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Ano: 2012 Banca: UFPB Órgão: UFPB Prova: UFPB - 2012 - UFPB - Médico - Clínica Médica |
Q375899 Medicina
Sobre o mieloma, julgue as assertivas abaixo:

Pode ocorrer amiloidose em 10 a 12% dos pacientes, podendo produzir síndrome nefrótica ou insuficiência renal.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UFPB Órgão: UFPB Prova: UFPB - 2012 - UFPB - Médico - Clínica Médica |
Q375898 Medicina
Sobre o mieloma, julgue as assertivas abaixo:

A sigla da síndrome POEMS, variante do mieloma, significa respectivamente, poliartralgia, organomegalia, esofagopatia, metástase óssea e sindactilia.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UFPB Órgão: UFPB Prova: UFPB - 2012 - UFPB - Médico - Clínica Médica |
Q375897 Medicina
Sobre o mieloma, julgue as assertivas abaixo:

Mielograma com mais de 5 % de plasmócitos, juntamente com quadro clínico de lesões líticas vistas na cintilografia e evidências de proteína monoclonal tipo IgM, concluem o diagnóstico em 90 % dos casos.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UFPB Órgão: UFPB Prova: UFPB - 2012 - UFPB - Médico - Clínica Médica |
Q375896 Medicina
Sobre o mieloma, julgue as assertivas abaixo:

A detecção de lesões ou metástases ósseas faz-se mais precocemente com a cintilografia óssea com Tecnécio 99, antecipando em meses o aparecimento das lesões nas radiografias simples de ossos.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UFPB Órgão: UFPB Prova: UFPB - 2012 - UFPB - Médico - Clínica Médica |
Q375895 Medicina
Sobre o mieloma, julgue as assertivas abaixo:

Ocorre proliferação clonal de plasmócitos produtores principalmente de imunoglobulinas M, ou partes destas como cadeias Lambda ou Kappa.
Alternativas
Q277397 Conhecimentos Gerais
Leia o seguinte fragmento de notícia e assinale a assertiva que apresenta CORRETAMENTE o assunto a ele relacionado:
Já está pronta para ser votada no Senado a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 38/99) que dá ao Senado Federal competência privativa para aprovar processos de (...). Competência privativa significa uma competência que possibilita a delegação a outro ente, ou seja, não é exclusiva. No caso da PEC, o Senado terá competência de aprovar os processos de (...), mas também poderá delegar a função a outro poder.
De acordo com o projeto, a (...) e a criação de Unidades de Conservação (UC) deverão respeitar o limite máximo de 30% da superfície em cada federação. A PEC, se aprovada, não valerá como norma retroativa, afetando apenas processos futuros. De autoria do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB- RR), a PEC 38/99 foi aprovada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), mas com algumas modificações do projeto original, de 1999.
                                                                                   Fonte: Agência Senado, 01 de fevereiro de 2012.
Alternativas
Q277369 Conhecimentos Gerais
Leia o seguinte texto:

Qual é a maior hidrelétrica do mundo?

Adeus, enchentes. Um problema a usina de Três Gargantas, na China, resolveu na marra: como da hidrelétrica, acabou-se o problema de enchentes na região. As eclusas, piscinões que permitem subir e descer o rio, ajudaram a economia chinesa. Antes considerado um rio de navegação perigosa, o Yang Tsé dobrou o volume de carga transportada. A construção de Três Gargantas obrigou 1 milhão de chineses a mudar de casa (em Itaipu, foram apenas 40 mil). Além disso, inundou 140 sítios arqueológicos. O volume do Yang Tsé ainda não permite que as Três Gargantas utilizem toda a sua capacidade. Mas a construção de 4 hidrelétricas rio acima deve aumentar a vazão, levando mais água para as turbinas.
Duelo de titãs! Observe os dados referentes às duas usinas:

Concreto utilizado para a construção:
Três Gargantas – 28 milhões de m 3.
Itaipu – 14 milhões de m 3.
Três Gargantas é maior que Itaipu e, por isso, na construção da gigantesca usina chinesa foi utilizado o dobro de concreto necessário para erguer Itaipu.

Potência instalada:
Três Gargantas - 22,4 mil MW
Itaipu - 14 mil MW São 32 turbinas de Três Gargantas contra apenas 20 da hidrelétrica brasileira.


Vazão média:
Três Gargantas - 7 mil m 3/s
Itaipu - 8 mil m 3/s
Acontece que o rio Yang Tsé possui uma vazão de água menor que a do rio Paraná.


Produção anual (2009):

Três Gargantas - 80 bilhões de kWh
Itaipu - 90 bilhões de kWh A consequência é que (***)
Superinteressante, fevereiro de 2011.
O final do texto foi intencionalmente retirado e substituído por asteriscos entre parênteses. Trata-se de uma consequência lógica que pode ser feita a partir das informações contidas no texto. Assinale a única assertiva que apresenta CORRETAMENTE essa consequência:
Alternativas
Q277368 Conhecimentos Gerais
Leia a seguinte notícia:

Paraná terá maior área de (***) da história

Faltando 12 dias para o início da safra de verão 2012/13, o Paraná deve registrar área recorde destinada ao plantio de (***). De acordo com o levantamento da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab) divulgado na tarde desta segunda-feira (3),a oleaginosa deve ocupar 4,57 milhões de hectares, área 3,9% maior em relação à temporada passada – 4,4 milhões de hectares. A explicação para o crescimento está na cotação recorde de R$ 75 por saca do grão. “A opção por este produto é quase que natural em função da liquidez e da perspectiva do preço se manter firme", explica a secretário Norberto Ortigara. Com o crescimento da área, a produção estadual tem potencial para 14,99 milhões de toneladas - 38,5% a mais que em 2011/12. O recorde paranaense é a safra 2010/11 quando chegou a 15,3 milhões de toneladas. “Se o clima for favorável, podemos alcançar a produção de dois anos atrás", complementa Ortigara. Ainda segundo o executivo, os agricultores paranaenses já comercializaram de forma antecipada 20% da safra para aproveitar os bons preços. Números da consultoria Safras e Mercado apontam que 26% da produção do estado estão negociadas no mercado futuro. Gazeta do Povo, 03/09/2012.
O nome do produto a que a notícia se refere foi retirado do texto e substituído por parênteses com asteriscos. Com base nas informações contidas no texto e nos seus conhecimentos sobre a agricultura paranaense, assinale a única assertiva que apresenta CORRETAMENTE o nome do produto em questão:
Alternativas
Q277364 Conhecimentos Gerais
Leia o fragmento de notícia abaixo e assinale a única assertiva cujas palavras completam CORRETAMENTE o texto:
(1) foi destituído da presidência do (2) em processo relâmpago de impeachment votado na noite de sexta- feira, 22 de junho de 2012, armado pela oposição de (3) no Senado - foram 39 votos a favor da cassação, 4 contra e duas ausências. O processo à la 'tapetão' abriu uma crise política no país, com vários protestos de organismos internacionais.
                                                                                               Fonte: Caros Amigos, 23 de junho de 2012.
Alternativas
Q277275 Conhecimentos Gerais
As áreas de competência apresentadas abaixo estão elencadas no web-site oficial de um determinado Ministério brasileiro. Leia-as atentamente e assinale a assertiva que apresenta CORRETAMENTE o nome do referido Ministério:
O Ministério possui as seguintes áreas de competência:
1. política internacional;
2. relações diplomáticas e serviços consulares;
3. participação nas negociações comerciais, econômicas, técnicas e culturais com governos e entidades estrangeiras;
4. programas de cooperação internacional e de promoção comercial; e
5. apoio a delegações, comitivas e representações brasileiras em agências e organismos internacionais e multilaterais.
Alternativas
Q277273 Conhecimentos Gerais
Em relação às decisões tomadas na Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada no Rio de Janeiro, em 2012, assinale a única assertiva CORRETA:
Alternativas
Q277271 Português
                                  Gadgets de sangue

                                                                                  Felipe Pontes

        Se você comprou um celular ou um iPod de 1996 para cá, pode ter ajudado a financiar uma guerra civil. Desde essa data, o leste da República Democrática do Congo — região que abastece grandes empresas de eletrônicos com quatro minérios essenciais para o funcionamento de qualquer gadget — é tomado por alguns grupos armados rebeldes. Essas milícias, envolvidas num dos piores conflitos da nossa época, se sustentam com dinheiro do contrabando desses  minerais.
Só em 2009, os grupos armados congoleses receberam US$ 185 milhões com a mineração ilegal, de acordo com estimativa da organização americana de direitos humanos Enough Project. “Os valores podem flutuar, mas certamente são suficientes para perpetuar a guerra, comprar armas e pagar  soldados”, afirma Aaron Hall, analista de política da entidade. Ou seja, adquirir algum aparelho eletrônico está indiretamente relacionado à manutenção do conflito mais violento do planeta após a Segunda Guerra Mundial. Esqueça o Afeganistão ou o Iraque. Nos últimos 15 anos, os confrontos em terras congolesas mataram 5,5 milhões de pessoas e mais e 200 mil mulheres foram estupradas, de acordo com estudo da ONG International Rescue Committee. Formalmente, a guerra terminou em 2003, mas as batalhas, turbinadas pelas reservas  minerais do país, continuam entre os grupos armados  que dominam e mantêm as minas.
Os quatro minérios envolvidos no conflito são o tântalo, o tungstênio, o estanho e, em menores  quantidades, o ouro. O tântalo serve para armazenar energia em smartphones e computadores. O tungstênio é usado para fazer os celulares vibrarem e o estanho entra na solda de circuitos. O ouro melhora  a conectividade na fiação desses equipamentos.
                                                                                                                     Fonte: Galileu, 28/04/2011.


Leia o seguinte trecho, destacado do texto de Felipe Pontes, e assinale a única assertiva CORRETA:

“Se você comprou um celular ou um iPod de 1996 para cá, pode ter ajudado a financiar uma guerra civil. Desde essa data, o leste da República Democrática do Congo — região que abastece grandes empresas de eletrônicos com quatro minérios essenciais para o funcionamento de qualquer gadget — é tomado por alguns grupos armados rebeldes. Essas milícias, envolvidas num dos piores conflitos da nossa época, se sustentam com dinheiro do contrabando desses minerais."
Alternativas
Q277270 Português
                                  Gadgets de sangue

                                                                                  Felipe Pontes

        Se você comprou um celular ou um iPod de 1996 para cá, pode ter ajudado a financiar uma guerra civil. Desde essa data, o leste da República Democrática do Congo — região que abastece grandes empresas de eletrônicos com quatro minérios essenciais para o funcionamento de qualquer gadget — é tomado por alguns grupos armados rebeldes. Essas milícias, envolvidas num dos piores conflitos da nossa época, se sustentam com dinheiro do contrabando desses  minerais.
Só em 2009, os grupos armados congoleses receberam US$ 185 milhões com a mineração ilegal, de acordo com estimativa da organização americana de direitos humanos Enough Project. “Os valores podem flutuar, mas certamente são suficientes para perpetuar a guerra, comprar armas e pagar  soldados”, afirma Aaron Hall, analista de política da entidade. Ou seja, adquirir algum aparelho eletrônico está indiretamente relacionado à manutenção do conflito mais violento do planeta após a Segunda Guerra Mundial. Esqueça o Afeganistão ou o Iraque. Nos últimos 15 anos, os confrontos em terras congolesas mataram 5,5 milhões de pessoas e mais e 200 mil mulheres foram estupradas, de acordo com estudo da ONG International Rescue Committee. Formalmente, a guerra terminou em 2003, mas as batalhas, turbinadas pelas reservas  minerais do país, continuam entre os grupos armados  que dominam e mantêm as minas.
Os quatro minérios envolvidos no conflito são o tântalo, o tungstênio, o estanho e, em menores  quantidades, o ouro. O tântalo serve para armazenar energia em smartphones e computadores. O tungstênio é usado para fazer os celulares vibrarem e o estanho entra na solda de circuitos. O ouro melhora  a conectividade na fiação desses equipamentos.
                                                                                                                     Fonte: Galileu, 28/04/2011.


Sobre o texto de Felipe Pontes, assinale a única assertiva CORRETA :
Alternativas
Q277269 Português
Assinale a única assertiva cuja sentença apresenta problema(s) de regência verbal:
Alternativas
Q277266 Português
Com relação às regras de acentuação gráfica, assinale a única assertiva em que todas as palavras devem ser acentuadas, segundo as regras do português padrão:
Alternativas
Q277265 Português
Observe o seguinte cartum de Benett e assinale a única assertiva que apresenta uma interpretação CORRETA:

Imagem 010.jpg
Alternativas
Q277264 Português
                                    O profissional que o mercado quer
                                                                                                             Débora Rubin


         Esqueça tudo o que você aprendeu sobre o mercado de trabalho. Estabilidade, benefícios, vestir  a camisa da empresa, jornadas intermináveis, hierarquia, promoção, ser chefe. Ainda que tais conceitos estejam arraigados na cabeça do brasileiro, eles fazem parte de um pacote com cheiro de naftalina. O novo profissional, autônomo, colaborativo, versátil, empreendedor, conhecedor de suas próprias vontades e ultraconectado é o que o mercado começa a demandar. O modelo tradicional de trabalho que foi sonho de consumo de todo jovem egresso da faculdade nas últimas duas décadas está ficando para trás. Surge o modelo de trabalho contemporâneo, novinho em folha. É a maior transformação desde que a Revolução Industrial, no  século XVIII, mandou centenas de pessoas para as  linhas de produção. 
Nas novas gerações esse fenômeno é mais evidente. Hoje, poucos recém-formados se veem fiéis a uma única empresa por toda a vida. Em grande parte das universidades de elite do país, os alunos sequer cogitam servir a um empregador. “Quando perguntamos onde eles querem trabalhar, a resposta é: na minha empresa”, conta Adriana Gomes, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo. Entre os brasileiros que seguem o modelo tradicional, a média de tempo em um emprego é de cinco anos, uma das menores do mundo, segundo o Departamento Intersindical de  Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) – os  americanos trocam mais, a cada quatro anos.
O cenário atual contribui. “Estamos migrando de um padrão previsível para um modelo no qual impera a  instabilidade”, diz Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quem apostar na estrutura antiga vai sair perdendo, segundo a professora Tânia Casado, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Isso significa, inclusive, rever o  significado de profissão. “O que passa a valer é o conceito de carreira sem fronteiras, ou seja, a  sequência de experiências pessoais de trabalho que você vai desenvolver ao longo da sua vida”, define Tânia, uma das maiores especialistas em gestão de pessoas do País. Dentro desse novo ideal, vale  somar cada vivência, inclusive serviços não remunerados, como os voluntários, e os feitos porpuro prazer, como escrever um blog.
                                                                                                      Fonte: Isto é, 30 de março de 2012.


Leia o seguinte trecho, destacado do texto-base, e assinale a única assertiva CORRETA:
“O cenário atual contribui. “Estamos migrando de um padrão previsível para um modelo no qual impera a instabilidade", diz Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quem apostar na estrutura antiga vai sair perdendo, segundo a professora Tânia Casado, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Isso significa, inclusive, rever o significado de profissão. “O que passa a valer é o conceito de carreira sem fronteiras, ou seja, a sequência de experiências pessoais de trabalho que você vai desenvolver ao longo da sua vida", define Tânia, uma das maiores especialistas em gestão de pessoas do País. Dentro desse novo ideal, vale somar cada vivência, inclusive serviços não remunerados, como os voluntários, e os feitos por puro prazer, como escrever um blog."
Alternativas
Q277263 Português
                                    O profissional que o mercado quer
                                                                                                             Débora Rubin


         Esqueça tudo o que você aprendeu sobre o mercado de trabalho. Estabilidade, benefícios, vestir  a camisa da empresa, jornadas intermináveis, hierarquia, promoção, ser chefe. Ainda que tais conceitos estejam arraigados na cabeça do brasileiro, eles fazem parte de um pacote com cheiro de naftalina. O novo profissional, autônomo, colaborativo, versátil, empreendedor, conhecedor de suas próprias vontades e ultraconectado é o que o mercado começa a demandar. O modelo tradicional de trabalho que foi sonho de consumo de todo jovem egresso da faculdade nas últimas duas décadas está ficando para trás. Surge o modelo de trabalho contemporâneo, novinho em folha. É a maior transformação desde que a Revolução Industrial, no  século XVIII, mandou centenas de pessoas para as  linhas de produção. 
Nas novas gerações esse fenômeno é mais evidente. Hoje, poucos recém-formados se veem fiéis a uma única empresa por toda a vida. Em grande parte das universidades de elite do país, os alunos sequer cogitam servir a um empregador. “Quando perguntamos onde eles querem trabalhar, a resposta é: na minha empresa”, conta Adriana Gomes, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo. Entre os brasileiros que seguem o modelo tradicional, a média de tempo em um emprego é de cinco anos, uma das menores do mundo, segundo o Departamento Intersindical de  Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) – os  americanos trocam mais, a cada quatro anos.
O cenário atual contribui. “Estamos migrando de um padrão previsível para um modelo no qual impera a  instabilidade”, diz Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quem apostar na estrutura antiga vai sair perdendo, segundo a professora Tânia Casado, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Isso significa, inclusive, rever o  significado de profissão. “O que passa a valer é o conceito de carreira sem fronteiras, ou seja, a  sequência de experiências pessoais de trabalho que você vai desenvolver ao longo da sua vida”, define Tânia, uma das maiores especialistas em gestão de pessoas do País. Dentro desse novo ideal, vale  somar cada vivência, inclusive serviços não remunerados, como os voluntários, e os feitos porpuro prazer, como escrever um blog.
                                                                                                      Fonte: Isto é, 30 de março de 2012.


Sobre o texto de Débora Rubin, assinale a única assertiva INCORRETA:
Alternativas
Q277262 Português
                                    O profissional que o mercado quer
                                                                                                             Débora Rubin


         Esqueça tudo o que você aprendeu sobre o mercado de trabalho. Estabilidade, benefícios, vestir  a camisa da empresa, jornadas intermináveis, hierarquia, promoção, ser chefe. Ainda que tais conceitos estejam arraigados na cabeça do brasileiro, eles fazem parte de um pacote com cheiro de naftalina. O novo profissional, autônomo, colaborativo, versátil, empreendedor, conhecedor de suas próprias vontades e ultraconectado é o que o mercado começa a demandar. O modelo tradicional de trabalho que foi sonho de consumo de todo jovem egresso da faculdade nas últimas duas décadas está ficando para trás. Surge o modelo de trabalho contemporâneo, novinho em folha. É a maior transformação desde que a Revolução Industrial, no  século XVIII, mandou centenas de pessoas para as  linhas de produção. 
Nas novas gerações esse fenômeno é mais evidente. Hoje, poucos recém-formados se veem fiéis a uma única empresa por toda a vida. Em grande parte das universidades de elite do país, os alunos sequer cogitam servir a um empregador. “Quando perguntamos onde eles querem trabalhar, a resposta é: na minha empresa”, conta Adriana Gomes, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo. Entre os brasileiros que seguem o modelo tradicional, a média de tempo em um emprego é de cinco anos, uma das menores do mundo, segundo o Departamento Intersindical de  Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) – os  americanos trocam mais, a cada quatro anos.
O cenário atual contribui. “Estamos migrando de um padrão previsível para um modelo no qual impera a  instabilidade”, diz Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quem apostar na estrutura antiga vai sair perdendo, segundo a professora Tânia Casado, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Isso significa, inclusive, rever o  significado de profissão. “O que passa a valer é o conceito de carreira sem fronteiras, ou seja, a  sequência de experiências pessoais de trabalho que você vai desenvolver ao longo da sua vida”, define Tânia, uma das maiores especialistas em gestão de pessoas do País. Dentro desse novo ideal, vale  somar cada vivência, inclusive serviços não remunerados, como os voluntários, e os feitos porpuro prazer, como escrever um blog.
                                                                                                      Fonte: Isto é, 30 de março de 2012.


Sobre o texto de Débora Rubin, assinale a única assertiva CORRETA:
Alternativas
Q277261 Português
Assinale a única assertiva que NÃO apresenta problema(s) de concordância verbo-nominal:
Alternativas
Respostas
16761: C
16762: E
16763: E
16764: E
16765: E
16766: D
16767: E
16768: E
16769: D
16770: E
16771: A
16772: B
16773: C
16774: D
16775: C
16776: A
16777: B
16778: C
16779: A
16780: C