Questões de Concurso Comentadas para analista de comunicação

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Q3638331 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
Internet:<blog.archtrends.com>  (com adaptações). 

Com base nas informações do texto, julgue o item a seguir.  


Predominam no texto as tipologias textuais expositiva e argumentativa.  

Alternativas
Q3638330 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
Internet:<blog.archtrends.com>  (com adaptações). 

Com base nas informações do texto, julgue o item a seguir.  


De acordo com o texto, a arquitetura hostil é ineficaz e, além disso, cria um problema para a relação dos cidadãos com os espaços públicos.

Alternativas
Q3638329 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
Internet:<blog.archtrends.com>  (com adaptações). 

Com base nas informações do texto, julgue o item a seguir.  


No Brasil, havia o debate acerca da arquitetura hostil, mas ele se intensificou nos últimos anos.

Alternativas
Q3638328 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
Internet:<blog.archtrends.com>  (com adaptações). 

Com base nas informações do texto, julgue o item a seguir.  


A arquitetura hostil é consequência da especulação imobiliária e é contra a existência de pessoas em situação de rua.

Alternativas
Q3638327 Português
        Ao longo de milênios os homens e os animais aperfeiçoaram os modos de se proteger de variadas ocorrências que poderiam dar‑lhe desconfortos, problemas físicos, desamparo ou prejuízos no cotidiano. Desde as cavernas até os edifícios de muitos andares, passando por habitações individuais, os abrigos sempre foram os refúgios contra intempéries ou animais ferozes, fazendo com que as pessoas se considerassem seguras ou a salvo de agressões, do frio congelante ou outros eventos previsíveis ou de cunho sazonal.

        A necessidade de moradia faz da casa uma necessidade dos habitantes de qualquer cidade contemporânea. O problema poderá ser mais perceptível em grandes aglomerados, as metrópoles, onde a periferia urbana se estende pelo território que, devido à ocupação desenfreada, não enseja a mesma velocidade por parte dos governantes para atender a aspiração de habitações. Também nesse sentido, não se notam programas que venham atender essa demanda, o que faz com que muitos optem pelo abrigo improvisado sob viadutos ou à margem de grandes rodovias ou dos principais eixos de circulação, onde os trabalhadores esperam o transporte para se deslocar para o trabalho nas primeiras horas da manhã ou para o retorno à casa no fim do dia.

Aldo Paviani. Preservar abrigos é necessidade dos seres vivos.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


Na oração “para se deslocar para o trabalho nas primeiras horas da manhã” (terceiro período do segundo parágrafo) os dois usos da palavra “para” são semanticamente distintos.

Alternativas
Q3638325 Português
        Ao longo de milênios os homens e os animais aperfeiçoaram os modos de se proteger de variadas ocorrências que poderiam dar‑lhe desconfortos, problemas físicos, desamparo ou prejuízos no cotidiano. Desde as cavernas até os edifícios de muitos andares, passando por habitações individuais, os abrigos sempre foram os refúgios contra intempéries ou animais ferozes, fazendo com que as pessoas se considerassem seguras ou a salvo de agressões, do frio congelante ou outros eventos previsíveis ou de cunho sazonal.

        A necessidade de moradia faz da casa uma necessidade dos habitantes de qualquer cidade contemporânea. O problema poderá ser mais perceptível em grandes aglomerados, as metrópoles, onde a periferia urbana se estende pelo território que, devido à ocupação desenfreada, não enseja a mesma velocidade por parte dos governantes para atender a aspiração de habitações. Também nesse sentido, não se notam programas que venham atender essa demanda, o que faz com que muitos optem pelo abrigo improvisado sob viadutos ou à margem de grandes rodovias ou dos principais eixos de circulação, onde os trabalhadores esperam o transporte para se deslocar para o trabalho nas primeiras horas da manhã ou para o retorno à casa no fim do dia.

Aldo Paviani. Preservar abrigos é necessidade dos seres vivos.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No segundo período do primeiro parágrafo, o vocábulo “cavernas” e as expressões “edifícios de muitos andares” e “habitações individuais” são semanticamente relacionados.

Alternativas
Q3638323 Português
        Ao longo de milênios os homens e os animais aperfeiçoaram os modos de se proteger de variadas ocorrências que poderiam dar‑lhe desconfortos, problemas físicos, desamparo ou prejuízos no cotidiano. Desde as cavernas até os edifícios de muitos andares, passando por habitações individuais, os abrigos sempre foram os refúgios contra intempéries ou animais ferozes, fazendo com que as pessoas se considerassem seguras ou a salvo de agressões, do frio congelante ou outros eventos previsíveis ou de cunho sazonal.

        A necessidade de moradia faz da casa uma necessidade dos habitantes de qualquer cidade contemporânea. O problema poderá ser mais perceptível em grandes aglomerados, as metrópoles, onde a periferia urbana se estende pelo território que, devido à ocupação desenfreada, não enseja a mesma velocidade por parte dos governantes para atender a aspiração de habitações. Também nesse sentido, não se notam programas que venham atender essa demanda, o que faz com que muitos optem pelo abrigo improvisado sob viadutos ou à margem de grandes rodovias ou dos principais eixos de circulação, onde os trabalhadores esperam o transporte para se deslocar para o trabalho nas primeiras horas da manhã ou para o retorno à casa no fim do dia.

Aldo Paviani. Preservar abrigos é necessidade dos seres vivos.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


Infere‑se do texto que é mais comum encontrar abrigos improvisados nas grandes metrópoles devido à extensão de sua periferia e aos poucos programas sociais voltados ao povo e sua carência por habitação. 

Alternativas
Q3638322 Português
        Ao longo de milênios os homens e os animais aperfeiçoaram os modos de se proteger de variadas ocorrências que poderiam dar‑lhe desconfortos, problemas físicos, desamparo ou prejuízos no cotidiano. Desde as cavernas até os edifícios de muitos andares, passando por habitações individuais, os abrigos sempre foram os refúgios contra intempéries ou animais ferozes, fazendo com que as pessoas se considerassem seguras ou a salvo de agressões, do frio congelante ou outros eventos previsíveis ou de cunho sazonal.

        A necessidade de moradia faz da casa uma necessidade dos habitantes de qualquer cidade contemporânea. O problema poderá ser mais perceptível em grandes aglomerados, as metrópoles, onde a periferia urbana se estende pelo território que, devido à ocupação desenfreada, não enseja a mesma velocidade por parte dos governantes para atender a aspiração de habitações. Também nesse sentido, não se notam programas que venham atender essa demanda, o que faz com que muitos optem pelo abrigo improvisado sob viadutos ou à margem de grandes rodovias ou dos principais eixos de circulação, onde os trabalhadores esperam o transporte para se deslocar para o trabalho nas primeiras horas da manhã ou para o retorno à casa no fim do dia.

Aldo Paviani. Preservar abrigos é necessidade dos seres vivos.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


De acordo com o texto, os abrigos surgiram como uma espécie de fuga dos perigos ou intempéries que podiam causar desconfortos, problemas físicos, desamparo ou prejuízos à vida dos seres humanos. 

Alternativas
Q3606456 Jornalismo

A respeito do planejamento organizacional e da linguagem e das técnicas de redação, julgue o item seguinte. 


O uso estratégico de imagens fotojornalísticas pode ampliar o impacto das campanhas institucionais.

Alternativas
Q3606455 Jornalismo

A respeito do planejamento organizacional e da linguagem e das técnicas de redação, julgue o item seguinte. 


O fotojornalismo contribui para a credibilidade da comunicação institucional ao apresentar imagens informativas e autênticas.

Alternativas
Q3606454 Comunicação Social

A respeito do planejamento organizacional e da linguagem e das técnicas de redação, julgue o item seguinte. 


O uso de podcasts amplia o alcance das mensagens institucionais, atingindo públicos diversos em diferentes plataformas.

Alternativas
Q3606453 Comunicação Social

A respeito do planejamento organizacional e da linguagem e das técnicas de redação, julgue o item seguinte. 


Storytelling é a arte de contar histórias de forma estratégica.

Alternativas
Q3606452 Comunicação Social

A respeito do planejamento organizacional e da linguagem e das técnicas de redação, julgue o item seguinte. 


Storytelling é uma técnica superficial que não contribui para estabelecer conexão emocional entre as instituições e o público.

Alternativas
Q3606451 Comunicação Social

A respeito do planejamento organizacional e da linguagem e das técnicas de redação, julgue o item seguinte. 


O uso adequado de canais e ferramentas formais não garante a consistência e a rastreabilidade das informações.

Alternativas
Q3606450 Comunicação Social

A respeito do planejamento organizacional e da linguagem e das técnicas de redação, julgue o item seguinte. 


A comunicação contínua e transparente entre os membros da equipe fortalece o engajamento e a colaboração.

Alternativas
Q3606448 Comunicação Social

A respeito do planejamento organizacional e da linguagem e das técnicas de redação, julgue o item seguinte. 


Ignorar o perfil do público‑alvo no planejamento de eventos institucionais não afeta a efetividade da comunicação.

Alternativas
Q3606447 Comunicação Social

A respeito do planejamento organizacional e da linguagem e das técnicas de redação, julgue o item seguinte. 


Eventos institucionais bem organizados promovem integração entre os públicos interno e externo, fortalecendo o relacionamento institucional.

Alternativas
Q3606446 Comunicação Social

Acerca de redação oficial e planejamento e produção de publicações, julgue o item a seguir.


O uso de diversos elementos gráficos, como imagens e tipografia, não impacta a estrutura editorial de jornais e revistas.

Alternativas
Q3606445 Comunicação Social

Acerca de redação oficial e planejamento e produção de publicações, julgue o item a seguir.


A aplicação de uma grade modular na diagramação proporciona equilíbrio visual e contribui para a organização eficiente dos elementos gráficos e textuais.

Alternativas
Q3606444 Comunicação Social

Acerca de redação oficial e planejamento e produção de publicações, julgue o item a seguir.


O processo de edição deve considerar critérios de legibilidade, equilíbrio visual e hierarquia de informações para que o material impresso transmita com clareza sua mensagem. 

Alternativas
Respostas
81: C
82: C
83: C
84: E
85: C
86: C
87: E
88: E
89: C
90: C
91: C
92: C
93: E
94: E
95: C
96: E
97: C
98: E
99: C
100: C