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O levantamento de linhas topobatimétricas, com a utilização de ecobatímetro digital, é atualmente o único método utilizado para a obtenção de seções transversais da área submersa de reservatórios.
O método de levantamento dos contornos de reservatórios é aplicado a reservatórios que estão sofrendo esvaziamento; utiliza basicamente técnicas de aerofotogrametria, e dispensa a utilização de mapa base.
O levantamento topobatimétrico em um reservatório tem a finalidade de determinar o seu relevo submerso, e um de seus objetivos imediatos é determinar o volume e a distribuição do sedimento acumulado durante um período de tempo específico.
Considerando as flutuações operacionais dos reservatórios, não há necessidade de correções do valor final das isóbatas.
O levantamento do contorno de reservatórios utiliza como dado primário, as informações obtidas de levantamentos topográficos, laser ou aerofotogramétricos.
Determinar o leito submerso de um reservatório é o objetivo único do levantamento topobatimétrico.
O elipsoide de referência do Sistema Geodésico Brasileiro possui orientação geocêntrica com o eixo de rotação do elipsóide paralelo ao eixo de rotação da Terra e o plano meridiano de origem paralelo ao plano meridiano de Greenwich.
O conjunto dos pontos planimétrico, altimétrico e planialtimétrico, que dão suporte ao levantamento topográfico, é parte integrante do apoio geodésico planimétrico.
O conjunto de referências de nível que proporciona o controle altimétrico dos levantamentos topográficos e o seu referenciamento ao datum altimétrico é denominado apoio geodésico altimétrico
A compatibilização das medidas angulares, lineares, de desníveis e de suas respectivas tolerâncias em função dos erros, são condições exigíveis para a execução de um levantamento topográfico.
O princípio da vizinhança aplicado à topografia estabelece que cada novo ponto determinado deverá ser amarrado ou relacionado a todos os outros pontos já determinados, para que haja uma otimização da distribuição dos erros.
As informações obtidas nas estações hidrometeorológicas são fundamentais para o desenvolvimento de projetos em vários segmentos da economia, como agricultura, transporte aquaviário, geração de energia hidrelétrica, saneamento e aquicultura.
A Agência Nacional de Águas (ANA) é responsável pela coordenação das atividades desenvolvidas no âmbito da Rede Hidrometeorológica Nacional, em que se monitoram o nível e a vazão dos rios, a quantidade de sedimentos e a qualidade das águas.
Para se estabelecer o número de estações hidrométricas, devem ser consideradas a área de drenagem incremental de cada aproveitamento e a área inundada do reservatório.
Para a instalação de estações hidrométricas, as únicas características hidráulicas a serem consideradas são a natureza do leito e a vegetação
Os dados do pluviógrafo são registrados em uma fita de papel em modelo apropriado, simultaneamente, à quantidade e à duração da precipitação
O estabelecimento de postos pluviométricos ou fluviométricos e a sua manutenção ininterrupta são condições necessárias para o estudo hidrológico, uma vez que se considera de suma relevância a fase da coleta de dados observados e medidos em campo.
A análise dos dados de quantidade de água precipitada ou evaporada e da vazão dos rios compõe um rol de informações necessárias para o estabelecimento de relações mútuas entre esses dados e o entendimento da influência de cada possível fator, em busca de soluções para problemas práticos.
A sucessão histórica de vazões ou precipitações, constatadas no passado, pouco ou nada interfere no estudo hidrológico futuro, pois elas não repetem os regimes de precipitação e escoamento dos rios ao longo dos tempos.
Para se determinar o grau de ramificação de uma bacia, deve-se avaliar a ordem da bacia. Considera-se rio de primeira ordem os cursos d’água que ainda não receberam afluentes.