas, devendo ser planejadas por equipes de técnicos especializados, com a parceria das universidades.
O gerenciamento de acidentes de trânsito, como a velocidade que se desfaz o local de uma batida numa via estrutural, envolve o uso de equipamentos especiais, como helicópteros, e de pessoal devidamente treinado para isso. É crucial haver integração e coordenação entre os órgãos gestores da mobilidade urbana, para solucionar rapidamente as demandas dessa natureza.
Situações como obras, fechamento de ruas e de faixas de tráfego, enchentes, alagamentos das vias e quedas de encostas e árvores, que impedem a circulação normal de veículos, necessitam de sinalização adequada, de informação relevante e bem veiculada em várias mídias, de agentes de trânsito devidamente preparados, de cavaletes e indicação dos desvios possíveis, para diminuir os impactos negativos.
Podemos fazer analogia com um infarto e um AVC, que impedem o fluxo de sangue e exigem providências urgentes para que a pessoa não morra. O mesmo fenômeno ocorre com o trânsito, para que o fluxo seja restabelecido o mais rápido possível.
(Eva Vider, O Globo, 9/10/2015 - adaptado)
Um Plano de Contingência para o Trânsito necessita de planejamento prévio para lidar com situações emergenciais e atuar em casos que venham a causar transtornos nos principais corredores viários de uma cidade.
O aumento progressivo da frota de veículos provoca congestionamentos que muitas vezes impedem que os procedimentos planejados de emergência sejam adotados.
Nesses casos, passam a exigir ações mais criativas e diferenciadas, devendo ser planejadas por equipes de técnicos especializados, com a parceria das universidades.
O gerenciamento de acidentes de trânsito, como a velocidade que se desfaz o local de uma batida numa via estrutural, envolve o uso de equipamentos especiais, como helicópteros, e de pessoal devidamente treinado para isso. É crucial haver integração e coordenação entre os órgãos gestores da mobilidade urbana, para solucionar rapidamente as demandas dessa natureza.
Situações como obras, fechamento de ruas e de faixas de tráfego, enchentes, alagamentos das vias e quedas de encostas e árvores, que impedem a circulação normal de veículos, necessitam de sinalização adequada, de informação relevante e bem veiculada em várias mídias, de agentes de trânsito devidamente preparados, de cavaletes e indicação dos desvios possíveis, para diminuir os impactos negativos.
Podemos fazer analogia com um infarto e um AVC, que impedem o fluxo de sangue e exigem providências urgentes para que a pessoa não morra. O mesmo fenômeno ocorre com o trânsito, para que o fluxo seja restabelecido o mais rápido possível.
(Eva Vider, O Globo, 9/10/2015 - adaptado)
Nesse segmento do texto 1 há um problema de escritura; o problema está devidamente apontado em:
I. A economia no custo de operação da camada de acesso depende da intensidade do compartilhamento.
II. Consiste no compartilhamento da BTS e da BSC por mais de uma operadora de telefonia celular.
III. Aumenta o custo de energia nos elementos passivos, como o ar condicionado.
Está correto somente o que se afirma em:
( ) CDMA
( ) GPRS
( ) LTE
(1) Padrão de redes celulares que permite banda larga móvel, permitindo uma maior abrangência de comunicações de voz e transferência de dados.
(2) Utilizado tanto para a telefonia celular quanto para o rastreamento via satélite.
(3) É uma tecnologia que aumenta as taxas de transferência de dados nas redes GSM.
A sequência correta é:
I. Utiliza-se de tecnologias baseadas em padrões abertos definidos pelo ITU‐T.
II. Tem por objetivo a convergência dos serviços existentes em uma única arquitetura de serviços convergentes.
III. Possui uma infraestrutura de redes independente.
Está correto somente o que se afirma em:
I. O protocolo CMIP é o protocolo OSI do Nível de Rede orientado a conexão.
II. No ambiente de gerenciamento OSI, o protocolo CMIP é utilizado para definir as regras de comunicação entre os processos gerente e agente.
III. O CMIP é incompatível com o Common Management Information Service - CMIS.
Está correto somente o que se afirma em:
I. Utilizado para trocar informações de gerenciamento de redes, é utilizado o protocolo padrão.
II. Pouco utilizado em redes de dados baseada no TCP/IP.
III. Baseia-se no modelo cliente e servidor.
Está correto somente o que se afirma em:
( ) Acurácia mede a quantidade de trafego útil corretamente transmitido, relativo ao tráfego.
( ) Jitter é uma medida da capacidade de enlace.
( ) O uso do buffer é uma das formas de minimizar os efeitos da variação do atraso da entrega de dados.
A sequência correta é: