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Q3644217 Arquitetura
 A preservação do patrimônio histórico, cultural e arquitetônico é um pilar fundamental da atuação do arquiteto urbanista, que busca garantir que as edificações e os conjuntos urbanos de valor histórico sejam mantidos e transmitidos às futuras gerações. Para tanto, é crucial o uso de técnicas de conservação e restauração que respeitem a integridade e a autenticidade desses bens, promovendo sua revitalização de forma sustentável. Acerca da preservação e uso sustentável do patrimônio arquitetônico, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)A conservação preventiva em edifícios históricos é um conjunto de ações de rotina, como limpeza e monitoramento, que visam evitar a degradação e a necessidade de intervenções drásticas, garantindo a sua longevidade.
(__)A restauração de uma edificação histórica consiste na demolição de partes degradadas para a substituição por materiais contemporâneos, garantindo maior durabilidade e menor custo de manutenção no futuro.
(__)A revitalização de um centro histórico é um processo que se restringe à reforma das fachadas das edificações, sem a necessidade de intervenções na infraestrutura urbana ou em equipamentos públicos para atrair novos moradores e turistas.
(__)A reciclagem arquitetônica, também conhecida como "adaptação para novo uso", é uma estratégia que busca reutilizar edificações existentes, adaptando-as a novas funções sem descaracterizar sua identidade original, o que promove a sustentabilidade e a preservação da memória.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3644216 Arquitetura
No âmbito dos projetos de habitação popular e urbanização de áreas precárias, a sustentabilidade e a integração social são metas essenciais. A busca por soluções que aliem baixo custo, eficiência construtiva e melhoria da qualidade de vida dos moradores requer uma abordagem multidisciplinar e o uso de estratégias que garantam a perenidade das intervenções. Considerando o contexto de projetos de habitação social, analise as afirmativas a seguir.
I.A sustentabilidade em projetos de habitação popular não se restringe apenas à escolha de materiais ecológicos, abrangendo também a viabilidade econômica, a inclusão social e a durabilidade das soluções arquitetônicas e urbanísticas.
II.O processo de urbanização de áreas precárias deve priorizar a remoção total das famílias e a construção de novas unidades habitacionais em locais afastados, a fim de evitar a gentrificação e o adensamento populacional nas áreas originais.
III.A inclusão da comunidade no processo de projeto e a capacitação dos moradores para a gestão e manutenção dos espaços e equipamentos públicos são estratégias cruciais para o sucesso e a longevidade das intervenções de urbanização.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3644215 Arquitetura
Em um projeto arquitetônico, o dimensionamento correto das instalações hidrossanitárias é crucial para o bom funcionamento e a salubridade da edificação. A complexidade de um sistema de esgoto, por exemplo, não se resume apenas à tubulação de coleta, mas também ao sistema de ventilação, que impede problemas como o rompimento do fecho hídrico e a passagem de gases para o interior do imóvel. A correta especificação desses componentes é essencial para a saúde e o conforto dos usuários. Com base nos fundamentos de projetos hidrossanitários, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3644214 Arquitetura
O conforto ambiental é um dos pilares da arquitetura de qualidade, abrangendo as dimensões térmica, acústica e lumínica. O projeto arquitetônico deve considerar esses aspectos para criar espaços que promovam o bem-estar e a saúde dos usuários, além de otimizar o uso de recursos e a eficiência energética. A interação da edificação com o clima, o entorno e a luz natural são fatores decisivos para alcançar um bom desempenho ambiental. Acerca do conforto ambiental, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)O isolamento acústico em uma edificação depende da massa, rigidez e estanqueidade dos elementos construtivos, sendo que materiais mais densos e paredes duplas com câmara de ar são eficazes para atenuar a transmissão de ruído aéreo.
(__)O efeito de ilha de calor urbana, que eleva a temperatura nas cidades, é um fenômeno exclusivamente natural, não sendo influenciado pela densidade de edifícios, a falta de áreas verdes ou a cor das superfícies construídas.
(__)A ventilação cruzada em um edifício é uma estratégia passiva que visa o resfriamento por convecção, sendo mais eficiente em climas frios e temperados, pois a diferença de pressão do ar externo é mais acentuada nessas regiões.
(__)O conceito de "luz difusa" em iluminação natural refere-se à luz que chega a um ambiente de forma dispersa, sem direção predominante, o que é ideal para a redução de ofuscamento e para a uniformidade na iluminação de espaços de trabalho.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3644213 Arquitetura
Em um projeto de arquitetura, a etapa de estudo preliminar é fundamental para a definição das diretrizes conceituais e espaciais. Nesse momento, as ideias iniciais são exploradas, buscando-se soluções que atendam ao programa de necessidades e às condicionantes do terreno. A qualidade do resultado final depende diretamente de um bom estudo preliminar, que estabelece as bases para o desenvolvimento do projeto. Com base nos fundamentos de projeto arquitetônico, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3644212 Arquitetura
A indústria da construção civil tem evoluído com a adoção de novas tecnologias e técnicas que visam à otimização de recursos, à redução de resíduos e à melhoria da qualidade das edificações. O uso de sistemas construtivos inovadores, como a alvenaria estrutural, a construção a seco (drywall e steel frame ) e a impressão 3D, tem transformado o processo de edificação, impactando a produtividade e a sustentabilidade. Com base nas técnicas construtivas e tecnologias da construção civil, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3638337 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
Internet:<blog.archtrends.com>  (com adaptações). 

Considerando‑se os aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir. 


No terceiro período do terceiro parágrafo, as palavras “frias”, “agressivas” e “excludentes” são usadas em seu sentido denotativo.

Alternativas
Q3638335 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

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Considerando‑se os aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir. 


No trecho “é prejudicada pela inserção desses elementos” (primeiro período do terceiro parágrafo) a palavra “prejudicada” é um adjetivo que funciona como predicativo.

Alternativas
Q3638334 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

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Considerando‑se os aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir. 


O vocábulo “que” (segundo período do segundo parágrafo) é um pronome relativo que atua na coesão textual.

Alternativas
Q3638333 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

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Considerando‑se os aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir. 


Palavras como “ultrapassada” (segundo período do primeiro parágrafo) e “anti‑arquitetura” (primeiro período do segundo parágrafo) expressam o juízo de valor das autoras acerca da arquitetura hostil.

Alternativas
Q3638331 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
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Com base nas informações do texto, julgue o item a seguir.  


Predominam no texto as tipologias textuais expositiva e argumentativa.  

Alternativas
Q3638330 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
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Com base nas informações do texto, julgue o item a seguir.  


De acordo com o texto, a arquitetura hostil é ineficaz e, além disso, cria um problema para a relação dos cidadãos com os espaços públicos.

Alternativas
Q3638329 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
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Com base nas informações do texto, julgue o item a seguir.  


No Brasil, havia o debate acerca da arquitetura hostil, mas ele se intensificou nos últimos anos.

Alternativas
Q3638328 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
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Com base nas informações do texto, julgue o item a seguir.  


A arquitetura hostil é consequência da especulação imobiliária e é contra a existência de pessoas em situação de rua.

Alternativas
Q3638327 Português
        Ao longo de milênios os homens e os animais aperfeiçoaram os modos de se proteger de variadas ocorrências que poderiam dar‑lhe desconfortos, problemas físicos, desamparo ou prejuízos no cotidiano. Desde as cavernas até os edifícios de muitos andares, passando por habitações individuais, os abrigos sempre foram os refúgios contra intempéries ou animais ferozes, fazendo com que as pessoas se considerassem seguras ou a salvo de agressões, do frio congelante ou outros eventos previsíveis ou de cunho sazonal.

        A necessidade de moradia faz da casa uma necessidade dos habitantes de qualquer cidade contemporânea. O problema poderá ser mais perceptível em grandes aglomerados, as metrópoles, onde a periferia urbana se estende pelo território que, devido à ocupação desenfreada, não enseja a mesma velocidade por parte dos governantes para atender a aspiração de habitações. Também nesse sentido, não se notam programas que venham atender essa demanda, o que faz com que muitos optem pelo abrigo improvisado sob viadutos ou à margem de grandes rodovias ou dos principais eixos de circulação, onde os trabalhadores esperam o transporte para se deslocar para o trabalho nas primeiras horas da manhã ou para o retorno à casa no fim do dia.

Aldo Paviani. Preservar abrigos é necessidade dos seres vivos.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


Na oração “para se deslocar para o trabalho nas primeiras horas da manhã” (terceiro período do segundo parágrafo) os dois usos da palavra “para” são semanticamente distintos.

Alternativas
Q3638325 Português
        Ao longo de milênios os homens e os animais aperfeiçoaram os modos de se proteger de variadas ocorrências que poderiam dar‑lhe desconfortos, problemas físicos, desamparo ou prejuízos no cotidiano. Desde as cavernas até os edifícios de muitos andares, passando por habitações individuais, os abrigos sempre foram os refúgios contra intempéries ou animais ferozes, fazendo com que as pessoas se considerassem seguras ou a salvo de agressões, do frio congelante ou outros eventos previsíveis ou de cunho sazonal.

        A necessidade de moradia faz da casa uma necessidade dos habitantes de qualquer cidade contemporânea. O problema poderá ser mais perceptível em grandes aglomerados, as metrópoles, onde a periferia urbana se estende pelo território que, devido à ocupação desenfreada, não enseja a mesma velocidade por parte dos governantes para atender a aspiração de habitações. Também nesse sentido, não se notam programas que venham atender essa demanda, o que faz com que muitos optem pelo abrigo improvisado sob viadutos ou à margem de grandes rodovias ou dos principais eixos de circulação, onde os trabalhadores esperam o transporte para se deslocar para o trabalho nas primeiras horas da manhã ou para o retorno à casa no fim do dia.

Aldo Paviani. Preservar abrigos é necessidade dos seres vivos.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No segundo período do primeiro parágrafo, o vocábulo “cavernas” e as expressões “edifícios de muitos andares” e “habitações individuais” são semanticamente relacionados.

Alternativas
Q3638323 Português
        Ao longo de milênios os homens e os animais aperfeiçoaram os modos de se proteger de variadas ocorrências que poderiam dar‑lhe desconfortos, problemas físicos, desamparo ou prejuízos no cotidiano. Desde as cavernas até os edifícios de muitos andares, passando por habitações individuais, os abrigos sempre foram os refúgios contra intempéries ou animais ferozes, fazendo com que as pessoas se considerassem seguras ou a salvo de agressões, do frio congelante ou outros eventos previsíveis ou de cunho sazonal.

        A necessidade de moradia faz da casa uma necessidade dos habitantes de qualquer cidade contemporânea. O problema poderá ser mais perceptível em grandes aglomerados, as metrópoles, onde a periferia urbana se estende pelo território que, devido à ocupação desenfreada, não enseja a mesma velocidade por parte dos governantes para atender a aspiração de habitações. Também nesse sentido, não se notam programas que venham atender essa demanda, o que faz com que muitos optem pelo abrigo improvisado sob viadutos ou à margem de grandes rodovias ou dos principais eixos de circulação, onde os trabalhadores esperam o transporte para se deslocar para o trabalho nas primeiras horas da manhã ou para o retorno à casa no fim do dia.

Aldo Paviani. Preservar abrigos é necessidade dos seres vivos.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


Infere‑se do texto que é mais comum encontrar abrigos improvisados nas grandes metrópoles devido à extensão de sua periferia e aos poucos programas sociais voltados ao povo e sua carência por habitação. 

Alternativas
Q3638322 Português
        Ao longo de milênios os homens e os animais aperfeiçoaram os modos de se proteger de variadas ocorrências que poderiam dar‑lhe desconfortos, problemas físicos, desamparo ou prejuízos no cotidiano. Desde as cavernas até os edifícios de muitos andares, passando por habitações individuais, os abrigos sempre foram os refúgios contra intempéries ou animais ferozes, fazendo com que as pessoas se considerassem seguras ou a salvo de agressões, do frio congelante ou outros eventos previsíveis ou de cunho sazonal.

        A necessidade de moradia faz da casa uma necessidade dos habitantes de qualquer cidade contemporânea. O problema poderá ser mais perceptível em grandes aglomerados, as metrópoles, onde a periferia urbana se estende pelo território que, devido à ocupação desenfreada, não enseja a mesma velocidade por parte dos governantes para atender a aspiração de habitações. Também nesse sentido, não se notam programas que venham atender essa demanda, o que faz com que muitos optem pelo abrigo improvisado sob viadutos ou à margem de grandes rodovias ou dos principais eixos de circulação, onde os trabalhadores esperam o transporte para se deslocar para o trabalho nas primeiras horas da manhã ou para o retorno à casa no fim do dia.

Aldo Paviani. Preservar abrigos é necessidade dos seres vivos.
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Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


De acordo com o texto, os abrigos surgiram como uma espécie de fuga dos perigos ou intempéries que podiam causar desconfortos, problemas físicos, desamparo ou prejuízos à vida dos seres humanos. 

Alternativas
Q3602331 Arquitetura
Um escritório de arquitetura é contratado para projetar um conjunto habitacional. Para garantir que as edificações atendam aos requisitos mínimos de qualidade e durabilidade, o arquiteto responsável decide seguir as diretrizes da ABNT NBR 15.575 – Edificações Habitacionais – Norma de Desempenho.
De acordo com o guia da ASBEA sobre a aplicação dessa norma, qual afirmação sobre os requisitos de desempenho é a mais correta? 
Alternativas
Q3602330 Arquitetura
Uma arquiteta paisagista é contratada para a elaboração do projeto de um jardim público. Para que a documentação técnica seja completa, clara e alinhada com as boas práticas, ela deve seguir as diretrizes da ABNT NBR 16636-4:2023 Projeto de Arquitetura Paisagística.
De acordo com essa norma, qual fase do desenvolvimento do projeto tem como principal objetivo a concepção da solução geral, a definição dos elementos de projeto (vegetação, pavimentação, mobiliário, etc.) e a apresentação da proposta ao cliente para aprovação?
Alternativas
Respostas
221: B
222: B
223: A
224: D
225: D
226: D
227: E
228: E
229: C
230: C
231: C
232: C
233: C
234: E
235: C
236: C
237: E
238: E
239: D
240: B