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Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SESA-ES Provas: CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião pediátrico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião plástico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico anestesiologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Cirurgião Vascular | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico nefrologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico hematologista e hemoterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Supervisor | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico pneumologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cancerologista pediátrico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião cardiovascular | CESPE - 2013 - SESA-ES - Fonoaudiólogo | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico gastroenterologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico reumatologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico reumatologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Enfermeiro | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cardiologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico alergista e imunologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Nutrologia | CESPE - 2013 - SESA-ES - Fisioterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião torácico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico endocrinologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico hematologista e hemoterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico psiquiatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico endocrinologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Odontólogo Cirurgião Bucomaxilofacial | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião geral | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião de cabeça e pescoço | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico homeopata | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico infectologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico psiquiatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Regulador | CESPE - 2013 - SESA-ES - Auditor Médico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico proctologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico urologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico do trabalho | CESPE - 2013 - SESA-ES - Biólogo | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico geriatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico neurologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico otorrinolaringologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico neurologista |
Q2876772 Português

Texto para as questões de 1 a 3


1 Construímos nossas crenças por várias e diferentes

razões subjetivas, pessoais, emocionais e psicológicas, em

contextos criados pela família, por amigos, por colegas, pela

4 cultura e pela sociedade. Uma vez consolidadas essas crenças,

nós as defendemos e as justificamos com uma profusão de

razões intelectuais, argumentos convincentes e explicações

7 racionais. Primeiro surgem as crenças, depois as explicações.

O cérebro é uma máquina de crenças. A partir dos

dados que fluem por meio dos sentidos, o cérebro naturalmente

10 começa a procurar e encontra padrões, aos quais então infunde

significado. O primeiro processo é chamado de padronicidade:

a tendência de encontrar padrões significativos em dados que

13 podem ou não ser significativos. O segundo processo é

chamado de acionalização: a tendência de dar aos padrões

significado, intenção e ação. Não podemos evitar isso. Nosso

16 cérebro evoluiu para conectar os pontos de nosso mundo em

padrões significativos, capazes de explicar por que as coisas

acontecem. Esses padrões significativos se tornam crenças.

19 Uma vez formadas as crenças, o cérebro começa a

procurar evidências que as confirmem e, ao serem encontradas,

tais evidências aumentam a confiança emocional e aceleram o

22 processo de reforço dessas crenças. Uma mudança de opinião

é muito rara na religião e na política, a ponto de provocar

manchetes quando ocorre com alguém que desfrute de uma

25 posição proeminente, como um clérigo que mude de religião

ou renuncie à sua fé, ou um político que mude de partido ou se

torne independente. Acontece, mas é tão rara quanto um cisne

28 negro.


Michael Shermer. Cérebro e crença. São Paulo: JSN Editora, 2012, p. 21-2 (com adaptações).

O sentido e a correção gramatical do texto seriam preservados caso se substituísse

Alternativas
Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SESA-ES Provas: CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião pediátrico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião plástico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico anestesiologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Cirurgião Vascular | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico nefrologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico hematologista e hemoterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Supervisor | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico pneumologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cancerologista pediátrico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião cardiovascular | CESPE - 2013 - SESA-ES - Fonoaudiólogo | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico gastroenterologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico reumatologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico reumatologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Enfermeiro | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cardiologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico alergista e imunologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Nutrologia | CESPE - 2013 - SESA-ES - Fisioterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião torácico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico endocrinologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico hematologista e hemoterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico psiquiatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico endocrinologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Odontólogo Cirurgião Bucomaxilofacial | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião geral | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião de cabeça e pescoço | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico homeopata | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico infectologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico psiquiatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Regulador | CESPE - 2013 - SESA-ES - Auditor Médico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico proctologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico urologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico do trabalho | CESPE - 2013 - SESA-ES - Biólogo | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico geriatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico neurologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico otorrinolaringologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico neurologista |
Q2876200 Português

Texto para as questões de 1 a 3


1 Construímos nossas crenças por várias e diferentes

razões subjetivas, pessoais, emocionais e psicológicas, em

contextos criados pela família, por amigos, por colegas, pela

4 cultura e pela sociedade. Uma vez consolidadas essas crenças,

nós as defendemos e as justificamos com uma profusão de

razões intelectuais, argumentos convincentes e explicações

7 racionais. Primeiro surgem as crenças, depois as explicações.

O cérebro é uma máquina de crenças. A partir dos

dados que fluem por meio dos sentidos, o cérebro naturalmente

10 começa a procurar e encontra padrões, aos quais então infunde

significado. O primeiro processo é chamado de padronicidade:

a tendência de encontrar padrões significativos em dados que

13 podem ou não ser significativos. O segundo processo é

chamado de acionalização: a tendência de dar aos padrões

significado, intenção e ação. Não podemos evitar isso. Nosso

16 cérebro evoluiu para conectar os pontos de nosso mundo em

padrões significativos, capazes de explicar por que as coisas

acontecem. Esses padrões significativos se tornam crenças.

19 Uma vez formadas as crenças, o cérebro começa a

procurar evidências que as confirmem e, ao serem encontradas,

tais evidências aumentam a confiança emocional e aceleram o

22 processo de reforço dessas crenças. Uma mudança de opinião

é muito rara na religião e na política, a ponto de provocar

manchetes quando ocorre com alguém que desfrute de uma

25 posição proeminente, como um clérigo que mude de religião

ou renuncie à sua fé, ou um político que mude de partido ou se

torne independente. Acontece, mas é tão rara quanto um cisne

28 negro.


Michael Shermer. Cérebro e crença. São Paulo: JSN Editora, 2012, p. 21-2 (com adaptações).

De acordo com o texto,

Alternativas
Q2741462 Português

Para responder às questões de 1 a 3, leia o texto abaixo.


As raízes do racismo


Drauzio Varella


Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos: o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.

Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.

Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam.

Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.

A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos.

Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".

Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.

Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses?

Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agrupar-se foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.

A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.

Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.

A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros".

Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.

Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.

Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.

O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.

A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.

Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.

Considere as afirmações abaixo.


I. O autor afirma que a ciência comprova que há, naturalmente, grupos superiores a outros e isso justifica o racismo.

II. O autor afirma que apenas os homens tribais, não evoluídos, apresentam preconceito.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663998 Medicina
Dos dados abaixo, o mais provável de ser encontrado numa jovem de 17 anos, portadora de Thalassemia minor, é
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663997 Medicina
Na síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético é característico o achado de
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663996 Medicina
Gasometria mostrando pH superior a 7,47 será encontrada com maior probabilidade num paciente que apresenta
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663995 Medicina
Considere dois pacientes que apresentam plaquetopenia, petéquias e equimoses disseminadas, além das características abaixo:
Paciente I: icterícia, febre, confusão mental, hemiparesia direita, anemia macrocítica e elevado número de esquizócitos no sangue periférico. Paciente II: restante do exame físico normal. Contagem de eritrócitos e leucócitos normais. Anti-HIV não reagente e fator antinuclear negativo.
Das condutas terapêuticas abaixo, as mais adequadas são, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663993 Medicina
Num paciente com doença renal crônica é provável haver elevação de
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663992 Medicina
O encontro de rins diminuídos à ultrassonografia, num paciente com insuficiência renal, sugere, dentre os abaixo:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663991 Medicina
São estudados dois grupos de pacientes com glomerulonefrite:
Grupo I: com complemento sérico reduzido. Grupo II: com complemento sérico normal.
Com maior probabilidade são etiologias destes grupos, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663990 Medicina
São fatores relacionados a maior risco de osteoporose, EXCETO
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663989 Medicina
São causas secundárias de hiperglicemia, EXCETO
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663988 Medicina
São características dos nódulos tireoideanos malignos, EXCETO
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663987 Psiquiatria
Dos medicamentos abaixo, o principal para controlar os sintomas de abstinência alcoólica, além de reduzir a incidência de convulsões e delirium, é
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663986 Medicina
O reflexo córneo-palpebral tem por vias aferente e eferente, respectivamente, os nervos
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663985 Medicina
Inalação com oxigênio a 100% (5 a 7 litros/min.) é a primeira opção para tratamento da dor provocada por
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663984 Medicina
Considere os seguintes venenos ofídicos:
Veneno I: atividade inflamatória aguda, coagulante e hemorrágica. Veneno II: atividade neurotóxica, coagulante e miotóxica.
Provavelmente relacionam-se, respectivamente, aos dados acima, as seguintes serpentes peçonhentas:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663982 Psiquiatria
Na intoxicação por antidepressivos tricíclicos, o tratamento NÃO deve incluir
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663981 Medicina
Nos pacientes portadores de esclerose sistêmica as estruturas mais afetadas pela doença, além da pele, são:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2013 - DPE-RS - Analista - Clínica Médica |
Q1663980 Medicina
Na arterite de células gigantes podem ocorrer as alterações abaixo, EXCETO
Alternativas
Respostas
16961: B
16962: E
16963: D
16964: A
16965: B
16966: C
16967: E
16968: B
16969: C
16970: E
16971: A
16972: A
16973: D
16974: E
16975: B
16976: A
16977: E
16978: A
16979: D
16980: B