Questões de Concurso Comentadas para tecnico em laboratorio

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Q2131974 Português

TEXTO I 


Um belo de um asteroide


Há mais de mil deles perto da Terra, esperando a hora de cair. Sim, os astrônomos estimam que existam mais ou menos 1.100 mil desses bólidos com 1 km de diâmetro passando rotineiramente pelas redondezas da Terra – todos com o potencial de causar uma catástrofe planetária. Astrônomos têm trabalhado duro para descobrir esses objetos – já foram encontrados cerca de 800. O Brasil também está engajado nessa busca, com um telescópio instalado em Pernambuco, cujo objetivo é justamente monitorar esses pedregulhos. E acompanhá-los é preciso, embora não muitos astrônomos façam esse esforço após a descoberta inicial.


“De todos os asteroides descobertos, 80% são perdidos logo em seguida”, afirma Daniela Lazzaro, pesquisadora do Observatório Nacional especializada em asteroides e líder do Projeto Impacto, que se dedica a descobri-los no céu. “Eles são monitorados por pouco tempo, uma órbita preliminar é calculada, vê-se que não vão se chocar com a Terra e depois eles são abandonados.” 


O problema é que o mundo dá voltas. Ou melhor, os mundos dão voltas. Enquanto giram ao redor do Sol, como são relativamente pequenos, os asteroides podem mudar de órbita e aí entrar em rota de colisão com a gente. Daniela trabalha na busca e na caracterização desses bólidos – para se certificar de que eles não vão mesmo trombar com a Terra. De toda forma, sempre há o risco de um objeto ser descoberto em cima da hora em rota de colisão – e não haver tempo para tomar alguma medida, como lançar uma bomba atômica que desvie a rota do objeto. 


Ser atingido por um asteroide, enfim, é um método testado e aprovado para o extermínio em massa, que o digam os dinossauros, extintos numa pancada com um pedregulho de 10 km de diâmetro 65 milhões de anos atrás. Se um episódio similar acontecesse hoje, seria o fim para nós também. O problema não é tanto o impacto em si, que é localizado, mas as consequências dele. Sobem trilhões de toneladas de poeira na atmosfera e a luz do Sol é bloqueada por meses. As plantas morrem. Sem o pasto, o que o boi vai comer? E, sem o gado, o que será das churrascarias rodízio? Você entendeu a ideia… A estimativa dos cientistas sobre a frequência de impactos realmente catastróficos varia bem – os intervalos podem ser largos (a cada 1 bilhão de anos) ou nem tanto (a cada 100 milhões de anos). Mas o que passa o recado de forma ainda mais clara vem lá de cima: vira e mexe, os astrônomos encontram um asteroide que passou ou passará raspando pela Terra. E é como no futebol. O sujeito chuta uma bola na trave, duas, três… Uma hora sai o gol.


Disponível em: https://bit.ly/3NJhmxu.

Acesso em: 29 maio. 2022 (adaptado).

Releia este trecho.


Se um episódio similar acontecesse hoje, seria o fim para nós também.” 


Devido à palavra destacada, a ideia prevalente nessa frase é de

Alternativas
Q2131973 Português

TEXTO I 


Um belo de um asteroide


Há mais de mil deles perto da Terra, esperando a hora de cair. Sim, os astrônomos estimam que existam mais ou menos 1.100 mil desses bólidos com 1 km de diâmetro passando rotineiramente pelas redondezas da Terra – todos com o potencial de causar uma catástrofe planetária. Astrônomos têm trabalhado duro para descobrir esses objetos – já foram encontrados cerca de 800. O Brasil também está engajado nessa busca, com um telescópio instalado em Pernambuco, cujo objetivo é justamente monitorar esses pedregulhos. E acompanhá-los é preciso, embora não muitos astrônomos façam esse esforço após a descoberta inicial.


“De todos os asteroides descobertos, 80% são perdidos logo em seguida”, afirma Daniela Lazzaro, pesquisadora do Observatório Nacional especializada em asteroides e líder do Projeto Impacto, que se dedica a descobri-los no céu. “Eles são monitorados por pouco tempo, uma órbita preliminar é calculada, vê-se que não vão se chocar com a Terra e depois eles são abandonados.” 


O problema é que o mundo dá voltas. Ou melhor, os mundos dão voltas. Enquanto giram ao redor do Sol, como são relativamente pequenos, os asteroides podem mudar de órbita e aí entrar em rota de colisão com a gente. Daniela trabalha na busca e na caracterização desses bólidos – para se certificar de que eles não vão mesmo trombar com a Terra. De toda forma, sempre há o risco de um objeto ser descoberto em cima da hora em rota de colisão – e não haver tempo para tomar alguma medida, como lançar uma bomba atômica que desvie a rota do objeto. 


Ser atingido por um asteroide, enfim, é um método testado e aprovado para o extermínio em massa, que o digam os dinossauros, extintos numa pancada com um pedregulho de 10 km de diâmetro 65 milhões de anos atrás. Se um episódio similar acontecesse hoje, seria o fim para nós também. O problema não é tanto o impacto em si, que é localizado, mas as consequências dele. Sobem trilhões de toneladas de poeira na atmosfera e a luz do Sol é bloqueada por meses. As plantas morrem. Sem o pasto, o que o boi vai comer? E, sem o gado, o que será das churrascarias rodízio? Você entendeu a ideia… A estimativa dos cientistas sobre a frequência de impactos realmente catastróficos varia bem – os intervalos podem ser largos (a cada 1 bilhão de anos) ou nem tanto (a cada 100 milhões de anos). Mas o que passa o recado de forma ainda mais clara vem lá de cima: vira e mexe, os astrônomos encontram um asteroide que passou ou passará raspando pela Terra. E é como no futebol. O sujeito chuta uma bola na trave, duas, três… Uma hora sai o gol.


Disponível em: https://bit.ly/3NJhmxu.

Acesso em: 29 maio. 2022 (adaptado).

Releia este trecho. 


“O Brasil também está engajado nessa busca [...]”


A palavra destacada indica, pelo contexto, que o Brasil está

Alternativas
Q2131972 Português

TEXTO I 


Um belo de um asteroide


Há mais de mil deles perto da Terra, esperando a hora de cair. Sim, os astrônomos estimam que existam mais ou menos 1.100 mil desses bólidos com 1 km de diâmetro passando rotineiramente pelas redondezas da Terra – todos com o potencial de causar uma catástrofe planetária. Astrônomos têm trabalhado duro para descobrir esses objetos – já foram encontrados cerca de 800. O Brasil também está engajado nessa busca, com um telescópio instalado em Pernambuco, cujo objetivo é justamente monitorar esses pedregulhos. E acompanhá-los é preciso, embora não muitos astrônomos façam esse esforço após a descoberta inicial.


“De todos os asteroides descobertos, 80% são perdidos logo em seguida”, afirma Daniela Lazzaro, pesquisadora do Observatório Nacional especializada em asteroides e líder do Projeto Impacto, que se dedica a descobri-los no céu. “Eles são monitorados por pouco tempo, uma órbita preliminar é calculada, vê-se que não vão se chocar com a Terra e depois eles são abandonados.” 


O problema é que o mundo dá voltas. Ou melhor, os mundos dão voltas. Enquanto giram ao redor do Sol, como são relativamente pequenos, os asteroides podem mudar de órbita e aí entrar em rota de colisão com a gente. Daniela trabalha na busca e na caracterização desses bólidos – para se certificar de que eles não vão mesmo trombar com a Terra. De toda forma, sempre há o risco de um objeto ser descoberto em cima da hora em rota de colisão – e não haver tempo para tomar alguma medida, como lançar uma bomba atômica que desvie a rota do objeto. 


Ser atingido por um asteroide, enfim, é um método testado e aprovado para o extermínio em massa, que o digam os dinossauros, extintos numa pancada com um pedregulho de 10 km de diâmetro 65 milhões de anos atrás. Se um episódio similar acontecesse hoje, seria o fim para nós também. O problema não é tanto o impacto em si, que é localizado, mas as consequências dele. Sobem trilhões de toneladas de poeira na atmosfera e a luz do Sol é bloqueada por meses. As plantas morrem. Sem o pasto, o que o boi vai comer? E, sem o gado, o que será das churrascarias rodízio? Você entendeu a ideia… A estimativa dos cientistas sobre a frequência de impactos realmente catastróficos varia bem – os intervalos podem ser largos (a cada 1 bilhão de anos) ou nem tanto (a cada 100 milhões de anos). Mas o que passa o recado de forma ainda mais clara vem lá de cima: vira e mexe, os astrônomos encontram um asteroide que passou ou passará raspando pela Terra. E é como no futebol. O sujeito chuta uma bola na trave, duas, três… Uma hora sai o gol.


Disponível em: https://bit.ly/3NJhmxu.

Acesso em: 29 maio. 2022 (adaptado).

Em relação a esse fragmento de texto, é correto afirmar que o assunto principal é 
Alternativas
Q2130779 Medicina
Paciente de 22 anos de idade, sexo feminino, comparece ao pronto atendimento com queixas de episódios de febre intermitente e perda de peso ao longo dos últimos sete meses, sendo internada para investigação clínica. A paciente refere relações sexuais sem proteção com quatro parceiros ao longo do último ano, e não tem mais contato com eles. Refere que soube que um deles morreu no último mês, mas não sabe a causa. Refere já ter tomado Penicilina G benzatina para tratar uma “ferida na genitália”, que foi curada há mais de oito meses. Não apresenta alterações evidentes ao exame físico. Em exames laboratoriais iniciais se tem um teste rápido positivo para HIV e um VDRL positivo com titulação de 1:4. 
De acordo com o caso clínico e sobre o teste de VDRL feito pela paciente, é incorreto afirmar:
Alternativas
Q2130778 Técnicas em Laboratório
O exame parasitológico de fezes (EPF) é um exame barato e prático, que pesquisa diferentes formas parasitárias eliminadas nas fezes, de suma importância na clínica médica, considerando que as parasitoses intestinais são um problema de saúde pública de alta prevalência no Brasil. Diante de suspeita de uma parasitose intestinal, durante anamnese detalhada e exame físico minucioso, a solicitação do EPF pode diagnosticar com antecedência as doenças parasitárias e evitar a progressão da patologia para formas mais complicadas, além de evitar a realização de procedimentos invasivos. Os diferentes métodos são empregados de acordo com a solicitação médica ou suspeita clínica, porém, a escolha do(s) método(s) de exame e a habilidade do profissional responsável implicam diretamente a eficiência do resultado. 
Sobre o exame parasitológico de fezes, numere a COLUNA II, de acordo com a COLUNA I, relacionando os métodos que são adequados aos princípios e à indicação de uso.
COLUNA I 1. Faust 2. Willis 3. Richie 4. Hofman, Pons e Janes (HPJ) 5. Baerman Moraes
COLUNA II ( ) Sedimentação espontânea – ovos e larvas de helmintos, cistos de protozoários e oocistos maiores ( ) Concentração por migração ativa de larvas – larvas de helmintos ( ) Centrífugo flutuação em sulfato de zinco – ovos leves, cistos e oocistos de protozoários ( ) Sedimentação com formalina etil acetato – ovos e larvas de helmintos, cistos e oocistos de protozoários ( ) Flutuação espontânea – ovos leves (não indicada para pesquisa de cistos
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2130777 Biomedicina - Análises Clínicas
O exame de urina mais solicitado pelos médicos é o exame de urina rotina ou EAS (elementos anormais e sedimentares). Ele funciona como um exame de triagem que auxilia no diagnóstico de diversas doenças renais e extrarrenais.
Sobre o exame de urina rotina, assinale a alternativa incorreta.  
Alternativas
Q2130776 Medicina
O hemograma completo é um dos exames mais solicitados pelos médicos em geral. Ele é um exame de triagem muito importante para a prática clínica. E, em alguns casos, ele pode ser o ponto de partida para investigar doenças mais graves, mesmo antes da apresentação dos sintomas por parte dos pacientes, como anemias, leucemias, infecções entre outras patologias.
O hemograma é um exame de simples execução e análise de resultado, além disso, avalia a qualidade e a quantidade dos elementos celulares do sangue. Em relação ao exame de hemograma, analise as afirmativas a seguir. 
I. Na contagem diferencial de leucócitos de um hemograma normal, deve-se encontrar as seguintes células: neutrófilo bastonete, neutrófilo segmentado, linfócito, monócito, eosinófilo, basófilo e blasto. II. Uma contagem global acima do valor normal de referência é denominada leucocitose. III. Um valor de volume corpuscular médio (VCM) diminuído indica presença de hemácias microcíticas. IV. Um valor aumentado da amplitude de distribuição das hemácias (RDW) significa macrocitose.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2130775 Biomedicina - Análises Clínicas
O método da coloração de Gram foi descoberto por um médico dinamarquês chamado Hans Cristian Joaquim Gram, em 1884. Gram realizou uma série de análises e percebeu a existência de uma coloração diferente para as bactérias, algumas ficavam roxas e outras vermelhas. Dessa forma, o cientista conseguiu classificar as bactérias em dois grandes grupos. As bactérias Gram-positivas (roxas) e as Gram-negativas (vermelhas).  
( )
Disponível em: https://ibapcursos.com.br/coloracao-de-gram-como-as-bacterias-gram-positivo-e-gram-negativo-sao-diferenciada. Acesso em: 8 jun. 2022.
Analise as afirmativas a seguir com relação à técnica de coloração do Gram e à estrutura das bactérias, e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas. 
( ) A diferenciação das morfologias bacterianas é fundamental para execução do exame de Gram, para isso deve-se examinar o esfregaço corado no microscópio óptico na objetiva de 40x. ( ) A diferença das bactérias Gram-positivas e Gram-negativas ocorre em função da espessura da camada de peptidoglicano que proporciona a retenção dos cristais de violeta na membrana celular. ( ) Na coloração de Gram, a sequência correta dos corantes é: cristal violeta, lugol, álcool e fucsina. ( ) A coloração de Gram é um dos procedimentos de coloração mais úteis no laboratório de bacteriologia e é considerado essencial na identificação das micobactérias.
Assinale a sequência correta. 
Alternativas
Q2069402 Técnicas em Laboratório
O Dímero D é um produto da degradação da fibrina e sua determinação tem sido muito útil para avaliação de risco de trombose nas infecções de SARS-CoV-2. Qual amostra deve ser preparada pelo Técnico de Laboratório para a dosagem desse analito?
Alternativas
Q2069401 Biomedicina - Análises Clínicas
Para realizar o exame de coagulação Tempo de Atividade de Protrombina (TAP), há no mercado vários tipos do reagente tromboplastina, sendo possível que existam resultados diferentes de acordo com a tromboplastina utilizada. Dessa forma, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou a Relação Normatizada Internacional (RNI) para padronizar as diferenças de resultados entre os vários laboratórios, sendo que esse parâmetro é utilizado como uma referência para o exame TAP. Como é calculado o RNI de um paciente que está realizando o exame TAP? 
Alternativas
Q2069400 Técnicas em Laboratório
O líquido cefalorraquidiano (líquor) é uma amostra nobre de difícil obtenção e recomenda-se muito cuidado no processamento e análise desse material no laboratório. Para a realização de cultura geral (aeróbica) para esse material utiliza-se 
Alternativas
Q2069399 Biomedicina - Análises Clínicas
O exame de urina tipo I é muito empregado para triagem de diversas doenças e condições fisiológicas anormais. Em condições adequadas e que não comprometem o volume de urina coletado para o exame, qual o volume de urina adequado a ser centrifugado para a observação microscópica do sedimento urinário?
Alternativas
Q2069398 Técnicas em Laboratório
Uma prefeitura no interior de Mato Grosso fará uma campanha para avaliação de infecção por helmintos (vermes) em escolares do município. Além disso, a campanha visa avaliar a intensidade da infecção individual de cada criança, realizando a quantificação dos ovos dos helmintos por grama de fezes. Qual método parasitológico deve ser corretamente realizado nessa campanha?
Alternativas
Q2069397 Técnicas em Laboratório
O Técnico de Laboratório tem papel fundamental na etapa analítica dos exames laboratoriais, escolhendo corretamente os materiais e equipamentos a serem empregados na realização dos testes. Qual vidraria é corretamente selecionada para a realização de um exame de VHS (Velocidade de Hemossedimentação)? 
Alternativas
Q2069396 Técnicas em Laboratório
Não há uma recomendação diferenciada para a limpeza e desinfecção de superfícies em contato com casos suspeitos ou confirmados pelo novo coronavírus. No laboratório que atende casos suspeitos ou confirmados do coronavírus, quais produtos são preconizados e podem ser utilizados para limpeza e desinfecção de superfícies, respectivamente? 
Alternativas
Q2069395 Técnicas em Laboratório
Qualquer superfície ou material potencialmente contaminado por agentes biológicos deve ter seu manejo de forma correta para controlar os riscos biológicos. Em relação ao manejo dos materiais potencialmente contaminados, são feitas as seguintes afirmativas:
I - Agulhas hipodérmicas, bisturis e vidros quebrados devem ser coletados em recipientes à prova de perfurações, equipados com tampas e tratados como infecciosos. II - Material contaminado para descarte deve ser descontaminado no local da sua produção antes do seu transporte para o destino final. III - Líquidos potencialmente contaminados devem ser descontaminados antes do descarte no esgoto sanitário.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2069394 Biomedicina - Análises Clínicas
Há alguns pontos importantes a serem considerados no processamento de amostras biológicas para a realização de exames laboratoriais. Qual cuidado deve ser tomado no processamento de amostras de sangue?
Alternativas
Q2069393 Biomedicina - Análises Clínicas
Os cuidados durante a coleta de sangue podem minimizar possíveis alterações dos exames laboratoriais a serem realizados. Qual medida deve ser adotada para evitar a hemólise durante o processo de coleta de sangue venoso?
Alternativas
Q2069386 Noções de Informática
A Figura 1 apresenta a expressão História de Nobres selecionada no Microsoft Word com as formatações de fonte prestes a serem alteradas, e a Figura 2 apresenta a mesma expressão após as alterações.
24_1.png (762×487)  Figura 1
24_2.png (776×343)  Figura 2
De acordo com as figuras, assinale a alternativa que contém os ajustes aplicados nas formatações de fonte da Figura 1 para produzir a Figura 2.
Alternativas
Q2056941 Matemática
Imagem associada para resolução da questão

O gráfico acima apresenta a quantidade produzida (unidade: kg) de tambacu e tambatinga na aquicultura nobrense de 2013 a 2020. As informações sobre as quantidades produzidas nos anos de 2017, 2018 e 2019 não estão presentes no gráfico, mas sabe-se que a quantidade produzida em 2018 foi 9.050 kg superior à quantidade produzida em 2017 e 10.250 kg inferior à quantidade produzida em 2019. Além disso, sabe-se também que a média da quantidade produzida nesses 8 anos foi de 127.894,75 kg. A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta a quantidade produzida em 2018.
Alternativas
Respostas
1401: A
1402: A
1403: A
1404: D
1405: D
1406: B
1407: C
1408: C
1409: C
1410: B
1411: C
1412: D
1413: A
1414: C
1415: B
1416: B
1417: A
1418: D
1419: C
1420: D