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Q2032271 Odontologia
Para uma restauração Classe IV do elemento 21, o Cirurgião Dentista precisará dos seguintes materiais a sua disposição, EXCETO:
Alternativas
Q2032270 Odontologia
São indicações de uso do Cimento de Ionômero de Vidro, EXCETO: 
Alternativas
Q2032269 Odontologia
São métodos de controle da placa bacteriana, EXCETO:
Alternativas
Q2032268 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal 1988, é INCORRETO afirmar que :
Alternativas
Q2032267 Segurança e Saúde no Trabalho
Sobre os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2032266 Odontologia
São instrumentos utilizados para a Exodontia do Elemento 28, EXCETO:
Alternativas
Q2032265 Odontologia
Constituem deveres fundamentais dos profissionais e entidades de Odontologia, EXCETO:
Alternativas
Q2032264 Odontologia
Após o seu uso clínico, o instrumental contaminado deve sofrer o processo de desinfecção prévia, lavagem, secagem embalagem, esterilização e armazenagem de acordo com a classificação dos instrumentos. Referente a essa classificação, assinale a alternativa CORRETA:
I.Instrumentos não críticos: são os que não entram em contato com o paciente ou apenas com a pele íntegra do mesmo. Ex.: pinça perfuradora, arco de Young. Estes instrumentos são esterilizados.
II.Semicríticos: os instrumentos que entram em contato com a mucosa íntegra. Ex.: Moldeiras, espelhos bucais, portamálgama. Estes instrumentos devem ser apenas desinfectados.
III.Críticos: são os instrumentos que penetram nos tecidos atingindo o sistema vascular. Ex.: brocas cirúrgicas, descoladores, instrumentos cortantes. Estes instrumentos devem ser desinfectados e esterilizados.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2032258 Conhecimentos Gerais
No ano de 1988 foi promulgada a atual Constituição brasileira, dando início ao processo de redemocratização do país, permitindo que o povo voltasse a eleger o seu presidente. O movimento que lutou pela volta do processo eleitoral nos molde de hoje foi chamado de:
Alternativas
Q2032256 História e Geografia de Estados e Municípios
No período de 1938 até 31 de março de 1991, quando foi votado o plebiscito pela emancipação do território onde hoje se encontra a cidade de Arabutã/SC, a quem pertencia essa região?
Alternativas
Q2032254 História e Geografia de Estados e Municípios
Qual dos biomas brasileiros é predominante em Santa Catarina? 
Alternativas
Q2032247 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Será que o robô humanoide Optimus de Elon Musk vai realmente substituir o ser humano?

Como prometido, o robô humanoide de Elon Musk realmente fez sua estreia na etapa do AI Day 2022. Tesla, na verdade, trouxe dois protótipos. O primeiro, chamado 'Bumble-C', feito de componentes padrão, apareceu no palco caminhando de forma completamente autônoma e executando uma série de movimentos também com seus braços. Poderá regar plantas e transportar pacotes, a um custo totalmente baixo comparado ao que se pensava: 20 mil dólares, contra os 100 mil estimados. O negócio, o dos robôs, para o empresário vulcânico de origem sul-africana, valerá mais do que os carros elétricos. Musk explicou que o robô foi projetado para pesar 73 kg, mas ainda não está "pronto para andar". Falta-lhe um cérebro", e "a capacidade de resolver problemas por si só". 


Será que o robô humanoide Optimus da Elon Musk vai realmente substituir o ser humano? (msn.com). Adaptado.


O negócio, 'o dos robôs', para o empresário vulcânico de origem sul-africana, valerá mais do que os carros elétricos.
A expressão destacada entre parênteses é:
Alternativas
Q1964755 Português

Leia a tirinha a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Levando em consideração o emprego correto dos verbos no que diz respeito à regência verbal, de acordo com a gramática normativa, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q1957897 Português
“Um telefonema que o deixou com uma dúvida que parecia inexplicável. Por que tal resposta que, para ele, era uma pergunta óbvia? Tudo por causa de um diálogo.

− Quem está falando?
− Sou eu, Seu Antônio.
− Tudo bem aí no sítio, Tonico?
− Mais ou menos, Seu Antônio. Um pobreminha um pouco grave.
− PROBLEMINHA um pouco grave? O que foi? Com meu pai?
− É... não... é... não...
− Espera aí, é ou não é? Não entendi.
− Bem. Sabe aquela cadeira que o sinhô tanto gosta, que foi da sua bisavó?
− Sei sim. O que tem ela? E o meu pai?
− É que ele sentou nela.
− E o que tem ele sentar nela?
− Ele sentou na cadeira e quebrou o braço.
− Nosso Deus! E como está? Levou ao hospital? Ele está bem? Teve que engessar?
− Não. O Marceneiro só bateu uns pregos e parece que já está tudo bem.
− Marceneiro? Prego? Vocês crucificaram meu pai?
− Não. Só consertamos o braço. Por quê? É para crucificar seu pai?
(MENDONÇA, Tulius)

Após a leitura do texto acima, o que provoca o efeito de sentido e humor no texto:
Alternativas
Q1957896 Português
“O palco já parece maior do que aquele em que pisei no primeiro ato, e já não consigo englobar tudo em uma só imagem − não sei se é por causa da luz −, pois nem tudo é visível, e quando penso que vi tudo, um novo planeta surge, uma nova galáxia, novos satélites. E o palco agora está mais infinito, tão infinito que já não sei se conseguirei explorá-lo”. Dos verbos retirados do texto acima, ASSINALE aquele em que há distinção de pessoa. 
Alternativas
Q1957893 Português
Leia o trecho a seguir para responder a questão.


“Nunca consigo entender POR QUE muitos acasos são meros acasos, sendo que, para mim, tudo é uma questão do que se prevê no entrelaçar de seu enredo. Essa questão cujo porquê ainda insiste em deixar uma dúvida indubitável. Talvez daqui a algum tempo, que está porvir eu consiga entender cada acaso, sem me prender a bastantes questionamentos MAL explicados, se é que precisam de explicação. Só sei que AONDE irei, levarei sempre comigo, nem que inconscientemente, essa dúvida, que ouso chamá-la de cruel; entretanto não deixarei meus porquês, AFIM de não me estagnar, pois são nos questionamentos, são nas respostas que encontramos impulso para novos desafios, ou melhor, novos acasos.” (MENDONÇA, Tulius)
“Talvez daqui a algum tempo, que está porvir eu consiga entender cada acaso, sem me prender a BASTANTES questionamentos mal explicados, se é que precisam de explicação.” O emprego da palavra destacada refere-se a um caso de concordância nominal. Em alguns casos, essa palavra deve ser empregada invariável, por estar como um advérbio. Um exemplo que comprova essa última afirmação, reforçando a não flexão da palavra em número.
Alternativas
Q1957892 Português
Leia o trecho a seguir para responder a questão.


“Nunca consigo entender POR QUE muitos acasos são meros acasos, sendo que, para mim, tudo é uma questão do que se prevê no entrelaçar de seu enredo. Essa questão cujo porquê ainda insiste em deixar uma dúvida indubitável. Talvez daqui a algum tempo, que está porvir eu consiga entender cada acaso, sem me prender a bastantes questionamentos MAL explicados, se é que precisam de explicação. Só sei que AONDE irei, levarei sempre comigo, nem que inconscientemente, essa dúvida, que ouso chamá-la de cruel; entretanto não deixarei meus porquês, AFIM de não me estagnar, pois são nos questionamentos, são nas respostas que encontramos impulso para novos desafios, ou melhor, novos acasos.” (MENDONÇA, Tulius)
Algumas palavras possuem ortografias semelhantes, porém devem ser direcionadas aos empregos corretos, de acordo com o contexto em que estão inseridas e os sentidos expressos. Analisando o texto acima e as palavras destacadas, houve um emprego INADEQUADO em:
Alternativas
Q1957891 Português
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE CAXIAS DO SUL

Leia abaixo a redação de Larissa Freisleben, que recebeu nota mil no Enem.

Publicidade Infantil: perigoso artifício

   Uma criança imitando os sons emitidos por porcos já foi atitude considerada como falta de educação. No entanto, após a popularização do programa infantil "Peppa Pig", essa passou a ser uma cena comum no Brasil. O desenho animado sobre uma família de porcos falantes não apenas mudou o comportamento dos pequenos como também aumentou o lucro de uma série de marcas que se utilizaram do encantamento infantil para impulsionar a venda de produtos relacionados ao tema. Peppa é apenas mais um exemplo do poder que a publicidade exerce sobre as crianças.

   Os nazistas já conheciam os efeitos de uma boa publicidade: são inúmeros os casos de pais delatados pelos próprios filhos − o que mostra a facilidade com que as crianças são influenciadas. Essa vulnerabilidade é maior até os sete anos de idade, quando a personalidade ainda não está formada. Muitas redes de lanchonetes, por exemplo, valem-se disso para persuadir seus jovens clientes: seus produtos vêm acompanhados por brindes e brinquedos. Assim, muitas vezes a criança acaba se alimentando de maneira inadequada na ânsia de ganhar um brinquedo.

   A publicidade interfere no julgamento das crianças. No entanto, censurar todas as propagandas não é a solução. É preciso, sim, que haja uma regulamentação para evitar a apelação abusiva − tarefa destinada aos órgãos responsáveis. No caso da alimentação, a questão é especialmente grave, uma vez que pesquisas mostram que os hábitos alimentares mantidos até os dez anos de idade são cruciais para definir o estilo de vida que o indivíduo terá quando adulto. Uma boa solução, nesse caso, seria criar propagandas enaltecendo o consumo de frutas, verduras e legumes. Os próprios programas infantis poderiam contribuir nesse sentido, apresentando personagens com hábitos saudáveis. Assim, os pequenos iriam tentar imitar os bons comportamentos.

   Contudo, nenhum controle publicitário ou bom exemplo sob a forma de um desenho animado é suficiente sem a participação ativa da família. É essencial ensinar as crianças a diferenciar bons produtos de meros golpes publicitários. Portanto, em se tratando de propaganda infantil, assim como em tantos outros casos, a educação vinda de casa é a melhor solução.


(Texto publicado na folha de São Paulo)
“É essencial ensinar as crianças a diferenciar bons produtos de meros golpes publicitários.” A palavra destacada é uma preposição. Nesse caso não foi utilizado o acento indicador de crase pelo mesmo motivo que em:
Alternativas
Q1957890 Português
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE CAXIAS DO SUL

Leia abaixo a redação de Larissa Freisleben, que recebeu nota mil no Enem.

Publicidade Infantil: perigoso artifício

   Uma criança imitando os sons emitidos por porcos já foi atitude considerada como falta de educação. No entanto, após a popularização do programa infantil "Peppa Pig", essa passou a ser uma cena comum no Brasil. O desenho animado sobre uma família de porcos falantes não apenas mudou o comportamento dos pequenos como também aumentou o lucro de uma série de marcas que se utilizaram do encantamento infantil para impulsionar a venda de produtos relacionados ao tema. Peppa é apenas mais um exemplo do poder que a publicidade exerce sobre as crianças.

   Os nazistas já conheciam os efeitos de uma boa publicidade: são inúmeros os casos de pais delatados pelos próprios filhos − o que mostra a facilidade com que as crianças são influenciadas. Essa vulnerabilidade é maior até os sete anos de idade, quando a personalidade ainda não está formada. Muitas redes de lanchonetes, por exemplo, valem-se disso para persuadir seus jovens clientes: seus produtos vêm acompanhados por brindes e brinquedos. Assim, muitas vezes a criança acaba se alimentando de maneira inadequada na ânsia de ganhar um brinquedo.

   A publicidade interfere no julgamento das crianças. No entanto, censurar todas as propagandas não é a solução. É preciso, sim, que haja uma regulamentação para evitar a apelação abusiva − tarefa destinada aos órgãos responsáveis. No caso da alimentação, a questão é especialmente grave, uma vez que pesquisas mostram que os hábitos alimentares mantidos até os dez anos de idade são cruciais para definir o estilo de vida que o indivíduo terá quando adulto. Uma boa solução, nesse caso, seria criar propagandas enaltecendo o consumo de frutas, verduras e legumes. Os próprios programas infantis poderiam contribuir nesse sentido, apresentando personagens com hábitos saudáveis. Assim, os pequenos iriam tentar imitar os bons comportamentos.

   Contudo, nenhum controle publicitário ou bom exemplo sob a forma de um desenho animado é suficiente sem a participação ativa da família. É essencial ensinar as crianças a diferenciar bons produtos de meros golpes publicitários. Portanto, em se tratando de propaganda infantil, assim como em tantos outros casos, a educação vinda de casa é a melhor solução.


(Texto publicado na folha de São Paulo)
Contudo, nenhum controle publicitário ou bom exemplo sob a forma de um desenho animado é suficiente sem a participação ativa da família”. Pode-se afirmar que a palavra destacada exprime um(a):
Alternativas
Q1957888 Português
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE CAXIAS DO SUL

Leia abaixo a redação de Larissa Freisleben, que recebeu nota mil no Enem.

Publicidade Infantil: perigoso artifício

   Uma criança imitando os sons emitidos por porcos já foi atitude considerada como falta de educação. No entanto, após a popularização do programa infantil "Peppa Pig", essa passou a ser uma cena comum no Brasil. O desenho animado sobre uma família de porcos falantes não apenas mudou o comportamento dos pequenos como também aumentou o lucro de uma série de marcas que se utilizaram do encantamento infantil para impulsionar a venda de produtos relacionados ao tema. Peppa é apenas mais um exemplo do poder que a publicidade exerce sobre as crianças.

   Os nazistas já conheciam os efeitos de uma boa publicidade: são inúmeros os casos de pais delatados pelos próprios filhos − o que mostra a facilidade com que as crianças são influenciadas. Essa vulnerabilidade é maior até os sete anos de idade, quando a personalidade ainda não está formada. Muitas redes de lanchonetes, por exemplo, valem-se disso para persuadir seus jovens clientes: seus produtos vêm acompanhados por brindes e brinquedos. Assim, muitas vezes a criança acaba se alimentando de maneira inadequada na ânsia de ganhar um brinquedo.

   A publicidade interfere no julgamento das crianças. No entanto, censurar todas as propagandas não é a solução. É preciso, sim, que haja uma regulamentação para evitar a apelação abusiva − tarefa destinada aos órgãos responsáveis. No caso da alimentação, a questão é especialmente grave, uma vez que pesquisas mostram que os hábitos alimentares mantidos até os dez anos de idade são cruciais para definir o estilo de vida que o indivíduo terá quando adulto. Uma boa solução, nesse caso, seria criar propagandas enaltecendo o consumo de frutas, verduras e legumes. Os próprios programas infantis poderiam contribuir nesse sentido, apresentando personagens com hábitos saudáveis. Assim, os pequenos iriam tentar imitar os bons comportamentos.

   Contudo, nenhum controle publicitário ou bom exemplo sob a forma de um desenho animado é suficiente sem a participação ativa da família. É essencial ensinar as crianças a diferenciar bons produtos de meros golpes publicitários. Portanto, em se tratando de propaganda infantil, assim como em tantos outros casos, a educação vinda de casa é a melhor solução.


(Texto publicado na folha de São Paulo)
Essa vulnerabilidade é maior até os sete anos de idade, quando a personalidade ainda não está formada”. A palavra destacada:
Alternativas
Respostas
2361: D
2362: A
2363: D
2364: E
2365: D
2366: A
2367: E
2368: C
2369: A
2370: E
2371: E
2372: D
2373: B
2374: A
2375: D
2376: C
2377: D
2378: D
2379: A
2380: B