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Q1702071 Noções de Primeiros Socorros
Os sinais vitais são indicadores das funções vitais e podem orientar o diagnóstico inicial e acompanhar a evolução do quadro clínico de uma vítima. Conforme a orientação, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1702062 Português

A flor no asfalto

Otto Lara Rezende


     Conheço essa estrada genocida, o começo da Rio-Petrópolis. Duvido que se encontre um trecho rodoviário ou urbano mais assassino do que esse. São tantos os acidentes que já nem se abre inquérito. Quem atravessa a avenida Brasil fora da passarela quer morrer. Se morre, ninguém liga. Aparece aquela velinha acesa, o corpo é coberto por uma folha de jornal e pronto. Não se fala mais nisso.

    Teria sido o destino de dona Creusa, se não levasse nas entranhas a própria vida. Na pista que vem para o Rio, a 20 metros da passarela de pedestres, dona Creusa foi apanhada por uma Kombi. O motorista tentou parar e não conseguiu. Em seguida, veio um outro carro, um Apollo, e sobreveio o segundo atropelamento. A mesma vítima. Ferida, o ventre aberto pelas ferragens, deu-se aí o milagre.

     Dona Creusa estava grávida e morreu na hora. Mas no asfalto, expelida com a placenta, apareceu uma criança. Coberta a mãe com um plástico azul, um estudante pegou o bebê e o levou para o acostamento. Nunca tinha visto um parto na sua vida. Entre os curiosos, uma mulher amarrou o umbigo da recém-nascida. Uma menina. Por sorte, vinha vindo uma ambulância. Depois de chorar no asfalto, o bebê foi levado para o hospital de Xerém.

    Dona Creusa, aos 44 anos, já era avó, mãe de vários filhos e viúva. Pobre, concentração humana de experiências e de dores, tinha pressa de viver. E era uma pilha carregada de vida. Quem devia estar ali era sua nora Marizete. Mas dona Creusa se ofereceu para ir no seu lugar porque, grávida, não pagava a passagem. Com o dinheiro do ônibus podia comprar sabão. Levava uma bolsa preta, com um coração de cartolina vermelha.

     No cartão estava escrito: quinta-feira. Foi o dia do atropelamento. Apolo é o símbolo da vitória sobre a violência. Diz o poeta Píndaro que é o deus que põe no coração o amor da concórdia. No hospital, sete mães disputaram o privilégio de dar de mamar ao bebê. A vida é forte. E bela, apolínea, apesar de tudo. Por que não? 


(Folha de S. Paulo, 30/05/1992)

FONTE: http://varaldeleitura.blogspot.com.br/2014/06/cronica-flor-no-asfalto-de-otto-lara.html



Na passagem “No hospital, sete mães disputaram o privilégio de dar de mamar ao bebê”, se o termo em destaque fosse substituído por ‘criança’, teríamos:
Alternativas
Q1702061 Português

A flor no asfalto

Otto Lara Rezende


     Conheço essa estrada genocida, o começo da Rio-Petrópolis. Duvido que se encontre um trecho rodoviário ou urbano mais assassino do que esse. São tantos os acidentes que já nem se abre inquérito. Quem atravessa a avenida Brasil fora da passarela quer morrer. Se morre, ninguém liga. Aparece aquela velinha acesa, o corpo é coberto por uma folha de jornal e pronto. Não se fala mais nisso.

    Teria sido o destino de dona Creusa, se não levasse nas entranhas a própria vida. Na pista que vem para o Rio, a 20 metros da passarela de pedestres, dona Creusa foi apanhada por uma Kombi. O motorista tentou parar e não conseguiu. Em seguida, veio um outro carro, um Apollo, e sobreveio o segundo atropelamento. A mesma vítima. Ferida, o ventre aberto pelas ferragens, deu-se aí o milagre.

     Dona Creusa estava grávida e morreu na hora. Mas no asfalto, expelida com a placenta, apareceu uma criança. Coberta a mãe com um plástico azul, um estudante pegou o bebê e o levou para o acostamento. Nunca tinha visto um parto na sua vida. Entre os curiosos, uma mulher amarrou o umbigo da recém-nascida. Uma menina. Por sorte, vinha vindo uma ambulância. Depois de chorar no asfalto, o bebê foi levado para o hospital de Xerém.

    Dona Creusa, aos 44 anos, já era avó, mãe de vários filhos e viúva. Pobre, concentração humana de experiências e de dores, tinha pressa de viver. E era uma pilha carregada de vida. Quem devia estar ali era sua nora Marizete. Mas dona Creusa se ofereceu para ir no seu lugar porque, grávida, não pagava a passagem. Com o dinheiro do ônibus podia comprar sabão. Levava uma bolsa preta, com um coração de cartolina vermelha.

     No cartão estava escrito: quinta-feira. Foi o dia do atropelamento. Apolo é o símbolo da vitória sobre a violência. Diz o poeta Píndaro que é o deus que põe no coração o amor da concórdia. No hospital, sete mães disputaram o privilégio de dar de mamar ao bebê. A vida é forte. E bela, apolínea, apesar de tudo. Por que não? 


(Folha de S. Paulo, 30/05/1992)

FONTE: http://varaldeleitura.blogspot.com.br/2014/06/cronica-flor-no-asfalto-de-otto-lara.html



Pelo contexto narrativo, o segundo atropelamento foi causado por um Apollo, carro produzido nos anos 90 pela montadora Volkswagen. Apolo é também um dos principais deuses da mitologia greco-romana. Essa interessante relação intertextual é explorada pelo autor ao final da crônica. Levando em consideração essas informações e o contexto, assinale a alternativa que contenha a melhor acepção do termo grifado contido na passagem “A vida é forte. E bela, apolínea, apesar de tudo”:
Alternativas
Q1702060 Português

A flor no asfalto

Otto Lara Rezende


     Conheço essa estrada genocida, o começo da Rio-Petrópolis. Duvido que se encontre um trecho rodoviário ou urbano mais assassino do que esse. São tantos os acidentes que já nem se abre inquérito. Quem atravessa a avenida Brasil fora da passarela quer morrer. Se morre, ninguém liga. Aparece aquela velinha acesa, o corpo é coberto por uma folha de jornal e pronto. Não se fala mais nisso.

    Teria sido o destino de dona Creusa, se não levasse nas entranhas a própria vida. Na pista que vem para o Rio, a 20 metros da passarela de pedestres, dona Creusa foi apanhada por uma Kombi. O motorista tentou parar e não conseguiu. Em seguida, veio um outro carro, um Apollo, e sobreveio o segundo atropelamento. A mesma vítima. Ferida, o ventre aberto pelas ferragens, deu-se aí o milagre.

     Dona Creusa estava grávida e morreu na hora. Mas no asfalto, expelida com a placenta, apareceu uma criança. Coberta a mãe com um plástico azul, um estudante pegou o bebê e o levou para o acostamento. Nunca tinha visto um parto na sua vida. Entre os curiosos, uma mulher amarrou o umbigo da recém-nascida. Uma menina. Por sorte, vinha vindo uma ambulância. Depois de chorar no asfalto, o bebê foi levado para o hospital de Xerém.

    Dona Creusa, aos 44 anos, já era avó, mãe de vários filhos e viúva. Pobre, concentração humana de experiências e de dores, tinha pressa de viver. E era uma pilha carregada de vida. Quem devia estar ali era sua nora Marizete. Mas dona Creusa se ofereceu para ir no seu lugar porque, grávida, não pagava a passagem. Com o dinheiro do ônibus podia comprar sabão. Levava uma bolsa preta, com um coração de cartolina vermelha.

     No cartão estava escrito: quinta-feira. Foi o dia do atropelamento. Apolo é o símbolo da vitória sobre a violência. Diz o poeta Píndaro que é o deus que põe no coração o amor da concórdia. No hospital, sete mães disputaram o privilégio de dar de mamar ao bebê. A vida é forte. E bela, apolínea, apesar de tudo. Por que não? 


(Folha de S. Paulo, 30/05/1992)

FONTE: http://varaldeleitura.blogspot.com.br/2014/06/cronica-flor-no-asfalto-de-otto-lara.html



O texto é uma crônica, o que justifica o uso de uma variante linguística mais informal. Se reescrevêssemos a passagem “Coberta a mãe com um plástico azul, um estudante pegou o bebê e o levou para o acostamento” pluralizando o termo bebê, considerando apenas a variante formal delimitada pela gramática normativa, teríamos:
Alternativas
Q1702059 Português

A flor no asfalto

Otto Lara Rezende


     Conheço essa estrada genocida, o começo da Rio-Petrópolis. Duvido que se encontre um trecho rodoviário ou urbano mais assassino do que esse. São tantos os acidentes que já nem se abre inquérito. Quem atravessa a avenida Brasil fora da passarela quer morrer. Se morre, ninguém liga. Aparece aquela velinha acesa, o corpo é coberto por uma folha de jornal e pronto. Não se fala mais nisso.

    Teria sido o destino de dona Creusa, se não levasse nas entranhas a própria vida. Na pista que vem para o Rio, a 20 metros da passarela de pedestres, dona Creusa foi apanhada por uma Kombi. O motorista tentou parar e não conseguiu. Em seguida, veio um outro carro, um Apollo, e sobreveio o segundo atropelamento. A mesma vítima. Ferida, o ventre aberto pelas ferragens, deu-se aí o milagre.

     Dona Creusa estava grávida e morreu na hora. Mas no asfalto, expelida com a placenta, apareceu uma criança. Coberta a mãe com um plástico azul, um estudante pegou o bebê e o levou para o acostamento. Nunca tinha visto um parto na sua vida. Entre os curiosos, uma mulher amarrou o umbigo da recém-nascida. Uma menina. Por sorte, vinha vindo uma ambulância. Depois de chorar no asfalto, o bebê foi levado para o hospital de Xerém.

    Dona Creusa, aos 44 anos, já era avó, mãe de vários filhos e viúva. Pobre, concentração humana de experiências e de dores, tinha pressa de viver. E era uma pilha carregada de vida. Quem devia estar ali era sua nora Marizete. Mas dona Creusa se ofereceu para ir no seu lugar porque, grávida, não pagava a passagem. Com o dinheiro do ônibus podia comprar sabão. Levava uma bolsa preta, com um coração de cartolina vermelha.

     No cartão estava escrito: quinta-feira. Foi o dia do atropelamento. Apolo é o símbolo da vitória sobre a violência. Diz o poeta Píndaro que é o deus que põe no coração o amor da concórdia. No hospital, sete mães disputaram o privilégio de dar de mamar ao bebê. A vida é forte. E bela, apolínea, apesar de tudo. Por que não? 


(Folha de S. Paulo, 30/05/1992)

FONTE: http://varaldeleitura.blogspot.com.br/2014/06/cronica-flor-no-asfalto-de-otto-lara.html



Em “Dona Creusa estava grávida e morreu na hora. Mas no asfalto, expelida com a placenta, apareceu uma criança”, o termo em destaque estabelece, com o período anterior, ideia de:
Alternativas
Q1702058 Português

A flor no asfalto

Otto Lara Rezende


     Conheço essa estrada genocida, o começo da Rio-Petrópolis. Duvido que se encontre um trecho rodoviário ou urbano mais assassino do que esse. São tantos os acidentes que já nem se abre inquérito. Quem atravessa a avenida Brasil fora da passarela quer morrer. Se morre, ninguém liga. Aparece aquela velinha acesa, o corpo é coberto por uma folha de jornal e pronto. Não se fala mais nisso.

    Teria sido o destino de dona Creusa, se não levasse nas entranhas a própria vida. Na pista que vem para o Rio, a 20 metros da passarela de pedestres, dona Creusa foi apanhada por uma Kombi. O motorista tentou parar e não conseguiu. Em seguida, veio um outro carro, um Apollo, e sobreveio o segundo atropelamento. A mesma vítima. Ferida, o ventre aberto pelas ferragens, deu-se aí o milagre.

     Dona Creusa estava grávida e morreu na hora. Mas no asfalto, expelida com a placenta, apareceu uma criança. Coberta a mãe com um plástico azul, um estudante pegou o bebê e o levou para o acostamento. Nunca tinha visto um parto na sua vida. Entre os curiosos, uma mulher amarrou o umbigo da recém-nascida. Uma menina. Por sorte, vinha vindo uma ambulância. Depois de chorar no asfalto, o bebê foi levado para o hospital de Xerém.

    Dona Creusa, aos 44 anos, já era avó, mãe de vários filhos e viúva. Pobre, concentração humana de experiências e de dores, tinha pressa de viver. E era uma pilha carregada de vida. Quem devia estar ali era sua nora Marizete. Mas dona Creusa se ofereceu para ir no seu lugar porque, grávida, não pagava a passagem. Com o dinheiro do ônibus podia comprar sabão. Levava uma bolsa preta, com um coração de cartolina vermelha.

     No cartão estava escrito: quinta-feira. Foi o dia do atropelamento. Apolo é o símbolo da vitória sobre a violência. Diz o poeta Píndaro que é o deus que põe no coração o amor da concórdia. No hospital, sete mães disputaram o privilégio de dar de mamar ao bebê. A vida é forte. E bela, apolínea, apesar de tudo. Por que não? 


(Folha de S. Paulo, 30/05/1992)

FONTE: http://varaldeleitura.blogspot.com.br/2014/06/cronica-flor-no-asfalto-de-otto-lara.html



Considerando a passagem “Teria sido o destino de dona Creusa, se não levasse nas entranhas a própria vida” e o texto como um todo, é correto afirmar que a forma verbal em destaque:
Alternativas
Q1702057 Português

A flor no asfalto

Otto Lara Rezende


     Conheço essa estrada genocida, o começo da Rio-Petrópolis. Duvido que se encontre um trecho rodoviário ou urbano mais assassino do que esse. São tantos os acidentes que já nem se abre inquérito. Quem atravessa a avenida Brasil fora da passarela quer morrer. Se morre, ninguém liga. Aparece aquela velinha acesa, o corpo é coberto por uma folha de jornal e pronto. Não se fala mais nisso.

    Teria sido o destino de dona Creusa, se não levasse nas entranhas a própria vida. Na pista que vem para o Rio, a 20 metros da passarela de pedestres, dona Creusa foi apanhada por uma Kombi. O motorista tentou parar e não conseguiu. Em seguida, veio um outro carro, um Apollo, e sobreveio o segundo atropelamento. A mesma vítima. Ferida, o ventre aberto pelas ferragens, deu-se aí o milagre.

     Dona Creusa estava grávida e morreu na hora. Mas no asfalto, expelida com a placenta, apareceu uma criança. Coberta a mãe com um plástico azul, um estudante pegou o bebê e o levou para o acostamento. Nunca tinha visto um parto na sua vida. Entre os curiosos, uma mulher amarrou o umbigo da recém-nascida. Uma menina. Por sorte, vinha vindo uma ambulância. Depois de chorar no asfalto, o bebê foi levado para o hospital de Xerém.

    Dona Creusa, aos 44 anos, já era avó, mãe de vários filhos e viúva. Pobre, concentração humana de experiências e de dores, tinha pressa de viver. E era uma pilha carregada de vida. Quem devia estar ali era sua nora Marizete. Mas dona Creusa se ofereceu para ir no seu lugar porque, grávida, não pagava a passagem. Com o dinheiro do ônibus podia comprar sabão. Levava uma bolsa preta, com um coração de cartolina vermelha.

     No cartão estava escrito: quinta-feira. Foi o dia do atropelamento. Apolo é o símbolo da vitória sobre a violência. Diz o poeta Píndaro que é o deus que põe no coração o amor da concórdia. No hospital, sete mães disputaram o privilégio de dar de mamar ao bebê. A vida é forte. E bela, apolínea, apesar de tudo. Por que não? 


(Folha de S. Paulo, 30/05/1992)

FONTE: http://varaldeleitura.blogspot.com.br/2014/06/cronica-flor-no-asfalto-de-otto-lara.html



A passagem “Aparece aquela velinha acesa, o corpo é coberto por uma folha de jornal e pronto. Não se fala mais nisso” é:
Alternativas
Q1702056 Conhecimentos Gerais
"As eleições diretas representam um avanço histórico na forma em que os brasileiros elegem seus governantes desde que foi promulgada a Constituição de 1988. Em 2020, será realizado mais um ano para eleições, que levarão milhões de brasileiros as urnas em todo o Brasil para escolherem os prefeitos e vereadores de suas respectivas cidades. Com data de realização agendada para 04 de Outubro de 2020, a próxima corrida eleitoral será marcada de algumas novidades, a principal dela, sendo a de proibição de alianças quanto a disputa para as cadeiras da câmara de vereadores, sendo somente permitida a realização de alianças para os cargos do executivo, ou seja, prefeito e vice-prefeito." 
Fonte: CUNHA, Márcio. Jornal Opção, 24/11/2019. Disponível em <https://tinyurl.com/yx3j2omn>
Quando é a periodicidade das eleições gerais no Brasil?
Alternativas
Q1702055 Atualidades
" O ano de 2019 foi conturbado para os membros do Supremo Tribunal Federal (STF). Em meio a diversas votações controversas, como a derrubada da prisão em segunda instância e a criminalização da homofobia, e protestos de rua que os colocaram como alvo, o número de pedidos de impeachment dos magistrados atingiu neste ano um patamar recorde. Desde janeiro, foram 14 representações contra integrantes da Corte, cinco a mais do que no ano passado. O presidente do STF é o mais visado. Metade das tentativas protocoladas neste ano foram para que ele perdesse o cargo. No entanto, o Senado, responsável por dar continuidade aos pedidos, engavetou todos os pedidos de destituição dos magistrados. Veja a seguir os sete julgamentos com maior repercussão neste ano: 1. Criminalização da homofobia; 2. Competência da Justiça eleitoral; 3. Crédito tributário da Zona Franca de Manaus; 4. Privatização de subsidiárias; 5. Ordem das alegações em casos de delação premiada; 6. Fim da prisão em 2ª instância; 7. Compartilhamento de dados pelo Coaf."
Fonte: CERIONI, Clara. "Relembre as 7 votações no STF que definiram 2019", Exame, 28/12/2019. Disponível em < https://tinyurl.com/qrct7l4>
Quem era o presidente do Supremo Tribunal Federal em 2019?
Alternativas
Q1683391 Português
PASSAPORTE DA IMUNIDADE


O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado (04/04/2020) que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de “passaporte da imunidade”. Sem detalhar a medida, Guedes disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus.

A declaração foi dada em uma videoconferência com empresários do setor varejista, organizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Guedes disse aos empresários que conversou com um amigo na Inglaterra que criou o passaporte de imunidade, e que seria possível colocar disponíveis para os brasileiros 40 milhões de testes para o coronavírus por mês.

Segundo o ministro, a proposta já foi encaminhada ao Presidente da República e aos ministros Walter Souza Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde).

Com a testagem em massa, segundo o ministro da Economia, quem comprovadamente estiver imune ao coronavírus poderá deixar o isolamento. Essa testagem, segundo Guedes, seria aplicada aos “jovens”, pois os idosos seguiriam em casa.

O ministro afirmou que o país enfrentará duas “ondas”: a primeira seria a da saúde e a segunda, econômica. E o responsável por coordenar este primeiro momento de crise, de isolamento social, disse Guedes, é o ministro da Saúde, Mandetta. Guedes afirmou que, em seguida, haverá uma segunda onda, que é econômica, e o Brasil terá que superá-la também.

A proposta do ministro é de que as pessoas sejam testadas, por exemplo, semanalmente. Assim, os mais jovens que estiverem livres da doença continuarão trabalhando, enquanto os idosos ficam em casa. Dessa forma é possível ir girando a economia, afirmou Guedes.

Ao longo da videoconferência, Guedes ouviu diversas cobranças dos empresários, a maior parte deles voltada à liberação de crédito. O setor empresarial pressiona o governo a acelerar e a aumentar essa liberação de recursos às empresas.

Entre as sugestões feitas a Guedes estão o uso de cadastros das associações comerciais municipais e estaduais para que o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa; a criação de aplicativos para acelerar a liberação de crédito; e ainda o uso das “maquininhas” de cartão de crédito para o repasse do recurso.


Adaptado. Por Ana Krüger e Filipe Matoso, G1, Brasília, em 04/04/2020. Disponível em: https://glo.bo/3c0GZae.
Leia o texto 'PASSAPORTE DA IMUNIDADE' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto afirma que o setor empresarial pressiona o governo a reter e a diminuir a liberação de recursos às empresas que apresentaram redução nas vendas em função da pandemia de coronavírus.

II. De acordo com o texto, a determinação do ministro da Economia é de que as pessoas sejam testadas contra o coronavírus diariamente.

III. O ministro da Economia disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus, afirma o texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683390 Português
PASSAPORTE DA IMUNIDADE


O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado (04/04/2020) que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de “passaporte da imunidade”. Sem detalhar a medida, Guedes disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus.

A declaração foi dada em uma videoconferência com empresários do setor varejista, organizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Guedes disse aos empresários que conversou com um amigo na Inglaterra que criou o passaporte de imunidade, e que seria possível colocar disponíveis para os brasileiros 40 milhões de testes para o coronavírus por mês.

Segundo o ministro, a proposta já foi encaminhada ao Presidente da República e aos ministros Walter Souza Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde).

Com a testagem em massa, segundo o ministro da Economia, quem comprovadamente estiver imune ao coronavírus poderá deixar o isolamento. Essa testagem, segundo Guedes, seria aplicada aos “jovens”, pois os idosos seguiriam em casa.

O ministro afirmou que o país enfrentará duas “ondas”: a primeira seria a da saúde e a segunda, econômica. E o responsável por coordenar este primeiro momento de crise, de isolamento social, disse Guedes, é o ministro da Saúde, Mandetta. Guedes afirmou que, em seguida, haverá uma segunda onda, que é econômica, e o Brasil terá que superá-la também.

A proposta do ministro é de que as pessoas sejam testadas, por exemplo, semanalmente. Assim, os mais jovens que estiverem livres da doença continuarão trabalhando, enquanto os idosos ficam em casa. Dessa forma é possível ir girando a economia, afirmou Guedes.

Ao longo da videoconferência, Guedes ouviu diversas cobranças dos empresários, a maior parte deles voltada à liberação de crédito. O setor empresarial pressiona o governo a acelerar e a aumentar essa liberação de recursos às empresas.

Entre as sugestões feitas a Guedes estão o uso de cadastros das associações comerciais municipais e estaduais para que o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa; a criação de aplicativos para acelerar a liberação de crédito; e ainda o uso das “maquininhas” de cartão de crédito para o repasse do recurso.


Adaptado. Por Ana Krüger e Filipe Matoso, G1, Brasília, em 04/04/2020. Disponível em: https://glo.bo/3c0GZae.
Leia o texto 'PASSAPORTE DA IMUNIDADE' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou no sábado, dia 04/04/2020, que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de “passaporte da imunidade”, de acordo com as informações do texto.

II. O texto afirma que o ministro da Economia disse aos empresários que seria possível colocar disponíveis para os brasileiros 40 milhões de testes para o coronavírus por mês.

III. Com a testagem em massa de pessoas infectadas por qualquer doença respiratória, nos termos apresentados, é possível ir girando a economia, afirmou o ministro da Economia, de acordo com o texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683389 Português
PASSAPORTE DA IMUNIDADE


O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado (04/04/2020) que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de “passaporte da imunidade”. Sem detalhar a medida, Guedes disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus.

A declaração foi dada em uma videoconferência com empresários do setor varejista, organizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Guedes disse aos empresários que conversou com um amigo na Inglaterra que criou o passaporte de imunidade, e que seria possível colocar disponíveis para os brasileiros 40 milhões de testes para o coronavírus por mês.

Segundo o ministro, a proposta já foi encaminhada ao Presidente da República e aos ministros Walter Souza Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde).

Com a testagem em massa, segundo o ministro da Economia, quem comprovadamente estiver imune ao coronavírus poderá deixar o isolamento. Essa testagem, segundo Guedes, seria aplicada aos “jovens”, pois os idosos seguiriam em casa.

O ministro afirmou que o país enfrentará duas “ondas”: a primeira seria a da saúde e a segunda, econômica. E o responsável por coordenar este primeiro momento de crise, de isolamento social, disse Guedes, é o ministro da Saúde, Mandetta. Guedes afirmou que, em seguida, haverá uma segunda onda, que é econômica, e o Brasil terá que superá-la também.

A proposta do ministro é de que as pessoas sejam testadas, por exemplo, semanalmente. Assim, os mais jovens que estiverem livres da doença continuarão trabalhando, enquanto os idosos ficam em casa. Dessa forma é possível ir girando a economia, afirmou Guedes.

Ao longo da videoconferência, Guedes ouviu diversas cobranças dos empresários, a maior parte deles voltada à liberação de crédito. O setor empresarial pressiona o governo a acelerar e a aumentar essa liberação de recursos às empresas.

Entre as sugestões feitas a Guedes estão o uso de cadastros das associações comerciais municipais e estaduais para que o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa; a criação de aplicativos para acelerar a liberação de crédito; e ainda o uso das “maquininhas” de cartão de crédito para o repasse do recurso.


Adaptado. Por Ana Krüger e Filipe Matoso, G1, Brasília, em 04/04/2020. Disponível em: https://glo.bo/3c0GZae.
Leia o texto 'PASSAPORTE DA IMUNIDADE' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A declaração sobre o “passaporte da imunidade” foi dada em uma videoconferência com empresários do setor varejista, organizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), de acordo com o texto.

II. Entre as sugestões feitas ao ministro da Economia, está a criação de aplicativos para tolher a liberação de crédito às empresas, de acordo com as informações do texto.

III. A testagem em massa de coronavírus, segundo o ministro da Economia, seria aplicada aos idosos, apenas, pois os jovens devem retornar ao trabalho imediatamente, afirma o texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683388 Português
COVID-19 NOS EUA


Isadora Williams é uma patinadora brasileira que vive em Montclair, no estado de Nova Jersey (Estados Unidos). Sua residência localiza-se a cerca de 20 quilômetros de Nova York (NY), epicentro dos casos do novo coronavírus (covid-19) no país, onde foram registradas, até ontem (01/04/2020), mais de mil mortes, de acordo com estudo da Universidade Johns Hopkins. O rápido avanço da pandemia na metrópole preocupou a brasileira. “É assustador, pois moro perto. Todas as pessoas estavam dentro de casa, em quarentena. Muitos mercados e lojas fechando, não tinha as coisas necessárias. Dirigi até a casa dos meus pais (em Washington, capital do país) porque está mais tranquilo que Nova York. É muito triste”, relatou à Agência Brasil. 

A disseminação da covid-19 pelo mundo impactou a temporada de preparação esportiva de Isadora. No dia 16/03/2020, ela disputaria o Mundial de Patinação no Gelo, em Montreal (Canadá), mas o evento foi cancelado cinco dias antes da abertura por conta da pandemia. Seria a quinta participação dela na competição, a quarta vez consecutiva no Mundial. “Foi muito triste (o cancelamento) porque treinei muito forte, de maneira muito intensa. Mas, acho que foi saudável para todos e o mais importante para atletas e público, pois é um vírus muito sério”, conta a patinadora de 24 anos.

Quando ela destaca a intensidade dos treinos, não é exagero. Antes do novo coronavírus, eram três horas diárias no rinque de patinação, além de atividades na academia duas vezes por semana. E nessa rotina de atleta profissional, inclua o expediente como professora da modalidade e dedicação à faculdade de Economia que cursa em Montclair. Agora, o jeito tem sido improvisar para manter a forma, pensando na próxima temporada de gelo. “Por causa do coronavírus, a academia e a pista onde treino estão fechadas, então tenho feito tudo em casa, como ioga e pilates. No máximo, caminhar ou correr aqui perto”, descreve.

Em condições normais, o dia a dia de Isadora já é atribulado. Mas, sempre há espaço para uma nova tarefa. “Quero praticar mais o idioma português. Eu moro sozinha, então não falo muito. Converso com minha mãe, escuto muita música brasileira, tenho uma amiga com quem falo em português. É fácil entender as perguntas, mas um pouco difícil de responder ainda”, conta. “Fico um pouco nervosa também (risos)”, brinca.

Ela não diz isso da boca para fora. Isadora tem o sangue e o coração verde e amarelos. Apesar de nascida nos Estados Unidos, tem mãe brasileira. E escolheu, aos nove anos, defender a bandeira da terra natal da progenitora. “A cultura brasileira sempre me encantou. Como a comida, amo a moda e a música. Adoro Marisa Monte, Tom Jobim e amo Anitta! É muito importante competir pelo Brasil”, destaca.


Adaptado. Publicado em 02/04/2020, por Lincoln Chaves, repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional, São Paulo. Disponível em: https://bit.ly/3c3jayC.
Leia o texto 'COVID-19 NOS EUA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Apesar de nascida nos Estados Unidos, Isadora Williams tem mãe brasileira e escolheu, aos nove anos, defender a bandeira da terra natal da progenitora, de acordo com o texto.

II. De acordo com o texto, a disseminação da covid-19 pelo mundo não impactou a temporada de preparação esportiva de Isadora Williams e as datas dos torneios permaneceram inalteradas.

III. No texto, Isadora Williams relatou que, antes do novo coronavírus, dedicava três horas diárias ao rinque de patinação, além de atividades na academia duas vezes por semana.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683387 Português
COVID-19 NOS EUA


Isadora Williams é uma patinadora brasileira que vive em Montclair, no estado de Nova Jersey (Estados Unidos). Sua residência localiza-se a cerca de 20 quilômetros de Nova York (NY), epicentro dos casos do novo coronavírus (covid-19) no país, onde foram registradas, até ontem (01/04/2020), mais de mil mortes, de acordo com estudo da Universidade Johns Hopkins. O rápido avanço da pandemia na metrópole preocupou a brasileira. “É assustador, pois moro perto. Todas as pessoas estavam dentro de casa, em quarentena. Muitos mercados e lojas fechando, não tinha as coisas necessárias. Dirigi até a casa dos meus pais (em Washington, capital do país) porque está mais tranquilo que Nova York. É muito triste”, relatou à Agência Brasil. 

A disseminação da covid-19 pelo mundo impactou a temporada de preparação esportiva de Isadora. No dia 16/03/2020, ela disputaria o Mundial de Patinação no Gelo, em Montreal (Canadá), mas o evento foi cancelado cinco dias antes da abertura por conta da pandemia. Seria a quinta participação dela na competição, a quarta vez consecutiva no Mundial. “Foi muito triste (o cancelamento) porque treinei muito forte, de maneira muito intensa. Mas, acho que foi saudável para todos e o mais importante para atletas e público, pois é um vírus muito sério”, conta a patinadora de 24 anos.

Quando ela destaca a intensidade dos treinos, não é exagero. Antes do novo coronavírus, eram três horas diárias no rinque de patinação, além de atividades na academia duas vezes por semana. E nessa rotina de atleta profissional, inclua o expediente como professora da modalidade e dedicação à faculdade de Economia que cursa em Montclair. Agora, o jeito tem sido improvisar para manter a forma, pensando na próxima temporada de gelo. “Por causa do coronavírus, a academia e a pista onde treino estão fechadas, então tenho feito tudo em casa, como ioga e pilates. No máximo, caminhar ou correr aqui perto”, descreve.

Em condições normais, o dia a dia de Isadora já é atribulado. Mas, sempre há espaço para uma nova tarefa. “Quero praticar mais o idioma português. Eu moro sozinha, então não falo muito. Converso com minha mãe, escuto muita música brasileira, tenho uma amiga com quem falo em português. É fácil entender as perguntas, mas um pouco difícil de responder ainda”, conta. “Fico um pouco nervosa também (risos)”, brinca.

Ela não diz isso da boca para fora. Isadora tem o sangue e o coração verde e amarelos. Apesar de nascida nos Estados Unidos, tem mãe brasileira. E escolheu, aos nove anos, defender a bandeira da terra natal da progenitora. “A cultura brasileira sempre me encantou. Como a comida, amo a moda e a música. Adoro Marisa Monte, Tom Jobim e amo Anitta! É muito importante competir pelo Brasil”, destaca.


Adaptado. Publicado em 02/04/2020, por Lincoln Chaves, repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional, São Paulo. Disponível em: https://bit.ly/3c3jayC.
Leia o texto 'COVID-19 NOS EUA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O rápido avanço da pandemia do novo coronavírus não preocupa a brasileira Isadora Williams, pois ela relata estar confiante de que tudo será resolvido em poucos dias, de acordo com o texto.

II. Isadora Williams declarou que deseja praticar mais a língua portuguesa, pois ela mora sozinha, então tem a necessidade de falar essa língua diariamente, afirma o texto.

III. O texto afirma que Isadora Williams avaliou como muito triste o cancelamento do Mundial de Patinação no Gelo, pois a atleta havia treinado muito forte, de maneira muito intensa, para a competição.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683386 Português
COVID-19 NOS EUA


Isadora Williams é uma patinadora brasileira que vive em Montclair, no estado de Nova Jersey (Estados Unidos). Sua residência localiza-se a cerca de 20 quilômetros de Nova York (NY), epicentro dos casos do novo coronavírus (covid-19) no país, onde foram registradas, até ontem (01/04/2020), mais de mil mortes, de acordo com estudo da Universidade Johns Hopkins. O rápido avanço da pandemia na metrópole preocupou a brasileira. “É assustador, pois moro perto. Todas as pessoas estavam dentro de casa, em quarentena. Muitos mercados e lojas fechando, não tinha as coisas necessárias. Dirigi até a casa dos meus pais (em Washington, capital do país) porque está mais tranquilo que Nova York. É muito triste”, relatou à Agência Brasil. 

A disseminação da covid-19 pelo mundo impactou a temporada de preparação esportiva de Isadora. No dia 16/03/2020, ela disputaria o Mundial de Patinação no Gelo, em Montreal (Canadá), mas o evento foi cancelado cinco dias antes da abertura por conta da pandemia. Seria a quinta participação dela na competição, a quarta vez consecutiva no Mundial. “Foi muito triste (o cancelamento) porque treinei muito forte, de maneira muito intensa. Mas, acho que foi saudável para todos e o mais importante para atletas e público, pois é um vírus muito sério”, conta a patinadora de 24 anos.

Quando ela destaca a intensidade dos treinos, não é exagero. Antes do novo coronavírus, eram três horas diárias no rinque de patinação, além de atividades na academia duas vezes por semana. E nessa rotina de atleta profissional, inclua o expediente como professora da modalidade e dedicação à faculdade de Economia que cursa em Montclair. Agora, o jeito tem sido improvisar para manter a forma, pensando na próxima temporada de gelo. “Por causa do coronavírus, a academia e a pista onde treino estão fechadas, então tenho feito tudo em casa, como ioga e pilates. No máximo, caminhar ou correr aqui perto”, descreve.

Em condições normais, o dia a dia de Isadora já é atribulado. Mas, sempre há espaço para uma nova tarefa. “Quero praticar mais o idioma português. Eu moro sozinha, então não falo muito. Converso com minha mãe, escuto muita música brasileira, tenho uma amiga com quem falo em português. É fácil entender as perguntas, mas um pouco difícil de responder ainda”, conta. “Fico um pouco nervosa também (risos)”, brinca.

Ela não diz isso da boca para fora. Isadora tem o sangue e o coração verde e amarelos. Apesar de nascida nos Estados Unidos, tem mãe brasileira. E escolheu, aos nove anos, defender a bandeira da terra natal da progenitora. “A cultura brasileira sempre me encantou. Como a comida, amo a moda e a música. Adoro Marisa Monte, Tom Jobim e amo Anitta! É muito importante competir pelo Brasil”, destaca.


Adaptado. Publicado em 02/04/2020, por Lincoln Chaves, repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional, São Paulo. Disponível em: https://bit.ly/3c3jayC.
Leia o texto 'COVID-19 NOS EUA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Não fosse o adiamento da competição, Isadora Williams estaria participando pela oitava vez no Mundial de Patinação no Gelo, de acordo com as informações do texto.

II. A residência de Isadora Williams localiza-se a cerca de 20 quilômetros de Nova York (NY), epicentro dos casos do novo coronavírus (covid-19) nos Estados Unidos, afirma o texto.

III. No dia 16/03/2020, Isadora Williams disputaria a Olímpiada de Patinação no Gelo, em Tóquio (Japão), de acordo com as informações do texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683385 Português
COVID-19 NOS EUA


Isadora Williams é uma patinadora brasileira que vive em Montclair, no estado de Nova Jersey (Estados Unidos). Sua residência localiza-se a cerca de 20 quilômetros de Nova York (NY), epicentro dos casos do novo coronavírus (covid-19) no país, onde foram registradas, até ontem (01/04/2020), mais de mil mortes, de acordo com estudo da Universidade Johns Hopkins. O rápido avanço da pandemia na metrópole preocupou a brasileira. “É assustador, pois moro perto. Todas as pessoas estavam dentro de casa, em quarentena. Muitos mercados e lojas fechando, não tinha as coisas necessárias. Dirigi até a casa dos meus pais (em Washington, capital do país) porque está mais tranquilo que Nova York. É muito triste”, relatou à Agência Brasil. 

A disseminação da covid-19 pelo mundo impactou a temporada de preparação esportiva de Isadora. No dia 16/03/2020, ela disputaria o Mundial de Patinação no Gelo, em Montreal (Canadá), mas o evento foi cancelado cinco dias antes da abertura por conta da pandemia. Seria a quinta participação dela na competição, a quarta vez consecutiva no Mundial. “Foi muito triste (o cancelamento) porque treinei muito forte, de maneira muito intensa. Mas, acho que foi saudável para todos e o mais importante para atletas e público, pois é um vírus muito sério”, conta a patinadora de 24 anos.

Quando ela destaca a intensidade dos treinos, não é exagero. Antes do novo coronavírus, eram três horas diárias no rinque de patinação, além de atividades na academia duas vezes por semana. E nessa rotina de atleta profissional, inclua o expediente como professora da modalidade e dedicação à faculdade de Economia que cursa em Montclair. Agora, o jeito tem sido improvisar para manter a forma, pensando na próxima temporada de gelo. “Por causa do coronavírus, a academia e a pista onde treino estão fechadas, então tenho feito tudo em casa, como ioga e pilates. No máximo, caminhar ou correr aqui perto”, descreve.

Em condições normais, o dia a dia de Isadora já é atribulado. Mas, sempre há espaço para uma nova tarefa. “Quero praticar mais o idioma português. Eu moro sozinha, então não falo muito. Converso com minha mãe, escuto muita música brasileira, tenho uma amiga com quem falo em português. É fácil entender as perguntas, mas um pouco difícil de responder ainda”, conta. “Fico um pouco nervosa também (risos)”, brinca.

Ela não diz isso da boca para fora. Isadora tem o sangue e o coração verde e amarelos. Apesar de nascida nos Estados Unidos, tem mãe brasileira. E escolheu, aos nove anos, defender a bandeira da terra natal da progenitora. “A cultura brasileira sempre me encantou. Como a comida, amo a moda e a música. Adoro Marisa Monte, Tom Jobim e amo Anitta! É muito importante competir pelo Brasil”, destaca.


Adaptado. Publicado em 02/04/2020, por Lincoln Chaves, repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional, São Paulo. Disponível em: https://bit.ly/3c3jayC.
Leia o texto 'COVID-19 NOS EUA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. De acordo com o texto, em condições normais, o dia a dia de Isadora é bastante tranquilo, embora não haja espaço para qualquer nova tarefa.

II. Para Isadora Williams, é bem fácil entender quaisquer perguntas em Português, assim como respondê-las, conta, afirma o texto.

III. No texto, Isadora Williams relatou que, nos Estados Unidos, apesar da quarentena, muitos mercados estavam abertos, o abastecimento ocorria normalmente e a frequência de pessoas nas ruas não diminuiu.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683384 Português
O mal invisível que vem de longe


No início, o perigo vinha do céu. Tempo da segunda guerra. À noite, escuridão total nas cidades, para se precaver de bombardeios dos alemães. Nenhum sinal de luz poderia aparecer. A vigilância policial atenta. A escuridão, geral. Para se acender uma lâmpada, necessário que ocorresse em local fechado, para não deixar a cauda de fora. Muito ouvi essa ladainha. Mas sou do tempo em que o perigo saía da sujeira dos galinheiros, o mosquito danado provocando um enjoo miserável, batizado pela alcunha de dengue, que tive, os olhos virando, a parte do branco desaparecendo [...]. Sobrevivi. 

Agora vem da boca, do contato, da secreção, passageiro de avião, a pegar em um e contaminar centenas, e, assim, sucessivamente, invadindo países e continentes, sem precisar de passaporte, nem comprar passagem, nem de reserva de hotel, escondido no passageiro, que se torna o elemento a difundi-lo; as estatísticas diuturnamente a exibir novos números, entre os afetados e os suspeitos, as medidas sendo tomadas, o homem, finalmente, descobrindo que o lugar mais seguro é a sua casa. Não é a bomba alemã que faz medo, não é o galinheiro que exibe sujeira. O mal evoluiu. Ficou invisível. [...]

Estamos, suspeitos, confirmados e assustados, no mesmo barco, torcendo e rezando, para que o mal fique bem longe, não dê as caras, vá embora usufruir de boas e eternas férias em desertos de muito calor; e, se possível, em outros planetas, já indo tarde, não precisando nem apagar a luz do aeroporto, muito menos de abraços de despedidas. Por ora, ouvido no rádio, olho nas mensagens que nos chegam, conselhos de solidão que devem ser acatados, higiene total, a começar pelas mãos, nada de reunião, de aglomerados, de ambiente apertado. Ufa! Mais cedo ou mais tarde, passa. Aí tudo volta a ser alegre, vestindo azul para a sorte mudar. Enquanto isso, um amigo, que sempre viveu afundado no pessimismo, concorda comigo. Então, num riso largo, sentencia: quem sobreviver, conta a história. Cruz credo! Dei o diálogo por encerrado.


(Adaptado. Revisão linguística. CARVALHO, V. S. O mal invisível que vem de longe. Disponível em: https://bit.ly/3dTCNuy. Acesso em: mar 2020)
Leia o texto 'O mal invisível que vem de longe' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A referência a elementos como “segunda guerra”, “bomba alemã”, entre outros, sugere uma tensão entre os cenários elucidados e o que se vivia no momento da escrita do texto. Isto é, são guerras travadas, porém com agentes distintos.

II. A condição para garantir uma compreensão global do texto é entender o percurso histórico traçado pelo autor, assim como as referências ao vírus causador da pandemia (COVID-19), por meio de vocábulos como “secreção”, “passageiro”, “mal” etc.

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Alternativas
Q1683383 Português
O mal invisível que vem de longe


No início, o perigo vinha do céu. Tempo da segunda guerra. À noite, escuridão total nas cidades, para se precaver de bombardeios dos alemães. Nenhum sinal de luz poderia aparecer. A vigilância policial atenta. A escuridão, geral. Para se acender uma lâmpada, necessário que ocorresse em local fechado, para não deixar a cauda de fora. Muito ouvi essa ladainha. Mas sou do tempo em que o perigo saía da sujeira dos galinheiros, o mosquito danado provocando um enjoo miserável, batizado pela alcunha de dengue, que tive, os olhos virando, a parte do branco desaparecendo [...]. Sobrevivi. 

Agora vem da boca, do contato, da secreção, passageiro de avião, a pegar em um e contaminar centenas, e, assim, sucessivamente, invadindo países e continentes, sem precisar de passaporte, nem comprar passagem, nem de reserva de hotel, escondido no passageiro, que se torna o elemento a difundi-lo; as estatísticas diuturnamente a exibir novos números, entre os afetados e os suspeitos, as medidas sendo tomadas, o homem, finalmente, descobrindo que o lugar mais seguro é a sua casa. Não é a bomba alemã que faz medo, não é o galinheiro que exibe sujeira. O mal evoluiu. Ficou invisível. [...]

Estamos, suspeitos, confirmados e assustados, no mesmo barco, torcendo e rezando, para que o mal fique bem longe, não dê as caras, vá embora usufruir de boas e eternas férias em desertos de muito calor; e, se possível, em outros planetas, já indo tarde, não precisando nem apagar a luz do aeroporto, muito menos de abraços de despedidas. Por ora, ouvido no rádio, olho nas mensagens que nos chegam, conselhos de solidão que devem ser acatados, higiene total, a começar pelas mãos, nada de reunião, de aglomerados, de ambiente apertado. Ufa! Mais cedo ou mais tarde, passa. Aí tudo volta a ser alegre, vestindo azul para a sorte mudar. Enquanto isso, um amigo, que sempre viveu afundado no pessimismo, concorda comigo. Então, num riso largo, sentencia: quem sobreviver, conta a história. Cruz credo! Dei o diálogo por encerrado.


(Adaptado. Revisão linguística. CARVALHO, V. S. O mal invisível que vem de longe. Disponível em: https://bit.ly/3dTCNuy. Acesso em: mar 2020)
Leia o texto 'O mal invisível que vem de longe' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Tanto o perigo oriundo da “sujeira dos galinheiros”, como o “mosquito danado provocando um enjoo miserável, batizado pela alcunha de dengue”, foram recursos usados para fazer alusão a outras pandemias. Essa recuperação de informações é crucial para o entendimento da ideia central do texto.

II. O pessimismo do amigo, referenciado num dos últimos períodos do texto, está explicitado no fragmento “quem sobreviver, conta a história”.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683382 Português
O mal invisível que vem de longe


No início, o perigo vinha do céu. Tempo da segunda guerra. À noite, escuridão total nas cidades, para se precaver de bombardeios dos alemães. Nenhum sinal de luz poderia aparecer. A vigilância policial atenta. A escuridão, geral. Para se acender uma lâmpada, necessário que ocorresse em local fechado, para não deixar a cauda de fora. Muito ouvi essa ladainha. Mas sou do tempo em que o perigo saía da sujeira dos galinheiros, o mosquito danado provocando um enjoo miserável, batizado pela alcunha de dengue, que tive, os olhos virando, a parte do branco desaparecendo [...]. Sobrevivi. 

Agora vem da boca, do contato, da secreção, passageiro de avião, a pegar em um e contaminar centenas, e, assim, sucessivamente, invadindo países e continentes, sem precisar de passaporte, nem comprar passagem, nem de reserva de hotel, escondido no passageiro, que se torna o elemento a difundi-lo; as estatísticas diuturnamente a exibir novos números, entre os afetados e os suspeitos, as medidas sendo tomadas, o homem, finalmente, descobrindo que o lugar mais seguro é a sua casa. Não é a bomba alemã que faz medo, não é o galinheiro que exibe sujeira. O mal evoluiu. Ficou invisível. [...]

Estamos, suspeitos, confirmados e assustados, no mesmo barco, torcendo e rezando, para que o mal fique bem longe, não dê as caras, vá embora usufruir de boas e eternas férias em desertos de muito calor; e, se possível, em outros planetas, já indo tarde, não precisando nem apagar a luz do aeroporto, muito menos de abraços de despedidas. Por ora, ouvido no rádio, olho nas mensagens que nos chegam, conselhos de solidão que devem ser acatados, higiene total, a começar pelas mãos, nada de reunião, de aglomerados, de ambiente apertado. Ufa! Mais cedo ou mais tarde, passa. Aí tudo volta a ser alegre, vestindo azul para a sorte mudar. Enquanto isso, um amigo, que sempre viveu afundado no pessimismo, concorda comigo. Então, num riso largo, sentencia: quem sobreviver, conta a história. Cruz credo! Dei o diálogo por encerrado.


(Adaptado. Revisão linguística. CARVALHO, V. S. O mal invisível que vem de longe. Disponível em: https://bit.ly/3dTCNuy. Acesso em: mar 2020)
Leia o texto 'O mal invisível que vem de longe' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A expressão “Ficou invisível” faz referência ao mal responsável pela contaminação. Como os vírus são seres microscópicos, a contaminação não é vista a “olho nu”, o que torna o “mal”, citado no texto, invisível.

II. O texto se configura numa narrativa construída em torno da pandemia causada pelo COVID-19. Elementos que justificam essa tese são apresentados em trechos como “Agora vem da boca, do contato, da secreção, passageiro de avião, a pegar em um e contaminar centenas, e, assim, sucessivamente, invadindo países e continentes...”.

III. O texto elabora uma crítica à individualidade e ao isolamento ocasionados pela pandemia relacionada ao COVID-19. Isso fica explicitado em excertos como “Estamos, suspeitos, confirmados e assustados, no mesmo barco, torcendo e rezando, para que o mal fique bem longe...”.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683371 Noções de Primeiros Socorros
PRIMEIROS SOCORROS


A avaliação do local do acidente deve ser a primeira medida para prestar os primeiros socorros. Assim, ao chegar no local de um acidente, ou onde se encontra um acidentado, deve-se assumir o controle da situação e proceder a uma rápida e segura avaliação da ocorrência. Deve-se tentar obter o máximo de informações possíveis sobre o ocorrido.

Dependendo das circunstâncias de cada acidente, é importante também:

a) evitar o pânico e procurar a colaboração de outras pessoas, dando ordens breves, claras, objetivas e concisas;

b) manter afastados os curiosos, para evitar confusão e para ter espaço em que se possa trabalhar da melhor maneira possível;

c) ser ágil e decidido observando rapidamente se existem perigos para o acidentado e para quem estiver prestando o socorro.

A proteção do acidentado deve ser feita com o mesmo rigor da avaliação da ocorrência e do afastamento de pessoas curiosas ou que visivelmente tenham perdido o autocontrole e possam prejudicar a prestação dos primeiros socorros.

É importante observar rapidamente se existem perigos para o acidentado e para quem estiver prestando o socorro nas proximidades da ocorrência. Por exemplo: fios elétricos soltos e desencapados; tráfego de veículos; andaimes; vazamento de gás; máquinas funcionando.

Devem-se identificar pessoas que possam ajudar a prestar o socorro. Deve-se desligar a corrente elétrica; evitar chamas, faíscas e fagulhas; afastar pessoas desprotegidas da presença de gás; retirar vítima de afogamento da água, desde que o faça com segurança para quem está socorrendo; evacuar área em risco iminente de explosão ou desmoronamento.

É importante avaliar o acidentado na posição em que ele se encontra e só mobilizá-lo com segurança (sem aumentar o trauma e os riscos). Sempre que possível, deve-se manter o acidentado deitado de costas até que seja examinado e até que se saiba quais os danos sofridos.

Não se deve alterar a posição em que se acha o acidentado, sem antes refletir cuidadosamente sobre o que aconteceu e qual a conduta mais adequada a ser tomada. Se o acidentado estiver inconsciente, deve-se pôr sua cabeça em posição lateral antes de proceder à avaliação do seu estado geral.


Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2UNmnhC (acesso em outubro de 2020). 
Leia o texto 'PRIMEIROS SOCORROS' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. As informações presentes no texto permitem concluir que a primeira medida para prestar os primeiros socorros é realizar a avaliação do local do acidente. Assim, recomenda o texto, ao chegar no local de um acidente, ou onde se encontra um acidentado, deve-se assumir o controle da situação e proceder a uma rápida e segura avaliação da ocorrência, buscando obter o máximo de informações possíveis sobre o ocorrido.

II. O texto leva o leitor a inferir que, dependendo das circunstâncias de cada acidente, é importante também evitar o pânico e procurar a colaboração de outras pessoas, dando ordens extensas, contraditórias, objetivas e concisas para que os demais indivíduos presentes possam organizar-se e conduzir um conjunto de ações favorável ao socorro das vítimas.

III. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que a proteção do acidentado deve ser feita com um rigor inferior ao da avaliação da ocorrência e do afastamento de pessoas curiosas ou que visivelmente tenham perdido o autocontrole e possam prejudicar a prestação dos primeiros socorros.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
5981: A
5982: B
5983: B
5984: A
5985: B
5986: B
5987: A
5988: D
5989: A
5990: B
5991: C
5992: B
5993: C
5994: B
5995: B
5996: A
5997: B
5998: C
5999: C
6000: B