Questões de Concurso
Comentadas para médico clínico
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Recentemente o Ministro da Saúde destacou a jornalistas estrangeiros preocupação com o aumento dos casos de sarampo no país, principalmente envolvendo viajantes venezuelanos, e reforçou a intenção da pasta de imunizar os visitantes.
Assinale a alternativa que indica alguns dos motivos que concorrem para o aumento da vinda de venezuelanos para o Brasil.
Leia a notícia:
Os laços militares com os Estados Unidos já estão abalados pelo apoio de Washington aos combatentes curdos da Síria (YPG), os quais Ancara considera um braço do “terrorista” Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK). E a tensão aumentou depois que o país chegou a um entendimento para a compra do sistema avançado de defesa aérea S-400 russo, apesar de ser um aliado da Otan.
Adaptado de https://oglobo.globo.com/mundo/ crise-diplomatica-poe-em-risco-lacos-militares
Assinale a alternativa que indica o país a que a notícia se refere.
Analise o texto abaixo:
O município tem nas paisagens naturais e nos esportes aquáticos os seus maiores atrativos turísticos.
A .................................... deixou marcas na cidade, que podem ser observadas em tours culturais por museus e monumentos históricos.
O turismo ........................ é outra atração para as pessoas que buscam visitar igrejas, capelas e templos dedicados a diversas crenças, como a primeira igreja Mórmon do Brasil.
Adaptado de https://turismo.riodasantas.sc.gov.br/sobre-a-cidade/
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Analise as afirmativas abaixo a respeito do início da colonização de Rio das Antas.
1. O povoamento de Rio das Antas está associado à construção da Estrada de Ferro São Paulo- Rio Grande.
2. A Guerra Franco Prussiana, que deixou milhares de desabrigados na Alemanha, impulsionou a colonização de Rio das Antas a partir de 1945.
3. Nos anos iniciais, as terras da região eram vendidas a preços módicos e em prestações aos colonos que tivessem interesse em nelas se estabelecer.
4. A fertilidade do solo e as condições para aquisição dos terrenos atraíram muitos colonos oriundos do Vale do Rio Itajaí e do Rio Grande do Sul.
5. Durante a Guerra do Contestado a cidade, por ser centro da região, experimentou grande desenvolvimento.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Leia o pensamento de Epicuro, filósofo grego.
“Assim como realmente a medicina em nada beneficia se não liberta dos males do corpo, assim também sucede com a filosofia se não liberta das paixões da alma.”
Assinale a alternativa correta.
Leia o texto.
Pseudodiário de um pseudogestor
Fazem cinco minutos que informo à minha secretária de que esse é o documento que preciso para comunicar as autoridades que sobe para 10 os casos de febre amarela nesta região. Em vão minha informação… nenhuma resposta positiva e o tempo passa. Agora, no final do dia, a mim, como diria o poeta, não compete-me a declamação dos versos já conhecidos e, sim, a escrita das novas estrofes…
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) considerando a norma culta.
( ) Há no texto quatro inadequações quanto à regência verbal.
( ) Se na expressão “as autoridades” fosse colocada uma crase em “às”, uma inadequação de regência verbal seria resolvida.
( ) A frase: “Esse é o documento que preciso” está da mesma forma correta como a frase: “Este é o poeta de que gosto”, no que diz respeito à regência verbal.
( ) Na frase sublinhada, há um desvio de concordância verbal.
( ) A expressão “no final do dia” está entre vírgulas para isolar um adjunto adverbial deslocado.
( ) Em: “não compete-me a declamação dos versos…”, há correta colocação pronominal.
( ) A frase “Fazem cinco minutos” equivale a “Devem fazer cinco minutos” e ambas estão corretas.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta,
de cima para baixo.
Leia a tirinha abaixo:

https://www.google.com.br
Analise as afirmativas abaixo em relação à tirinha.
1. A fala do segundo quadrinho revela que “a vingança” foi conseguida pela mulher por meio de um constrangimento verbal pelo uso impróprio da norma culta.
2. O último quadrinho leva o leitor a inferir que a personagem tem domínio das regras de concordância verbal.
3. Na frase: “Os médicos estão sempre alerta”, a concordância nominal está correta.
4. No primeiro quadrinho, as vírgulas se justificam por isolarem um vocativo.
5. Na frase: “Sinto muito…”, a palavra sublinhada intensifica a ação do verbo e, quanto à sua função sintática, é um adjunto adnominal.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas
corretas.
Leia a tirinha abaixo:

https://www.google.com.br
Analise as afirmativas abaixo em relação à tirinha.
1. Na tirinha, há uma ambiguidade e, no contexto, é considerado um vício de linguagem.
2. De acordo com o novo acordo ortográfico em vigência, a palavra “pôr” está inadequada, haja vista a queda dos acentos diferenciais.
3. Na frase: “O médico falou com o paciente caído no chão”, temos um exemplo de vício de linguagem chamado ambiguidade.
4. Na fala: “não está à venda”, temos o uso adequado da crase. Situação idêntica encontramos na expressão: “estou à olhar o nascer do sol”.
5. Supondo-se que o menino estivesse vendendo o que consta na placa, teríamos no verbo “vender” um exemplo de transitividade direta.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas
corretas.
Evidências associam o crânio do Museu Nacional à Cultura Clóvis, da pré-história dos EUA – e cravam que os traços do povo de Lagoa Santa (MG) eram mais próximos dos indígenas atuais.
Guilherme Eler
Na última atualização feita à imprensa sobre o estado do crânio de Luzia, pesquisadores já haviam resgatado 80% da peça dos escombros do Museu Nacional do Rio de Janeiro. (...)
A representação original do boneco de Luzia perdeu-se no fogo, mas, ainda que tivesse sobrevivido, acabaria tendo que ser substituída. Uma dupla de estudos publicados nas revistas científicas Cell e Science reuniu novos argumentos para defender a tese de que a representação não corresponde de fato à forma como ela deveria ser retratada.
Quando estudava o crânio de Luzia ao final da década de 1980, o antropólogo e ex-professor da USP (Universidade de São Paulo) Walter Neves formulou uma hipótese sobre a origem da dona da ossada. Segundo Neves, as características de seu crânio eram diferentes das dos povos indígenas atuais, o que sinalizaria que Luzia pertenceu a um grupo de humanos que chegou à América, também pelo estreito Bering, antes do grupo que deu origem aos indígenas da época de Cabral. Nesse caso, a aparência de Luzia seria mais próxima da dos africanos negros. Por isso, o antropólogo forense britânico Richard Neave, em 1996, reconstruiu sua face imaginando-a negra.
O que os novos estudos argumentam, porém, é que todos os indígenas que já perambularam pelas Américas descendem de uma única população humana. Natural do leste asiático, esse grupo ancestral teria chegado ao continente cerca de 20 mil anos atrás. Ou seja: não houve nenhuma migração anterior a que Luzia pudesse pertencer. Ela era uma indígena comum.
O que aconteceu de verdade foi um pouco mais complicado: a onda que povoou a América se dividiu dentro do próprio continente. Onde hoje estão os EUA, um grupo que ficou conhecido como “Cultura Clóvis” prosperou e avançou em direção ao sul. Quando chegou por aqui, deu origem a populações como a de Lagoa Santa (MG) – à qual pertence Luzia. Luzia, então, é “neta” de Clóvis.
Essa relação entre os primeiros americanos do norte e os primeiros do sul ficou clara pela análise de DNA de fósseis. Um esqueleto de 10 mil anos, encontrado em uma caverna do estado de Nevada, nos EUA, foi comparado com ossos da mesma idade naturais de Lagoa Santa. Mesmo distantes mais de 10 mil quilômetros, eram muito parecidos geneticamente. (...)
Depois de alguns de milhares de anos, uma nova onda migratória, distinta da Cultura Clóvis, desceu para a América do Sul e tomou conta de tudo. A população a que pertencia Luzia sumiu, assim como os Clóvis do norte, que são verificados pela última vez há 9 mil anos. Foram duas ondas, de fato, mas ambas originadas de uma só migração que entrou pelo Estreito de Bering. O que contraria a hipótese de Neves.
O processo que permitiu tais conclusões envolveu a participação de uma equipe internacional de 72 pesquisadores. Deles, 17 são brasileiros. Os autores se basearam na análise do genoma de 49 fósseis, achados em 15 sítios arqueológicos do Brasil, Argentina, Belize, Chile e Peru.
“Por mais acostumados que estejamos com a tradicional reconstrução facial de Luzia, com traços fortemente africanos, essa nova imagem reflete de forma muito mais precisa a fisionomia dos primeiros habitantes do Brasil, apresentando traços generalizados e indistintos a partir dos quais, ao longo dos milhares de anos, a grande diversidade ameríndia se estabeleceu”, explicou André Strauss, arqueólogo do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), da USP em entrevista à BBC Brasil. (...)
Disponível em https://super.abril.com.br/historia/analise-genetica-propoe-novo-rosto-para-luzia-ela-nao-era-negra/ Acessado em 10/11/2018 – Texto adaptado
De acordo com o texto, os novos estudos indicam que