Questões de Concurso
Comentadas para odontologia
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O dimetilaminoetilmetacrilato (DMAEMA) é uma amina ativadora presente na formulação de resinas compostas fotoativáveis.
A ocorrência de alterações da rugosidade superficial de restaurações em resinas compostas favorece a absorção de agentes químicos provenientes de bebidas ou alimentos que quando retidos no biofilme bacteriano podem causar micro trincas.
O desgaste da resina composta é observado pela perda ou degradação da matriz orgânica, bem como pela exposição da matriz inorgânica com consequente perda da sua partícula de carga.
A reação de polimerização da resina fotoativável ocorre mediante a absorção da energia luminosa emitida por uma fonte de luz em um comprimento de onda correspondente à faixa de luz azul do espectro visível.
Crianças com dentição decídua livres de cárie apresentam níveis elevados de peptídeos catiônicos antimicrobianos responsáveis pela manutenção do balanço ecológico e pela ausência de infecções oportunistas.
Durante o exame físico das estruturas extrabucais e intrabucais, as estruturas moles são examinadas por meio de palpação bidigital, digital e digitopalmar.
As duas técnicas utilizadas na anamnese do paciente, a técnica do interrogatório cruzado e a da escuta, não são independentes, sendo frequentemente empregadas em conjunto, justapondo-se uma a outra.
Em condições cariogênicas, o aumento da resistência da superfície do dente por meio da aplicação tópica de flúor é suficiente para impedir a formação de uma lesão de cárie dentária.
A fluoretação da água de abastecimento público é uma medida de promoção da saúde bucal, dado que associa ao benefício da água tratada a redução da prevalência e severidade da cárie dentária.
A intensidade da liberação de flúor dos cimentos ionoméricos é menor nas primeiras 48 horas do que em períodos mais longos.
A correlação negativa entre a concentração de isoenzima anidrase carbônica VI (AC VI) na saliva e a prevalência de cáries em crianças e adultos permite afirmar que toda a enzima está biologicamente ativa para exercer o seu efeito cariogênico.
Para que as informações obtidas em exame pericial possam ser anexadas ao processo e, consequentemente, possam auxiliar a tomada de decisão jurídica, o exame pericial deve ser certificado por um auditor.
Constituem infração ética a participação em programas de comercialização coletiva e a divulgação de tratamentos oferecendo cartões de desconto por mala direta via Internet ou em sítios promocionais de compras coletivas.
Na qualidade de auditor ou perito, as decisões são tomadas exclusivamente para a melhoria e controle de qualidade dos serviços.
A competência dos especialistas nas diversas áreas é expressa pelo Código de Ética Odontológica, documento que regula o exercício profissional da odontologia em todo o território brasileiro; enquanto as perícias e auditorias odontológicas em sedes administrativas são normatizadas por resolução emitida pelo Conselho Federal de Odontologia.
O perito exerce função de serviço com conotação jurídica, devendo manter boas relações com todos envolvidos na situação em análise, tendo como base as práticas do serviço de regulação.
A causa dessa lesão associada à dor relatada é:
Com relação à infraestrutura física desses serviços odontológicos, afirma-se que o(s):
O uso do termo “diferenciada” com sentido negativo ressuscita o preconceito de classe
“Você já viu o tipo de gente que fica ao redor das estações do metrô? Drogados, mendigos, uma gente diferenciada.” As palavras atribuídas à psicóloga Guiomar Ferreira, moradora há 26 anos do bairro Higienópolis, em São Paulo, colocaram lenha na polêmica sobre a construção de uma estação de metrô na região, onde se concentra parte da elite paulistana. Guiomar nega ser a autora da frase. Mas a autoria, convenhamos, é o de menos. A menção a camelôs e usuários do transporte público ressuscitou velhos preconceitos de classe, e pode deixar como lembrança a volta de um clichê: o termo “diferenciada”.
A palavra nunca fora usada até então com viés pejorativo no Brasil. Habitava o jargão corporativo e publicitário, sendo usada como sinônimo vago de algo “especial”, destacado” ou “diferente” (sempre para melhor).
– Não me consta que já houvesse um “diferenciado” negativamente marcado. Não tenho nenhum conhecimento de existência desse “clichê”. Parece-me que a origem, aí, foi absolutamente episódica, nascida da infeliz declaração – explica Maria Helena Moura Neves, professora da Unesp de Araraquara (SP) e do Mackenzie.
Para a professora, o termo pode até ganhar as ruas com o sentido negativo, mas não devido a um deslizamento semântico natural. Por natural, entenda-se uma direção semântica provocada pela configuração de sentido do termo originário. No verbo “diferenciar”, algo que “se diferencia” será bom, ao contrário do que ocorreu com o verbo “discriminar”, por exemplo. Ao virar “discriminado”, implicou algo negativo. Maria Helena, porém, não crê que a nova acepção de “diferenciado” tenha vida longa.
– Não deve vingar, a não ser como chiste, aquelas coisas que vêm entre aspas, de brincadeira – emenda ela. [...]
MURANO, Edgard. Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=12327>. Acesso em: 05 jul. 2011.n Adaptado.
“Não me consta que já houvesse um ‘diferenciado’ negativamente marcado.” (. 18-19) . A respeito da ocorrência da forma verbal houvesse, destacada no trecho, teceram-se os seguintes comentários:
I - A forma verbal houvesse, nessa estrutura, tem valor de existisse, e se apresenta como verbo impessoal.
II - O verbo haver, quando impessoal, transmite sua impessoalidade a auxiliares.
III - A forma verbal houvesse, nesse trecho, desempenha uma função de verbo auxiliar.
É correto o que se afirma em: