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Sobre os deveres fundamentais dos psicólogos, seguindo o Código de Ética Profissional do Psicólogo, é incorreto afirmar que:
Toda profissão define-se a partir de práticas que buscam atender a demandas sociais, norteadas por elevados padrões técnicos e pela existência de normas éticas que garantam a adequada relação de cada profissional com seus pares e com a sociedade como um todo. Dessa maneira, o Código de Ética Profissional do Psicólogo oferece diretrizes para sua formação, delineando as responsabilidades e deveres do psicólogo. Analise atentamente as afirmações sobre a prática desse profissional.
I. É permitido induzir qualquer pessoa ou organização a recorrer a seus serviços.
II. É vedado prolongar, desnecessariamente, a prestação de serviços profissionais.
III. Ao participar de greves ou paralisações, deverá garantir que as atividades de emergência não serão interrompidas.
IV. No atendimento à criança, não deverá, em hipótese alguma, comunicar aos pais ou responsáveis as informações obtidas.
V. Ao promover publicamente seus serviços, poderá utilizar o preço do atendimento como forma de propaganda.
Seguindo o Código de Ética Profissional do Psicólogo, está correto o que se afirma em:
Leia, a seguir, alguns dos artigos mencionados na Declaração Universal dos Direitos Humanos.
I. Ninguém será sujeito a interferências na sua vida privada, na sua família, no seu lar ou na sua correspondência, nem a ataques de honra e reputação.
II. Toda pessoa é obrigada a fazer parte de uma associação.
III. Toda pessoa, sem qualquer distinção, tem direito à igual remuneração de trabalho.
IV. Toda pessoa tem o direito de deixar qualquer país, inclusive o próprio, e a este regressar.
Está correto o que se afirma em:
Constata-se, no exercício profissional dos psicólogos no âmbito judiciário, a predominância das atividades de confecção de laudos, pareceres e relatórios, no pressuposto de que cabe à Psicologia, neste contexto, uma atividade predominantemente avaliativa e de subsídio aos magistrados (Arantes, 2004).
ARANTES, E.M.M. Pensando a Psicologia aplicada à justiça. ln: GONÇALVES, H.S.; BRANDÃO, E.P. (orgs.) Psicologia Jurídica no Brasil. Rio de Janeiro: Nau Ed., 2004, p.15-49. |
De acordo com as informações citadas pela autora, é incorreto afirmar que:
"Frequentemente gostaríamos de ver algumas pessoas em particular mudar para melhor, mas nem sempre temos controle sobre as consequências que são responsáveis por sua conduta. Se o temos, podemos mudar as consequências e ver se a conduta também muda. Ou podemos prover as mesmas consequências para conduta desejável e ver se a nova substitui a antiga". (Sidman, 1995, p. 104)
SIDMAN, M. Coerção e suas implicações. Campinas: Editorial Psy, 1995. |
Assim, se quisermos mudar o comportamento, é importante identificar o comportamento e as consequências, alterar as consequências, atuar na relação entre o ato e a consequência e ver se o comportamento muda. Esse é um procedimento ativo e é a essência da:
De modo geral, o termo comportamento refere-se à atividade dos organismos (animais) que mantém intercâmbio com o ambiente. Numa linguagem mais rigorosa, seguindo a abordagem da Teoria Comportamentalista, podemos dizer sobre o comportamento:
(A) O termo "comportamento verbal" foi proposto para enfatizar que linguagem é um comportamento modelado e mantido por consequências e não é algo ou uma propriedade que alguém possua ou, muito menos, uma entidade interna.
(B) O universo de cada sujeito é constituído de uma parte pública e de uma parte privada.
(C) A pessoa pode, de forma encoberta, estabelecer estímulos discriminativos para os próprios comportamentos, pode avaliá-los, porém nunca poderá consequenciá-los.
(D) Uma consequência importante do comportamento verbal é que o falante se torna também ouvinte e pode reforçar amplamente seu próprio comportamento.
Está correto o que se afirma em:
O Behaviorismo, a Gestalt e a Psicanálise são consideradas, por inúmeros autores, as três mais importantes tendências teóricas da Psicologia no século 20. Seguindo cada uma das abordagens, assinale a alternativa correta que descreva os aspectos conceituais relacionados.
Todo comportamento de um organismo vivo tende a se repetir, se nós recompensarmos o organismo assim que este emitir o comportamento. Por outro lado, o comportamento tenderá a não acontecer, se o organismo for castigado após sua ocorrência. Assim, o organismo irá associar essas situações com outras semelhantes. Formulada por Edward Thorndike, essa lei que foi de grande utilidade para a Psicologia Comportamentalista é denominada:
"A história da construção da Psicologia está ligada, em cada momento histórico, às exigências de conhecimento da humanidade, às demais áreas do conhecimento humano e aos novos desafios colocados pela realidade econômica e social pela insaciável necessidade do homem de compreender a si mesmo". (Bock, Furtado & Teixeira, 2002, p.31)
BOCK, A.M.B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M.L.T. Psico/agias: uma introdução ao estudo de Psicologia. 13.ed. reform e ampl. São Paulo, Saraiva, 2002. |
Para compreender a diversidade com que a Psicologia se apresenta hoje, é indispensável recuperar sua história. Assim, é correto afirmar que:
Assinale a alternativa que, corretamente, preenche as lacunas a seguir.
Um dos grandes marcos da história da Psicologia como ciência e pesquisa foi em _________ com o estabelecimento do primeiro laboratório psicológico do mundo criado por _____________.
Segundo Cotrim (2002), o "[ ... ] vasto conjunto de concepções geralmente aceitas como verdadeiras em determinado meio social recebe o nome de":
COTRIM. Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. 15. ed. São Paulo : Saraiva, 2002. |
Francelin (2004) revisa alguns aspectos da constituição do conhecimento científico e descreve características de eventos que se desenvolveram e ainda se desenvolvem a partir de novos conceitos em torno da própria ciência, como o senso comum. Considere as seguintes afirmações.
FRANCELIN, M. M. Ciência, senso comum e revoluções científicas: ressonâncias e paradoxos. Ci. lnf., Brasília, v. 33, n. 3, dez. 2004. Disponível em <http://www.scielo.br/ scielo. ph p ?scri pt=sci _ a rttex t&pid=S0100- 19652004000300004&Ing=pt&nrm=iso>. acessos em 27 jan. 2012. |
I. A ciência, aparentemente, busca por meio de seu rigor na pesquisa, no debate e crítica de opiniões, afastar-se do senso comum.
II. No meio científico, deve haver plena consciência de que uma pesquisa que leva a um novo conhecimento não é definitiva.
III. No senso comum, as opiniões obtidas podem ser emitidas como verdadeiras e definitivas.
IV. A caracterização do senso comum não passa, necessariamente, por critérios de verdade ou falsidade, mas sim pela "falta de fundamentação sistemática".
Está correto o que se afirma em:
D'Oliveira (1984) registra em seu livro as experiências e inquietações enquanto pesquisadora e professora de Psicologia. Assim, o material fornece subsídios para uma atuação em ciência e pesquisa com o intuito de reconhecê-las e compará-las com outras atividades do conhecimento humano. Considerando suas informações, é incorreto afirmar que:
D'OLIVEIRA, M.M.H. Ciência e pesquisa em psicologia: uma introdução. São Paulo: EPU, 1984. |
Documento expedido pelo psicólogo que certifica uma determinada situação ou estado psicológico, tendo como finalidade afirmar sobre as condições psicológicas de quem, por requerimento, o solicita, com fins de:
- justificar faltas e/ou impedimentos do solicitante;
- justificar estar apto ou não para atividades específicas, após realização de um processo de avaliação psicológica, dentro do rigor técnico e ético.
De acordo com a Resolução CFP n5 7/2003, o conceito e finalidades acima transcritos são relativos:
Sob o prisma da Lei n9 5.766, constituem infrações disciplinares as abaixo descritas, exceto:
As questões 9 e 10 são baseadas no trecho de letra de canção abaixo.
Papo de Psicólogo (Pedro Mariano)
Não é papo de psicólogo,
Eu só quero entender,
Se um grande amor termina a gente se preocupa em saber
por que
O que que deu errado, onde que desandou, pra onde foi a
alma e a alegria daquele amor
(...)
Deita, pensa no amanhã
Pensa, se deita em meu divã
Mas não é papo de psicólogo,
Eu só quero entender,
Se um grande amor termina a gente se preocupa em saber
porque
(...)
(Disponível em http://www.vogaiume.com.br/)
Sobre os versos como um todo e partes deles, assinale a alternativa incorreta.
No dia dos seus 102 anos, uma adorável matriarca está sentada junto à mesa de sua cozinha, rodeada de filhas e amigas. Ela corta os quiabos que serão preparados e servidos mais tarde aos visitantes, como de costume. Entrevistada, diz ao jornalista: “A vida, a gente é que decide. Eu escolhi a felicidade”.
A aniversariante, dona Canô, mãe de Bethânia, minha irmã querida, naturalmente não quis dizer que “escolher a felicidade” é viver sem problemas, sem dramas pessoais ou as dores do mundo. Nem quer dizer ser irresponsável, eternamente infantil. Ao contrário, a entrevistada falou em “decidir” e “escolher”. Apesar de fatalidades como a doença, e a morte, o desemprego, as perdas amorosas, a falta do dinheiro essencial à dignidade, podemos decidir que tudo fica como está ou vai melhorar, dentro do que podemos. Posso optar por me sentir injustiçada, ficando amarga e sombria; posso escolher acreditar no ser humano e em alguma coisa maior do que toda a nossa humana circunstância: posso buscar sempre alguma claridade, e colaborar com ela. Dentro de minhas limitações pessoais e de minha condição individual, eu faço diferença, todos fazemos.
Desse início pessoal, passo ao mais geral: leio que 40% dos nossos jovens e crianças vivem abaixo da linha de pobreza: que o desemprego é uma calamidade, a violência cresce a cada dia e o analfabetismo não diminui; que crianças continuam, aos milhares e milhares, brincando no barro feito terra e esgoto. Leio, vejo e sei que milhares e milhares de velhos vivem em condições sub-humanas, pois sua aposentadoria é miserável, o serviço de saúde pública também, morre-se em corredores de hospitais ou em filas de postos de saúde, onde médicos exaustos e pessimamente pagos, fazem muito mais do que podem.
Não vou recitar a ladainha de que as circunstâncias não justificam euforia nem ufanismo simplesmente porque nós não decidimos algo melhor do que isso que escrevi acima, e todo o resto que qualquer um conhece – e apesar disso continuamos deitando a cabeça no travesseiro toda noite e dormindo quem sabe até bem.
Tenho medo do ufanismo: ele pode ser burro e cego. Olimpíada no Brasil, Copa do Mundo no Brasil, tudo bem: mas eu preferia que antes disso a gente tivesse resolvido os gravíssimos e tristes problemas, tão dramáticos, de comida, saúde, educação, moradia, decência e dignidade de boa parte do povo brasileiro que agora samba e celebra porque teremos Copa, teremos Olimpíada, teremos festa.
Sei que este não é um artigo simpático. Certamente não é alegrinho. Realmente ele trata do que não decidimos, ou decidimos mal, ou decidimos não decidir, como, por exemplo, exigir líderes mais sensatos, mais presentes, mais realistas, mais dignos em todos os níveis. Podíamos decidir ser mais respeitados enquanto povo, mais olhados enquanto gente, mais seguros e mais protegidos enquanto sociedade.
Ou isso a gente não decide porque nem sabe das coisas, pois não se informa, não sabe ler, se sabe ler não costuma, nem o jornal esquecido no banco do ônibus. Onde o povo carrega doença e dor, descrença e desalento, mas também, aqui e ali, leva um jornal para saber onde afinal vivemos, em quem afinal podemos acreditar, e o que afinal deveríamos esperar. Indagados, os mais desassistidos dirão que Deus é quem sabe, Deus decide, a quem ama Deus faz sofrer – frase de imensurável crueldade.
Ou será melhor nem saber nem aprender a ler, nem pegar a folha de jornal, nem ouvir o noticioso no radinho de pilha. Basta saber que sempre há em algum canto motivo para um breve ou longo carnaval, celebrando alguma coisa que possivelmente não vai encher nem o nosso bolso nem a barriga de nossos filhos, nem construir uma casa decente, nem botar esgoto, nem cuidar da nossa saúde, nem amparar nossos velhos, nem coisa nenhuma que seja forte, firme, boa e real. Porque, infelizmente, por aqui ainda decidimos pouco, e poucas vezes decidimos bem. Não porque Deus quis assim, mas porque a gente nem ao menos sabe por onde começar. (LUFT, Lya. A gente decide. VEJA. 21 out.2009.p.26.)
“Tenho medo do ufanismo: ele pode ser burro e cego. Olimpíada no Brasil, Copa do Mundo no Brasil, tudo bem: mas eu preferia que antes disso a gente tivesse resolvido os gravíssimos e tristes problemas, tão dramáticos, de comida, saúde...” A palavra em destaque representa, no sexto parágrafo, uma relação de:
Com base nas informações acima, indique o nome do(a) arqueólogo(a) responsável por esta importante descoberta.