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Q3303657 Noções de Informática
Um usuário do navegador Google Chrome limpou todos os dados temporários de navegação.

Assinale a alternativa correta sobre as consequências dessa operação.
Alternativas
Q3303654 Noções de Informática
Um usuário, utilizando o MS-Windows 10 em sua configuração-padrão, selecionou um arquivo .DOCX que estava na área de trabalho, clicou com o botão direito do mouse nele e selecionou a opção Criar Atalho.

Assinale a alternativa correta sobre essa operação.
Alternativas
Q3303653 Economia
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,8% no primeiro trimestre de 2024, na comparação com os três meses imediatamente anteriores. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
(Exame, 04.06.2024. Disponível em: https://x.gd/CcLAz. Adaptado)

O resultado apresentado pela notícia explica-se, entre outros fatores,
Alternativas
Q3303652 Direito Eleitoral
Uma minirreforma eleitoral está em pauta no Senado. Parlamentares querem discutir algumas mudanças no Código Eleitoral.
O Novo Código Eleitoral foi aprovado na Câmara dos Deputados há três anos. Ele está em análise no Senado, e o tema é visto como prioridade pelo presidente da Casa.

(CNN Brasil, 06.06.2024. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/ politica/saiba-o-que-pode-mudar-no-codigo-eleitoral/. Adaptado)

Faz parte das mudanças propostas pelo projeto noticiado: 
Alternativas
Q3303650 Atualidades
O anúncio feito pelo presidente da França, Emmanuel Macron, ocorre após derrota de seu partido (REM) nas eleições do Parlamento Europeu para o partido de Marine Le Pen (RN), política populista de extrema direita. Macron disse que a ascensão de nacionalistas é um perigo para a Europa. “O resultado das eleições da União Europeia não é bom resultado para o meu governo”, afirmou o presidente.

(G1, 09.06.2024. Disponível em: https://x.gd/PBTJK. Adaptado)

A notícia refere-se ao anúncio feito pelo presidente francês acerca de sua decisão sobre
Alternativas
Q3303649 Atualidades
O documento aprovado por unanimidade foi a quarta versão apresentada pela Presidência da Conferência das Partes da Convenção-Quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 28), em Dubai. Debatido madrugada afora, estourou em 24 horas o prazo de encerramento. De um lado, União Europeia e alguns países brigavam por uma linguagem mais enfática. De outro, os dois principais emissores de gases de efeito estufa – China e Estados Unidos – se negaram a aceitar o termo.

(Correio Braziliense, 14.12.2023. Disponível em: https://x.gd/klP7O. Adaptado)

A principal conclusão do debate abordado pela notícia refere-se
Alternativas
Q3303638 Português
Leia o texto a seguir.

    Em 1964, o presidente norte-americano Lyndon B. Johnson, de pé no jardim da Casa Branca, ergueu um de seus beagles no ar pelas orelhas diante da imprensa. O incidente causou uma comoção. Enormes pilhas de cartas de ódio chegaram ________ Casa Branca. Depois, Johnson explicou que era uma maneira de fazer seu cachorro ganir. Bem, o cão ganiu, mas o mundo não conseguiu ver o sentido desse gesto de dominação. ________  corrente de protesto durou tanto tempo e se tornou tão prejudicial que Johnson foi forçado _____ emitir um pedido público de desculpas.

(Frans de Waal. O último abraço da matriarca. Adaptado)

As lacunas são preenchidas, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Q3303637 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal. 
Alternativas
Q3303636 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em artigo no New York Times, o chefe da saúde pública dos EUA, Vivek H. Murthy, alertou que “a crise mental entre jovens é uma emergência – e as mídias sociais surgiram como um fator importante”. Murthy advoga que o Congresso determine que as redes sejam rotuladas com uma advertência, similar à implementada para o tabaco, que rememore pais e adolescentes de que elas não se provaram seguras.

    A crise é mensurável. Nos últimos 10 anos houve uma escalada de casos de solidão, ansiedade, depressão, comportamentos autodestrutivos e suicídios entre adolescentes, especialmente meninas. Historicamente, o senso comum é de que os jovens experimentam níveis maiores de felicidade, que declina ao longo da idade adulta e se recupera na velhice. Revisando dados de 82 países, o economista David Blanchflower constatou que essa trajetória em U foi subvertida. Hoje, os jovens são os mais infelizes. O Relatório Mundial da Felicidade identificou o mesmo padrão. É precisamente a geração que passou a fazer uso diário e intenso das redes por meio de smartphones. 

    Os céticos até admitem correlação, mas não causalidade. No entanto, há vários indícios de que as redes são uma causa relevante da crise. Antes de tudo, por exclusão: não há fator alternativo que explique a escalada súbita. Pesquisas mostram que usuários frequentes têm mais chances de sofrer de transtornos de humor e que aqueles que se abstiveram por pelo menos uma semana experimentaram benefícios mentais.

    Há as evidências anedóticas. Como disse a pesquisadora de tecnologias digitais Kara Frederick, “crianças e adolescentes em nossas cidades caminham por aí como zumbis, são conduzidos boquiabertos nos bancos de trás, e sentam-se acorcundados em mesas de jantar colados aos seus telefones e às conexões artificiais que eles vendem”. Pais e professores testemunham em primeira mão: as redes perturbam o sono, a vida familiar e a atenção. Os riscos variam da vergonha pública e cyberbullyings anônimos até assédio e extorsão sexual.

    Há evidência das próprias redes. “Os adolescentes culpam o Instagram pelo aumento nas taxas de ansiedade e depressão. (…) Essa reação foi espontânea e consistente em todos os grupos”, diz um estudo vazado do Facebook.

    “Uma das piores coisas para um pai ou uma mãe é saber que seus filhos estão em perigo e ainda assim não serem capazes de fazer nada a respeito”, testemunhou Vivek Murthy. “É o que os pais me dizem que sentem quando se trata de mídias sociais – desamparados e sós ante seu conteúdo tóxico e riscos ocultos.”


(Redação. O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/o-risco-das-redes-sociais-para-criancas/. 24.06.2024. Adaptado)
Considere as seguintes passagens do texto.

•  … aqueles que se abstiveram por pelo menos uma semana experimentaram benefícios mentais. (3° parágrafo)
•  “Uma das piores coisas para um pai ou uma mãe é saber que seus filhos estão em perigo…” (6° parágrafo)

As expressões em destaque apresentam, respectivamente, circunstâncias de
Alternativas
Q3303635 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em artigo no New York Times, o chefe da saúde pública dos EUA, Vivek H. Murthy, alertou que “a crise mental entre jovens é uma emergência – e as mídias sociais surgiram como um fator importante”. Murthy advoga que o Congresso determine que as redes sejam rotuladas com uma advertência, similar à implementada para o tabaco, que rememore pais e adolescentes de que elas não se provaram seguras.

    A crise é mensurável. Nos últimos 10 anos houve uma escalada de casos de solidão, ansiedade, depressão, comportamentos autodestrutivos e suicídios entre adolescentes, especialmente meninas. Historicamente, o senso comum é de que os jovens experimentam níveis maiores de felicidade, que declina ao longo da idade adulta e se recupera na velhice. Revisando dados de 82 países, o economista David Blanchflower constatou que essa trajetória em U foi subvertida. Hoje, os jovens são os mais infelizes. O Relatório Mundial da Felicidade identificou o mesmo padrão. É precisamente a geração que passou a fazer uso diário e intenso das redes por meio de smartphones. 

    Os céticos até admitem correlação, mas não causalidade. No entanto, há vários indícios de que as redes são uma causa relevante da crise. Antes de tudo, por exclusão: não há fator alternativo que explique a escalada súbita. Pesquisas mostram que usuários frequentes têm mais chances de sofrer de transtornos de humor e que aqueles que se abstiveram por pelo menos uma semana experimentaram benefícios mentais.

    Há as evidências anedóticas. Como disse a pesquisadora de tecnologias digitais Kara Frederick, “crianças e adolescentes em nossas cidades caminham por aí como zumbis, são conduzidos boquiabertos nos bancos de trás, e sentam-se acorcundados em mesas de jantar colados aos seus telefones e às conexões artificiais que eles vendem”. Pais e professores testemunham em primeira mão: as redes perturbam o sono, a vida familiar e a atenção. Os riscos variam da vergonha pública e cyberbullyings anônimos até assédio e extorsão sexual.

    Há evidência das próprias redes. “Os adolescentes culpam o Instagram pelo aumento nas taxas de ansiedade e depressão. (…) Essa reação foi espontânea e consistente em todos os grupos”, diz um estudo vazado do Facebook.

    “Uma das piores coisas para um pai ou uma mãe é saber que seus filhos estão em perigo e ainda assim não serem capazes de fazer nada a respeito”, testemunhou Vivek Murthy. “É o que os pais me dizem que sentem quando se trata de mídias sociais – desamparados e sós ante seu conteúdo tóxico e riscos ocultos.”


(Redação. O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/o-risco-das-redes-sociais-para-criancas/. 24.06.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que se acrescentou corretamente uma vírgula a um trecho do texto.
Alternativas
Q3303634 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em artigo no New York Times, o chefe da saúde pública dos EUA, Vivek H. Murthy, alertou que “a crise mental entre jovens é uma emergência – e as mídias sociais surgiram como um fator importante”. Murthy advoga que o Congresso determine que as redes sejam rotuladas com uma advertência, similar à implementada para o tabaco, que rememore pais e adolescentes de que elas não se provaram seguras.

    A crise é mensurável. Nos últimos 10 anos houve uma escalada de casos de solidão, ansiedade, depressão, comportamentos autodestrutivos e suicídios entre adolescentes, especialmente meninas. Historicamente, o senso comum é de que os jovens experimentam níveis maiores de felicidade, que declina ao longo da idade adulta e se recupera na velhice. Revisando dados de 82 países, o economista David Blanchflower constatou que essa trajetória em U foi subvertida. Hoje, os jovens são os mais infelizes. O Relatório Mundial da Felicidade identificou o mesmo padrão. É precisamente a geração que passou a fazer uso diário e intenso das redes por meio de smartphones. 

    Os céticos até admitem correlação, mas não causalidade. No entanto, há vários indícios de que as redes são uma causa relevante da crise. Antes de tudo, por exclusão: não há fator alternativo que explique a escalada súbita. Pesquisas mostram que usuários frequentes têm mais chances de sofrer de transtornos de humor e que aqueles que se abstiveram por pelo menos uma semana experimentaram benefícios mentais.

    Há as evidências anedóticas. Como disse a pesquisadora de tecnologias digitais Kara Frederick, “crianças e adolescentes em nossas cidades caminham por aí como zumbis, são conduzidos boquiabertos nos bancos de trás, e sentam-se acorcundados em mesas de jantar colados aos seus telefones e às conexões artificiais que eles vendem”. Pais e professores testemunham em primeira mão: as redes perturbam o sono, a vida familiar e a atenção. Os riscos variam da vergonha pública e cyberbullyings anônimos até assédio e extorsão sexual.

    Há evidência das próprias redes. “Os adolescentes culpam o Instagram pelo aumento nas taxas de ansiedade e depressão. (…) Essa reação foi espontânea e consistente em todos os grupos”, diz um estudo vazado do Facebook.

    “Uma das piores coisas para um pai ou uma mãe é saber que seus filhos estão em perigo e ainda assim não serem capazes de fazer nada a respeito”, testemunhou Vivek Murthy. “É o que os pais me dizem que sentem quando se trata de mídias sociais – desamparados e sós ante seu conteúdo tóxico e riscos ocultos.”


(Redação. O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/o-risco-das-redes-sociais-para-criancas/. 24.06.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado foi empregado em sentido figurado.
Alternativas
Q3303633 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em artigo no New York Times, o chefe da saúde pública dos EUA, Vivek H. Murthy, alertou que “a crise mental entre jovens é uma emergência – e as mídias sociais surgiram como um fator importante”. Murthy advoga que o Congresso determine que as redes sejam rotuladas com uma advertência, similar à implementada para o tabaco, que rememore pais e adolescentes de que elas não se provaram seguras.

    A crise é mensurável. Nos últimos 10 anos houve uma escalada de casos de solidão, ansiedade, depressão, comportamentos autodestrutivos e suicídios entre adolescentes, especialmente meninas. Historicamente, o senso comum é de que os jovens experimentam níveis maiores de felicidade, que declina ao longo da idade adulta e se recupera na velhice. Revisando dados de 82 países, o economista David Blanchflower constatou que essa trajetória em U foi subvertida. Hoje, os jovens são os mais infelizes. O Relatório Mundial da Felicidade identificou o mesmo padrão. É precisamente a geração que passou a fazer uso diário e intenso das redes por meio de smartphones. 

    Os céticos até admitem correlação, mas não causalidade. No entanto, há vários indícios de que as redes são uma causa relevante da crise. Antes de tudo, por exclusão: não há fator alternativo que explique a escalada súbita. Pesquisas mostram que usuários frequentes têm mais chances de sofrer de transtornos de humor e que aqueles que se abstiveram por pelo menos uma semana experimentaram benefícios mentais.

    Há as evidências anedóticas. Como disse a pesquisadora de tecnologias digitais Kara Frederick, “crianças e adolescentes em nossas cidades caminham por aí como zumbis, são conduzidos boquiabertos nos bancos de trás, e sentam-se acorcundados em mesas de jantar colados aos seus telefones e às conexões artificiais que eles vendem”. Pais e professores testemunham em primeira mão: as redes perturbam o sono, a vida familiar e a atenção. Os riscos variam da vergonha pública e cyberbullyings anônimos até assédio e extorsão sexual.

    Há evidência das próprias redes. “Os adolescentes culpam o Instagram pelo aumento nas taxas de ansiedade e depressão. (…) Essa reação foi espontânea e consistente em todos os grupos”, diz um estudo vazado do Facebook.

    “Uma das piores coisas para um pai ou uma mãe é saber que seus filhos estão em perigo e ainda assim não serem capazes de fazer nada a respeito”, testemunhou Vivek Murthy. “É o que os pais me dizem que sentem quando se trata de mídias sociais – desamparados e sós ante seu conteúdo tóxico e riscos ocultos.”


(Redação. O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/o-risco-das-redes-sociais-para-criancas/. 24.06.2024. Adaptado)

No trecho – … não há fator alternativo que explique a escalada súbita – (3° parágrafo), o vocábulo destacado pode ser, sem alteração do sentido original, substituído por:

Alternativas
Q3303632 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em artigo no New York Times, o chefe da saúde pública dos EUA, Vivek H. Murthy, alertou que “a crise mental entre jovens é uma emergência – e as mídias sociais surgiram como um fator importante”. Murthy advoga que o Congresso determine que as redes sejam rotuladas com uma advertência, similar à implementada para o tabaco, que rememore pais e adolescentes de que elas não se provaram seguras.

    A crise é mensurável. Nos últimos 10 anos houve uma escalada de casos de solidão, ansiedade, depressão, comportamentos autodestrutivos e suicídios entre adolescentes, especialmente meninas. Historicamente, o senso comum é de que os jovens experimentam níveis maiores de felicidade, que declina ao longo da idade adulta e se recupera na velhice. Revisando dados de 82 países, o economista David Blanchflower constatou que essa trajetória em U foi subvertida. Hoje, os jovens são os mais infelizes. O Relatório Mundial da Felicidade identificou o mesmo padrão. É precisamente a geração que passou a fazer uso diário e intenso das redes por meio de smartphones. 

    Os céticos até admitem correlação, mas não causalidade. No entanto, há vários indícios de que as redes são uma causa relevante da crise. Antes de tudo, por exclusão: não há fator alternativo que explique a escalada súbita. Pesquisas mostram que usuários frequentes têm mais chances de sofrer de transtornos de humor e que aqueles que se abstiveram por pelo menos uma semana experimentaram benefícios mentais.

    Há as evidências anedóticas. Como disse a pesquisadora de tecnologias digitais Kara Frederick, “crianças e adolescentes em nossas cidades caminham por aí como zumbis, são conduzidos boquiabertos nos bancos de trás, e sentam-se acorcundados em mesas de jantar colados aos seus telefones e às conexões artificiais que eles vendem”. Pais e professores testemunham em primeira mão: as redes perturbam o sono, a vida familiar e a atenção. Os riscos variam da vergonha pública e cyberbullyings anônimos até assédio e extorsão sexual.

    Há evidência das próprias redes. “Os adolescentes culpam o Instagram pelo aumento nas taxas de ansiedade e depressão. (…) Essa reação foi espontânea e consistente em todos os grupos”, diz um estudo vazado do Facebook.

    “Uma das piores coisas para um pai ou uma mãe é saber que seus filhos estão em perigo e ainda assim não serem capazes de fazer nada a respeito”, testemunhou Vivek Murthy. “É o que os pais me dizem que sentem quando se trata de mídias sociais – desamparados e sós ante seu conteúdo tóxico e riscos ocultos.”


(Redação. O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/o-risco-das-redes-sociais-para-criancas/. 24.06.2024. Adaptado)
De acordo com informações apresentadas no texto, é correto afirmar que adolescentes do sexo masculino e feminino diferem em relação 
Alternativas
Q3303631 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em artigo no New York Times, o chefe da saúde pública dos EUA, Vivek H. Murthy, alertou que “a crise mental entre jovens é uma emergência – e as mídias sociais surgiram como um fator importante”. Murthy advoga que o Congresso determine que as redes sejam rotuladas com uma advertência, similar à implementada para o tabaco, que rememore pais e adolescentes de que elas não se provaram seguras.

    A crise é mensurável. Nos últimos 10 anos houve uma escalada de casos de solidão, ansiedade, depressão, comportamentos autodestrutivos e suicídios entre adolescentes, especialmente meninas. Historicamente, o senso comum é de que os jovens experimentam níveis maiores de felicidade, que declina ao longo da idade adulta e se recupera na velhice. Revisando dados de 82 países, o economista David Blanchflower constatou que essa trajetória em U foi subvertida. Hoje, os jovens são os mais infelizes. O Relatório Mundial da Felicidade identificou o mesmo padrão. É precisamente a geração que passou a fazer uso diário e intenso das redes por meio de smartphones. 

    Os céticos até admitem correlação, mas não causalidade. No entanto, há vários indícios de que as redes são uma causa relevante da crise. Antes de tudo, por exclusão: não há fator alternativo que explique a escalada súbita. Pesquisas mostram que usuários frequentes têm mais chances de sofrer de transtornos de humor e que aqueles que se abstiveram por pelo menos uma semana experimentaram benefícios mentais.

    Há as evidências anedóticas. Como disse a pesquisadora de tecnologias digitais Kara Frederick, “crianças e adolescentes em nossas cidades caminham por aí como zumbis, são conduzidos boquiabertos nos bancos de trás, e sentam-se acorcundados em mesas de jantar colados aos seus telefones e às conexões artificiais que eles vendem”. Pais e professores testemunham em primeira mão: as redes perturbam o sono, a vida familiar e a atenção. Os riscos variam da vergonha pública e cyberbullyings anônimos até assédio e extorsão sexual.

    Há evidência das próprias redes. “Os adolescentes culpam o Instagram pelo aumento nas taxas de ansiedade e depressão. (…) Essa reação foi espontânea e consistente em todos os grupos”, diz um estudo vazado do Facebook.

    “Uma das piores coisas para um pai ou uma mãe é saber que seus filhos estão em perigo e ainda assim não serem capazes de fazer nada a respeito”, testemunhou Vivek Murthy. “É o que os pais me dizem que sentem quando se trata de mídias sociais – desamparados e sós ante seu conteúdo tóxico e riscos ocultos.”


(Redação. O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/o-risco-das-redes-sociais-para-criancas/. 24.06.2024. Adaptado)
De acordo com o texto, os níveis de felicidade experimentados pelas pessoas 
Alternativas
Q3168542 Segurança e Transporte

A prevenção de acidentes no meio líquido requer atenção às condições do local e aos fatores humanos. Analise as afirmativas a seguir.


I. A falta de atenção à profundidade do local é um dos principais fatores de acidentes no meio líquido.


II. Equipamentos de segurança são obrigatórios em todas as atividades aquáticas recreativas.


III. Acidentes no meio líquido são causados exclusivamente por negligência do banhista.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3168541 Noções de Primeiros Socorros
Como parte de suas responsabilidades, o guarda-vidas civil deve conhecer as características dos diferentes tipos de afogamento para efetuar o resgate adequado. Sobre a medida mais eficaz para prevenir afogamentos em piscinas públicas, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3168540 Noções de Primeiros Socorros

O entendimento da fisiologia do afogado é essencial para a condução adequada do resgate e atendimento inicial. Analise as afirmativas a seguir.


I. A hipóxia é a principal causa de parada cardíaca em vítimas de afogamento.


II. Durante o afogamento, ocorre sempre aspiração significativa de líquido nos pulmões.


III. O reflexo de laringoespasmo pode impedir temporariamente a entrada de água nos pulmões.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3168539 Comunicação Social

O uso de equipamentos de comunicação é fundamental para a atuação do guarda-vidas civil, permitindo a coordenação em resgates e a emissão de alertas. Sobre os equipamentos de comunicação utilizados nesse contexto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


(__) Dispositivos móveis, como smartphones, substituem integralmente os rádios VHF em operações de resgate.


(__) Os rádios VHF (Very High Frequency) são utilizados exclusivamente para comunicação entre guarda-vidas em terra.


(__) O uso de rádios portáteis VHF permite a comunicação eficiente entre guarda-vidas e equipes de emergência, como bombeiros e socorristas.


(__) Os rádios VHF são opcionais em locais com baixo fluxo de banhistas, devido à menor probabilidade de emergências.


A sequência está correta em:

Alternativas
Q3168538 Noções de Primeiros Socorros
O grau de afogamento classifica a gravidade do evento e orienta as ações de resgate. Analise as afirmativas a seguir.
I. Afogamento grau 1 não requer suporte ventilatório imediato.
II. Afogamento grau 3 inclui edema pulmonar leve e requer cuidados médicos.
III. Afogamento grau 6 é caracterizado pela parada cardiorrespiratória.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3168537 Medicina

A classificação do afogamento é baseada na gravidade da hipoxemia e no desfecho. Analise as afirmativas a seguir.


I. Afogamento primário ocorre devido à submersão ou imersão involuntária em água.


II. Afogamento seco é caracterizado pela entrada significativa de líquido nos pulmões.


III. O grau de afogamento é irrelevante para determinar o tipo de atendimento necessário.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
1181: E
1182: A
1183: B
1184: A
1185: B
1186: D
1187: D
1188: C
1189: E
1190: B
1191: D
1192: A
1193: A
1194: B
1195: E
1196: C
1197: E
1198: D
1199: C
1200: C