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Nas estruturas de mercado oligopolistas, o produto pode ou não ser diferenciado, importando apenas que algumas empresas sejam responsáveis pela maior parte ou pela totalidade da produção.
Em uma estrutura de mercado sob concorrência perfeita, cada empresa vende uma marca ou versão de um produto, sendo cada empresa a única produtora de sua marca.
Em um regime de monopólio puro, o ramo industrial no setor considerado e a firma são expressões sinônimas.
Um mercado monopolisticamente competitivo é a expressão definitiva de um regime de concorrência perfeita.
O custo marginal é o aumento de custo variável em que a empresa incorre pela diminuição de uma unidade extra de produto.
O custo total médio da produção é a soma, para cada nível de produção, dos custos fixos e variáveis.
O custo marginal, também definido como custo incremental, resulta da divisão do custo total pelas quantidades produzidas.
O custo fixo total é representado por uma reta paralela ao eixo das quantidades.
O custo total da produção é a soma dos custos fixos, que serão incorridos independentemente do nível de produção que seja obtido pela empresa, e o custo variável, que varia conforme o nível de produção.
O liberalismo alcançou seu apogeu entre as últimas décadas do século XVIII e a primeira metade do XIX, coincidindo com esse último período um forte impulso de novas correntes socialistas.
A instituição básica do liberalismo é a propriedade privada dos meios de produção, correlacionada à livre iniciativa e ao lucro.
Segundo o liberalismo, a organização da atividade deve ser confiada às forças naturais da oferta e da procura, cabendo, ao Estado, funções limitadas.
O termo neoliberalismo designa uma corrente de organização da atividade econômica que capciosamente ecoa um movimento histórico com o qual em realidade e na prática não partilha fundamentos e princípios.
A expressão laissez-faire, laissez-passer, atribuída a Gournay, tem sido equivocadamente eleita ao longo da história como a máxima central do liberalismo.
A crise de alimentos, nos moldes previstos por Thomas Malthus, não se concretizou.
A maior parte da evolução na produção mundial de alimentos nos últimos anos se deve a melhoramentos tecnológicos, e não a aumentos de terras utilizadas para fins agrícolas.
Malthus acreditava que a quantidade fixa de terras existentes no planeta não supriria quantidades suficientes de alimentação à medida que continuasse o crescimento da população mundial.
Os melhoramentos tecnológicos modificaram significativamente a produção de alimentos na maioria dos países, mas esse aumento de produtividade não tem sido capaz de vencer a questão da falta de alimentos devido ao aumento em progressão geométrica da população mundial.
A crise mundial de alimentos, problematizada no cenário econômico mundial no início do ano de 2008, atualiza e confirma a tese malthusiana.
Os instrumentos e mecanismos de planejamento urbano necessários à efetivação dos direitos humanos no país, em particular, o direito à moradia, encontram, nos processos de regularização fundiária, um amadurecimento político que aponta para a oportunidade de serem construídas cidades mais justas e saudáveis.