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Q2061547 Matemática
9,3 dm equivalem a:
Alternativas
Q2061546 Matemática
As mesadas de Bartolomeu e Pitágoras estão entre si assim como 5 está para 8. Se o quádruplo da mesada de Bartolomeu menos a quarta parte da mesada de Pitágoras equivale a R$180,00, então as mesadas dos sois totalizam:
Alternativas
Q2061545 Matemática
Bento comprou algumas revistas de automobilismo e outras de arquitetura, num total de 36 revistas. Se a razão entre as revistas de automobilismo e as de arquitetura, respectivamente, foi de 2/7, logo, o número de revistas de arquitetura compradas foi 
Alternativas
Q2061542 Português

Analise as placas, abaixo, e assinale a alternativa correta, quanto à concordância nominal: 


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q2061541 Português

MEDO DA ETERNIDADE

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: – Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. – Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa. – Não acaba nunca, e pronto. – Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. – E agora que é que eu faço? – perguntei para não errar no ritual que certamente deveira haver. – Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. – Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola. – Acabou-se o docinho. E agora? – Agora mastigue para sempre. Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. – Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! – Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

Jornal do Brasil, 06 de junho de 1970 (A descoberta do mundo, p.289-91) 2 DAS VANTAGENS DE SER BOBO – Clarice Lispector
Assinale a alternativa correta, em relação às orações, abaixo, quanto ao seu processo de formação de palavras:
I-Aquela moça tem um andar charmoso. (regressiva).
II – Voltamos ao entardecer (prefixal e sufixal)
III- O sim da noiva espalhou-se por toda a igreja (imprópria)
IV- Infelizmente, não fomos à inauguração da praça. (parassintética)
V- Tempero salada com bastante vinagre. (aglutinação)
Alternativas
Q2061540 Português

MEDO DA ETERNIDADE

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: – Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. – Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa. – Não acaba nunca, e pronto. – Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. – E agora que é que eu faço? – perguntei para não errar no ritual que certamente deveira haver. – Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. – Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola. – Acabou-se o docinho. E agora? – Agora mastigue para sempre. Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. – Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! – Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

Jornal do Brasil, 06 de junho de 1970 (A descoberta do mundo, p.289-91) 2 DAS VANTAGENS DE SER BOBO – Clarice Lispector
Assinale a alternativa que se contrapõe ao texto:
Alternativas
Q2061539 Português

MEDO DA ETERNIDADE

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: – Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. – Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa. – Não acaba nunca, e pronto. – Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. – E agora que é que eu faço? – perguntei para não errar no ritual que certamente deveira haver. – Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. – Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola. – Acabou-se o docinho. E agora? – Agora mastigue para sempre. Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. – Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! – Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

Jornal do Brasil, 06 de junho de 1970 (A descoberta do mundo, p.289-91) 2 DAS VANTAGENS DE SER BOBO – Clarice Lispector
“Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer [...]”.
A palavra destacada no trecho, acima, pode ser substituída sem perder seu sentido no texto, por:
Alternativas
Q2061538 Português

MEDO DA ETERNIDADE

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: – Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. – Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa. – Não acaba nunca, e pronto. – Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. – E agora que é que eu faço? – perguntei para não errar no ritual que certamente deveira haver. – Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. – Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola. – Acabou-se o docinho. E agora? – Agora mastigue para sempre. Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. – Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! – Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

Jornal do Brasil, 06 de junho de 1970 (A descoberta do mundo, p.289-91) 2 DAS VANTAGENS DE SER BOBO – Clarice Lispector
Assinale a alternativa que a autora induz o pensamento de que somente no reino da fantasia poderiam existir coisas eternas: 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091517 Arquitetura
Quanto aos direitos autorais na Arquitetura e Urbanismo (RESOLUÇÃO N° 67, CAU/BR), assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir. 
( ) Os direitos autorais morais são transmissíveis e prescritíveis. ( ) Os direitos autorais patrimoniais são os direitos de utilizar, fruir e dispor da obra intelectual. ( ) Para fins de direitos autorais no âmbito da Arquitetura e Urbanismo, deverão ser considerados coautores todos aqueles que auxiliaram na representação da obra intelectual. ( ) Nas placas de comunicação inseridas junto à obra e dirigidas ao público em geral, deve ser indicado somente o nome do autor principal acompanhado do seu número de registro no CAU.
A sequência correta é
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091516 Arquitetura
De acordo com o Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR (Resolução N° 52, 2013), considere as afirmativas a seguir.
I – No caso de relações de trabalho firmadas em pressupostos não condizentes com os termos do Código, o arquiteto e urbanista deve recusar as relações de trabalho firmadas, desde que tal ação não provoque prejuízo aos envolvidos. II – O arquiteto e urbanista deve respeitar os valores e a herança natural e cultural da comunidade na qual ele esteja prestando serviços profissionais, desde que tais valores não afetem o custo total da obra. III – O arquiteto e urbanista deve adotar soluções que garantam a qualidade da construção, o bem-estar e a segurança das pessoas nos serviços de sua autoria e responsabilidade. IV – O arquiteto e urbanista pode oferecer propostas para a prestação de serviços antes de obter informações necessárias e suficientes sobre a natureza e extensão dos serviços profissionais solicitados por seu contratante.
Está(ão) correta(s)
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091515 Arquitetura
A implantação do canteiro de obras é o marco inicial da construção de um edifício. Contudo, algumas atividades devem acontecer antes desse marco temporal, a exemplo do projeto específico do canteiro de obras e da verificação da disponibilidade para instalação de água e de energia no local.
Sobre as demandas relacionadas ao canteiro de obras, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091514 Arquitetura
A escolha do material de construção na hora de projetar ou construir deve ser feita a partir de vários critérios, entre eles: manutenção, adaptação à variação de temperatura, disponibilidade do material na região, existência de mão de obra na região para utilizar tal material, etc. Além destes critérios, os materiais utilizados em bioarquitetura costumam ter baixo impacto ambiental tanto na sua extração da natureza quanto em relação aos resíduos produzidos. Em relação a esse contexto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091513 Arquitetura
O conceito de racionalização da construção tem relação com a organização das etapas do processo construtivo, desde o projeto até a entrega e uso da obra. A utilização de sistemas pré-fabricados na construção tem como objetivo uma rapidez na construção e requer uma compatibilização dos projetos dos subsistemas (BARTH; VEFAGO, 2016). Em relação ao projeto de fachadas com elementos pré-fabricados, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091512 Arquitetura
Os processos automatizados de manufatura são capazes de transformar modelos digitais em formas físicas, sejam estas maquetes em escalas reduzidas, protótipos em escala 1:1 ou mesmo formas e peças finais de edificações e produtos (PUPO; CELANI, 2011). As formas de produção automatizadas mais tratadas, ultimamente, são a prototipagem rápida e a fabricação digital. Em relação a esse contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091511 Arquitetura
Os auditórios para música são salas que podem ser consideradas quase como uma instituição para o campo de estudos em projetos acústicos, pois possuem muitos requerimentos técnicos e exigências dos músicos, maestros e do público que os utilizam (BRANDÃO, 2016). Em relação a esses requerimentos técnicos primordiais de auditórios para música (salas de concerto e salas de ópera), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091510 Arquitetura
O conforto lumínico diz respeito às qualidades de iluminação natural e/ou artificial necessárias às atividades humanas. Dentro desta área de estudos, a fotometria consiste no campo da ciência que trata da medição das propriedades da luz. Em relação às grandezas fotométricas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091507 Arquitetura
O Desenho Universal consiste em uma filosofia de projeto que visa conceber espaços, produtos e equipamentos, considerando as características e habilidades da maior gama possível de pessoas, sejam pessoas com deficiência ou não. Este conceito surgiu na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, e tem tido cada vez mais repercussão mundial, tendo sido considerado tema essencial no ensino dos cursos de Arquitetura e Urbanismo no Brasil em 2021. Muitas pessoas compreendem os temas Acessibilidade e Desenho Universal como sinônimos, entretanto, eles são diferentes e complementares. Um projeto pensado a partir da filosofia do Desenho Universal tem como consequência a acessibilidade e à inclusão das pessoas, sejam estas com ou sem deficiências ou restrições. Desta forma, foram estabelecidos sete princípios norteadores que contribuem projetos mais igualitários e equitativos.

Com base no exposto, associe o princípio de Desenho Universal na coluna à esquerda com seu objetivo na coluna à direita.

(1) Uso equitativo ou equiparável
(2) Uso flexível
(3) Uso simples e intuitivo
(4) Informação de fácil percepção
(5) Tolerância ao erro
(6) Baixo esforço físico
(7) Dimensão e espaço para aproximação

( ) Minimizar os riscos ou consequências adversas causadas por ações acidentais ou não intencionais.

( ) Garantir características do ambiente, ou elemento espacial, que possibilitem sua compreensão pelas pessoas independentemente de experiências prévias, conhecimento e habilidades de linguagem ou concentração.

( ) Prever dimensões adequadas ao uso, manipulação, alcance e aproximação das pessoas aos ambientes, mobiliários e equipamentos.

( ) Prever ambientes, elementos espaciais ou produtos que possam ser usados de forma igualitária por todas as pessoas, independente de idade ou habilidade.

( ) Prever ambientes, elementos espaciais ou produtos que atendam a uma grande parte das preferências e habilidades das pessoas, por exemplo, algo que possa ser usado por destros e canhotos.

( ) Garantir que as informações vitais sobre produtos, ambientes e elementos espaciais sejam legíveis e, até mesmo, redudantes, por exemplo, com informações visuais, verbais e táteis, simultaneamente.

( ) Proporcionar conforto aos usuários, evitando esforços desnecessários e fadiga.

Fonte: NBR 9050, 2022 (Anexo A)
A sequência correta é
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091506 Arquitetura
A imagem abaixo consiste em um esquema gráfico de uma calçada, retirado da Norma Brasileira de Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos (NBR 9050-2020). Sobre acessibilidade em calçadas, assinale a alternativa correta.
38_.png (384×389) 
Fonte: ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 9050:2020
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091505 Arquitetura
A arborização urbana é uma das estratégias de infraestrutura urbana capaz de contribuir positivamente para o bem-estar das pessoas na cidade tanto por suas qualidades ambientais quanto estéticas.
Quanto às funções da arborização urbana, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Arquiteto e Urbanista |
Q2091504 Arquitetura
O conceito de Ecourbanismo consiste no desenvolvimento de comunidades multidimensionais sustentáveis inseridas em ambientes edificados de forma harmônica e equilibrada. Desta forma, para se fazer planejamento urbano, deve-se compreender profundamente os impactos das questões ecológicas e ambientais, bem como das inovações tecnológicas nas cidades e nos modos de vidas das pessoas.
Considerando essa temática, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
1521: A
1522: A
1523: B
1524: C
1525: C
1526: E
1527: D
1528: B
1529: E
1530: A
1531: C
1532: B
1533: C
1534: C
1535: B
1536: A
1537: B
1538: D
1539: E
1540: D