Questões de Concurso Comentadas para assistente em administração

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Q605841 Português

        Texto: O Rio que estamos perdendo

      O Rio de Janeiro é uma das cidades mais bonitas do mundo. O conjunto de morros que se estende perto do mar forma um cartão-postal inigualável que, coincidentemente, sempre ofereceu ótimas condições para a ocupação humana. O resultado é uma das maiores cidades costeiras do mundo, com mais de seis milhões de habitantes — maior que vários países.

       Mas o Rio é também uma das cidades mais ameaçadas pelas mudanças climáticas. Seremos cada vez mais castigados por ondas de calor com consequências diretas sobre a saúde pública. Chuvas torrenciais se tornarão mais frequentes, elevando o já considerável nível de deslizamentos de morros e encostas. Conforme apontam estudos globais, as populações mais vulneráveis (20% de nossos cidadãos, no caso do Rio) serão as mais atingidas.

      Um em cada quatro cariocas será desalojado pela elevação do mar, se a temperatura média do planeta subir quatro graus, que é a atual tendência. O Rio está entre as 20 metrópoles que mais serão afetadas em todo o planeta. Aliás, os números globais são estarrecedores: meio bilhão de pessoas — 16 milhões no Brasil — poderão perder as terras onde moram por causa do avanço do mar. Até 2040, alguns bairros como Barra da Tijuca, Ipanema e Copacabana, o Aeroporto Santos Dumont e a Ilha do Fundão já serão afetados.

      Ou seja, o Rio, tal como conhecemos hoje, não existirá. No prazo de três gerações, isto é, até o final deste século, as mudanças serão drásticas se nada fizermos para impedir. Não há mais tempo para reverter vários efeitos das mudanças climáticas que já nos afetam. Mas precisamos construir uma cidade resiliente. [...]

      A cidade está buscando fazer sua parte, melhorando o transporte público e ampliando a rede de ciclovias, por exemplo, com o objetivo de zerar as emissões de gases de efeito estufa até 2065. O Rio também se juntou à Aliança das Cidades Neutras em Carbono durante a COP-21. Mas ninguém conseguirá estabilizar o clima da Terra sozinho. Por isso, não podemos perder a oportunidade dada pelo acordo climático global fechado em Paris, que fornece os elementos para que o mundo mantenha a elevação da temperatura abaixo de dois graus, se possível em 1,5 grau. E isso será uma grande vitória, pois hoje estamos a caminho dos 4 graus ou mais.

      O clima está mudando nosso Rio e os efeitos das mudanças climáticas devem ser um dos mais sérios pontos de atenção para qualquer gestor de nossa cidade de agora em diante.

Ana Toni, diretora do Instituto Clima e Sociedade, sediado no Rio. O Globo, 1º/01/2016.

Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-rio-que-estamos-perdendo- 18384999#ixzz3vzaZ4xbT. Adaptado. 

“Não há mais tempo para reverter vários efeitos das mudanças climáticas que já nos afetam."

Preservando o padrão formal da língua escrita, ao reescrever essa frase mantém-se a correção gramatical em: 

Alternativas
Q605840 Português

        Texto: O Rio que estamos perdendo

      O Rio de Janeiro é uma das cidades mais bonitas do mundo. O conjunto de morros que se estende perto do mar forma um cartão-postal inigualável que, coincidentemente, sempre ofereceu ótimas condições para a ocupação humana. O resultado é uma das maiores cidades costeiras do mundo, com mais de seis milhões de habitantes — maior que vários países.

       Mas o Rio é também uma das cidades mais ameaçadas pelas mudanças climáticas. Seremos cada vez mais castigados por ondas de calor com consequências diretas sobre a saúde pública. Chuvas torrenciais se tornarão mais frequentes, elevando o já considerável nível de deslizamentos de morros e encostas. Conforme apontam estudos globais, as populações mais vulneráveis (20% de nossos cidadãos, no caso do Rio) serão as mais atingidas.

      Um em cada quatro cariocas será desalojado pela elevação do mar, se a temperatura média do planeta subir quatro graus, que é a atual tendência. O Rio está entre as 20 metrópoles que mais serão afetadas em todo o planeta. Aliás, os números globais são estarrecedores: meio bilhão de pessoas — 16 milhões no Brasil — poderão perder as terras onde moram por causa do avanço do mar. Até 2040, alguns bairros como Barra da Tijuca, Ipanema e Copacabana, o Aeroporto Santos Dumont e a Ilha do Fundão já serão afetados.

      Ou seja, o Rio, tal como conhecemos hoje, não existirá. No prazo de três gerações, isto é, até o final deste século, as mudanças serão drásticas se nada fizermos para impedir. Não há mais tempo para reverter vários efeitos das mudanças climáticas que já nos afetam. Mas precisamos construir uma cidade resiliente. [...]

      A cidade está buscando fazer sua parte, melhorando o transporte público e ampliando a rede de ciclovias, por exemplo, com o objetivo de zerar as emissões de gases de efeito estufa até 2065. O Rio também se juntou à Aliança das Cidades Neutras em Carbono durante a COP-21. Mas ninguém conseguirá estabilizar o clima da Terra sozinho. Por isso, não podemos perder a oportunidade dada pelo acordo climático global fechado em Paris, que fornece os elementos para que o mundo mantenha a elevação da temperatura abaixo de dois graus, se possível em 1,5 grau. E isso será uma grande vitória, pois hoje estamos a caminho dos 4 graus ou mais.

      O clima está mudando nosso Rio e os efeitos das mudanças climáticas devem ser um dos mais sérios pontos de atenção para qualquer gestor de nossa cidade de agora em diante.

Ana Toni, diretora do Instituto Clima e Sociedade, sediado no Rio. O Globo, 1º/01/2016.

Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-rio-que-estamos-perdendo- 18384999#ixzz3vzaZ4xbT. Adaptado. 

Mas, ninguém conseguirá estabilizar o clima da Terra sozinho. Por isso, não podemos perder a oportunidade dada pelo acordo climático global fechado em Paris...”Os conectivos em destaque iniciam as frases coordenando-as e estabelecem, respectivamente, as seguintes relações de sentido:
Alternativas
Q605839 Português

        Texto: O Rio que estamos perdendo

      O Rio de Janeiro é uma das cidades mais bonitas do mundo. O conjunto de morros que se estende perto do mar forma um cartão-postal inigualável que, coincidentemente, sempre ofereceu ótimas condições para a ocupação humana. O resultado é uma das maiores cidades costeiras do mundo, com mais de seis milhões de habitantes — maior que vários países.

       Mas o Rio é também uma das cidades mais ameaçadas pelas mudanças climáticas. Seremos cada vez mais castigados por ondas de calor com consequências diretas sobre a saúde pública. Chuvas torrenciais se tornarão mais frequentes, elevando o já considerável nível de deslizamentos de morros e encostas. Conforme apontam estudos globais, as populações mais vulneráveis (20% de nossos cidadãos, no caso do Rio) serão as mais atingidas.

      Um em cada quatro cariocas será desalojado pela elevação do mar, se a temperatura média do planeta subir quatro graus, que é a atual tendência. O Rio está entre as 20 metrópoles que mais serão afetadas em todo o planeta. Aliás, os números globais são estarrecedores: meio bilhão de pessoas — 16 milhões no Brasil — poderão perder as terras onde moram por causa do avanço do mar. Até 2040, alguns bairros como Barra da Tijuca, Ipanema e Copacabana, o Aeroporto Santos Dumont e a Ilha do Fundão já serão afetados.

      Ou seja, o Rio, tal como conhecemos hoje, não existirá. No prazo de três gerações, isto é, até o final deste século, as mudanças serão drásticas se nada fizermos para impedir. Não há mais tempo para reverter vários efeitos das mudanças climáticas que já nos afetam. Mas precisamos construir uma cidade resiliente. [...]

      A cidade está buscando fazer sua parte, melhorando o transporte público e ampliando a rede de ciclovias, por exemplo, com o objetivo de zerar as emissões de gases de efeito estufa até 2065. O Rio também se juntou à Aliança das Cidades Neutras em Carbono durante a COP-21. Mas ninguém conseguirá estabilizar o clima da Terra sozinho. Por isso, não podemos perder a oportunidade dada pelo acordo climático global fechado em Paris, que fornece os elementos para que o mundo mantenha a elevação da temperatura abaixo de dois graus, se possível em 1,5 grau. E isso será uma grande vitória, pois hoje estamos a caminho dos 4 graus ou mais.

      O clima está mudando nosso Rio e os efeitos das mudanças climáticas devem ser um dos mais sérios pontos de atenção para qualquer gestor de nossa cidade de agora em diante.

Ana Toni, diretora do Instituto Clima e Sociedade, sediado no Rio. O Globo, 1º/01/2016.

Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-rio-que-estamos-perdendo- 18384999#ixzz3vzaZ4xbT. Adaptado. 

. De acordo com os sentidos do texto, é inquestionável que, por meio da flexão na primeira pessoa do plural, a autora NÃO se refere apenas a cariocas, habitantes ou administradores da cidade do Rio de Janeiro, no seguinte contexto:
Alternativas
Q605838 Português

        Texto: O Rio que estamos perdendo

      O Rio de Janeiro é uma das cidades mais bonitas do mundo. O conjunto de morros que se estende perto do mar forma um cartão-postal inigualável que, coincidentemente, sempre ofereceu ótimas condições para a ocupação humana. O resultado é uma das maiores cidades costeiras do mundo, com mais de seis milhões de habitantes — maior que vários países.

       Mas o Rio é também uma das cidades mais ameaçadas pelas mudanças climáticas. Seremos cada vez mais castigados por ondas de calor com consequências diretas sobre a saúde pública. Chuvas torrenciais se tornarão mais frequentes, elevando o já considerável nível de deslizamentos de morros e encostas. Conforme apontam estudos globais, as populações mais vulneráveis (20% de nossos cidadãos, no caso do Rio) serão as mais atingidas.

      Um em cada quatro cariocas será desalojado pela elevação do mar, se a temperatura média do planeta subir quatro graus, que é a atual tendência. O Rio está entre as 20 metrópoles que mais serão afetadas em todo o planeta. Aliás, os números globais são estarrecedores: meio bilhão de pessoas — 16 milhões no Brasil — poderão perder as terras onde moram por causa do avanço do mar. Até 2040, alguns bairros como Barra da Tijuca, Ipanema e Copacabana, o Aeroporto Santos Dumont e a Ilha do Fundão já serão afetados.

      Ou seja, o Rio, tal como conhecemos hoje, não existirá. No prazo de três gerações, isto é, até o final deste século, as mudanças serão drásticas se nada fizermos para impedir. Não há mais tempo para reverter vários efeitos das mudanças climáticas que já nos afetam. Mas precisamos construir uma cidade resiliente. [...]

      A cidade está buscando fazer sua parte, melhorando o transporte público e ampliando a rede de ciclovias, por exemplo, com o objetivo de zerar as emissões de gases de efeito estufa até 2065. O Rio também se juntou à Aliança das Cidades Neutras em Carbono durante a COP-21. Mas ninguém conseguirá estabilizar o clima da Terra sozinho. Por isso, não podemos perder a oportunidade dada pelo acordo climático global fechado em Paris, que fornece os elementos para que o mundo mantenha a elevação da temperatura abaixo de dois graus, se possível em 1,5 grau. E isso será uma grande vitória, pois hoje estamos a caminho dos 4 graus ou mais.

      O clima está mudando nosso Rio e os efeitos das mudanças climáticas devem ser um dos mais sérios pontos de atenção para qualquer gestor de nossa cidade de agora em diante.

Ana Toni, diretora do Instituto Clima e Sociedade, sediado no Rio. O Globo, 1º/01/2016.

Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-rio-que-estamos-perdendo- 18384999#ixzz3vzaZ4xbT. Adaptado. 

O texto “O Rio que estamos perdendo” é dissertativo. Entre os argumentos apresentados pela autora para sustentar sua tese e convencer o leitor da pertinência de seu ponto de vista, é predominante a:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR
Q1182742 Noções de Informática
A função do Windows Update depois de ativado é: 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR
Q1182707 Noções de Informática
Quanto ao uso da Internet, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
(   ) As teclas Ctrl + T, pressionadas simultaneamente, abrem uma nova guia no Internet Explorer.  (   ) Os softwares antivírus garantem alguma segurança contra ataques vindos da Internet, e é altamente recomendado que a atualização desses softwares seja configurada para ser automática.  (   ) Mensagens de e-mail apagadas da caixa de entrada são irrecuperáveis.  (   ) É possível do meu e-mail encaminhar uma mensagem com um arquivo anexado para o meu e-mail.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q860362 Redação Oficial
Todas as alternativas abaixo apresentam as características textuais de uma redação oficial, EXCETO UMA, assinale-a.
Alternativas
Q723176 Português

                     O clima definitivamente entrou na pauta global

                                                                                                               Reinaldo Canto

 

     Já não era sem tempo e nem por falta de sinais gritantes das mudanças climáticas, cada vez mais intensos e preocupantes. Finalmente, a questão foi reconhecida como uma seríssima ameaça à sobrevivência do ser humano num planeta mais quente e instável.

    As boas notícias começaram no encontro do G-7, o grupo de países mais desenvolvidos do mundo (Alemanha, França, Reino Unido, Itália, EUA, Canadá e Japão) reunidos na Alemanha, que decidiu, pela primeira vez, encarar de frente o desafio de “descarbonizar” a economia. Ou seja, por um fim, mesmo que a longo prazo, ao uso de combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural), que tem sido a base energética da economia mundial ao menos há 200 anos.

      Inicialmente, o acordo dos países ricos prevê a redução entre 40 e 70%, até o ano de 2050, das emissões de gases de efeito estufa; e o comprometimento com aportes de recursos para um fundo de US$ 100 bilhões a serem investidos em tecnologia para a adoção de energias limpas e renováveis nos países pobres, principalmente no continente africano.

     O objetivo mais imediato dos países que compõem o G7 é o de frear o aquecimento do planeta para que não ultrapasse os dois graus centígrados, considerados pelos cientistas um patamar crítico, já que o aumento da temperatura média poderá acarretar mais fenômenos climáticos extremos, extinção acelerada de espécies, além de acarretar o aumento nos níveis dos oceanos, entre outras consequências. Segundo o comunicado emitido pelo G7, a economia mundial deverá estar “descarbonizada” até o ano de 2.100.          

      Ainda faltam detalhes sobre como será a execução do plano na prática, mas o anúncio e a importância dada ao tema são inéditos e demonstram claramente a preocupação desses líderes com o futuro do planeta. Isso não é pouca coisa. Muitos entenderam a posição como histórica, por representar o início do fim da era dos combustíveis fósseis, até aqui a base da economia global desde a Revolução Industrial. 


      A outra boa notícia veio do Vaticano e eis que, mais uma vez, o Papa Francisco surpreende e renova o seu empenho em falar sobre problemas contemporâneos. Desta feita, em sua primeira encíclica – “Laudato si’” (Louvado sejas), ele cita o Patriarca Ecumênico Bartolomeu: “Um crime contra a natureza é um crime contra nós mesmos e um pecado contra Deus”.

      Se não fosse pouca coisa, o Papa ainda afirma, fazendo uma direta referência às mudanças climáticas, que o urgente desafio de proteger a nossa casa comum inclui a preocupação de unir toda a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral, pois sabemos que as coisas podem mudar.

        Em consonância com os preceitos adotados desde a Conferência das Nações Unidas, a Rio+20, no Rio de Janeiro em 2012, que colocou o desenvolvimento sustentável ao lado da erradicação da pobreza, o Papa Francisco fez coro e reforçou a sua preocupação com os menos favorecidos: “São inseparáveis as preocupações com a natureza, a justiça para com os pobres, o empenho da sociedade e a paz interior”.

         E agora, Brasil?

     Em recentes declarações durante o encontro de cúpula com a União Europeia, a Presidenta Dilma Rousseff afirmou que o Brasil tem sido um dos países que mais reduziu suas emissões, graças principalmente à queda do desmatamento. Mesmo assim, para a 21ª Conferência do Clima a ser realizada em Paris no final do ano, será preciso um compromisso mais efetivo e não apenas jogo de palavras.

     Nessa ocasião, deverão ser assumidos novos compromissos para substituir o Protocolo de Kyoto, com metas mais ambiciosas para todos os países. Ainda mais entre os maiores emissores, caso do Brasil, que ocupa a 10ª posição. As pressões sobre o governo já começaram, entre elas, o Lançamento da Coalizão Brasil: Clima, Florestas e Agricultura, movimento com a presença de mais de 50 entidades representantes do setor privado e de importan tes organizações do terceiro setor, que “pretende propor e promover políticas públicas para o estímulo à agricultura, à pecuária e à economia florestal que impulsionem o Brasil como protagonista na liderança global da economia sustentável e de baixo carbon o, gerando prosperidade, com inclusão social, geração de emprego e renda”.

      A Coalizão vai divulgar um documento que apresenta propostas de políticas e ações efetivas que devem contribuir para a estruturação da posição do Brasil na COP21.

      Nesses seis meses que faltam para o encontro de Paris, novas discussões e debates virão, e o Brasil deve entrar no clima positivo que começa a tomar corpo mundo afora. 


Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/o-clima-definitivamente-entrou-na-pauta-global-


Em recentes declarações durante o encontro de cúpula com a União Europeia, a Presidenta Dilma Rousseff afirmou que o Brasil tem sido um dos países que mais reduziu suas emissões, graças principalmente à queda do desmatamento.
No trecho, a palavra destacada funciona como
Alternativas
Q679627 Ética na Administração Pública
No serviço público, a qualidade no atendimento está associada a uma atitude ética do servidor, requer do atendente muita responsabilidade e um estado de espírito baseado na competência. Quanto a esse tema, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q679626 Administração Geral
Existem algumas ferramentas que auxiliam o gestor na otimização do trabalho. Entre elas, gráficos que representam a sequência de procedimentos ou de rotinas, devidamente formalizados e padronizados. Esse conceito é o conceito de _____________________ . Assinale a alternativa que CORRETAMENTE preenche a lacuna do texto acima.
Alternativas
Q679625 Administração Geral

As empresas se organizam em diferentes formas de estrutura, de acordo com suas características e mercados nos quais atuam. Associe a coluna da direita com a da esquerda de acordo com as características dessas estruturas. 


(1) Linear

(2) Linear-Staff

(3) Estrutura Funcional

(4) Estrutura por Projetos


( ) É aquela em que se encontra uma chefia para cada função, de modo que os subordinados que exercem mais de uma função ficam sob o mando de mais de um chefe.

( ) Os recursos necessários para levar ao objetivo de cada projeto são separados, formando-se unidades independentes, cada uma dirigida por um gerente, com plena autoridade sobre o projeto.

( ) Todos os órgãos são estruturados sob uma única linha de subordinação. Há centralização das decisões.

( ) Estrutura em que as unidades diretivas contam com uma unidade independente em sua atuação com liberdade de opinião, que serve de apoio, assessoria e recomendações. 
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de cima para baixo:
Alternativas
Q679624 Administração Geral

“As organizações não são uma invenção moderna. Os faraós delas se utilizaram para construir as pirâmides. Os imperadores da China delas se utilizaram, há milhares de anos, para construir grandes sistemas de irrigação. E os primeiros Papas criaram uma igreja universal, a fim de servir uma religião universal. Contudo, a sociedade moderna possui mais organizações a fim de satisfazer uma diversidade maior de necessidades sociais.”

                                       Etzioni, A. (1980). Organizações Modernas. 6. ed. São Paulo, Editora Atlas. 


Quanto aos tipos de organização, segundo a tipologia de Etzioni, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q679622 Administração Geral
As funções administrativas “planejar, organizar, dirigir e controlar” constituem o processo administrativo e são uma sequência cíclica que está intimamente relacionada em uma interação dinâmica.

Associe a coluna da direita com a da esquerda de acordo com as características dessas funções. 

(1) Planejamento

(2) Organização

(3) Direção

(4) Controle


( ) Estruturar e integrar os recursos e órgãos incumbidos de sua administração e estabelecer relações entre eles e suas atribuições. Além de assegurar a divisão e a coordenação das atividades dos seus membros.

( ) Definir objetivos e decidir sobre os resultados e tarefas necessários para alcançá-los adequadamente. É a tomada de decisão antecipada, algo que podemos fazer antes de agir.

( ) Monitorar e avaliar as atividades e os resultados para assegurar que os objetivos sejam alcançados, tomando as medidas necessárias para a correção de possíveis desvios.

( ) Interpretar os planos para as pessoas e dar as instruções e orientação sobre como executá-los e garantir o alcance dos objetivos, após ter estabelecido o planejamento e estruturad31o a organização. 
Assinale a alternativa que apresenta a ordem CORRETA de associação, de cima para baixo.
Alternativas
Q679621 Administração Geral

Departamentalização é uma característica típica de grandes organizações. Ela é diretamente relacionada com o tamanho da organização e com a complexidade das operações. É um meio para se obter homogeneidade em cada órgão.

Todas as alternativas abaixo mostram tipos de departamentalização, EXCETO UMA, assinalea.

Alternativas
Q679618 Administração Geral

A Liderança é um processo-chave em todas as organizações.

Assinale a alternativa INCORRETA sobre liderança.

Alternativas
Q679617 Administração Geral

Liderança pode ser definida como a qualidade de quem pensa sempre à frente do seu tempo; tem o desejo constante de aprender e a capacidade de influenciar, além da consciência de que deve ser digno de confiança e que faz parte da equipe, mas com o papel fundamental de direcionar os esforços para o bom andamento dos trabalhos de uma organização.

A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.

I. Três são as habilidades importantes em um líder: técnicas, humanas e conceituais.

II. Em uma liderança democrática, a equipe é estimulada a participar, e o gestor lidera voltado para as tarefas.

III. A liderança transformacional baseia-se na legitimação da autoridade dentro de uma estrutura burocrática.

Assinale a alternativa que apresenta somente a(s) afirmação(ões) CORRETA(S).

Alternativas
Q679616 Gestão de Pessoas

A administração de pessoas pode ser entendida como um conjunto de políticas e práticas que permitem a conciliação de expectativas entre a organização e as pessoas para que ambas possam realizá-las ao longo do tempo. A flutuação no quadro de pessoal é um fator imprevisível que interfere nessa gestão. Como se denomina o índice que mede essa flutuação?

Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE à questão acima.

Alternativas
Q679615 Administração Geral
O organograma é a representação gráfica dos órgãos da empresa e das relações de autoridade e de responsabilidade entre si, representando determinados aspectos da estrutura organizacional. Sobre os organogramas, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q679614 Arquivologia

A aplicação do arquivo e a destinação de cada documento pode ser definida pelas etapas do ciclo vital dos documentos. Marque com (V) as verdadeiras e com (F) as falsas.

( ) 1ª idade: documentos de valor histórico, informativos e/ou probatório, não puderam ser eliminados.

( ) 2ª idade: documentos consultados ocasionalmente e originários dos arquivos correntes. Podem ser eliminados ao término de seu prazo precaucional ou encaminhados para o arquivo permanente.


( ) 3ª idade: documentos em tramitação ou que são frequentemente consultados devido ao seu uso. Podem migrar para a fase intermediária, quanto para a fase permanente.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo.

Alternativas
Q679610 Noções de Informática
Sobre os conceitos relacionados aos microcomputadores, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
8581: D
8582: A
8583: D
8584: B
8585: D
8586: E
8587: D
8588: D
8589: D
8590: B
8591: C
8592: A
8593: D
8594: B
8595: A
8596: B
8597: C
8598: E
8599: D
8600: B