Questões de Concurso Comentadas para auxiliar de consultório dentário

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Q3286267 Odontologia
Maria, de 55 anos, tem a arcada superior com alguns dentes faltando (desdentado parcial) e a arcada inferior completamente sem dentes (desdentado total). Ela deseja saber qual é a melhor solução para cada situação. Com base no diagnóstico de Maria, qual é a conduta mais adequada para cada tipo de perda dentária?
Alternativas
Q3286266 Odontologia
As soluções anestésicas locais são amplamente utilizadas na prática odontológica, sendo essencial que os operados da área odontológica possuam um profundo conhecimento sobre a farmacologia e toxicologia desses medicamentos. Com base nas informações apresentadas, assinale a alternativa correta sobre o uso de anestésicos locais na odontologia:
Alternativas
Q3286264 Odontologia
A especialidade odontológica responsável pela correção da posição inadequada dos dentes e dos ossos maxilares, tratando dentes tortos ou mal posicionados que dificultam a higienização e podem levar à perda precoce devido à deterioração e à doença periodontal, é denominada de:
Alternativas
Q3286263 Odontologia
Leia o enunciado abaixo e assinale a alternativa que apresenta o termo correspondente para completar a lacuna:

A ___________________ pode ser utilizada na odontologia, é aquela que ocorre por meio da difusão de óxido de etileno, visto que esse método consegue eliminar os microrganismos presentes nos instrumentais através da destruição de seu DNA.
Alternativas
Q3284255 Noções de Informática
O Microsoft Windows 7 oferece um software específico para realizar cálculos diversos. Marque a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre a calculadora nativa do Windows 7:
Alternativas
Q3284254 Noções de Informática
No contexto da interface do usuário do sistema operacional Windows 7, há um componente específico localizado próximo ao final da barra de tarefas que tem a função de exibir notificações importantes. Este componente pode informar sobre o status da rede, a hora, o idioma do sistema, entre outros dados relevantes. Identifique qual é este componente:
Alternativas
Q3284245 Português
A sentença em que as concordâncias verbal e nominal estão incorretas é:
Alternativas
Q3284241 Português
Leia o texto a seguir para responder às questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. 

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere o seguinte excerto:

“Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe.”

A reescrita correta do trecho, substituindo a oração subordinada adverbial condicional por uma oração de valor concessivo, é:
Alternativas
Q3284240 Português
Leia o texto a seguir para responder às questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. 

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere o trecho a seguir para responder à questão.

“O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem.”

Uma das figuras de linguagem por meio da qual se constroem os sentidos no trecho apresentado é:
Alternativas
Q3284239 Português
Leia o texto a seguir para responder às questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. 

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere o trecho a seguir para responder à questão.
“O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem.”

Ao fazer tal afirmação, o narrador do texto se refere:
Alternativas
Q3196023 Odontologia
Analise o trecho abaixo, conforme o manual “Serviços Odontológicos: Prevenção e Controle de Riscos” (Anvisa, 2006):

A higienização das mãos é considerada a ação isolada mais importante para a prevenção e o controle das infecções em serviços de saúde (1ª Parte). O simples ato de lavar as mãos com água e sabonete líquido, quando realizado com técnica correta, pode reduzir a população microbiana das mãos e interromper a cadeia de transmissão de infecção entre pacientes e profissionais da área da saúde (2ª Parte). Essa ação também é fundamental na prática assistencial em consultórios odontológicos (3ª Parte).

Quais partes estão corretas?
Alternativas
Q3196022 Odontologia
Considerando as Diretrizes para Prática Clínica Odontológica na Atenção Primária à Saúde, analise as assertivas abaixo sobre o tratamento da gengivite em adultos:

I. Recomenda-se que a frequência de controle de biofilme necessária, incluindo a higiene interproximal, para manter a saúde gengival, pode ser feita a cada 12/24 horas (1 ou 2 vezes ao dia).
II. Para usuários que estão recebendo tratamento para gengivite, sugere-se que cada escovação seja realizada por pelo menos 2 minutos.
III. Recomenda-se a troca das escovas de dentes a cada 2 meses, para um adequado controle do biofilme.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3196021 Odontologia
Um procedimento comum nos atendimentos odontológicos é a anestesia local. Sobre os cartuchos/tubetes de anestésico local usados em odontologia, os cuidados e manuseio destes, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3196020 Odontologia
O acesso ao flúor é estratégico para assegurar a prevenção e o controle da cárie dentária, quando corretamente utilizado. Sobre as recomendações para o uso dos fluoretos no Brasil, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3196019 Odontologia
A complexidade dos fenômenos saúde-doença e de seus determinantes sociais requer o trabalho interdisciplinar de uma equipe multiprofissional para a integralidade do cuidado. Os profissionais devem atuar coletivamente, conectando ações e intervenções para a população que vive no território pelo qual a equipe é responsável. Sendo assim, o Ministério da Saúde propõe atribuições que são específicas de cada categoria profissional e ações que são comuns a todos os profissionais que atuam nas equipes de Atenção Básica à Saúde. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta uma atribuição comum a todos os profissionais.
Alternativas
Q3196018 Odontologia
O câncer de boca é uma denominação que inclui os cânceres de lábio e de cavidade oral (mucosa bucal, gengivas, palato duro, língua e assoalho da boca) e está entre as principais causas de óbito por câncer. Ele pode ser prevenido de forma simples, desde que seja dada ênfase à promoção à saúde, ao aumento do acesso aos serviços de saúde e ao diagnóstico precoce, atentando-se para os principais fatores de risco. Das alternativas abaixo, assinale aquela que NÃO apresenta um fator de risco para o câncer de boca.
Alternativas
Q3196017 Odontologia
É a doença mais prevalente no mundo, não infecciosa, não transmissível, açúcar-dependente e de caráter biossocial. O trecho refere-se à:
Alternativas
Q3196016 Odontologia
Considerando a Notação Dentária, nomenclatura utilizada mundialmente para identificação dos elementos dentários, assinale a alternativa que corresponde aos dentes definidos pelos números 26 e 43, respectivamente.
Alternativas
Q3196015 Odontologia
Um dos princípios da Política Nacional de Saúde Bucal é o acolhimento. Assinale a alternativa que melhor descreve esse princípio.
Alternativas
Q3196014 Odontologia
Sobre as Diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
961: B
962: B
963: A
964: C
965: A
966: C
967: A
968: D
969: B
970: A
971: E
972: C
973: A
974: B
975: C
976: E
977: A
978: B
979: D
980: D