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“(...)
E à tarde, quando o sol — condor sangrento —,
No ocidente se aninha sonolento, Como a abelha na for...
E a luz da estrela trêmula se irmana
Co’a fogueira noturna da cabana,
Que acendera o pastor, (...)”
(©Castro Alves Boa Vista, 1867, Espumas Flutuantes, 1870)
Nos versos “Co’a fogueira noturna da cabana,/ Que acendera o pastor” o verbo sublinhado denota uma ação passada anterior a outro fato também passado. A forma verbal corresponde ao:
“(...) E à tarde, quando o sol — condor sangrento —,
No ocidente se aninha sonolento, Como a abelha na for...
E a luz da estrela trêmula se irmana
Co’a fogueira noturna da cabana,
Que acendera o pastor,
(...)”
(©Castro Alves Boa Vista, 1867, Espumas Flutuantes, 1870)
A expressão “condor sangrento” introduz uma figura de linguagem que ocorre quando uma palavra passa a designar alguma coisa com a qual não mantém nenhuma relação subjetiva. Trata-se, pois, de uma:
“(...)
E à tarde, quando o sol — condor sangrento —,
No ocidente se aninha sonolento, Como a abelha na for...
E a luz da estrela trêmula se irmana
Co’a fogueira noturna da cabana,
Que acendera o pastor, (...)”
(©Castro Alves Boa Vista, 1867, Espumas Flutuantes, 1870)
Nos versos “E a luz da estrela trêmula se irmana / Co’a fogueira noturna da cabana”, Castro Alves estava se referindo à:
“(...)
E à tarde, quando o sol — condor sangrento —,
No ocidente se aninha sonolento,
Como a abelha na for...
E a luz da estrela trêmula se irmana
Co’a fogueira noturna da cabana,
Que acendera o pastor, (...)”
(©Castro Alves Boa Vista, 1867, Espumas Flutuantes, 1870)
“No ocidente se aninha sonolento”. O termo destacado pode ser substituído sem prejuízo de sentido por:
“(...) E à tarde, quando o sol — condor sangrento —,
No ocidente se aninha sonolento, Como a abelha na for...
E a luz da estrela trêmula se irmana
Co’a fogueira noturna da cabana, Que acendera o pastor,
(...)”
(©Castro Alves Boa Vista, 1867, Espumas Flutuantes, 1870)
No fragmento poético, Castro Alves descreve com grande carga intuitiva:
I. A estrutura organizacional mostra a comunicação entre as pessoas e grupos.
II. Na organização de linha, há pouca interferência entre cada nível hierárquico e o nível hierárquico inferior.
III. Na organização de linha, as unidades de assessoria prestam serviços às unidades de linha, principalmente ao nível hierárquico imediatamente superior.
IV. Em uma organização de linha e assessoria, o chefe é auxiliado por uma função de apoio, ao lado da linha de comando.
V. As linhas que ligam os retângulos nos organogramas mostram, dentre outras coisas, sua interdependência.
É CORRETO o que se afirma em

I. A estrutura organizacional mostra a autoridade e as responsabilidades das pessoas, como indivíduos e como integrantes de grupos.
II. Hierarquia é sinônimo de cadeia de comando. O poder de dirigir desce de cada nível para o imediatamente inferior, que tem a obrigação de obedecer.
III. No organograma, o número de níveis em que os retângulos estão distribuídos na figura mostra como o controle está graduado.
IV. A figura mostra informações como divisão do trabalho, definição de responsabilidades, autoridade, hierarquia e comunicação.
V. Em alguns organogramas, são desenhados apenas os departamentos; em outros, os cargos e os nomes dos responsáveis.
É CORRETO o que se afirma em
I. A forma mais comum de um cronograma é o cronograma de barras.
II. Quando ocorre a utilização de datas-limites, o cronograma indica, aproximadamente, quando uma atividade deverá terminar.
III. O orçamento pode ser apresentado no formato de cronograma de desembolsos.
IV. No cronograma de barras, as linhas ou barras (dimensão horizontal) representam as atividades a realizar.
V. Cronogramas podem indicar quantidades de itens a serem produzidos em um período, sendo chamados de cronogramas de produção.
Está CORRETO o que se afirma em