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Q1804584 Noções de Informática
Esse Sistema Operacional é utilizado para controlar máquinas e instrumentos, sendo entregue embarcado, ou seja, geralmente vem instalado com os dispositivos, e não possuem uma interface muito amigável. Assinale, a seguir, esse Sistema Operacional.
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Q1804582 Português
Texto para responder à questão.

Eu sei, mas não devia

       Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
     A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz. E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
      A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá pra almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
     A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos. E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
     A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
       A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer filas para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.
       A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes. A abrir as revistas e a ver anúncios. A ligar a televisão e a ver comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
     A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
       A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
       A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta, de tanto acostumar, se perde de si mesma.

(COLASANTI, Marina. A casa das palavras e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2002.)
No texto, ocorre o emprego de recursos estilísticos – prática comum em textos com características literárias – como a repetição de estruturas linguísticas, cujo objetivo textual está corretamente indicado em:
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Q1804573 Português
Texto para responder à questão.

Consumo e felicidade

      Patrick Terrien, chef francês e diretor da escola de culinária Le Cordon Bleu, declarou à coluna “As últimas 10 coisas que comprei”, do caderno Vitrine, da Folha, ter comprado champanhe, flores, foie gras, laranjas, cogumelos selvagens, água, jornal, pão, um CD e entradas para o cinema.
      O que uma pessoa compra dá uma boa noção de como ela vive. No caso do chef, tudo o que ele comprou foi para o consumo em família, para presentear um amigo e sair com a mulher.
       Comprou coisas que não duram nem podem ser exibidas, mas podem tornar a relação entre as pessoas próximas a ele mais agradável e apetitosa.
       [...]
       Mas, na sociedade de consumo, vivemos para sermos felizes por meio do que adquirimos. Paradoxalmente, por meio daquilo que descartamos.
    A aquisição de mercadorias satisfaz nossos desejos e providencia nossa felicidade. Mas os desejos são inesgotáveis. Brotam de todo contato que temos com o que existe no mundo. Um dá lugar a outro, e satisfazê-los é tarefa impossível.
    Como as mercadorias são produzidas com a finalidade primeira de serem compradas, a sociedade de consumo precisa permanentemente provocar nossa insatisfação com o que temos e atiçar nosso desejo pelo que ainda não temos. Toda propaganda de alguma mercadoria sugere, subliminarmente, que aquela que temos está ultrapassada e não pode nos oferecer o que a nova poderá. Não comprá-la é ficar em falta com nós mesmos e não pertencer ao círculo especial dos que já a adquiriram.
  Enredados nesse modo-contínuo de insatisfação/ descarte/consumo, compreendemos a máxima da vida: sempre seremos felizes por pouco tempo.
     Toda suposta felicidade antecipa uma infelicidade. E, enquanto saltamos de uma infelicidade a outra, a almejada felicidade passa a ser um breve intervalo, sempre imperceptível.
        A felicidade, substituída pela satisfação de desejos nunca aplacáveis, jamais é experimentada. O que nos resta é a ansiedade da felicidade.
    As compras do chef francês sugerem que ele se desvia dessa sedução consumista. Fruir, mais do que ter. E não apenas o sabor do foie gras ou dos cogumelos, mas o prazer de repartir com amigos e familiares pequenos prazeres. Celebração e simplicidade.

(DULCE CRITELLI, terapeuta existencial e professora de filosofia da PUC-SP, é autora de “Educação e Dominação Cultural” e “Analítica de Sentido” e coordenadora do Existentia – Centro de Orientação e Estudos da Condição Humana [email protected] Cristiane Segatto. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq1211200901.htm. Acesso em: 01/2020. DULCE CRITELLI/FOLHAPRESS. Adaptado.)
No texto, a autora menciona que há um paradoxo referente à vida na sociedade de consumo, tal paradoxo pode ser indicado pelas expressões:
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Q1249045 Jornalismo
Marshall McLuhan classificou os meios de comunicação como meios quentes e meios frios. O teórico utilizou um enfoque de suas investigações que privilegiava a característica dos ___________ e não somente a análise de _____________. Os estudos realizados por ele dão embasamento a sua afirmação de que o _______ é a ____________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Q1249044 Jornalismo
Entre os pressupostos teóricos sobre a comunicação, a Teoria Matemática da Comunicação, que é mecanicista e linear, apresenta um esquema de fluxo de transmissão. Conforme esse paradigma teórico, é correto afirmar que:
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Q1249043 Comunicação Social
A mesma lógica inspira o jornalismo off-line e o on-line: a boa redação e a boa edição. Sobre as características da escrita jornalística e a expectativa dos leitores na web, é INCORRETO afirmar que:
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Q1249042 Comunicação Social
O jornalismo que se publica na web, seja em formato de texto ou no mais sofisticado produto multimídia, passou por diversas transições na forma de elaboração dos conteúdos. Assinale a alternativa que representa a fase inicial do webjornalismo.
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Q1249041 Comunicação Social
O texto de webjornalismo deve ter atrativos para o leitor, ser envolvente e de fácil compreensão. Uma linguagem coloquial e um toque leve de humor podem ser recomendados por alguns autores. Sendo assim, analise as seguintes assertivas e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Ao escrever para web, utilize intensamente trocadilhos e piadas prontas para obter um fácil entendimento. ( ) O uso de uma linguagem leve, mas firme, que demonstre mais vibração e objetividade, é recomendado na web. ( ) Deve-se reaproveitar na íntegra todo texto do jornalismo impresso para o webjornalismo, sem fazer adaptações. ( ) Uma linguagem passiva apresenta um bom resultado na web. ( ) O uso de ironia e sarcasmo, por destacar o texto entre os múltiplos conteúdos na web, deve ser empregado em títulos e subtítulos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Q1249040 Jornalismo
O formato narrativo dos textos jornalísticos é conhecido por _______________ e é marcado por uma forma de redação e um protocolo de leitura que prioriza as informações relevantes na parte ___________ do texto.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Q1249039 Comunicação Social
As características textuais adotadas pelo profissional do jornalismo como espírito de concisão e síntese são conhecidas como _______________. Além destas, fluência, clareza, objetividade e _______________ são definições que os teóricos utilizam para orientar a produção de um bom texto jornalístico.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q1249038 Jornalismo
A atuação profissional do jornalista está subordinada a regras de conduta especificadas no Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. A atividade é considerada de natureza ____________ e finalidade _________ e alguns dos deveres estabelecem o ____________ ao direito de privacidade e a _________________ dos acontecimentos antes de divulgá-los.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Q1249037 Jornalismo
Em uma fase da escrita para internet, na qual os conteúdos do jornalismo impresso e digital têm versões diferentes, mas semelhantes, os textos desenvolvidos para a web, contendo hiperligações e aplicações interativas, são também chamados de:
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Q1249036 Jornalismo
Jornalistas sempre devem considerar que, se existe algo progressista no mundo, esse algo é a verdade. Essa e outras premissas são esclarecidas no estudo sobre a ética do jornalismo. Um dos pontos críticos da profissão é o tênue limite entre a informação relevante – que poderá virar manchete de capa – e o fator de impacto que ela pode ter. Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma orientação para a condução ética do jornalismo.
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Q1249035 Comunicação Social
O planejamento do conteúdo noticioso, das editorias ou da tarefa do repórter é conhecido por __________. Esse plano pode ____________ a conformidade das matérias a interesses editoriais e, se bem realizado, prevê volume de informações que auxiliam caso outros itens “___________”, ou seja, não possam ser realizados.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q1249033 Jornalismo
Para a elaboração de matérias, o jornalista busca informações junto a pessoas ou instituições que testemunharam ou fizeram parte do fato noticioso. No jornalismo, estes fornecedores de informações também são conhecidos como:
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Q1249032 Comunicação Social
O conceito de notícia, em regra, independe das intenções do jornalista, pois trata da abordagem de um fato novo, enquanto a informação jornalística pode apresentar uma opinião ou um posicionamento. Assinale a alternativa que apresenta somente formas textuais que condizem com esse conceito de informações jornalísticas que externam algum tipo de posicionamento.
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Q1249031 Comunicação Social
A noticiabilidade de um fato é o valor conferido ao evento do ponto de vista editorial de jornalismo. A atualidade e a magnitude do acontecimento são alguns critérios que acentuam o valor da notícia. Assinale a alternativa que contenha características de um fato que, segundo os conceitos jornalísticos, agregam na priorização da pauta.
Alternativas
Q1249030 Jornalismo
Uma das importantes ferramentas da assessoria de comunicação para lidar com informações noticiosas é a assessoria de imprensa. Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O conjunto informativo composto pelo presskit é um dos produtos mais importantes da assessoria de imprensa. ( ) O presskit deve sempre conter um presente de uso pessoal para gerar valor à marca do assessorado. ( ) A mailing-list é a relação dos veículos de comunicação que interessam a uma assessoria e aos seus clientes. ( ) O house organ é um veículo com caráter informativo voltado a públicos de interesse direto ou indireto do assessorado. ( ) A avaliação de dados provenientes do exterior da organização, e que possam interessar a ela, também é papel da assessoria de imprensa. ( ) O profissional de comunicação deve negligenciar o valor informativo para elaborar o produto da assessoria de imprensa.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1249029 Jornalismo
Uma entrevista coletiva proporciona o esclarecimento de fatos ou opiniões de forma dinâmica, integrada e prática, mas é preciso atenção na hora de estabelecer os critérios para realizar uma coletiva de imprensa. Ela pode ocorrer sem uma preparação prévia, a critério do interesse dos repórteres em uma oportunidade com a fonte. Esse modelo de coletiva de imprensa é conhecido por:
Alternativas
Q1249028 Comunicação Social

Em uma assessoria de comunicação, as atividades devem ser realizadas de acordo com um planejamento, que organiza e prioriza a ordem das atividades segundo diretrizes estabelecidas junto ao assessorado. Uma etapa muito importante é a ativação. Assinale a alternativa que descreve o que ocorre nessa etapa.

Alternativas
Respostas
361: D
362: A
363: D
364: D
365: E
366: C
367: D
368: A
369: B
370: A
371: D
372: C
373: E
374: A
375: B
376: C
377: A
378: E
379: B
380: D