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Q3755573 Psicologia
Em relação ao conceito de transferência, proposto por freud, assinale a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q3755572 Psicologia
É importante destacar que certas atitudes do entrevistador tendem a ser contraproducentes durante o processo de entrevista com o paciente e, portanto, devem ser evitadas sempre que possível. Considerando esse contexto, qual das alternativas a seguir representa uma atitude adequada do entrevistador?
Alternativas
Q3755571 Psicologia
Sullivan (1983) destaca que o domínio da técnica de entrevista é um dos principais fatores que qualificam o profissional. Em alguns casos, uma boa entrevista e aquela em que o psicólogo fala pouco e escuta atentamente o paciente; em outros, a situação requer que o entrevistador adote uma postura mais ativa, fazendo mais perguntas, intervenções e participando de forma mais direta. Sobre o processo de entrevista com o paciente, esse processo varia muito em função de alguns requisitos, exceto:
Alternativas
Q3755570 Psicologia
Em relação à atuaçãoo do psicólogo, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3755569 Psicologia
Segundo Freud, a defesa é o processo por meio do qual o ego afasta da consciencia conteúdos indesejáveis, protegendo o aparelho psíquico. O ego, enquanto instância voltada para a realidade externa e responsável pelos processos defensivos, aciona mecanismos que suprimem ou disfarçam a percepção de perigos internos, em resposta a ameaças reais ou imaginárias do meio externo. Com base nisso, relacione os mecanismos de defesa apresentados na primeira coluna com suas respectivas descrições na segunda coluna.

1. Recalque
2. Formação reativa
3. Regressão
4. Projeção
5. Racionalização

( ) Existe a supressão de uma parte da realidade.
( ) O ego procura afastar o desejo que vai em determinada direção e, para isso, o indivíduo adota uma atitude oposta a esse desejo.
( ) O indivíduo constrói uma argumentação intelectual convincente e aceitável, que justifica os estados “deformados” ´ da consciência.
( ) O indivíduo retorna a etapas anteriores de seu desenvolvimento.
( ) Ha uma confluência de distorções do mundo externo e interno.

Assinale a opção correta:
Alternativas
Q3755568 Psicologia
Qual elemento da teoria psicanalítica está associado a uma manifestação - seja um comportamento ou pensamento - que resulta de um conflito interno entre o desejo e os mecanismos de defesa, funcionando simultaneamente como sinal desse conflito e como forma de encobri-lo, substituindo a satisfação do desejo? Esse elemento é frequentemente o ponto de partida da investigação psicanalítica, voltada a desvendar os processos psíquicos inconscientes que originam sua formação.
Alternativas
Q3755567 Psicologia
Qual filósofo defendeu a distinção entre mente e corpo, sustentando que o ser humano é formado por uma substância material e outra pensante, e que o corpo, desprovido do espírito, é apenas uma máquina? 
Alternativas
Q3755566 Psicologia
Reconhecida oficialmente como especialidade pela Resolução CFP nº 14/2000, a Psicologia Organizacional e do Trabalho (POT) tem como foco o estudo dos aspectos psicológicos relacionados às organizações, a gestão de pessoas, à saúde e à cultura do trabalho. Seus fundamentos, objetivos e campos de atuação estão descritos na Nota Técnica CFP n 18/2024. Com base nesse documento, qual das alternativas a seguir não corresponde as atribuições da POT?
Alternativas
Q3755565 Psicologia
A Psicologia Organizacional é um ramo da Psicologia voltado para o ambiente de trabalho, mantendo uma relação direta e integrada com as práticas e processos da administração. Assinale a alternativa que não condiz com a prática da Psicologia no contexto organizacional, na perspectiva de Zanelli (2002): 
Alternativas
Q3751860 Raciocínio Lógico
As equações que aparecem na cadeia de equivalências lógicas tem conjunto universo nos reais. 

Captura_de tela 2025-12-02 180143.png (273×206)

A conclusao aparente é que x = 1 ⇔ x = ±1, o que é absurdo. Em qual etapa específica a equivalência lógica é violada pela primeira vez?
Alternativas
Q3751859 Raciocínio Lógico
Uma pesquisa foi realizada entre atletas de natação de um clube. Os estilos de nado investigados foram: borboleta (B), costas (C), peito (P) e crawl (Cr). O diagrama de Venn abaixo ilustra os resultados, e há atletas representados em todas as regiões do diagrama.

Captura_de tela 2025-12-02 191312.png (466×442)

Com base na representação do diagrama de Venn, que possui elementos em todas as suas regiões, assinale a única afirmação que deve ser necessariamente verdadeira:
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Q3751853 Pedagogia
O município de Lavras da Mangabeira, localizado no Centro-Sul do Ceará, apresenta uma rede educacional que envolve desde a Educação Infantil até o Ensino Superior, integrando escolas municipais, estaduais e instituições de ensino técnico e superior. Considerando o papel da educação no desevolvimento local, assinale a alternativa correta sobre a realidade educacional do município:
Alternativas
Q3751852 História e Geografia de Estados e Municípios
O município de Lavras da Mangabeira, localizado no estado do Ceará, possui uma história marcada por importantes transformações sociais, políticas e culturais. Sua origem remonta ao período colonial, quando a região começou a ser ocupada por exploradores em busca de terras férteis e ouro. Mais tarde, o município destacou-se pela presença de lideranças políticas e culturais, como Fideralina Augusto Lima, figura de grande influência no Cariri cearense. Com base nessas informações, assinale a alternativa correta:
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Q3751849 Atualidades
A equipe brasileira feminina de ginástica artística fez história e terminou a final por equipes em 3º lugar nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, conquistando a inédita medalha de bronze. Não fazia parte da equipe a ginasta
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Q3751848 História
Vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional 2025 e dirigido pelo brasileiro Walter Salles, o principal tema abordado no filme “Ainda Estou Aqui” é:
Alternativas
Q3751845 Português
É necessário que todos compreendam a linguagem como casa do ser. O termo em destaque é classificado: 
Alternativas
Q3751844 Português
Observe a concordância das expressões a seguir. Marque a opção em desacordo com a norma culta. 
Alternativas
Q3751843 Português
A lira dos 80 anos de Geraldo Azevedo

    “Será apresentado nos próximos dias 22, 23 e 24, às 20h30, no Teatro do Parque, ’Mora na Filosofia’, show-pesquisa sobre o samba de morro, com a presença da ’Universidade de Samba dos Boêmios de Sítio Novo’. Na oportunidade, o show lançará duas jovens cantoras - Isabel e Lúcia - e um novo violonista e cantor, Geraldo Azevedo. As duas primeiras exibições de ’Mora na Filosofia’ serão promovidas pelo Diretório Acadêmico da Faculdade de Filosofia do Recife, e o terceiro (domingo 24), pelo Centro de Estudos Cinematográficos, da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Recife.”

    Faz quase 60 anos, o Diário de Pernambuco, em 21 de outubro de 1965, divulgou esta nota. Sobre a Lira dos 20 anos de Geraldo Azevedo. Ao alcançar a Lira dos 80 anos, publicamos uma entrevista especial com ele. Com o balanço de sua trajetória e uma série de curiosidades das canções, dos shows, das canções.

    “Mora na filosofia” é o título da letra de uma música dos anos 1950. No carnaval de 1955 chegou a ser premiada como uma das melhores letras. Mas nao sob a concordância geral, pois articulista como Paulo Quadros, da Gazeta de Notícia, distinguiu-a como “completamente absurda”. O samba é de autoria de Monsueto Menezes e Arnaldo Passos.

    Não foi por “completamente absurda” por falta de nexo que a censura vetou a “Canção da despedida” e outras canções. A motivação era exatamente a oposta: a do excesso de sentido, mas considerando que o lirismo daqueles jovens na casa dos 20 anos “moravam” numa filosofia de liberdade, considerada pelo regime algo “dissonante”, “absurdo”, “inútil”, “inadequado”. 

    Gilberto Freyre, num artigo sobre Karl Marx, chegou a indagar se o autor de O Capital não teria sido um gênio literário desviado de sua vocação. Ele poderia tecer a mesma hipótese quanto a Freud. No caso de Geraldo Azevedo, a primeira vocação não parece ter sido para as artes temporais da Música, mas as espaciais da arquitetura, do desenho. De um modo ou de outro, sua casa é a linguagem. Aliás, trata-se de quase um lugar-comum na filosofia, desde que se remete a Heidegger a ideia da linguagem como “a casa do ser”. A “filosofia” de Geraldo Azevedo é a das canções. A sua razão de ser, existir, atuar. É onde ele mora, desde a adolescência, e até agora. Na língua e na linguagem dos versos ele se expressa, e na habilidade para um instrumento: o violão. Ainda que este não seja aquela guitarra de mesón do poema de Antônio Machado, cabe no sentido emocionado dos versos:

    Tu eres alma que dice su armonía
solitaria a las almas pasajeras...
Y siempre que te escucha el caminante
sueña escuchar un aire de su tierra.

    Tem Geraldo Azevedo fãs fiéis e constantes ao longo destes 60 anos de carreira, exatamente porque nunca parou de dizer sua “harmonia solitária às almas passageiras”. Não tão solitária, porque justamente sempre esta sob a companhia da guitarra, chame-se guitarra (a maneira espanhola, e também a reinventada em elétrica, ao modo americano) ou violão. Como Manuel Bandeira, ele não se fez arquiteto, e, sim, poeta. Não por motivo de doença, mas por excesso de saúde. Assim, saudavelmente chega aos 80 anos, com sua lira (sua guitarra-violão) intacta e cheia de energia, morando não na filosofia, mas na música por inteiro, na sua linguagem. Ou, como disse bem Heidegger: 
“A linguagem e a casa do ser. Em sua mora habita o homem. Os pensadores e poetas são os guardiães dessa morada. Sua guarda consiste em levar a cabo a manifestação do ser, na medida em que, mediante seu dizer, eles a levam à linguagem e ali a custodiam”.

(Mário Hélio — Editor. Revista Continente. Edição 279, Março de 2025) Sobre a Lira dos 20 anos de Geraldo Azevedo.
“ ... eles a levam à linguagem e ali a custodiam”. Há uma regra que justifica a utilização do sinal indicativo crase, exceto: 
Alternativas
Q3751842 Português
A lira dos 80 anos de Geraldo Azevedo

    “Será apresentado nos próximos dias 22, 23 e 24, às 20h30, no Teatro do Parque, ’Mora na Filosofia’, show-pesquisa sobre o samba de morro, com a presença da ’Universidade de Samba dos Boêmios de Sítio Novo’. Na oportunidade, o show lançará duas jovens cantoras - Isabel e Lúcia - e um novo violonista e cantor, Geraldo Azevedo. As duas primeiras exibições de ’Mora na Filosofia’ serão promovidas pelo Diretório Acadêmico da Faculdade de Filosofia do Recife, e o terceiro (domingo 24), pelo Centro de Estudos Cinematográficos, da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Recife.”

    Faz quase 60 anos, o Diário de Pernambuco, em 21 de outubro de 1965, divulgou esta nota. Sobre a Lira dos 20 anos de Geraldo Azevedo. Ao alcançar a Lira dos 80 anos, publicamos uma entrevista especial com ele. Com o balanço de sua trajetória e uma série de curiosidades das canções, dos shows, das canções.

    “Mora na filosofia” é o título da letra de uma música dos anos 1950. No carnaval de 1955 chegou a ser premiada como uma das melhores letras. Mas nao sob a concordância geral, pois articulista como Paulo Quadros, da Gazeta de Notícia, distinguiu-a como “completamente absurda”. O samba é de autoria de Monsueto Menezes e Arnaldo Passos.

    Não foi por “completamente absurda” por falta de nexo que a censura vetou a “Canção da despedida” e outras canções. A motivação era exatamente a oposta: a do excesso de sentido, mas considerando que o lirismo daqueles jovens na casa dos 20 anos “moravam” numa filosofia de liberdade, considerada pelo regime algo “dissonante”, “absurdo”, “inútil”, “inadequado”. 

    Gilberto Freyre, num artigo sobre Karl Marx, chegou a indagar se o autor de O Capital não teria sido um gênio literário desviado de sua vocação. Ele poderia tecer a mesma hipótese quanto a Freud. No caso de Geraldo Azevedo, a primeira vocação não parece ter sido para as artes temporais da Música, mas as espaciais da arquitetura, do desenho. De um modo ou de outro, sua casa é a linguagem. Aliás, trata-se de quase um lugar-comum na filosofia, desde que se remete a Heidegger a ideia da linguagem como “a casa do ser”. A “filosofia” de Geraldo Azevedo é a das canções. A sua razão de ser, existir, atuar. É onde ele mora, desde a adolescência, e até agora. Na língua e na linguagem dos versos ele se expressa, e na habilidade para um instrumento: o violão. Ainda que este não seja aquela guitarra de mesón do poema de Antônio Machado, cabe no sentido emocionado dos versos:

    Tu eres alma que dice su armonía
solitaria a las almas pasajeras...
Y siempre que te escucha el caminante
sueña escuchar un aire de su tierra.

    Tem Geraldo Azevedo fãs fiéis e constantes ao longo destes 60 anos de carreira, exatamente porque nunca parou de dizer sua “harmonia solitária às almas passageiras”. Não tão solitária, porque justamente sempre esta sob a companhia da guitarra, chame-se guitarra (a maneira espanhola, e também a reinventada em elétrica, ao modo americano) ou violão. Como Manuel Bandeira, ele não se fez arquiteto, e, sim, poeta. Não por motivo de doença, mas por excesso de saúde. Assim, saudavelmente chega aos 80 anos, com sua lira (sua guitarra-violão) intacta e cheia de energia, morando não na filosofia, mas na música por inteiro, na sua linguagem. Ou, como disse bem Heidegger: 
“A linguagem e a casa do ser. Em sua mora habita o homem. Os pensadores e poetas são os guardiães dessa morada. Sua guarda consiste em levar a cabo a manifestação do ser, na medida em que, mediante seu dizer, eles a levam à linguagem e ali a custodiam”.

(Mário Hélio — Editor. Revista Continente. Edição 279, Março de 2025) Sobre a Lira dos 20 anos de Geraldo Azevedo.
’Mora na Filosofia’ serão promovidas pelo Diretório Acadêmico da Faculdade de Filosofia do Recife. A função sintática do termo destacado é:
Alternativas
Q3751841 Português
A lira dos 80 anos de Geraldo Azevedo

    “Será apresentado nos próximos dias 22, 23 e 24, às 20h30, no Teatro do Parque, ’Mora na Filosofia’, show-pesquisa sobre o samba de morro, com a presença da ’Universidade de Samba dos Boêmios de Sítio Novo’. Na oportunidade, o show lançará duas jovens cantoras - Isabel e Lúcia - e um novo violonista e cantor, Geraldo Azevedo. As duas primeiras exibições de ’Mora na Filosofia’ serão promovidas pelo Diretório Acadêmico da Faculdade de Filosofia do Recife, e o terceiro (domingo 24), pelo Centro de Estudos Cinematográficos, da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Recife.”

    Faz quase 60 anos, o Diário de Pernambuco, em 21 de outubro de 1965, divulgou esta nota. Sobre a Lira dos 20 anos de Geraldo Azevedo. Ao alcançar a Lira dos 80 anos, publicamos uma entrevista especial com ele. Com o balanço de sua trajetória e uma série de curiosidades das canções, dos shows, das canções.

    “Mora na filosofia” é o título da letra de uma música dos anos 1950. No carnaval de 1955 chegou a ser premiada como uma das melhores letras. Mas nao sob a concordância geral, pois articulista como Paulo Quadros, da Gazeta de Notícia, distinguiu-a como “completamente absurda”. O samba é de autoria de Monsueto Menezes e Arnaldo Passos.

    Não foi por “completamente absurda” por falta de nexo que a censura vetou a “Canção da despedida” e outras canções. A motivação era exatamente a oposta: a do excesso de sentido, mas considerando que o lirismo daqueles jovens na casa dos 20 anos “moravam” numa filosofia de liberdade, considerada pelo regime algo “dissonante”, “absurdo”, “inútil”, “inadequado”. 

    Gilberto Freyre, num artigo sobre Karl Marx, chegou a indagar se o autor de O Capital não teria sido um gênio literário desviado de sua vocação. Ele poderia tecer a mesma hipótese quanto a Freud. No caso de Geraldo Azevedo, a primeira vocação não parece ter sido para as artes temporais da Música, mas as espaciais da arquitetura, do desenho. De um modo ou de outro, sua casa é a linguagem. Aliás, trata-se de quase um lugar-comum na filosofia, desde que se remete a Heidegger a ideia da linguagem como “a casa do ser”. A “filosofia” de Geraldo Azevedo é a das canções. A sua razão de ser, existir, atuar. É onde ele mora, desde a adolescência, e até agora. Na língua e na linguagem dos versos ele se expressa, e na habilidade para um instrumento: o violão. Ainda que este não seja aquela guitarra de mesón do poema de Antônio Machado, cabe no sentido emocionado dos versos:

    Tu eres alma que dice su armonía
solitaria a las almas pasajeras...
Y siempre que te escucha el caminante
sueña escuchar un aire de su tierra.

    Tem Geraldo Azevedo fãs fiéis e constantes ao longo destes 60 anos de carreira, exatamente porque nunca parou de dizer sua “harmonia solitária às almas passageiras”. Não tão solitária, porque justamente sempre esta sob a companhia da guitarra, chame-se guitarra (a maneira espanhola, e também a reinventada em elétrica, ao modo americano) ou violão. Como Manuel Bandeira, ele não se fez arquiteto, e, sim, poeta. Não por motivo de doença, mas por excesso de saúde. Assim, saudavelmente chega aos 80 anos, com sua lira (sua guitarra-violão) intacta e cheia de energia, morando não na filosofia, mas na música por inteiro, na sua linguagem. Ou, como disse bem Heidegger: 
“A linguagem e a casa do ser. Em sua mora habita o homem. Os pensadores e poetas são os guardiães dessa morada. Sua guarda consiste em levar a cabo a manifestação do ser, na medida em que, mediante seu dizer, eles a levam à linguagem e ali a custodiam”.

(Mário Hélio — Editor. Revista Continente. Edição 279, Março de 2025) Sobre a Lira dos 20 anos de Geraldo Azevedo.
Tem Geraldo Azevedo fãs fiéis e constantes ao longo destes 60 anos de carreira. A função sintática do termo destacado é:
Alternativas
Respostas
21: C
22: C
23: D
24: D
25: E
26: E
27: C
28: B
29: A
30: B
31: E
32: B
33: D
34: C
35: A
36: A
37: D
38: B
39: C
40: B